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22/06/2010 - 13:15

E o Kinect vai custar…

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US$ 149,99 – cento e quarenta e nove dólares e noventa e nove centavos.

É o que confirma esta página do site da Microsoft. E tenho a impressão de que isso nem deveria ter sido divulgado ainda. Mas agora, já foi.

Achei caro. É muito mais do que eu especulava. Se você quiser fazer contas, fica pior: o Kinect (novo nome do Project Natal, para quem não sabe) vai custar exatamente a metade do preço do Xbox 360, modelo novo. Isso lá fora. E aqui, quanto ficaria?

A Sony divulgou que irá cobrar bem menos pelos acessórios que compoem o seu PlayStation Move: US$ 49,99 pelo controle, mais US$ 29,99 pelo navigation joystick (o “nunchuk” do PS3). E o bundle controle + câmera PS Eye + um game Sports Academy sairá por US$ 99 (o PS Eye separadamente já é vendido por US$ 50). Adendo: Para ter a experiência do Move completa, então, o consumidor deverá gastar no mínimo US$ 129.

Lembrando que o PS3 custa, em média, US$ 299. E o Move será lançado antes – em setembro. O Kinect só sai em novembro.

Alguém deve estar rindo nesse momento.

***

UPDATE: Não quis inflamar os ânimos da guerra dos consoles (e dos fanboys) com o post acima. O único objetivo é divulgar um fato – um preço, no caso – e não afirmar qual empresa é a melhor ou a pior, quem irá ganhar e quem irá perder. Já a decisão sobre para onde irá o seu dinheiro, essa é sua, só sua, e de mais ninguém.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
15/06/2010 - 05:52

A Microsoft quer ser a Nintendo?

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Hoje foi um dia que não acabou.

De manhã, a Microsoft provou que quer o espaço ocupado pela Nintendo.

Os jogos exibidos para o Kinect (leia-se “cãnéquiti”) mostraram a tendência da empresa ir atrás do jogador casual a qualquer custo. Claro, não faltaram os games para o público hardcore (Call of Duty: Black Ops, Metal Gear Rising, Gears of War 3, Fable III, Codename Gladiators, Halo Reach, só para citar alguns), mas o grande destaque do material apresentado pela Microsoft foi destinado ao novo acessório que elimina o joystick e traz a interação física para o primeiro plano. Só faltou divulgar o preço que o Kinect irá carregar quando for lançado, em novembro.

E deve chegar ao Brasil, porque a Microsoft aproveitou a ocasião para revelar que a rede Xbox Live finalmente irá ser instalada em nosso País (leia o post anterior). Será no final do ano, ainda sem preço definido. Amanhã deveremos saber mais detalhes. É esperar para ver o impacto que a (aguardada) ação terá em nosso mercado.

E apesar do que foi dito no final da coletiva, nós não ganhamos de presente o novo modelo do Xbox 360 – menorzinho, com 250 GB de espaço na memória e Wi-Fi embutido. Pelo menos ninguém me entregou o pacote na saída. Quem sabe quando chegarmos ao Brasil?

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Cobertura E3 2010 Tags: , , , , ,
14/06/2010 - 06:55

O Project Natal virou… o KINECT do Xbox 360

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E é isso e você já deve estar sabendo:

KINECT é o nome oficial do Project Natal. Apesar de que o nome não foi falado em nenhum momento no evento da Microsoft que rolou na noite de hoje, no Galen Center, em Los Angeles.

O nome do novo acessório/aparelho/tecnologia para o Xbox 360 apareceu escrito em letras garrafais nos painéis e telões, mas o narrador ainda assim insistiu no final que nós acabávamos de presenciar a “experiência do Project Natal”.

Pois então, a Microsoft gastou quilos de dinheiro e de ideias de marketing para alardear sua mais nova invenção. E aqueles que tiveram o priviégio de acompanhar a experiência ao vivo também serviram de cobaias vivas para o sucesso da apresentação.

Mas será que dá para falar que foi um sucesso? Porque as opiniões ao final do evento eram diversas, mas não ouvi nada de muito positivo. Não exatamente criticando o aparelho, e sim a maneira maluca que a Microsoft inventou para divulgá-lo.

Eu vi gente dormindo – sem figura de linguagem, roncando mesmo – durante a apresentação. E mais uma meia dúzia de pessoas sentadas no chão, exaustas, torcendo para tudo acabar logo. Porque a Microsoft fez mais da metade de seus convidados – 90% dos jornalistas brasileiros presentes inclusive – permanecer em pé durante todo o evento de quase três horas de duração. Pode isso, Arnaldo?

Foi assim – e foi inacreditável, por isso que faço questão de descrever tudo.

***

A fila diante do Galen Center atravessava o quarteirão (dê uma olhada nessa foto publicada pelo site GamesRadar e veja se encontra alguém conhecido nela). Não percebi, mas os convidados que se posicionavam para entrar no enorme pavilhão (o mesmo local da coletiva da Microsoft em 2009) portavam pulseirinhas de cores diferentes. Alguns tinham as verdes; outros, as laranjas. E as pessoas foram divididas por cores logo diante da entrada. Quem possuia a laranja ia para o lado direito (eu saberia depois, para a plateia). Os de pulseira verde iam para a esquerda. Imaginei que fosse só uma questão de dividir o público em setores diferentes, mas era mais do que isso. Não sei qual foi o critério usado, mas o fato é que eu, com meu pedaço de plástico verde enrolado no punho direito, fui conduzido para um balcão onde me foi oferecido… uma túnica branca!

Sim, a Microsoft nos pediu gentilmente que usássemos um traje por cima de nossas roupas. Os gentis profissionais que conduziam todo o processo pediam paciência, e que ao final seríamos recompensados pelo mico. E alertaram que deveríamos devolver a túnica ao final do evento. Colocada pela cabeça e presa com dois botões próximos ao colarinho, ela se assemelhava a uma camiseta de futebol americano, daquelas com ombreiras, soltinha embaixo. Não houve quem não ficasse ridículo usando aquilo. Tudo pelo show, imaginei. Aliás, pensei de tudo na hora: será que o traje estaria equipado com sensores invisíveis que nos fariam “sentir” o Natal funcionando direto em nossas peles? Não era bem isso, vim saber depois. Infelizmente, não nos foi permitido fotografar ou filmar aquele momento bizarro. Mas já deve ter foto rolando por aí, procure para ver.

Bem, todos lindamente trajados, fomos conduzidos a uns corredores escuros decorados com plantas e luzes negras que unidos aos efeitos sonoros, contribuiam para criar um clima instigante. Imagine o planeta onírico de Avatar, ou um parque temático que tentava reproduzir a sensação do filme. Não havia quem não ficasse curioso com tudo aquilo. Lá fora, na entrada do Galen Center, já dava para sentir algo vindo nesse sentido: diversos dançarinos do Cirque du Soleil faziam coreografias, rufavam tambores e emitiam sons guturais bem ensaiados. O traje era típico, algo entre o selvagem e o carnavalesco a la Joãosinho Trinta. Seria a experiência do Project Natal um retorno aos nossos insitintos mais primais? Uma forma de se conectar à natureza e aos nossos antepassados? Eram os deuses astronautas? Para onde vamos, de onde viemos? Nenhuma dessas questões cruciais para a humanidade me foi respondida nesse evento.

A surpresa maior eu tive ao atravessar os tais corredores mal-iluminados. Primeiro, passei por um buraco na parede, que depois percebi ser uma alegoria para ideia de “o virtual entra em contato com o real”: o buraco em questão era uma “TV”, e assim que passei por ele, fui saudado por uma família sentada em um sofá – ou, atores fingindo que estavam diante da TV. Mas só fui entender isso depois. Mais um corredor atravessado, e cheguei ao local de onde eu veria a exibição…

…Era o próprio palco do Galen Center. Ou o espaço onde havia um palco (no ano passado, foi onde se apresentaram os Beatles, o Spielberg e o Tony Hawk). Só que não havia palco, e sim um grande espaço aberto onde se amontoavam os convidados vestidos com as túnicas brancas. Tudo estava decorado com os motivos tribais já citados, por onde circulavam também mais dançarinos vestidos de selvagens. Eles interpretavam seus papéis à risca, se arrastando pelo chão, dando cambalhotas, interagindo com ruídos e fazendo acrobacias em meio à massa vestida de branco. Em uma ponta, uma espécie de altar chamava a atenção. Passado o primeiro susto de estar no meio da arena, fui percebendo os detalhes. Havia uma plateia posicionada ao redor de onde estávamos, e todos também vestiam as túnicas brancas. Só que eles estavam confortavelmente sentadinhos (eram os felizardos da pulseira laranja). No alto, um sofá dependurado a dezenas de metros de altura, com mais atores simulando uma outra família. Telões widescreen exibiam avatares da Xbox Live interagindo em um cenário de selva. No topo, um telão acima de nossas cabeças apresentava efeitos psicodélicos. Aqui embaixo, os selvagens faziam micagens e convidavam alguns para fotos que eram exibidas depois no telão. Em meio a todo mundo, seguranças impediam que qualquer um registrasse o momento com celulares. Foi ali que encontrei os brasileiros – éramos quase 20 ali, anônimos, perdidos entre jornalistas de todo o planeta e muitos outros curiosos (havia até crianças por lá, uma novidade em se tratando de E3).

A situação desconfortável era um convite para as piadas. Só se ouvia as nossas risadas. Os gringos deviam estar achando tudo muito exótico, mas para nós, brasileiros nascidos na selva e acostumados a pular em cipós, toda aquela alegoria estava mais para desfile de carnaval do grupo de acesso do que para evento de altíssima tecnologia. E demorou tanto para enfim começar, que as piadas e trocadilhos foram insuficientes para definir aquele momento único. Estávamos fazendo história, provavelmente. Mas também pagando o maior mico em rede mundial.

E daí começou. Foi tanta coisa que não me lembro mais a ordem, me perdoe. Só sei que os selvagens enlouqueceram e começaram a correr e formaram um totem humano. A criança ruiva que estava no sofá flutuante desceu e foi carregada para o altar. Um elefante (!) mecânico em tamanho real adentrou a arena, montado por uma outra criança de cabelo moicano. Ela foi conduzida até o topo do tal altar, que acabou se revelando uma enorme bola – o logotipo do Xbox. Música alta, firulas, trucagens de Hollywood. Os telões começaram a exibir cenas, e foi aí que a tal palavra KINECT apareceu diante de nossos olhos (mas antes, eu juro que as letras formaram “NEIKCT” – essa, só os brasileiros perceberam. E para bom entendedor, uma sigla idiota basta). E aí, começou a exibição propriamente dita.

Não jogamos o KINECT, só vimos. Ou melhor, vimos uma simulação comandada por atores muito bem ensaiados. O tal menino de moicano logo ganhou uma família empolgada que o acompanhou em sua jornada de entretenimento lá no alto, para todo mundo ver. Diante de uma TV, eles começaram a “jogar” um game atrás do outro. E tome trucagens de Hollywood (Los Angeles é assim mesmo): o cenário onde estavam virou de ponta-cabeça diversas vezes, mas não escutei nenhum “ohhh”, nem um único “ahhh”. Parece que ninguém ficou muito impressionado. Jornalista é um povo muito chato mesmo. Mas, sendo bem sincero, toda aquela exibição cheirava muito mais a uma grande peça de marketing do que uma demonstração realista de um novo produto de tecnologia. 

Vimos eles “jogarem” um game de corrida em um bote dependurado por um helicóptero; uma corrida de carrinhos; um game esportivo com diversas modalidades, de atletismo a futebol, passando por boliche (já viu isso antes?); um game de Star Wars, com direito a luta de sabre de luz e stormtroopers a dar com pau; um game de interação com animais selvagens; um jogo de ioga, ou tai chi chuan, que me lembrou o Flower do PS3; um simulador de dança; e mais alguns que agora não me lembro (era muita informação para se assimilar em pé e olhando para cima). Os atores interpretavam direitinho o script: mexiam os braços e pernas diante da TV de maneira empolgada, com direito a caras e bocas absurdas, comandando seus personagens virtuais nas várias missões seguidas que nos pareciam infinitas. Nada de joystick, nada de bastão: todos os games são jogados só com mímicas e movimentos corporais. Me parece estranho fingir que se joga futebol chutando o vazio. Mais bizarro ainda é manejar uma espada sem segurar nada nas mãos (depois do air guitar, começou a era do air Light Saber, o air football e por aí vai). E não foi porque sabíamos que os atores fingiam estar jogando, mesmo porque, repito, tudo era muito bem ensaiado. A questão é que muitos dos games mostrados não pareciam assim tão revolucionários. Não foram poucos os que desdenharam, dizendo que muita coisa ali já foi vista no Wii da Nintendo. A diferença é que dessa vez não havia um wiimote em mãos para comandar as ações. O que deu para sentir foi a guinada total da Microsoft para o tão alardeado jogo em família. Aqueles não eram produtos para o gamer hardcore, mesmo aquele de Star Wars: pareciam games para brincar, não para jogar. Jogos para reunir o pai, a mãe, o moleque e a irmãzinha em uma atividade familiar saudável. Tanto que, após cada tarefa cumprida, a família se abraçava e comemorava junta as missões cumpridas.

Faltou mencionar um aspecto bacana do KINECT: o chat online em vídeo, com cada participante interagindo com o outro de sua própria casa. Para mim, ficou claro que se abriu a porta do último limite ainda não superado pelos videogames: o sexo. É um tabu que talvez comece a ser vencido com as novas tecnologias (principalmente nesses tempos loucos de Chat Roulette). Mas quero ver se alguma empresa terá culhões de desenvolver um game cujo objetivo é proporcionar prazer (ou algo parecido) ao seu parceiro de jogo. Talvez a Rockstar Games já esteja pensando nisso. Se não está, talvez devesse.

Ah, sim. É preciso dizer o que nós estávamos fazendo vestindo aquelas roupinhas: em dado momento, holofotes de luz negra foram apontados para o público. E aí, as ombreiras das túnicas brilhavam e cores diferentes. Um efeito visual interessante, que deve ficar bem bonito se assistido pela TV (o evento será transmitido aqui nos EUA pela MTV e pela Nickelodeon na terça-feira – ou seja, fizemos papéis de figurantes para um belo show televisivo). Ali na hora, era mais engraçado do que emocionante. Mas demorou muito, e ficamos cansados. Alguns exaustos, sentaram no chão durante os momentos mais “empolgantes”. E houve o figura que dormiu sentado, com a cabeça baixa, sem se importar com a barulheira. Para esse, o futuro do entretenimento é algo de dar sono. Mas eu nem o culpo muito pela grosseria: era tudo muito legal, mas também era excessivo demais. Pelo menos, rolaram uns brindes no final: bichinhos de pelúcia de animais selvagens com plaquinhas penduradas no pescoço, que trazem códigos de barra que poderão ser escaneados pelo KINECT – assim, será possível destravar o tal bichinho para interagir com ele no game.

Pensando bem, a Microsoft fez a coisa certa ao separar a demonstração da experiência do KINECT em um evento a parte. Não seria possível transmitir o recado com tanta pompa e circunstância durante a tradicional coletiva para imprensa, normalmente ditada por números de mercado, datas de lançamento e participações especiais de figurões. A Microsoft quer uma fatia do público casual que a Nintendo roubou para si com o Wii, e fará isso com um produto que visa aprimorar a experiência consagrada pelo console da concorrente japonesa. Não quer dizer que o jogador hardcore – aquele que foi o responsável por fazer do Xbox 360 um sucesso – foi esquecido. Na coletiva que começará em algumas horas, é óbvio que muitos games tradicionais serão revelados. Mas há um cheirinho de mudança de direção e estratégia se desenrolando nesse exato momento. Dá para sentir daí?

Preço, data de lançamento, nomes dos games, estratégia de marketing… tudo será confirmado pela Microsoft na coletiva que irá rolar hoje, a partir das 10h (14h aí no Brasil). Estaremos lá para entender, anotar, aplaudir e, quem sabe, vaiar. Faz parte.

E você, a partir do que eu descrevi – o que achou?

Eu ainda estou digerindo.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
13/06/2010 - 21:53

Los Angeles, los games, el futbol

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Ok, ok, ok.

Estou em Los Angeles, o único lugar do mundo que interessa essa semana…

… claro, isso se você não levar em conta a Copa do Mundo.

Los Angeles não respira games neste domingo ensolarado – muito menos Copa. Mas dá para sentir que o povo aqui até gostaria de estar mais cercado pelo espírito do campeonato de futebol. Assim que cheguei ao aeroporto, o taxista, nascido em Gana, me perguntou se eu estava aqui para a “convenção”. Em seguida, passou a falar apaixonadamente sobre futebol. Ele estava feliz com a vitória de Gana contra a Sérvia, que acontecera horas antes. Nem nos aprofundamos no assunto videogame. O que ele queria era dizer o quanto tinha certeza que o Brasil se encontraria com Gana na final. Muito justo.

Fico pensando se a organização da E3 2010 não poderia ter compreendido a importância da Copa e, assim, planejado melhor a convivência entre os dois eventos. Tenho certeza que o futebol em diversos momentos da semana irá deixar para trás a indústria de games no que diz respeito à paixão com que os visitantes se envolverão com o torneio. Games? Ah, sim. Tem uns joguinhos novos. Mas o que o mundo quer ver é gol, e não um monte de marmanjos fazendo mímicas em frente à TV. Como será que a E3 irá se comportar diante de tal concorrência? Vejamos.

E agora, vou correndo para o Galen Center, no centro de Los Angeles. É hora do evento Project Natal Experience, no qual a Microsoft finalmente irá desvendar os segredos de seu grande lançamento, aquele que promete revolucionar os games como os conhecemos. Um show do Cirque du Soleil está previsto na programação. Será que vamos poder jogar o negócio? Espero que sim. É para isso que estou indo para lá. Sem câmeras, sem filmadoras, conforme o pedido da Microsoft.

Mais tarde eu volto para contar a experiência. Me acompanhe.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
13/05/2010 - 20:12

O Circo do Project Natal na E3

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A grande notícia do dia é: o show do Cirque du Soleil no evento da Microsoft antes da E3 2010.

Será justamente na apresentação do Project Natal, no domingo, 13 de junho. A confirmação via e-mail chegou hoje de manhã aqui.

Você sabe, Cirque du Soleil é aquela trupe circense conhecida mundialmente, cheia de estilo, pompa, cores e imaginação. Ao que parece, o glamour voltou com tudo ao mundo encantado da E3. A vida noturna de Los Angeles agradece.

***

Mas a Sony Brasil não deixa por menos, está pensando o quê?

A assessoria de imprensa da fabricante divulgou hoje uma queda de preços considerável nos games de PlayStation 3:

“A partir deste mês, a Divisão PlayStation da Sony Brasil reduz os preços de cinco games para PlayStation 3. Os jogos God of War Collection, Infamous, Killzone 2, Resistance 2 e Little Big Planet – Game of the Year Edition passam a custar R$ 119, o que representa uma  queda de mais de 30%.

“Esta redução de preços faz parte da estratégia da Sony Brasil de trazer ao gamer brasileiro a melhor experiência em jogos de PlayStation”, afirma Anderson Gracias, Gerente Geral da Divisão PlayStation na Sony Brasil.”

Lembrando que R$ 119 equivale a US$ 66 (com a cotação a US$ 1 = R$ 1,80) – exatamente o valor de um game lançamento para PlayStation 3 nos EUA (US$ 59 + impostos). Não dá para dizer que é barato (videogame jamais será barato, já disse o profeta), mas é um pouco mais justo.

***

E os jornalistas contratados para a equipe Arena Turbo são…

Caio Corraini, Gus Lanzetta e Henrique Sampaio.

Parabéns e boa sorte a todos os envolvidos.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , ,
03/05/2010 - 18:56

A vida pré-E3, a Blizzard a caminho e o maior evento de games do Brasil

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E cá estamos de volta!

Abril foi um dos meses mais complicados da vida. Mas é claro que sempre pode ficar mais complicado, não é mesmo?

Cheguei ontem de Los Angeles, a terra da oportunidade. Fui fazer um trabalho, mas também senti o clima para a E3 que começa em uns 50 dias. Não vi nada de diferente. Nas lojas Gamestop que visitei, o PlayStation 3 continua difícil de ser encontrado. O Xbox 360 mais vendido é o bundle da versão Elite com dois games (Forza 3 e Halo ODST). O game da Copa do Mundo está bombando de vender, mas não esgotou. A grande expectativa é para o lançamento de Red Dead Redemption, da Rockstar Games, que rola em 9 de maio. Fora isso, achei tudo muito desanimado e desinteressante. Essa safra pré-E3 é triste.

Nem tem como disfarçar: o assunto que interessa é só E3 mesmo. Por aqui, a imprensa se prepara para a cobertura in loco com ansiedade: a cada dia, aumenta a lista de jornalistas brasileiros credenciados para o evento. Para organizar essa turma toda – e para habilitar um novo canal de comunicação durante o evento, o pessoal da produtora SKY7 criou o site E3 Expo.

Sim, um site com esse nome já existe – é o portal oficial do evento. Mas o que o Ricardo Farah e o Orlando Ortiz fizeram foi criar um site de cobertura jornalística da E3, em português e sem “ligação ou rabo preso com grandes portais”. Segundo a dupla de jornalistas, o E3 Expo Br será alimentado pela própria equipe do SKY7 e por qualquer jornalista que quiser participar: “Queremos fazer deste site o principal canal para jogadores de todo o Brasil conhecerem mais sobre o evento, as pessoas envolvidas e os jornalistas que cobrem”, disse Farah, que esse ano comemora o fato de cobrir a E3 ao vivo pela primeira vez.

Quem curtiu a iniciativa, é só entrar em contato com os caras pelo site. E por falar nisso, o Farah ainda disse que “Estamos abrindo uma vaga para um redator que ficará dedicado exclusivamente a este site”. Mande seu currículo.

***

E como você deve saber, não são só eles que estão contratando… será que posso divulgar por aqui ou não? Vou tratar de saber e logo aviso.

***

E você viu a história da Blizzard, né? StarCraft II em português, um provável escritório da empresa em São Paulo e, por enquanto, nada de World of Warcraft oficialmente por aqui. Nada que a gente não imaginasse, mas sabe como é – a esperança é a última que morre, sempre.

A história mais legal que surgiu dessa viagem da imprensa brasileira para os escritórios da Blizzard foi a cobertura do Bruno Vasone, do Arena Turbo – ele preparou um verdadeiro passeio virtual pelos corredores da empresa, em Irvine (Califórnia), com a precisão e o nível de detalhamento que só um especialista no assunto conseguiria. Confira lá.

***

E você, já sabe o que fará nos dias 20 e 21 de novembro?

Você pode não saber, mas se quiser já tem compromisso: são os dias do Brasil Game Show, auto-intitulado “maior evento de games do Brasil” – e olha que deve ser mesmo.

O release sobre o BGS (que nada mais é que o antigo Rio Game Show) chegou aqui esses dias e alerta como grande notícia o show da banda Mega Driver no evento. Mas é claro que outras novidades devem surgir. Veja o texto enviado pela assessoria:

“A Mega Driver é atração confirmada da Brasil Game Show, a maior feira de games do país. A banda se apresentará nos dois dias de evento num moderno palco com 50 metros quadrados de área e uma infra-estrutura com efeitos especiais de luz e som, além de lindas modelos caracterizadas.

O palco ainda será o local de outras atrações como o duelo de bandas no game Rock Band, premiação e entrega de troféus dos diversos campeonatos da feira, sorteios e apresentações do concurso Cosplay – quando alguns participantes se vestem como personagens de games.

A 3ª edição da feira, que será realizada nos dias 20 e 21 de novembro, será mais uma vez no Centro de Convenções SulAmérica – RJ. Desta vez o espaço ocupado totaliza cerca de 8 mil metros quadrados, o triplo da área utilizada na edição anterior. Exposição com túnel do tempo dos videogames, palestras com profissionais da área e campeonatos, são apenas algumas das muitas atrações do evento.”

É isso aí. Para os residentes em São Paulo, será que vai valer a viagem para o Rio? Seja como for, é mais um grande evento ganhando data garantida no calendário nacional.

***

E por falar em E3 2010

Project Natal” for Xbox 360 Experience
Pablo Miyazawa,
Thank you for completing your registration.
You are confirmed for attendance to this event.

Após todos esses anos, ainda curto esse tipo de coisa. O que posso fazer?

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , ,
09/03/2010 - 13:03

Clique Comigo

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E a Sony anunciou hoje a chegada oficial de Heavy Rain ao Brasil.

A definição do release é boa: “O game traz uma forma de interação diferenciada, em que o jogador usa apenas comandos e opções bem detalhadas para mudar o curso da história. É como se fosse um filme interativo, em que é possível interferir no andamento da narrativa.” Hum.

Está lá, por módicos R$ 199, no site da Sony Style.

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UPDATE: Hoje mesmo, horas depois da Sony disparar seu press release, a Microsoft Brasil também soltou uma novidade: novos acessórios à venda no mercado.

A dizer:  HD Xbox 360™ de 60GB (R$ 269), Kit Play & Charge (preto, R$ 99) e o Controle sem Fio Xbox 360™ (preto, R$ 189).

E já está tudo à venda por aí.

***

E olha os analistas prevendo que o PS3 irá eventualmente liderar a guerra dos consoles.

Enquanto isso, fontes próximas à Microsoft afirmam que o Project Natal estará prontinho para ser mostrado na E3 2010. Opa.

E a Nintendo? O que se espera da Nintendo?

Eu não sei você, mas eu passaria bem esse ano sem um novo game do Mario… Mas isso sou eu dizendo.

***

Game Developers Conference começou hoje lá em San Francisco, Califórnia. Evento bacana, cheio de vips, falatórios intermináveis e boas pautas.

Os amigos Théo Azevedo (UOL) e Gustavo Petró (G1) estão lá. Eu chego na sexta, para ver o finalzinho das coisas. Se é que vou conseguir.

***

E o que seria do mundo sem as pessoas com tempo livre?

Um artista, Brett Camper, criou uma versão pixelada do mapa de Nova York. A inspiração maior? Os jogos da era Atari 2600.

Dá inclusive para navegar por ali. Mas a resolução não é muito boa.

***

Semana passada, perguntei ao mundo o que é o Gamer Tag.

A internet é uma maravilha e não deixa ninguém sem resposta: um dos donos do projeto, o Eng Leonardo, do site Consoles e Jogos Brasil, já surgiu nos comentários para “explicar” mais sobre o projeto.

Olá amigo. Sinceramente eu não esperava um comentário seu. Ficou lisonjeado.

Espero que nosso texto não tenha causado uma má impressão. Percebo agora que ele pode causar um certo mal estar em alguns jornalistas, mas garanto que não foi essa a nossa intenção. Esse texto foi produzido por empresários, publicitários, mestres, jornalistas entre outros, mas acima de tudo, por amantes de games e pessoas que estão fazendo isso por amor e não por dinheiro.

Mas esperamos que no futuro isso gere muitos frutos para todos que trabalham e gostam de games no país. Esse é nosso sonho utópico, mas estamos trabalhando muito sério para tornar realidade.

Espero que em algum momento possamos conversar sobre isso e, quem sabe, até trabalharmos juntos.

Eng Leonardo

Não explicou nada, na verdade. Mas deixou um gosto de curiosidade no ar. E agora, o que vem depois?

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , ,
18/02/2010 - 12:35

Começou 2010, enfim

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Bom dia, boa tarde, boa noite.

Para quem estava em dúvida sobre meu paradeiro – cá estou. Quase vivo. Sofrendo com o inferno astral e as mudanças climáticas. Tentando me desdobrar e me multiplicar. E desejando que o dia tenha 36 horas.

Não está fácil para ninguém, né?

***

Andei pensando aqui no que irá rolar nos próximos meses. Mesmo porque, até agora, não aconteceu muita coisa digna de nota (fora os games lançados, mas isso não é exatamente novidade). Já tem gente até se preparando para a E3. Agora que o Carnaval passou, é como se o ano realmente começasse agora. Então, vejamos.

Eu acredito que 2010 será um grande ano para o avanço tecnológico no entretenimento eletrônico, mas só veremos essas revoluções em movimento lá para o final do ano. A E3 que rola em junho promete ter um impacto jamais visto antes na cultura pop. Em 2005 havia uma nova geração de consoles a ser desvendada. Cinco anos depois, em 2010, não teremos novos videogames, mas a sensação de upgrade será imensa.

O fato é que o planeta, que já se mostrava levemente interessado nos nossos joguinhos, irá enlouquecer ao perceber do que o Xbox 360 e o PlayStation 3 serão capazes com suas novas tecnologias. A Nintendo, por sua vez, dará seu troco – experiência na área eles já mostraram com o Wii. Mas será que vão querer comprar briga com seus dois concorrentes de peso? Ou irão buscar caminhos alternativos, como tem feito nos últimos anos?

Vai ser caro, vai ser disputado, vai ser diferente do que todo mundo imagina. E vai ser divertido pra caramba. Isso lá vai.

E que comece logo 2010. Que eu já me cansei de 2009.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
13/11/2009 - 18:26

O que rola lá, o que rola cá

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A semana foi de notícias, muitas notícias. Algumas agradáveis, outras nem tanto. Acompanhe a seguir e veja se você sabe mesmo de tudo:

Modern Warfare 2 bate recorde de vendas: 4,7 milhões de cópias em um dia.
Duvido um pouco desse número, mas deve ser real. É de impressionar.

Ubisoft abre novas contratações e divulga parcerias no Brasil
Já mandou o seu currículo hoje? São 20 vagas disponíveis.

Microsoft baniu mais de 1 milhão de jogadores da rede Xbox Live
Pirateiros não podem mais jogar online. É para ter pena deles?

Electronic Arts anuncia prejuízo de US$ 391 milhões e demissões
Vale tudo para enxugar os gastos – até demitir 1500 pessoas. É triste.

Project Natal deve sair em novembro de 2010 para o Xbox 360
Se for verdade, será bem antes do que eu imaginava.

***

Enquanto isso, no Brasil…

…uma franquia  internacional de lojas de games se prepara para, em menos de três semanas, inaugurar seu primeiro ponto no país…

…os fãs de esporte eletrônico torcem pelos representantes brasileiros no World Cyber Games, na China – ainda estão no páreo nosso representante em Guitar Hero: World Tour (quartas de final), nosso jogador em FIFA 09 (oitavas de final) e nosso sinuqueiro de Carom 3D (semifinal). Os resultados saem neste domingo…

…a Level Up! anunciou a fundação de “Brasilis”, a cidade brasileira em Ragnarok Online, e também a comemoração do feriado de Proclamação da República nos games Maple Story e Grand Chase

… a Nintendo se prepara para divulgar o lançamento New Super Mario Bros. Wii neste final de semana, em São Paulo e Rio (veja o flyer no post abaixo)…

… E a Sony, por sua vez, continua em silêncio. Pelo menos por enquanto.

É impressão minha ou o mercado lá de fora está ligeiramente mais agitado do que o nosso? Deve ser coisa da minha cabeça…

Para todos, um bom fim de semana.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , ,
01/06/2009 - 23:41

E3 2009: Projeto Natal é brasileiro

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Logo mais eu falo sobre o Projeto Natal. Ou Project Natal. Foi esse o nome que a Microsoft deu para a nova tecnologia que irá permitir interação corporal total no Xbox 360. É como o que acontece no Wii, mas sem nada nas mãos. E reconhecendo voz, traços faciais, movimentos etc. É bem absurdo. Parece filme de ficção científica.

Mas e esse nome, Natal? Pegue essa (e quem me contou foi a Carlinha do Girls of War): segundo este artigo da revista Time (um dos poucos veículos que pôde testar a tecnologia – algo que, segundo a assessoria da Microsoft, somente uns quatro o farão nessa E3), Natal refere-se ao nome da cidade onde nasceu Alex Kipman, um dos principais idealizadores do projeto. Sim, é verdade. Natal, capital do Rio Grande do Norte. Aquela cidade das dunas, do cajueiro, da Praia da Pipa, do bugre com emoção. Então, a revolucionária tecnologia do Xbox 360 tem gostinho brasileiro.

Para quem quiser conhecer o Alex Kipman, um potiguar simpático na casa dos trinta anos que trabalha na Microsoft desde 2004, aqui está um blog dele de quando ele entrou na empresa.

Leia aqui a matéria – e veja como o repórter da Time, o Lev Grossman, fala, sem vergonha alguma, que o Project Natal vai “acabar com o Wii”.

Eu não sei se concordo. Mas acho que a Nintendo terá que mostrar muito serviço amanhã para convencer o mundo do contrário. Vejamos.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009 Tags: , ,
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