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30/08/2011 - 16:02

Microsoft fabrica games no Brasil – e preços caem

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Taí: a Microsoft baixou os preços de seus games para Xbox 360 no Brasil.

Conforme o release divulgado hoje, os jogos deverão ter redução de até 40% a partir de setembro, o que nos faz chegar ao mítico e surpreendente valor de R$ 69. A maioria dos games que ficaram mais baratos, porém, passam a custar de R$ 79 a 99.

Além disso, a empresa finalmente oficializou a informação de fabricação dos games first party (da Microsoft Studios) em território nacional, o que provavelmente colabora para a redução geral de preços – o texto deixa essa informação em aberto, mas é o que dá a entender.

Veja o release e pense: será que agora vai?

A Microsoft Brasil informa que, a partir de 01 de setembro, os preços dos jogos Microsoft Studios serão reduzidos em até 40% no País. Com essa medida, os games custarão a partir de R$69,00 para o consumidor brasileiro nas revendas oficiais.
(…)
Além da redução dos preços, em 01 de setembro começará a pré-venda do aguardado “Gears of War 3” com preço já reduzido para R$ 129,00. Quem comprar o jogo na pré-venda ganhará ainda um chaveiro e um código online (token) com conteúdo bônus para jogar com o personagem Commando Dom no modo multiplayer.
(…)
Junto com a redução de preços a Microsoft Brasil anuncia a fabricação local dos games Microsoft Studios. A partir de agora, as mídias dos jogos serão produzidas no País pela Arvato do Brasil. A empresa é líder na fabricação de CDs, DVDs, replicação de games e distribuição e atuará como replicador autorizado da Microsoft Brasil.

“Este é um momento importante para a indústria nacional de games e o anúncio da redução de preços dos jogos Microsoft Studios no Brasil é um passo fundamental para tornar as nossas ofertas mais atraentes e, principalmente, mais acessíveis para os consumidores brasileiros”, destaca Guilherme Camargo, gerente de marketing para Xbox 360.

A seguir, confira a lista com os games e os respectivos preços reduzidos.

R$69
Gears of War

R$79
Alan Wake
Crackdown 2
Forza 3
Gears of War 2
Halo 3
Halo ODST
Halo Wars
Joy Ride
Viva Piñata

R$99
Dance Central
Fable 3
Kinect Sports
Kinectimals

R$129
Gears of War 3
Halo Reach

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15/08/2011 - 17:25

Kinect: Agora Sim, Eu Vi Vantagem

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O vídeo acima exibe experiências realizadas por um grupo de pesquisadores (de lugares variados – Microsoft Research Cambridge, Imperial College London, Newcastle University, Lancaster University
e University of Toronto) com a câmera Kinect da Microsoft. Eles batizaram o projeto de KinectFusion.

Assista até o final para conferir o Kinect “escaneando” o ambiente, criando versões tridimensionais de tudo o que é filmado e permitindo a interação posterior com esses objetos virtuais. Em outras palavras, é um grande absurdo: o vídeo mostra que é possível escanear elementos do mundo real, adicionar texturas, efeitos de luz, físicas… e modificá-los em seguida da maneira que for mais interessante. E que tal interagir fisicamente com os objetos criados? Também é possível. Imagine o tempo que será economizado em criação de cenários de games e modelagens, entre tantas outras aplicações.

Só mesmo vendo para crer – e se você não entender de cara, tudo bem: não é nada simples mesmo. Mas tem cheiro de futuro no ar.

Roubei daqui. Agradeço o Jones Rossi pela dica.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
09/08/2011 - 13:53

Games para Kinect? A imaginação vai longe

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Fala sério que isso é pra valer.

É o sensacional Champion Jockey: G1 Jockey & Gallop Racer, da Koei, para Xbox 360. E quero ver quem tem coragem de jogar isso na frente dos outros…

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
14/07/2011 - 21:14

World of Warcraft no Brasil? E o que mais?

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A Blizzard brasileira anunciou um evento para a semana que vem. E os mais espertos garantem: será para anunciar a tão aguardada chegada oficial de World of Warcraft ao Brasil. O convite promete “um anúncio oficial a respeito de uma das maiores franquias da Blizzard.”

Será no dia 21 de julho. Que tal?

***

E por falar em evento…

“Dizem” que o Yoshinori Ono, produtor dos games Street Fighter, foi convidado a vir ao Brasil para dar as caras em algum evento de games. Isso se interpretarmos os intraduzíveis tweets dele dessa forma:

“I’d like to go to there… now we are thinking. ;D” Ele disse no dia 7.

“I had invitation from many event.Brasil,Moscow,NYComicCon..I’ll be arrangemet.”ele “tentou” dizer no dia 9.

Para os especialistas em engrish: o cara vem ou não vem?

***

Lembrando que o Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America, já afirmou que virá em breve – muito provavelmente também para aproveitar a movimentação de algum evento de games nacional (conforme ele me adiantou aqui):

“Eu certamente espero visitar o Brasil. Ainda não tive a oportunidade de experienciar o mercado brasileiro. Estive no México, no Panamá, e sei que preciso ver o Brasil de perto. É um mercado muito importante para nós, ainda mais nesse momento, em que nos preparamos para lançar oficialmente o Nintendo 3DS lá. Então, sim, provavelmente nesse outono [primavera no Brasil, período entre setembro e dezembro], eu gostaria muito de visitar esse mercado e ver como podemos ser mais efetivos na região.”

***

Estão fortes esses rumores sobre a redução de preços dos games de Xbox 360 e do próprio console, para outubro – lojistas já teriam sido informados da mudança que faria o preço de um game lançamento cair para a casa dos R$ 80. Dá para acreditar? Caso isso realmente aconteça, é possível que inspire outras distribuidoras a realizar reduções também. Acho dificil que seja assim, mas não custa especular, certo?

Aliás, passei hoje na FNAC e me surpreendi com a quantidade de games para Xbox 360 vendidos a preços, digamos, interessantes: dezenas de títulos (não tão recentes) a menos de R$ 70 – alguns a R$ 39. Acho barato e honesto. Mas antes de tudo, alguém me responda: se um game que um dia foi vendido a R$ 149 consegue ser comercializado um ano depois a R$ 39… algo está errado na matemática, não?

Ou deve ser porque sou de Humanas e não sei fazer contas.

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08/07/2011 - 20:30

Enquanto isso, no Brasil… "Promoções" de Férias reduzem preços de PS3 e Xbox 360

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As férias, veja só, deixam as empresas generosas.

O PlayStation 3 brasileiro ganhou mais uma redução de preço.

O release abaixo chegou há algumas horas e indica que o console lançado por aqui pela Sony Brasil vai ficar R$ 200 mais barato – de hoje até o final de agosto (release a seguir).

A Sony Brasil anuncia preço especial para o console PlayStation 3 entre 08 de julho a 30 de agosto de 2011. O produto será comercializado por R$ 1.399,00 nesse período em todas as lojas Sony Style e nas revendas autorizadas. O PS3 já conta com mais de 35 títulos oficiais de games no Brasil, incluindo grandes sucessos como as séries God of War e Gran Turismo.

Ontem, coincidência ou não, a Microsoft Brasil publicou em seu site oficial, sem nenhum alarde, o novo valor do bundle do Xbox 360: R$ 1599 (antes era R$ 1899), somente até o final do mês de julho (ou enquanto durarem os estoques):

O novo Kit Oficial 250GB está aqui, pronto para o amanhã, com um design elegante e um acabamento preto brilhante. Possui Wi-Fi embutido para facilitar a conexão ao Xbox LIVE e além de ser mais silencioso. Com um HD de 250GB, o kit ainda conta com um cabo HDMI, um Controle Preto sem fio, um Headset Preto com fio e os jogos Alan Wake e Forza III (…)

Há quem pergunte (eu inclusive): como esses preços caem tanto e tão frequentemente… e ainda continuam altos? E, mais importante: quão baixos esses preços podem se tornar? Qual o valor mínimo que um PS3 e um Xbox 360 podem ter no Brasil? Alguém se arrisca?

Mas é preciso deixar a ranhetice de lado por 30 segundos e se concentrar na notícia: de fato, os videogames de ponta estão ficando cada vez mais baratos no país. Sorte de quem deixou essa decisão de compra para julho. É aproveitar já, ou esperar os preços caírem mais – o que não duvido nada que aconteça ainda esse ano...

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
06/06/2011 - 13:27

E3 2011: Por Dentro da coletiva da Microsoft (AO VIVO)

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Por dentro da coletiva da Microsoft na E3 2011.

O Galen Center já está tomado. Não há espaço nas cadeiras mais próximas há pelo menos uma hora. Para os atrasados, resta sentar nos balcões superiores. Pelo menos, o Wi-Fi funciona bem aqui dentro. Diferente dos anos anteriores, em que era impossível postar qualquer coisa de dentro do evento.

Começará em menos de dez minutos – 5, conforme disse a locutora.

Estamos de olho. Vou atualizando este post.

***

9h30 em ponto, a música começa a ecoar, luzes se apagam e a locutora avisa: “Bem-vindos ao media briefing global da Microsoft“. Aplausos tímidos.

Vídeo no telão e demonstração ao vivo de Call of Duty: Modern Warfare 3, em cena submarina. E o controller desconectou durante a exibição. Risos. Tudo indica que será uma coletiva focada nos jogos, e não em inovações tecnológicas ou próxima geração. Será?

9h36 – A exibição de Modern Warfare 3 continua. Quem sabe o joystick desconectado não foi armado para pensarmos que a exibição é realmente ao vivo? No telão, cenas bem interessantes de combate armado em um submarino, após uma longa sequência debaixo d’ água. A plateia está silenciosa. E a guerra explode em um bote em alta velocidade mar adentro. Ao fundo, o que parece ser Nova York. Água espirrando, sangue, explosões e jatos sobrevoando a ação. A guerra nuclear retorna aos corações das grandes metrópoles, aparentemente.

Representantes da Sledgehammer Games falam sobre a parceria com a Infinite Ward em Modern Warfare 3. O game sai em 8 de novembro, com conteúdo exclusivo no Xbox 360.

9h41 – Don Mattrick, da Microsoft, entra no palco e faz o papel de host da família Xbox 360.

9h43 – Povo da Crystal Dynamics sobe ao palco para mostrar Tomb Raider para Xbox 360. Reação do público por enquanto é silenciosa (respeitosa?).

Lara Croft começa se arrebentando e sangrando. O visual está limpo, cristalino. Está frenético e amplo como Tomb Raider nunca foi antes. Aparentemente, a demonstração foi jogada ao vivo (mas sempre é bom duvidar). Será lançado no outono de 2012 (no hemisfério norte).

9h49 – Peter Moore, presidente da EA Sports, ex-chefão do Xbox, sobe ao palco fazendo piada: “Isso parece familiar”. [Risos].

O executivo anuncia versões de Tiger Woods, Madden e FIFA com conexão para Kinect, previstos para os próximos 12 meses.

9h51 – Dr. Ray Muzika entra falando sobre Mass Effect 3. O game também terá suporte para o Kinect, principalmente na questão do reconhecimento de voz. O jogador pode pode falar frases que são compreendidas como decisões no jogo. As cenas de combate mano a mano recebem aplausos dos fanboys. Muzika garante que será o melhor game da série [eles sempre falam isso].

9h56 – Ghost Recon: Future Soldier no telão: linda cena que mostra o caminho de uma bala. Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, discursa com o sotaque francês de sempre. Future Soldier terá também conexão com o Kinect: é possível customizar uma arma por completo, cada pequena peça, através de gestos do jogador. Fanáticos por armas aplaudiram (a maioria da plateia). Com a comunicação via voz, a arma se prepara da maneira que o jogador desejar. Os tiros são executados sem joysticks, mas com mímicas – movimentos no vazio. É bacana, mas é esquisito também.

Guillemot finaliza anunciando que todos os games Ghost Recon serão compatíveis com o Kinect.

10h01 – Mark Whitten, do Xbox Live, começa uma demonstração da nova “cara” do Xbox Live, controlada via voz, pelo Kinect. E anuncia o YouTube acessível via Xbox Live. E o Bing. “You say it, Xbox finds it” é o slogan da vez.

Xbox Live TV – “esse é o ano em que a televisão ao vivo entra no mundo do Xbox”, anuncia Whitten. Apenas alguns canais do mundo estarão disponíveis, por enquanto. A nova experiência irá estrear no fall norte-americano (setembro). Não foi revelado se a opção estará disponível para outros mercados.

10h08 – Dana White, presidente do Ultimate Fighting Championship, apresenta no telão a parceria entre a mais importante liga de MMA e a rede Xbox Live. Só não ficou claro o que essa parceria significa exatamente.

10h11 – Cliff B., superstar designer, exibe Gears of War 3 (ao som de “War Pigs” do Black Sabbath). As barulhentas demonstrações de Cliff já são praxe nas coletivas da Microsoft. Me parece que só ele se diverte nessas horas, mas tudo ok. Pelo menos a companhia dele é boa: Ice T. Para quem não sabe, ele já foi rapper antes de ser ator. Rá rá.

10h17Ryse tem um belo slogan também: ”You are the controller, you are the warrior”. Mais um game de porrada com o Kinect. Haja espaço na sala.

10h20 – Halo voltou, mas a reação dos fãs está estranhamente silenciosa. Em 15 de novembro de 2011 sai Halo: Combat Evolved – Anniversary será uma versão reboot do game do Xbox 1.

10h21 – Mais um Forza Motorsport? Não acredito. Pode crer. Só falta ter muitos carros para escolher. E dá-lhe um vídeo de Forza Motorsport 4.

10h23 – E olha o Peter Molyneux de novo. Não consigo acostumar com o sotaque dele. Adivinha se não é um novo Fable? Esse se chama The Journey. Molyneux é um gênio revolucionário – pena que muita gente não o leva a sério mais.

Um uso mais interessante para o Kinect: é claro que isso viria de Molyneux. O jogador faz gestos – quase ridículos – para executar poderes e dar cabo dos inimigos. Alguém vai conseguir jogar por mais de 15 minutos?

10h28 – Minecraft no Xbox com o Kinect. Disneyland Adventures com o Kinect. É para fazer valer a grana gasta no acessório.

Voar com o Peter Pan pela Terra do Nunca? Acho que qualquer um gostaria de experimentar isso. Correr pelo país das Maravilhas? Disneyland Adventures sai no final de 2012. A ideia é não ter mais que visitar Orlando, pelo visto.

10h33 – Agora, Star Wars com o Kinect. Todas as franquias serão revistas, provavelmente. Qual está faltando?

Usar a força ainda dá, mas sério, se é para brincar de sabre de luz, não dá pra ser com mímica. É divertido de se assistir, não de jogar.

10h36 – Tim Schaffer da Double Fine consegue fazer a plateia sorrir: Once Upon a Monster, baseado no universo da Vila Sésamo. “Aqui ao lado vocês podem ver a nossa família simulada”. Elmo, Cookie Monster e muita fofura no palco da Microsoft.

10h42 – Kudo Tsunoda, do Kinect, nos relembra: “Há dois anos eu estava aqui anunciando o Kinect”. Passou rápido. Talvez por isso a sensaçao de déjà vu? E ele mostra mais um game uma ferramenta: Kinect Fun Labs.

Será possível escanear seu rosto e aparência e introduzir a informação em um personagem. Também poderemos simular efeitos especiais, além de escanear brinquedos e outros objetos e jogar com essas simulações nos games. As possibilidades são infinitas, aparentemente.

Uau, mais um Kinect Sports: Season Two. Novas modalidades: golfe e futebol americano. Momentos constrangedores de coletivas reloaded. Talvez a Microsoft também devesse trabalhar em uma tecnologia que ampliasse os tamanhos das salas de estar…

10h53 – Dance Central 2 terá multiplayer dançante e mais de cem músicas logo de cara.

10h56 – Don Mattrick voltou ao palco. Me dá a impressão que a Microsoft está meio com pressa esse ano. Nenhum game teve mais de cinco minutos de exibição.

Hora de apresentar números. Xbox é o console mais vendido do mundo, segundo Mattrick. E agora, uma surpresa.

Vídeo teaser de Halo 4. E a data: holiday 2012. E é o fim da coletiva da Microsoft. Pontualmente às 11h.

Achei um pouco melancólica, mas talvez porque a Microsoft tenha nos acostumado um pouco mal com suas coletivas revolucionárias de anos anteriores. Vamos digerir tudo isso e comentar logo mais.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2011, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
06/06/2011 - 11:42

E3 2011: Microsoft abre o jogo

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Então, vamos ver o que a Microsoft planeja?

Estamos a caminho do Galen Center, para acompanhar o primeiro dos eventos relacionados à E3 2011: a coletiva de imprensa da Microsoft.

Sinceramente, difícil saber o que será mostrado ali. Há quem diga que ainda não é a hora de a fabricante revelar detalhes sobre o sucessor do Xbox 360. Outros imaginam que, com a Nintendo se adiantando tanto no sucessor do Wii, a Microsoft não vai querer ficar para trás. Afinal de contas, a empresa norte-americana tem sido sempre a primeira em se tratando da atual geração de consoles. O 360 foi lançado em novembro de 2005, ou seja, está prestes a completar seis anos de existência. O Kinect já indicava a tendência para a próxima geração, ao mesmo tempo em que deixava claro que a Microsoft ainda pretende queimar lenha no 360.

Seja como for, não dá para esperar pouca coisa da Microsoft. Eles sempre arrumam um jeito de chamar a atenção. Qualquer coisa menor do que foi exibido em 2009 e em 2010.

Até daqui a pouco, aqui e no Twitter (e dando uns pitacos no Arena Turbo e, eventualmente, no Lektronik).

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2011, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
16/08/2010 - 18:16

Videogame no Brasil é caro mesmo. E aí?

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A semana passada foi a mais complexa do ano para os games no Brasil.

E olhe só a contradição. Foi justamente a semana em que a Sony Brasil anunciou o lançamento do PlayStation 3 em nosso território. Quase quatro anos depois do lançamento oficial no mercado internacional, o console ganha uma versão quase brasileira, com embalagem e manual em português, garantia e em conformidade com as normas técnicas do País.

A questão que pouca gente comemorou foi apenas uma: o precinho desse lançamento. R$ 1999,00.

R$ 1999,00, vamos admitir, é um eufemismo: é R$ 2000 mesmo. Afinal, R$ 1 hoje em dia não paga nem um cafezinho no boteco. E este é o console de videogame que, lá fora, pode ser comprado hoje em dia por US$ 330 dólares (somando impostos). Se convertido no dólar de hoje, daria para dizer que o PlayStation 3 brasileiro está saindo por… US$ 1110,00. Ops.

Convenhamos, é uma conta injusta de se fazer. Mesmo com a cotação do dólar em nível relativamente razoável (por volta de R$ 1,80 – US$ 1), é um exercício de sofrimento fazer essa conversão e constatar que somos cobrados quase três vezes mais do que os norte-americanos pelo mesmíssimo produto. Enfim, a vida é difícil, games são caros, a gente não ganha o que merece…

Ninguém passou batido pela notícia divulgada pela Sony. Este blog há muito tempo não recebia tantas visitas e comentários. E eu diria que 90% dos visitantes não gostaram nada dessa história. Alguns foram mais cuidadosos com as críticas. Outros se valeram da relativa blindagem que a internet proporciona para chutar o pau da barraca e xingar com afinco e força. Seja qual for o tipo de comentário, todos foram lidos. E certamente não só por mim, mas também pelas partes interessadas – a dizer, a própria Sony Brasil.

Temos – eu e meus colegas de profissão – discutido muito esse tema polêmico, seja nas mesas de bar, nos fóruns de internet, pelo MSN e Twitter: será que a imprensa deve se posicionar em se tratando desse tipo de situação? Vejamos.

Não há dúvidas, o PlayStation 3 brasileiro é caro mesmo. Mas o que nós da imprensa devemos fazer nesse caso? Apenas transmitir a informação e deixar o consumidor opinar por conta própria? Ou escancarar nossas opiniões, mesmo que não sejam baseadas em números e fatos, mas em gostos pessoais, achismos e prévias experiências? O que você, leitor, gostaria de ler? Um ataque raivoso, uma defesa fervorosa, ou simplesmente fatos, ou as verdades que os envolvem?

Minha posição aqui no Gamer.br sempre foi equilibrada. Alguns podem chamar de “moderada”, ou “em cima do muro”. Há quem diga que eu prefiro não me comprometer. Pode haver um pouco de verdade nisso. Mas é a maneira que prefiro trabalhar – perguntando o que todo mundo quer saber, escutando todas as as partes envolvidas e apresentando as informações captadas de bandeja para o leitor, da maneira mais descomplicada o possível. As informações estão aí, boas ou ruins, concordando eu ou não. Cabe a você decidir se o preço cobrado pela Sony é ou não abusivo. Cabe a você analisar as palavras apresentadas e concluir se são encheção de linguica, enrolação ou mentira pura, ou se são realmente baseadas na verdade absoluta. É isso o que vou continuar a fazer por aqui. Acho mais justo e mais interessante.

Mas duas coisas eu penso e não escondo:

1. Realmente, gostaria que o PlayStation 3 brasileiro custasse menos, assim como gostaria que o Xbox 360 brasileiro estivesse mais em conta. Não apenas isso, adoraria que o brasileiro, de um modo geral, tivesse condições melhores de adquirir os produtos de consumo que tanto deseja.

2. Tenho certeza que tem gente que gosta de reclamar simplesmente por reclamar. E que mesmo que o PS3 fosse anunciado a R$ 800, muitos iriam chiar sem constrangimento. É interessante o fato de muita gente se tornar doutor em economia nessas horas, mostrando que sabe fazer matemática muito melhor do que os executivos da Sony, Microsoft e Nintendo.

É claro que a gente deseja que mais e mais pessoas tenham acesso aos consoles de ponta. Certamente, é esse também o desejo das fabricantes de videogames. Ao mesmo tempo, essas empresas não estão nessa por filantropia. O negócio desses caras é ganhar dinheiro, única e simplesmente. Se não fosse isso, não compensaria em nada o esforço de desenvolver uma nova máquina de videogame a cada sete anos. Logo, esses fabricantes podem colocar seus produtos à venda pelos preços que lhes der na telha. Ninguém, em lugar nenhum do mundo, é obrigado a comprar qualquer coisa. Eles vendem o que e como quiserem; nós compramos se assim for o nosso desejo. É assim com qualquer relação comercial normal, e é assim que sempre o será.

Isso tudo é óbvio, mas serve para você se lembrar de não gastar tanta energia reclamando que o videogame é absurdo de caro ou que a empresa X ou o executivo Y são mentirosos e inescrupulosos. Nada irá mudar o fato de que o produto custa mais do que a maioria dos brasileiros pode pagar. Mas você tem alternativas, se assim o desejar. Na lei da oferta e da procura, deveria vencer o consumidor. Então, se achou caro o PS3 da Sony Brasil e ainda assim precisa ter um videogame em casa, corra atrás de outro preço. Certamente, irá encontrar algo que se adapte melhor ao seu bolso. A internet é um mundo vasto e amigável.

E por favor, não me compreenda mal. Não falei que você não deva reclamar do que acha errado. Só acho que menos energia negativa poderia ser dispensada com esse tema, porque neste caso específico, estamos falando de uma causa perdida. O que está feito, está feito, pelo menos neste momento. Eventualmente (e assim como rolou com o Xbox 360 e o Wii), o preço do PS3 deverá cair – mas provavelmente, será uma redução insuficiente para fazer o nosso PlayStation 3 ser considerado barato. O preço pode cair cinco vezes em um mesmo ano e nunca será considerado acessível.

Porque, afinal (e muita gente se esquece disso),  game NÃO é entretenimento de massa. Reitero, ainda em negrito – videogame jamais será considerado um produto barato – seja aqui, seja nos Estados Unidos, seja no Japão. Felizardo é aquele que hoje tem pleno acesso a eles. Talvez um dia seja algo acessível à maioria. Eu, de minha parte, torço para que aconteça logo. Enquanto isso seguimos por aqui, questionando, analisando e reportando os fatos.

E amanhã voltaremos à programação normal.

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30/07/2010 - 20:10

Entrevista da Semana: Tiago Leifert (Globo)

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O Brasil apanhou feio na Copa do Mundo da África do Sul. Mas houve ao menos um brasileiro que pôde comemorar uma bela atuação ao longo do campeonato: Tiago Leifert. O jornalista paulistano, que ao longo do torneio comandou o programa noticioso Central da Copa (na Globo), ganhou aplausos por sua maneira despojada e sem frescuras de falar sobre futebol na televisão. Para o público de São Paulo, Leifert não é novidade – desde 2009, ele já caprichava em seu estilo todo pessoal no programa diário Globo Esporte. Durante a Copa, o Brasil inteiro ficou sabendo do que o rapaz é capaz.

E talvez muita gente ainda não saiba que Tiago é um grande fanático por videogames – não só pelo ato de jogar, mas também por toda a cultura que envolve os games. E ele não tem problema nenhum em admitir que, não fosse por isso, ele talvez não estivesse na posição que se encontra hoje na Globo. Tudo começou no início da carreira de repórter esportivo na emissora, lá pelos idos de 2007: “Nesse tempo, eu tentei muito produzir matérias sobre videogame, mas era só porta na cara, ninguém deixava eu fazer”, ele relembra sobre a reportagem marcante que emplacou no Esporte Espetacular (assista a ela aqui – obrigado ao Rodrigo Budrush pela dica).

“Um dia, cheguei e falei: ‘Olha, vou fazer uma matéria sobre videogame. Me tira da cobertura dsse Santo André e CRB. Vou fazer isso aqui’. Era o primeiro campeonato grande de Winning Eleven no Ginásio do Ibirapuera. ‘Se não der certo, se não der audiência, eu nunca mais encho o saco de vocês’. E deu certo. No outro domingo, o Esporte Espetacular passou outra matéria sobre videogame. E aí começaram a sacar: ‘Hum, isso é legal’. Só que ninguém tinha o know-how de videogame, ninguém jogava ali, só eu. Atualmente, tem uma molecada legal, produtor, editor, deu uma rejuvenescida geral na redação e os caras agora conhecem o assunto”.

A seguir, você lê mais perguntas (minhas) e respostas (de Tiago) sobre um único tema – videogames. Fiz a entrevista no mês de abril, para produzir uma matéria sobre ele para a Rolling Stone Brasil. A matéria saiu, a Copa do Mundo acabou, e Tiago voltou ao Globo Esporte. Mas acho que ainda faz todo o sentido publicar essa conversa. Confira, aprecie e comente no final.

***

Gamer.br: O seu discurso na televisão é cheio de tiradas, sacadas rápidas, duplo sentido. Você sente às vezes a necessidade de nivelar seu discurso para baixo, para ser melhor compreendido?
Tiago Leifert: Não. Engraçado, não. Isso é um mito da televisão, sabia? As pessoas são mil vezes mais inteligentes do que a gente achava que eram no começo. Elas são muito espertas.

E você descobriu como isso, na prática?
TL:
Porque eu tentei nivelar por cima, e funcionou. Então se eu nivelei por cima e funcionou, é porque elas são inteligentes.

As pessoas andam sacando melhor o que você quer dizer?…
TL:
É… Por exemplo, eu falei das matérias sobre videogame. No canal, as pessoas perguntavam: “Ah, mas quantas pessoas têm videogame?” A pergunta deveria ser: “Quantas pessoas NÃO tem videogame”. Eu falo que tem dois tipos de pessoa: a que tem videogame e a que quer ter. Só. Todo mundo sabe o que é. Cara, eu vou a restaurantes, e sem brincadeira, todos os garçons chegam e dizem: “Pô, temos que jogar um Play! Qual é o seu login no PSN?” E o cara anota o dele no guardanapo e pede “me adiciona aí!”

E estamos falando de videogames que custam R$ 2 mil…
TL:
Estamos falando de videogames que custam R$ 2 mil. Eu fui cobrir a Fórmula 1, e no paddock, dois garçons vieram falar comigo. Hoje eu jogo com eles pela internet. E esse é o tipo de cara que algumas pessoas da emissora acham que não teria grana pra comprar. Velho, ele tem, e ele joga videogame. E graças ao pirata, que tem a narração do Galvão Bueno, os caras jogam mais ainda. É melhor que o original, muito bom [risos]. Eu falo, “vocês precisam monetizar esse troço, ganhar dinheiro com isso aí.” Se o pirata com o Galvão dá grana, liga na Konami lá no Japão e faz uma versão brasileira. Vende, sei lá, por R$ 50!

E como surgem as pautas sobre games no Globo Esporte? De onde você tira as ideias?
TL:
Vez ou outras, nessas pesquisas que faço à tarde pela internet. Um dia, em fevereiro, vi “PS3” nos Trending Topics do Twitter. Cliquei e vi: “bug do PS3”. Pô, essa matéria é nossa. Liguei rápido na redação e falei: “Meu, vamos arrumar três personagens que estão com esse bug do PS3 e vamos fazer uma matéria pra amanhã. Urgente”. Essa matéria é nossa, e é esse tipo de matéria que o jovem que joga game diz “esses caras são legais”. E a gente tem que dar esse serviço pro cara, é nossa obrigação. Aí cheguei no Twitter e escrevi: “Quem tá com o bug do PS3?” Um monte de gente respondeu, selecionei três, mandei pra redação, fizemos a matéria. Eu me salvo muito nessas pesquisas à tarde.

Como foi seu primeiro contato com games? Lembra como tudo começou?
TL:
Eu lembro do dia em que joguei Mario pela primeira vez. Foi na casa de um brother meu que morava perto do colégio. Todo mundo falava “Mario, Mario”. E eu, “que é essa porcaria desse Mario?” E o pai dele trouxe um Nintendo dos Estados Unidos, conseguiu desbloquear para ficar converter de NTSC pra PAL-M. E na primeira vez em que joguei Mario 1, pensei, “isso é muito legal”. Fiquei maluco, cara! Daí, joguei Duck Shot. “Caramba isso é demais.” Eu tinha Atari, tinha jogado muito. Mas foi na primeira vez em que joguei Mario que falei: “É isso!” Eu jogava muito console, tive Atari, Nintendo… aí tive um Phantom System, que era compatível com o Nintendo e funcionava com os games brasileiros. Tive Mega Drive, que eu achava fantástico. Tive o Super Nintendo e o Nintendo 64. Na época do N64 eu tinha um computador forte, aí comecei a jogar muito PC, games de estratégia e tal. Tive também um MSX, lembra do MSX? De cartuchinho, jogava muito nele também. Só que computador dava muito pau. Eu fui comprando computadores melhores, jogava muito adventure, RPG, aqueles point-and-click da LucasArts. Terminei o Day of the Tentacle, Maniac Mansion, Sam & Max, adorava todos aqueles jogos. Monkey Island é animal, relançaram até agora.
Quando fui morar nos Estados Unidos, eu meio que parei. Antes, quando tinha entrado na faculdade, comecei a diminuir. E lá fora, como a faculdade que fiz era muito cara, fiquei sem graça de comprar um PlayStation novo. Mas aí reduziram o preço do Play 2, comprei de novo e voltei a gostar. Foi aí que tive o primeiro contato com Winning Eleven também.
Quando voltei ao Brasil e fui trabalhar na TV Vanguarda, fiquei uns anos lá e praticamente não joguei, fiquei só trabalhando. Houve uma hora em que levei o Playstation pra lá [São José dos Campos, onde ele morava] e voltei a jogar.
A minha namorada gosta muito. E aí, acho que isso foi incentivando. E o game que me jogou de volta, de cabeça, foi o Grand Theft Auto: San Andreas, que era bom demais. Esse negócio de fazer musculação, ficar grande, baixinho, gordo, comendo no fast food… era animal. Eu adorei San Andreas, adorei, adorei. Aí, voltei.

Seu negócio com games é mais jogo “sério”, né? Não chegou a jogar esses games para molecada, tipo Pokémon…
TL:
Não, Pokémon não. Eu até tenho o Nintendo DS com o joguinho do Pokémon e joguei. Mas não é um negócio que me deixa louco.

Tem todos os consoles?
TL:
Eu tenho os três. Cinco na verdade. O DS, o PSP, Xbox, PS3 e Wii. E tenho um [computador para jogos] Alienware. Devo ser um dos únicos por aqui a ter um.

Hoje, você é um dos porta-vozes de uma mensagem qu venho tentando emplacar há anos, que é a de colocar o videogame no mainstream de um modo natural, não forçado. E está acontecendo isso; você tem concedido aos games um certido de autenticidade. Quão longe o mundo, e o Brasil, estão de aceitar o game como algo natural?
TL:
Eu não sei o mundo inteiro. Nos Estados Unidos isso está super consolidado, já é algo tranqüilo. Aqui é mais difícil. Eu não se já te falei isso, mas [enfático]… eu não compro nada pirata, meu. Não compro pirata de birra, porque eu vivo de conteúdo e respeito quem fez o jogo. Não compro. Mas o preço… o preço é o problema. É muito caro. Duzentos paus um jogo? Não é pra qualquer um. Se a indústria inteira entendesse que para implantar o videogame será necessário baixar um pouco do preço… Tudo bem, você não vai ter lucro aqui, mas em compensação vai criar a cultura do videogame. E daí, quem sabe, daqui dez anos você vai poder cobrar o dobro, que a pessoa vai comprar. Mas pra isso, você precisa convencê-la de que vale a pena. Eu acho que a indústria inteira precisa entender que em um país como o nosso, que é pobre, eles precisam entrar aqui “pianinho”, esquecer um pouco a margem de lucro. Para primeiro criar a cultura do videogame, para só depois, lá na frente, pensar em lucrar. Eles não tem esse pensamento em longo prazo.

As empresas no Brasil costumam reclamar muito dos impostos…
TL:
A taxa tributária é um absurdo, isso eles têm razão. Eu brigo muito com amigos que são advogados, porque quando você vai para os Estados Unidos, pode gastar US$ 500. Acho isso um absurdo, uma afronta a minha liberdade. Acho que tenho que comprar o que eu quiser. Se eu estiver trazendo 10 PlayStations na mala, eles têm todo direito de me parar e dizer: “Pera lá. Isso é contrabando e você vai vender”. Agora, se eu estiver trazendo um Playstation e cinco jogos pro meu uso pessoal, o que o governo tem a ver com isso? Por que eles querem tributar em cima disso? E por que tem que ter 150, 100 por cento de imposto? Eles tem razão, a taxa é um absurdo, mas eles precisam entender que precisam pegar mais leve no preço também. Às vezes, o preço aqui é cinco vezes maior. Você tem o preço do videogame… e 100% em cima. E esses três outros pedaços aqui, estão indo pra onde? Um é pra loja, mas e esses dois aqui? Tira esses dois um pouquinho.
Outra coisa é o método de distribuição. Para quem joga no computador, por exemplo. Se vou tentar comprar um game online, tem muita restrição de território, né? Esse negócio de barreira de fronteira atrapalha pra cacete.

O pessoal deve achar que você só joga FIFA 10.
TL:
Hoje eu ando jogando muito mais FIFA 10. O meu objetivo é ficar bom no FIFA agora.

E você apanha muito?
TL:
Aí que tá, eu ganho, cara. No FIFA eu ganho muito, muito mais do que perco. O problema é que o cara desliga o videogame antes de te dar os seus pontos, né? Sem brincadeira. Eu jogo com o Sevilla, que não é um Real Madrid, um Inter de Milão. Eu estava ganhando de um cara por 11 a 0 e ele desligou. Eu ia ganhar ponto pra caramba.

Você acha que houve mesmo essa diferença gritante nas versões atuais de FIFA e Pro Evolution Soccer? O jogo da Konami ficou mesmo pra trás?
TL:
Ficou, totalmente pra trás. Eu sou uma pessoa desprendida nesse aspecto. Eu jogo os dois e vejo qual é o melhor. Sempre gostei mais do Winning Eleven e Pro Evolution, sempre. Esse ano, perdão, mas eles ficaram muito pra trás. Eu acho o Winning Eleven 2010 horroroso. Horroroso. Ah, mas as pessoas ainda fazem birra, “Não, Pro Evolution é melhor…”. Cara, não é. A gente até fez uma matéria comparando o FIFA e o Winning Eleven. E a nossa conclusão foi assim: se você gosta de videogame, arcade, você vai jogar Pro Evolution. Porque é fácil de fazer gol, aperta o botão R1 com o Messi, atravessa o campo todo, é golaço. Agora, se você gosta de futebol, vai jogar FIFA.

E a versão World Cup do FIFA, curtiu?
TL:
O Copa do Mundo eu gostei. Achei mais rápido, mais fácil de tocar a bola. Não perdi nenhum jogo. Fui jogar lá na Globo, ganhei todas, de todo mundo.

Qual dos três consoles você diria que curte mais?
TL:
Xbox. Cara, eu gostei mais do Xbox desde o começo. Teve aquele acordo da Microsoft de o console ter os jogos antes, e o primeiro grande jogo que peguei nos consoles novos foi o Elder Scrolls: Oblivion.

Você conseguiu ir longe? Tem que ter muito tempo livre para avançar nesse game…
TL:
Até que eu fui bem longe. Mas, aí é que tá, eu não sou aquele paranóico que fica tentando terminar o jogo logo. Eu fico fazendo as side missions, comprando as coisas. Eu era um ladrão, e minha diversão era esperar chegar de noite, quando as pessoas iam dormir, e eu roubava tudo. Minha maior diversão era roubar jóia e vender. Eu achava sensacional. Foi o primeiro grande jogo que joguei, então acabei mais no Xbox. E o Mass Effect, eu acho es-pe-tá-cu-lar. Já jogou? É animal, muito legal. Adorei. E esse Mass Effect 2 é bem legal também. E o Fallout 3, eu gostei muito. Minha namorada terminou! Olha que humilhação pra mim. Eu não terminei ainda. Ah, o Bioshock também gosto de jogar. Minha namorada terminou o 1 e já está na metade do 2. Eu não terminei ainda e estou começando o 2. É que comprei o Bioshock junto com o Mass Effect. Aliás, você jogou aquele Demon’s Souls?

Joguei. O que você achou?
TL:
Puta jogo difícil, cara! Mas não consigo passar de nada, dou três passos, morro, perde tudo e tem que começar do zero! Assim, eu gosto de desafio, mas pô, puta jogo difícil. Não consigo fazer nada! Eu chegava no finalzinho da fase… e morria. Perdia tudo, tinha começar tudo de novo.

Você costuma comprar jogos nas redes online?
TL:
Às vezes eu compro. É raro, mas compro, mais na Xbox Live. Já comprei muita música do Rock Band. Todo mês eu entro pra ver se tem novidade e compro muita música. Adoro tocar, eu sou o guitarrista. Minha namorada é a baterista. Ela sempre joga comigo, tem um PlayStation, que eu dei pra ela. A melhor coisa que eu fiz, porque ocupa. “Amanda, vai lá jogar Playstation, que eu tenho que fazer não sei o que lá.” [risos]

E você tem costume de chamar a galera em casa para jogar?
TL:
Ah, eu prefiro ir na casa dos outros. Em casa faz muita bagunça. [risos]

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08/07/2010 - 18:33

Preços do Xbox 360 caem (novamente) no Brasil

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E lá vamos nós para mais uma redução de preço do Xbox 360 no Brasil (a última foi em 2 de fevereiro, há mais de cinco meses).

Essa já era aguardada, afinal, a Microsoft anunciou na E3 um novo modelo do console (o qual, aliás, já pode ser comprado lá fora – e já tem importadoras aceitando encomendas por aqui). E lembrando que esta é a terceira queda só em 2010.  No caso, as versões Arcade e Elite ficam 20% mais baratas a partir de hoje.

Para não enrolar muito, lhes dou o release, que já se auto-explica:

“SP, 08/07/2010 – A Microsoft reduziu mais uma vez o preço dos Kits Oficiais Xbox 360. Os consumidores poderão adquirir a versão Arcade* por R$ 999 e a Elite** por R$ 1.599, vendidos anteriormente por R$ 1.249 e R$ 1.999, respectivamente. Além disso, a empresa lançará no dia 27 de julho, a sequência de um dos títulos mais premiados de ação do console: o Crackdown 2, pelo valor de R$ 159.

“Queremos que nossos consoles sejam ainda mais acessíveis aos consumidores. Esta é a terceira queda no valor do Xbox 360 em menos de um ano”, afirma Guilherme Camargo, gerente de Xbox 360 na Microsoft Brasil. “Hoje o consumidor pode adquirir uma versão mais básica, com todas as funcionalidades do Xbox 360, e outra mais completa para os aficionados por entretenimento em geral”, conclui o executivo.

* Arcade – Console + controle sem fio + 256MB de armazenamento interno + cabo de áudio e vídeo + cabo HDMI + 2 jogos (Fable 2 e Banjo). Cor branca. R$ 999,00.

** Elite – Console + controle sem fio + HD de 120GB + cabo de áudio e vídeo + cabo ethernet + controle remoto universal + cabo HDMI + 2 jogos (Fable 2 e Banjo). Cor preta. R$ 1.599,00.”

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