Publicidade

Publicidade

21/09/2011 - 19:45

O que é o Brasil dos Games, Parte 7

Compartilhe: Twitter

E o BRASIL DOS GAMES? Está firme?

Segundo meus amigos do mercado nacional, está melhor do que nunca. É o que se compreende pelas contribuições que estou recebendo nesse período de despedidas do Gamer.br no IG.

A colaboração de hoje veio do amigo Ricardo Farah, jornalista, ex-editor da revista EGM Brasil e atual sócio da SKY7, empresa especializada em conteúdo e consultoria digital no ramo de videogames. Farah deu sua visão positiva do mercado brasileiro, mas sem deixar de apontar defeitos clássicos que ainda estamos enfrentando até hoje. Leia, prestigie e comente lá embaixo.

***

No Brasil dos Games, a união faz a força

Por Ricardo Farah*

No Brasil dos Games existem dois perfis claros de habitantes ligados diretamente ao mercado: aqueles que querem a ilha só para si; e aqueles que não vêem a hora de trazer o maior número de gente possível para a ilha. No primeiro nicho estão pessoas que simplesmente estão aproveitando que videogame é a bola da vez em nosso país para fazer autopromoção ou para garantir a maior fatia do bolo. Ao outro grupo, que por sinal é bem maior que o primeiro para a nossa sorte, estão os profissionais realmente engajados em fazer a diferença, em levar os principais dados do nosso mercado para o mundo exterior, abrindo espaço para que novas empresas apostem em nosso potencial.

Não fosse pelos habitantes do segundo grupo, dificilmente você veria empresas como a Blizzard investir tanto em nosso país. Não fosse pelos habitantes do primeiro grupo, talvez videogame teria deixado de ser mainstream pela mídia em massa há muito mais tempo do que gostaríamos.

É amigo, o Brasil dos Games está prosperando como sempre sonhamos, mas ainda precisamos aparar as arestas, enxugar a gordura e limpar o mercado de quem realmente não está nessa por amor a profissão e ao mercado. Honestamente, ao menos é nisso que eu, o Pablo e uma boa trupe de jornalistas, empresários, investidores e pensadores acreditamos.

Aos poucos, as próprias condições que a indústria impõe já estão fazendo a faxina necessária em nosso país. E para a nossa alegria isso inclui o próprio mercado cinza, que perde espaço a cada dia graças exclusivamente a própria comunidade de jogadores que está criando consciência do valor que um jogo original agrega à experiência se comparado ao mar dos alternativos.

Se a aposta do consumidor em viver no lado Verde da Força está diretamente atrelada com o acesso as redes online ou as demonstrações gratuitas de jogos que os fabricantes disponibilizam para os consoles ninguém pode garantir. O fato é que o consumidor brasileiro está cada vez mais sagaz nas suas escolhas e consciente no seu papel em todo ecossistema.

Definitivamente a fabricação local de jogos e consoles ou a chegada de grandes franquias online e produtoras japonesas são acontecimentos que denotam este crescimento a passos ligeiros de nosso mercado, mas nada disso estaria acontecendo se a própria comunidade não apostasse nessas e em outras empresas já instaladas no Brasil. Mesmo assim, todos estes lampejos do mercado nacional só beneficiam a própria cadeia internacional e a nossa realidade gamer em curto prazo.

Eu diria que há uma lacuna que precisa ser preenchida no menor tempo possível caso esperemos figurar entre os países que realmente fazem a diferença na indústria de games. Falo do desenvolvimento local de jogos, explorado de forma prematura pelas gigantes internacionais em nosso país, mas encarado de forma séria por muita gente de talento que está apostando todas as suas fichas em algo completamente inédito. É louvável ver grupos de estudantes e jovens profissionais abrindo sua própria desenvolvedora para lançar o seu game, mas o que temos hoje é algo semelhante ao futebol brasileiro, com os melhores talentos sendo exportados para os principais pólos industriais do mundo. E isso infelizmente não ajuda em nada a pavimentar nossa indústria local. Por isso eu acredito que enquanto o próprio governo não criar projetos que incentivem o desenvolvimento de jogos local, não haverá imposto justo que justifique o crescimento de nosso país em longo prazo.

O mercado está aí, caminhando e prosperando como pode. Cabe a cada um de nós, envolvidos na indústria de jogos ou apenas entusiastas fazermos a nossa parte. Pois por menor que ela possa ser, lá na frente o resultado será excepcionalmente brilhante. É nisso em que eu confio.

*Ricardo Farah (@rifarah) é Sócio-Diretor da SKY7 e colunista de games do TechTudo.

Autor: - Categoria(s): Brasil dos Games, Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
03/05/2010 - 18:56

A vida pré-E3, a Blizzard a caminho e o maior evento de games do Brasil

Compartilhe: Twitter

E cá estamos de volta!

Abril foi um dos meses mais complicados da vida. Mas é claro que sempre pode ficar mais complicado, não é mesmo?

Cheguei ontem de Los Angeles, a terra da oportunidade. Fui fazer um trabalho, mas também senti o clima para a E3 que começa em uns 50 dias. Não vi nada de diferente. Nas lojas Gamestop que visitei, o PlayStation 3 continua difícil de ser encontrado. O Xbox 360 mais vendido é o bundle da versão Elite com dois games (Forza 3 e Halo ODST). O game da Copa do Mundo está bombando de vender, mas não esgotou. A grande expectativa é para o lançamento de Red Dead Redemption, da Rockstar Games, que rola em 9 de maio. Fora isso, achei tudo muito desanimado e desinteressante. Essa safra pré-E3 é triste.

Nem tem como disfarçar: o assunto que interessa é só E3 mesmo. Por aqui, a imprensa se prepara para a cobertura in loco com ansiedade: a cada dia, aumenta a lista de jornalistas brasileiros credenciados para o evento. Para organizar essa turma toda – e para habilitar um novo canal de comunicação durante o evento, o pessoal da produtora SKY7 criou o site E3 Expo.

Sim, um site com esse nome já existe – é o portal oficial do evento. Mas o que o Ricardo Farah e o Orlando Ortiz fizeram foi criar um site de cobertura jornalística da E3, em português e sem “ligação ou rabo preso com grandes portais”. Segundo a dupla de jornalistas, o E3 Expo Br será alimentado pela própria equipe do SKY7 e por qualquer jornalista que quiser participar: “Queremos fazer deste site o principal canal para jogadores de todo o Brasil conhecerem mais sobre o evento, as pessoas envolvidas e os jornalistas que cobrem”, disse Farah, que esse ano comemora o fato de cobrir a E3 ao vivo pela primeira vez.

Quem curtiu a iniciativa, é só entrar em contato com os caras pelo site. E por falar nisso, o Farah ainda disse que “Estamos abrindo uma vaga para um redator que ficará dedicado exclusivamente a este site”. Mande seu currículo.

***

E como você deve saber, não são só eles que estão contratando… será que posso divulgar por aqui ou não? Vou tratar de saber e logo aviso.

***

E você viu a história da Blizzard, né? StarCraft II em português, um provável escritório da empresa em São Paulo e, por enquanto, nada de World of Warcraft oficialmente por aqui. Nada que a gente não imaginasse, mas sabe como é – a esperança é a última que morre, sempre.

A história mais legal que surgiu dessa viagem da imprensa brasileira para os escritórios da Blizzard foi a cobertura do Bruno Vasone, do Arena Turbo – ele preparou um verdadeiro passeio virtual pelos corredores da empresa, em Irvine (Califórnia), com a precisão e o nível de detalhamento que só um especialista no assunto conseguiria. Confira lá.

***

E você, já sabe o que fará nos dias 20 e 21 de novembro?

Você pode não saber, mas se quiser já tem compromisso: são os dias do Brasil Game Show, auto-intitulado “maior evento de games do Brasil” – e olha que deve ser mesmo.

O release sobre o BGS (que nada mais é que o antigo Rio Game Show) chegou aqui esses dias e alerta como grande notícia o show da banda Mega Driver no evento. Mas é claro que outras novidades devem surgir. Veja o texto enviado pela assessoria:

“A Mega Driver é atração confirmada da Brasil Game Show, a maior feira de games do país. A banda se apresentará nos dois dias de evento num moderno palco com 50 metros quadrados de área e uma infra-estrutura com efeitos especiais de luz e som, além de lindas modelos caracterizadas.

O palco ainda será o local de outras atrações como o duelo de bandas no game Rock Band, premiação e entrega de troféus dos diversos campeonatos da feira, sorteios e apresentações do concurso Cosplay – quando alguns participantes se vestem como personagens de games.

A 3ª edição da feira, que será realizada nos dias 20 e 21 de novembro, será mais uma vez no Centro de Convenções SulAmérica – RJ. Desta vez o espaço ocupado totaliza cerca de 8 mil metros quadrados, o triplo da área utilizada na edição anterior. Exposição com túnel do tempo dos videogames, palestras com profissionais da área e campeonatos, são apenas algumas das muitas atrações do evento.”

É isso aí. Para os residentes em São Paulo, será que vai valer a viagem para o Rio? Seja como for, é mais um grande evento ganhando data garantida no calendário nacional.

***

E por falar em E3 2010

Project Natal” for Xbox 360 Experience
Pablo Miyazawa,
Thank you for completing your registration.
You are confirmed for attendance to this event.

Após todos esses anos, ainda curto esse tipo de coisa. O que posso fazer?

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , ,
13/04/2010 - 01:26

A Nintendo no Brasil, a Sony em 3D, as idas e vindas do mercado

Compartilhe: Twitter

E aí, quanto tempo? Ainda lembra que isso aqui existe?

Pois é, parece até que sou eu que anda esquecendo. Mas a ausência tem uns motivos. O mais grave deles é o fato de não acontecer muita coisa digna de nota nesse mercado de games nacional. Ou será que estou exagerando?

De certa forma, estou sim. As coisas poderiam estar melhores, mas não significa que não estejam melhorando.

Pegue por exemplo o abaixo-assinado pelos impostos justos sobre os videogames. Você já assinou? Passou para os amigos? Colocou no Twitter?

Há quem pense que esse tipo de iniciativa não funcione no Brasil (e talvez em lugar algum do mundo). Eu não os culpo. Mas que tal dar um voto de confiança e tentar? No máximo, poderemos colocar mais esse item na lista dos movimentos populares que não deram em nada no País. Mas acho que nem será o caso – a coisa parece estar andando bem. As fontes não-oficiais já falam em milhares de assinaturas. O caso repercutiu na mídia especializada e também na grande imprensa: até a versão online da Folha de S. Paulo publicou histórias relacionadas ao tema (e veja que também respingou lá fora).

Pois sim. Será que a esperada audiência com o deputado Antônio Palloci (relator do projeto na Câmara dos Deputados)  finalmente vai sair do papel?

É ano de eleições, então tudo é possível.

***

Ainda repercutindo o evento Gameworld que rolou há uns dias: foi especialmente bacana ver a Nintendo marcando presença com um estande bonitão, com o Nintendo DS novo para ser experimentado e com a simpatia do Charles Martinet, a voz do Mario em pessoa. Mas também estava ali, misturado a tantos fanboys e se divertindo, o Mark Wentley, gerente de marketing da Nintendo of America para a América Latina.

Mark estava bem acessível e conversava com quem chegasse junto. A mim, ele repetiu diversas vezes o prazer de estar no Brasil e de que 2010 seria um grande ano para a presença da Nintendo por aqui. Talvez ele estivesse apenas empolgado por causa da incrível recepção do público a Martinet, ou talvez ele só quisesse ser simpático mesmo. O fato é que faz tempo que a NOA não possui um executivo tão acessível e tranquilo cuidando da América Latina. Sinal dos tempos? Ou sou eu que estou amolecido e só enxergo o lado bom das pessoas?

De qualquer modo, a Nintendo existe de certa forma no Brasil. Assim como a Microsoft. E a Sony

***

…E a Sony Brasil está pondo suas manguinhas de fora, enfim.

O release que recebi hoje no e-mail nada tem a ver com a linha PlayStation, pelo menos não aparentemente:

A Sony Brasil convida você para uma coletiva de imprensa, na próxima quarta-feira, dia 14 de abril, na qual irá apresentar toda a sua linha de produtos 3D, que inclui lançamentos em televisores Bravia, Playstation, projetores, Blu-ray, entre outros.

Na ocasião, a empresa também explicará as estratégias para o mercado brasileiro nestes segmentos, projetos para a Copa do Mundo e perspectivas de negócios.

O que o PlayStation tem a ver com o lançamento da linha 3D da Sony? Aparentemente, tem alguma coisa. Senão eles não o divulgariam. Bem, melhor do que especular, é esperar para ver na coletiva desta quarta-feira.

Ou será que… Não pode ser. Bem, na verdade, pode ser. Ou não.

***

E encontrei no Gameworld o Ricardo Farah e o Orlando Ortiz, ex-editores da EGW e Nintendo World, que agora comandam a inciativa SKY7. Uma das novidades que eles cochicharam foi a estréia do novo site Pop e da toda reformulada área de games do portal. Um dos caras da equipe é o Odir Brandão, mas parece que o Rodolfo Braz (que era do site Herói) também está ali trabalhando com eles. Mas, disseram eles, há uma outra novidade que eles ainda não poderiam divulgar…

E por falar em mudança, sabe quem saiu da equipe do site do PlayTV? O Renato Bueno. Agora, além de cuidar do absurdo e sensacional site Freeko, ele também escreve no blog do UOL Tecnologia. E só para quem não sabe, o onipresente Gus Lanzetta, aquele, também virou colaborador fixo do Freeko.

Aliás, não sei se você sabia, mas a Renata Honorato, do The Game Girl, está na Veja Online. Mas ela eventualmente até escreve sobre games lá. E o blog continua ativo, em um novo endereço.

E tem mais umas três ou quatro novidades boas que não estou autorizado a falar. Ainda.

***

E como assim, Farmville causa dependência? Que novidade!

***

E pra terminar por hoje, olha só que notícia feliz:

Dear PABLO MIYAZAWA,
Welcome to E3 Expo 2010, North America’s premier computer and video game trade show! This message confirms that your registration for an E3 Expo media badge has been approved.  Please bring your valid identification to the Media Center at the LACC to pick up your badge.

See you at the show!

Regards, The E3 Media Team

Perfeito. Agora, só falta arrumar o patrocínio para ir pegar essa credencial pessoalmente…

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
08/10/2009 - 11:54

O mercado e os eventos daqui – e de lá

Compartilhe: Twitter

Algum de vocês esteve no Video Games Live ontem?

Foi bom. Divertido. Não sei dizer se foi o melhor que já vi. Pensando bem, nem foi. O de 2006 foi sem dúvidas o melhor. Este ano não havia tanto fator supresa, fora umas músicas diferentes (o bis com Mega Man e Chrono Trigger/Cross, por exemplo). Achei que o volume estava relativamente baixo – o fato de o público ali da geral conversar muito durante a apresentação e gritar a cada dez segundos não ajudava muito.

Aliás, é preciso dizer que o HSBC Brasil não é o melhor lugar do mundo para um evento como esse. Acho estranho o povo ter que ver um espetáculo desses de pé, “ensardinhado” lá no fundo. É a maldita lógica segregadora que se aplica no universo do entretenimento musical como um todo: quem tem grana é “VIP” e assiste lá da frente, sentadinho e confortável. Os menos abastados sofrem quase três horas plantados e sem lugares definidos. Nos anos anteriores, quando o VGL tocou no Via Funchal, todo mundo estava sentado diante de mesas – algumas eram distantes do palco, mas pelo menos o público parecia bem acomodado e conseguia assistir/escutar decentemente.

Penso que o Tommy Tallarico não deveria ficar tocando guitarra e se exibindo em certas músicas. Ficou over e não combinou com a sonoridade que se espera de uma orquestra. Também achei exagerado o uso de bases pré-gravadas (não havia notado isso de forma tão evidente nos anos anteriores). Me esforcei para distinguir quais sons estavam mesmo sendo tocados por instrumentos acústicos da sinfônica e quais vinham das bases eletrônicas. Será que não dava mesmo para ser no velho esquema “quem sabe faz ao vivo”? Mas foi um show interessante. Pelo menos, não escutei quase ninguém reclamando por ali. Não é coincidência o fato de Tallarico ter eleito o Brasil “o melhor lugar do mundo para se apresentar”. O público, ali no caso, foi a alma do espetáculo. Sem a empolgação do povo, não tem Video Games Live. E Tallarico sabe bem disso.

***

E você já descobriu qual é o primeiro grande projeto do SKY7, empresa recém-formada pelo Ricardo Farah e Orlando Ortiz, ex-editores das revistas EGW e Nintendo World?

Eles me contaram ontem: são os responsáveis pelo conteúdo da área de games do POP. Para quem não conhece, o POP é um portal de conteúdo gerido pelo grupo paranaense GVT.  “A SKY7 presta serviços de design e gestão de conteúdo para o POP”, explicou o Orlando. “Temos liberdade editorial para gerir o site, atendendo às expectativas da empresa e adequando o conteúdo para o público-alvo, que envolve até mesmo uma grande parcela de usuários que hoje acessam através da conexão discada. É um desafio muito interessante.”

A necessidade da reformulação da área de games do portal surgiu no mesmo momento em que Ricardo e Orlando planejavam a nova empreitada. “Foi coincidência total”, complementou Farah. “O que, eu diria, que resultou em um belo casamento, pois poder trabalhar em parceria com a GVT e, principalmente, cuidar de um dos principais canais do POP, é uma responsabilidade enorme e um grande desafio para qualquer um.”

O responsável pelo projeto junto com a dupla será o Odir Brandão, que há até pouco tempo participava da equipe das revistas da Tambor. “Na EGW e Nintendo World, eu era editor de reviews e coordenava todo o processo. Agora no POP poderei também acompanhar todos os passos deste novo projeto e firmar um conteúdo forte e completo sobre games”, definiu o novo editor.

***

E por falar em revistas, o novo editor da Nintendo World, ao que consta, já foi escolhido. Logo mais ele deverá ser revelado oficialmente ao mundo. Duvido que você descubra quem é.

***

Mudanças também no mercado editorial lá de fora. John Davidson, eterno guru da Ziff Davis, ex-editor da EGM, que fazia um site bem interessante (What They Play), retornou ao mundo das revistas e se tornou o novo manda-chuva da polêmica e eterna GamerPro.

Enquanto isso, o mercado norte-americano – e o mundial, por que não? – aguarda ansiosamente o retorno da EGM, nas mãos do editor-fundador Steve Harris. Ele cita “December 1” como possível data de lançamento da primeira edição. Você conta com isso?

***

O Rio de Janeiro não sediará apenas as Olimpíadas e a final da Copa do Mundo. Começa hoje e vai até sábado o SBGames 2009, evento que acontece no campus da PUC e agrega especialistas, interessados, produtores, criadores e pensadores na área do entretenimento digital. Um amigo descreveu o SBGames como “o melhor evento do Brasil” (ele, aliás, está lá). Eu, se pudesse, compareceria. Se você pode, compareça e me represente.

***

E vamos trabalhar que a semana, infelizmente, ainda não acabou.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
Voltar ao topo