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09/09/2011 - 16:59

O que é o Brasil dos Games, Parte 2

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Saudações. Já é sexta-feira.

Continuando a série “BRASIL DOS GAMES”, que celebra os cinco anos e o fim das atividades do Gamer.br, convidei o jornalista especializado Fabio Bracht para discorrer sobre o tema. Gaúcho, pensador e multitarefas, ele é o fundador do finado blog Continue.com.br, além de escrever para o site de tecnologia Gizmodo. Confira o texto dele, concorde ou discorde e comente no final.

***

O Brasil dos Games está só esperando um headshot

Por Fabio Bracht*

O Pablo é meio obsessivo com esse assunto, diz aí. Em toda entrevista dele, essa é a pergunta que nunca falta. E não é sem razão. Não sei como ele enxerga a coisa, mas para mim a imagem mental é bem clara.

O Brasil dos games é aquele inimigo escroto no qual você já meteu um monte de bala e sabe que está na rapa do tacho, mas que resolveu buscar cobertura. Ele está lá, você sabe exatamente onde. Você move a retícula para o ponto exato onde sabe que a cabeça dele vai estar quando ele resolver levantar. Quando ele fizer isso, boom, headshot. Mas ele ainda não fez.

Desde que eu comecei o blog Continue, em 2008 (e na verdade desde bem antes), o Brasil é essa potência em potencial, só esperando para deslanchar. Olhamos para o México, enchemos a nossa barrinha de otimismo e, a cada mínima notícia boa, a frase “agora vai” é repetida. Agora vai, agora vai, agora vai. Mas nunca irá, meu amigo.

Nunca irá porque já foi. O mercado de games no Brasil não se teleportou de um estado ruim para o estado ideal — único contexto em que a afirmação “agora foi” poderia ser usada –, mas todas as peças estão no seu lugar, em movimento. O Brasil dos games é o gordinho que ainda pesa bem mais do que deveria, mas está indo na academia todos os dias, com acompanhamento e reeducação alimentar. Ele não está lá ainda, mas, segundo a filosofia da inevitabilidade, já pode se considerar magro. É questão de tempo.

A Microsoft está aqui, a Sony está aqui, a Nintendo está aqui meia boca mas uma hora vai ter que cair dentro, as traduções de jogos estão por aqui, as legendas, o World of Warcraft por quinze reais por mês, os lançamentos de Xbox 360 por menos de cem, o Nathan Drake falando português sem chamar a Elena de rapariga. Já temos estúdios, já temos talentos, e com certeza já existe um grande jogo independente em planejamento ou produção em algum canto do país, sobre o qual nenhum de nós sabe nada a respeito. Se o Jason Rohrer consegue no interior dos Estados Unidos com muito pouca grana, e se o Notch consegue lá no frio da Suécia, certamente há alguém no Brasil que consegue, e esse alguém aparecerá logo.

Perceba que nada disso está ideal. Nem a presença das empresas, nem as localizações, nem os preços, nem a presença dos estúdios, nem a comunidade independente. Mas tudo isso existe, e tudo isso existe ao mesmo tempo, uma coisa validando a outra. Já me chamaram de Polyanna pelo meu otimismo às vezes infundado, e eu não tiro a razão. O otimismo às vezes faz com que o trabalho cesse, e isso não é bom para ninguém. Mas o fato é que, levando tudo isso em consideração, eu não vejo outra direção que não seja para frente.

Boom, headshot. E você nem terá percebido.

*Fabio Bracht (fabiobracht@gmail.com) é editor do Continue e escreve no Gizmodo.

Autor: - Categoria(s): Brasil dos Games, Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
30/08/2011 - 16:02

Microsoft fabrica games no Brasil – e preços caem

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Taí: a Microsoft baixou os preços de seus games para Xbox 360 no Brasil.

Conforme o release divulgado hoje, os jogos deverão ter redução de até 40% a partir de setembro, o que nos faz chegar ao mítico e surpreendente valor de R$ 69. A maioria dos games que ficaram mais baratos, porém, passam a custar de R$ 79 a 99.

Além disso, a empresa finalmente oficializou a informação de fabricação dos games first party (da Microsoft Studios) em território nacional, o que provavelmente colabora para a redução geral de preços – o texto deixa essa informação em aberto, mas é o que dá a entender.

Veja o release e pense: será que agora vai?

A Microsoft Brasil informa que, a partir de 01 de setembro, os preços dos jogos Microsoft Studios serão reduzidos em até 40% no País. Com essa medida, os games custarão a partir de R$69,00 para o consumidor brasileiro nas revendas oficiais.
(…)
Além da redução dos preços, em 01 de setembro começará a pré-venda do aguardado “Gears of War 3” com preço já reduzido para R$ 129,00. Quem comprar o jogo na pré-venda ganhará ainda um chaveiro e um código online (token) com conteúdo bônus para jogar com o personagem Commando Dom no modo multiplayer.
(…)
Junto com a redução de preços a Microsoft Brasil anuncia a fabricação local dos games Microsoft Studios. A partir de agora, as mídias dos jogos serão produzidas no País pela Arvato do Brasil. A empresa é líder na fabricação de CDs, DVDs, replicação de games e distribuição e atuará como replicador autorizado da Microsoft Brasil.

“Este é um momento importante para a indústria nacional de games e o anúncio da redução de preços dos jogos Microsoft Studios no Brasil é um passo fundamental para tornar as nossas ofertas mais atraentes e, principalmente, mais acessíveis para os consumidores brasileiros”, destaca Guilherme Camargo, gerente de marketing para Xbox 360.

A seguir, confira a lista com os games e os respectivos preços reduzidos.

R$69
Gears of War

R$79
Alan Wake
Crackdown 2
Forza 3
Gears of War 2
Halo 3
Halo ODST
Halo Wars
Joy Ride
Viva Piñata

R$99
Dance Central
Fable 3
Kinect Sports
Kinectimals

R$129
Gears of War 3
Halo Reach

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15/08/2011 - 17:25

Kinect: Agora Sim, Eu Vi Vantagem

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O vídeo acima exibe experiências realizadas por um grupo de pesquisadores (de lugares variados – Microsoft Research Cambridge, Imperial College London, Newcastle University, Lancaster University
e University of Toronto) com a câmera Kinect da Microsoft. Eles batizaram o projeto de KinectFusion.

Assista até o final para conferir o Kinect “escaneando” o ambiente, criando versões tridimensionais de tudo o que é filmado e permitindo a interação posterior com esses objetos virtuais. Em outras palavras, é um grande absurdo: o vídeo mostra que é possível escanear elementos do mundo real, adicionar texturas, efeitos de luz, físicas… e modificá-los em seguida da maneira que for mais interessante. E que tal interagir fisicamente com os objetos criados? Também é possível. Imagine o tempo que será economizado em criação de cenários de games e modelagens, entre tantas outras aplicações.

Só mesmo vendo para crer – e se você não entender de cara, tudo bem: não é nada simples mesmo. Mas tem cheiro de futuro no ar.

Roubei daqui. Agradeço o Jones Rossi pela dica.

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14/07/2011 - 21:14

World of Warcraft no Brasil? E o que mais?

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A Blizzard brasileira anunciou um evento para a semana que vem. E os mais espertos garantem: será para anunciar a tão aguardada chegada oficial de World of Warcraft ao Brasil. O convite promete “um anúncio oficial a respeito de uma das maiores franquias da Blizzard.”

Será no dia 21 de julho. Que tal?

***

E por falar em evento…

“Dizem” que o Yoshinori Ono, produtor dos games Street Fighter, foi convidado a vir ao Brasil para dar as caras em algum evento de games. Isso se interpretarmos os intraduzíveis tweets dele dessa forma:

“I’d like to go to there… now we are thinking. ;D” Ele disse no dia 7.

“I had invitation from many event.Brasil,Moscow,NYComicCon..I’ll be arrangemet.”ele “tentou” dizer no dia 9.

Para os especialistas em engrish: o cara vem ou não vem?

***

Lembrando que o Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America, já afirmou que virá em breve – muito provavelmente também para aproveitar a movimentação de algum evento de games nacional (conforme ele me adiantou aqui):

“Eu certamente espero visitar o Brasil. Ainda não tive a oportunidade de experienciar o mercado brasileiro. Estive no México, no Panamá, e sei que preciso ver o Brasil de perto. É um mercado muito importante para nós, ainda mais nesse momento, em que nos preparamos para lançar oficialmente o Nintendo 3DS lá. Então, sim, provavelmente nesse outono [primavera no Brasil, período entre setembro e dezembro], eu gostaria muito de visitar esse mercado e ver como podemos ser mais efetivos na região.”

***

Estão fortes esses rumores sobre a redução de preços dos games de Xbox 360 e do próprio console, para outubro – lojistas já teriam sido informados da mudança que faria o preço de um game lançamento cair para a casa dos R$ 80. Dá para acreditar? Caso isso realmente aconteça, é possível que inspire outras distribuidoras a realizar reduções também. Acho dificil que seja assim, mas não custa especular, certo?

Aliás, passei hoje na FNAC e me surpreendi com a quantidade de games para Xbox 360 vendidos a preços, digamos, interessantes: dezenas de títulos (não tão recentes) a menos de R$ 70 – alguns a R$ 39. Acho barato e honesto. Mas antes de tudo, alguém me responda: se um game que um dia foi vendido a R$ 149 consegue ser comercializado um ano depois a R$ 39… algo está errado na matemática, não?

Ou deve ser porque sou de Humanas e não sei fazer contas.

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07/07/2011 - 00:35

Feira EGS volta a São Paulo – de 28 a 30 de outubro

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A EGS vai retornar a São Paulo.

Em uma coletiva de imprensa ocorrida nesta quarta em São Paulo, a produtora de eventos Oelli confirmou que a feira de games Electronic Game Show terá uma edição brasileira em 2011.

Será de 28 a 30 de outubro, no Transamerica Expo Center, uma área de eventos nos arredores do luxuoso hotel Transamérica, em São Paulo. É um local de 33 mil metros quadrados de área útil, com capacidade para receber 4 mil pessoas. É o mesmo espaço que atualmente recebe eventos como a Eletrolar (feira de eletrodomésticos) e a Salex (de equipamentos para festas e fliperamas).

No evento de divulgação, capitaneado pelo executivo belga Bertrand Caudron (ex-Electronic Arts, hoje um conselheiro da Oelli), foram divulgados os nomes das empresas que estão apoiando a EGS 2011: Microsoft, Konami, THQ, Square, Level Up! e Ubisoft (por meio da NC Games) são algumas das confirmadas até agora. Outras empresas devem ser reveladas nas próximas semanas, assim como detalhes sobre preços de ingressos. A expectativa é a de que Nintendo e Sony engrossem o caldo de participantes em breve. Fica difícil imaginar  um evento de games bem sucedido no Brasil sem a presença das três principais fabricantes de consoles (além delas, a Microsoft, que já está confirmada).

Vale ressaltar que, alguns dias antes da EGS, ocorre um outro evento de games de grande porte no país: de 5 a 9 de outubro rola o Brasil Game Show, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. Os organizadores do BGS esperam receber 50 mil pessoas nos cinco dias, divididos entre conferências e evento aberto ao público. Apesar de a presença de dois eventos na mesma época traga à tona certa rivalidade (e concorrência de apoiadores – a Sony, por exemplo, já está confirmada na BGS), me parece claro que uma feira não concorre exatamente com a outra, visto que cada uma tem intenções e apelos diferentes (além de obviamente se focarem em públicos geograficamente distintos).

O Brasil Game Show possui um apelo mais popular, muito porque atende uma demanda reprimida no Rio, cidade que sempre sofreu com a ausência desse tipo de evento segmentado. Já São Paulo parece ter enfim definido o tamanho de seu público cativo, após anos de experimentos bem sucedidos (ou não) nesse sentido. Tivemos feiras grandes, como a própria EGS, em dois anos consecutivos (27 mil pessoas passaram pela edição 2005 do evento); também tivemos eventos menores e mais específicos, ou casados com outros eventos para públicos diversos; e, desde o ano passado, o Gameworld, organizado pela Tambor, também entrou para o calendário paulistano. Ou seja, oportunidades não têm faltado para o público realmente interessado. Apesar de que, segundo a Oelli, o foco dos esforços da EGS seria o consumidor casual de games, e não apenas o hardcore.

Mas as perguntas que o ressurgimento da EGS estimulam são pertinentes: o Brasil precisa de tantos eventos de games tão ambiciosos? Há tanto público assim disposto a pagar para visitar esse tipo de acontecimento? O chamado “casual” é mesmo um público capaz de ser atingido por uma feira de games? Melhor ainda, o mercado brasileiro suporta tantos eventos? As empresas que estão no Brasil possuem, afinal, capacidade para investir dinheiro e esforços em tantas oportunidades assim?  Estaria rolando uma nova “bolha” do mercado de games nacional, ou estamos finalmente vivenciado a tão sonhada estabilidade, aquela que as empresas tanto alardearam e prometeram lá pelos idos de 2004, 2005… e que jamais se concretizou na prática (ou será que já e nem percebemos)?

Vale a pena visitar as duas feiras em outubro para tentar responder a essas questões.

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27/06/2011 - 21:16

E3 2011: Ainda dá Tempo?

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Enquanto eu fecho a edição de julho da Rolling Stone daqui, você curte aí uma das matérias que escrevi sobre a E3 2011, lá de Los Angeles. Essa a seguir saiu no jornal O Estado de S. Paulo, no suplemento Link, em 12 de junho. Faz tempo, mas ainda dá tempo de falar sobre o tema (e nada mudou de lá para cá, convenhamos). Bem, cá está.

***

Rumo à oitava geração*
Como fez no lançamento do Wii, a Nintendo pode colocar a concorrência para correr atrás da grande novidade da E3 deste ano

Por Pablo Miyazawa
Especial para o ‘Estado’

LOS ANGELES – Maior evento da indústria dos videogames no mundo ocidental, a Electronic Entertainment Expo (E3) todo ano carrega a responsabilidade de ser o divisor de águas de um mercado efêmero e em contínua expansão. Na edição 2011, realizada entre os dias 7 e 9 de junho, em Los Angeles, a máxima se confirmou com o início oficial da disputa pelo domínio da próxima geração de consoles.

Mesmo com o crescimento de outras formas de entretenimento digital – games sociais e jogos para tablets e smartphones entraram de vez na rotina de “não-jogadores” –, ainda são os consoles que ditam as regras do jogo, com um mercado estimado em US$ 22 bilhões. A influência das tais novas mídias nas decisões das desenvolvedoras, porém, está mais do que escancarada. Durante a E3, a Electronic Arts anunciou The Sims Social, uma versão de seu tradicional Sims para o Facebook.

Parece um tablet
Outro sinal óbvio de que a conservadora indústria está atenta às tendências está na principal característica do novo videogame revelado pela Nintendo. Batizado de Wii U (trocadilho com a sonoridade de “nós” e “você” em inglês), a máquina vem com um joystick que tem uma tela de cristal líquido sensível ao toque, o que, de cara, gera comparações inevitáveis com um tablet.

A empresa, porém, é incisiva ao negar a “inspiração”. “Já estávamos bastante avançados no desenvolvimento do Wii U quando o mercado de tablets explodiu”, disse Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America. “O sucesso dos tablets é apenas mais um indicativo de que nossa ideia está certa.” Apesar da relação de semelhança com o espírito dos dispositivos portáteis, é certo que o Wii U funcionará essencialmente como um videogame tradicional: será conectado a uma televisão e rodará jogos em discos proprietários, além dos games para a versão atual do Wii.

O segmento da diversão portátil, aliás, já é dominado pela Nintendo, que traz no currículo máquinas de bolso consagradas como o Game & Watch, o Game Boy e o DS, há mais de 30 anos. Em março, ela lançou o 3DS, com duas telas capaz de gerar gráficos 3D sem a necessidade de óculos especiais. Previsto para ser lançado em julho no Brasil, o 3DS também ganhou destaque na E3 com uma linha de jogos que enfatiza franquias clássicas, como uma versão inédita de Super Mario, além de releituras de Star Fox e Mario Kart.

Vita e desculpas
Sua arquirrival Sony também mostrou uma nova investida nesse segmento: o PS Vita é um portátil que tem como missão suceder o já ancião PSP, com recursos gráficos avançados, tela sensível ao toque, duas câmeras, acesso à web (Wi-Fi e 3G) e interatividade com o PlayStation 3. Previsto para o final do ano, com preços de US$ 250 a US$ 300, foi a única novidade de peso exibida pela Sony. Líder absoluta da geração anterior de consoles com o PlayStation 2, a Sony está mal na fita após a recente ataque à PlayStation Network, que causou o vazamento de informações confidenciais de milhões de jogadores.

A coletiva para imprensa na E3 foi iniciada com um pedido de desculpas, seguida da divulgação de títulos exclusivos para o PS3, como a aventura cinematográfica Uncharted 3: Drake’s Deception e o combate futurista 3D Resistance 3. Também ganharam destaque jogos compatíveis com o acessório Move, controle com sensores de movimentos, mas a vedete é o 3D: no segundo semestre, a Sony lançará uma tela de 24 polegadas que permite que duas pessoas joguem em 3D simultaneamente, e cada uma delas enxergue o efeito de maneira individualizada.

Família
Líder do mercado norte-americano com o Xbox 360, a Microsoft preferiu assumir um foco no aspecto agregador dos games. Não foram poucos os jogos anunciados na E3 que procuram promover a integração entre a família e o mundo virtual por meio do Kinect, a câmera com sensor de movimentos que foi o grande trunfo da empresa no ano passado.

Grifes como Vila Sésamo, Disneyland e Guerra nas Estrelas são títulos que agradam o público infantil e são reconhecidos pelos adultos. A Microsoft também mira esforços em serviços que levem a experiência com o videogame para além do jogo em si.

Nos próximos meses, o console ganhará parcerias com emissoras de TV e fornecedoras de conteúdo, além de integrar-se ao YouTube e ao sistema de procura por comando de voz de seu buscador, o Bing.

Direções
Os movimentos das três empresas gigantes do entretenimento levam a crer que cada empresa busca uma fatia distinta do mercado. “Nosso concorrentes estão presos, indo para uma direção. Enquanto isso, nós estamos indo para o outro lado”, teoriza Fils-Aime, da Nintendo.

Entretanto, não será de se espantar se a próxima geração de consoles de Sony e Microsoft apresentar elementos que, ainda que na superfície, remetam aos recursos apresentados pelo Wii U da Nintendo.

No universo do entretenimento digital, cria-se e copia-se na mesma velocidade e proporção. A história já mostrou que o pioneiro e o original não necessariamente é quem domina o mercado. Vence aquele que cometer menos erros e melhor se adaptar às rápidas mudanças. No caso do mercado de games – sempre mutante –, nem o tempo determinará as regras.

* Reportagem publicada na edição de 12 de junho do Link.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2011, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , ,
07/06/2011 - 18:18

E3 2011: Compreendendo esse tal de Wii U

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Vamos lá então, entender esse negócio.

O Wii U é sim, um novo videogame, apesar de muita gente ter ficado em dúvida. Uma hora após a coletiva da Nintendo, na sala de imprensa do Convention Center, ainda havia gente se perguntando (alguns ME perguntaram): “Mas é um portátil novo ou um console?”.

Na hora, não ficou tão claro assim. Mas quem reassistir a apresentação de Satoru Iwata e Reggie Fils-Aime, comprova que eles até disseram: é um console sim, claro. É que a Nintendo nesse instante quer que todo o mundo preste atenção ao controller, e não ao console em si.

É interessante notar que é quase uma situação aposta a o que ocorreu em 2005: na ocasião, a Nintendo exibiu o que na época ainda se chamava “ Revolution”, um console que parecia uma caixinha de charutos em pé. Nada de games e, mais importante, nem sinal do joystick, o tão revolucionário Wiimote. Miyamoto, dois dias depois daquela apresentação, me falou a respeito (relembre aqui a entrevista de 2005). Foi mais ou menos assim:

Gamer.br: E o controller do Revolution? Vocês não mostraram nada e estamos curiosos.
Shigeru Miyamoto: Nós exibimos o hardware e é claro que gostaríamos de ter mostrado o controller, mas o problema é que se fizéssemos isso, revelaríamos muito dos aspectos novos e exclusivos do nosso sistema. Não seria um bom negócio se divulgássemos isso agora. No passado, revelamos coisas que as outras empresas não demoraram para copiar e tirar vantagem. Para ser bastante sincero e modesto, queremos evitar o que aconteceu com a alavanca analógica, o Rumble Pak, o Wavebird… a Nintendo criou todas essas novidades, e as outras empresas rapidamente seguiram atrás. Se revelássemos as coisas agora, um ano antes, seria dar muito tempo para as empresas pegarem nossas idéias e saírem correndo. O que queremos é revelar todas as funcionalidades do sistema já com o software rolando, em um pacote completo, na hora que for mais vantajosa.

Que curioso, não? Aconteceu o oposto nesse momento. O importante para a Nintendo é fazer você (e a concorrência, por que não?) se interessar pelo joystick revolucionário deles. O console, no caso, ou detalhes mais específicos, são mesmo meros detalhes.

As informações técnicas estão quase todas no http://e3.nintendo.com, no link System Details: é um console de ligar na TV, cheio de especificações técnicas, mas a maioria ainda permanece envolta em mistério. É porque a Nintendo só faz questão que você saiba que os jogos serão tão bonitos e avançados quanto esses que podem ser jogados hoje no PlayStation 3 e no Xbox 360. Aquela demo técnica que mostra o passarinho voando, o rio e o peixe, serviu exatamente para isso. O Wii U é um Wii turbinado e em alta definição, mas com um joystick invocado e cheio de onda. Preço? Tipo de processador? Tecnicagens? Nada disso. Pelo menos ainda não.

As especificações técnicas disponíveis são apenas essas (no original, veja tudo no site):

Launches: 2012

Size: Approximately 1.8 inches tall, 6.8 inches wide and 10.5 inches long.

New Controller: The new controller incorporates a 6.2-inch, 16:9 touch screen and traditional button controls, including two analog Circle Pads. This combination removes the traditional barriers between games, players and the TV by creating a second window into the video game world. The rechargeable controller includes a Power button, Home button, +Control Pad, A/B/X/Y buttons, L/R buttons and ZL/ZR buttons. It includes a built-in accelerometer and gyroscope, rumble feature, camera, a microphone, stereo speakers, a sensor strip and a stylus.

Other Controls: Up to four Wii Remote™ (or Wii Remote Plus) controllers can be connected at once. The new console supports all Wii™ controllers and input devices, including the Nunchuk™ controller, Classic ControllerTM, Classic Controller ProTM and Wii Balance Board™.

Media: A single self-loading media bay will play 12-centimeter proprietary high-density optical discs for the new console, as well as 12-centimeter Wii optical discs.

Video Output: Supports 1080p, 1080i, 720p, 480p and 480i. Compatible cables include HDMI, component, S-video and composite.

Audio Output: Uses AV Multi Out connector. Six-channel PCM linear output through HDMI.

Storage: The console will have internal flash memory, as well as the option to expand its memory using either an SD memory card or an external USB hard disk drive.

CPU: IBM Power®-based multi-core microprocessor.

Other: Four USB 2.0 connector slots are included. The new console is backward compatible with Wii games and Wii accessories.

***

Se a Nintendo não quis mostrar detalhes sobre o console na conferência, é porque não precisa fazer isso agora. Porque o interessante em um evento como a E3, em se tratando de tanta concorrência pesada, é mostrar o que o adversário NÃO tem. E quem tem joystick com sensor de movimentos, ou mesmo um sistema de captura de movimentos? Nesse momento, todos os três consoles existentes – Wii, PlayStation 3 e Xbox 360.

Agora, quem tem um joystick que é um verdadeiro tablet, que na verdade é uma segunda tela, mas que também é um portátil independente, com praticamente todos os recursos de um console de bolso, mais os recursos básicos de um joystick atual (rumble, acelerômetro, giroscópio, duas alavancas digitais, um direcional analógico, câmera, microfone, quase uma dezena de botões etc) e etc? Pois é. Só a Nintendo tem. E agora, Sony e Microsoft terão que correr atrás novamente, como já fizeram com o Wii.

Será que dá?

Claro que dá. Ou alguém duvida que os joysticks do PlayStation 4 e do próximo Xbox trarão telas touch screen embutidas (além de mais alguns recursos novos)? Afinal, essa é a graça da corrida da tecnologia. Sempre dá para ir mais longe. E, muitas vezes (ou na maioria das vezes, em se tratando de um gadget ou produto), não importa quem faz primeiro – e sim, quem faz melhor.

O que logo iremos descobrir é que a ideia do Wii U veio de uma premissa muito simples (tão simples que certamente saiu da cabeça de Shigeru Miyamoto): “e se fizermos um videogame que junte console e portátil em uma coisa só? Já sabemos fazer as duas coisas mesmo, né?”. A popularização cada vez mais crescente dos tablets só fez a coisa ter ainda mais sentido. O resultado disso será o Wii U.

Eu não tenho a menor dúvida de que será um sucesso, tanto ou maior do que o Wii. Duvido que os usuários de PlayStation 3 e Xbox 360 não ficaram no mínimo curiosos para ver o negócio funcionando. A Nintendo fez nessa E3 o mais difícil, que foi recuperar a confiança do público hardcore.

E, de repente, o final de 2012 ficou distante demais para todo mundo.

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Cobertura E3 2011, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , ,
06/06/2011 - 11:42

E3 2011: Microsoft abre o jogo

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Então, vamos ver o que a Microsoft planeja?

Estamos a caminho do Galen Center, para acompanhar o primeiro dos eventos relacionados à E3 2011: a coletiva de imprensa da Microsoft.

Sinceramente, difícil saber o que será mostrado ali. Há quem diga que ainda não é a hora de a fabricante revelar detalhes sobre o sucessor do Xbox 360. Outros imaginam que, com a Nintendo se adiantando tanto no sucessor do Wii, a Microsoft não vai querer ficar para trás. Afinal de contas, a empresa norte-americana tem sido sempre a primeira em se tratando da atual geração de consoles. O 360 foi lançado em novembro de 2005, ou seja, está prestes a completar seis anos de existência. O Kinect já indicava a tendência para a próxima geração, ao mesmo tempo em que deixava claro que a Microsoft ainda pretende queimar lenha no 360.

Seja como for, não dá para esperar pouca coisa da Microsoft. Eles sempre arrumam um jeito de chamar a atenção. Qualquer coisa menor do que foi exibido em 2009 e em 2010.

Até daqui a pouco, aqui e no Twitter (e dando uns pitacos no Arena Turbo e, eventualmente, no Lektronik).

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2011, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
06/06/2011 - 06:12

E3 2011: Começou de novo

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Cá estou ao vivo, direto de Los Angeles.

A E3 2011 vai começar amanhã. Estamos cansados, exaustos, mas vamos nessa. Tudo pode acontecer. E as tradições, de certa forma, vão se repetindo.

Nessa segunda-feira logo cedo, 9h daqui (13h no horário de Brasília), a Microsoft vai começar a brincadeira, mostrando suas armas em sua coletiva de imprensa no suntuoso Galen Center. E isso não significa exibir mais um console em seu repertório iniciado há não muito tempo com o Xbox. Vale lembrar que, em 2009, o grande momento da coletiva da Microsoft foi a aparição de dois quartos dos Beatles – Paul e Ringo; no ano passado, foi a vez do Kinect (os jornalistas e convidados foram utilizados como cobaias do brinquedo). E esse ano?

Mais tarde, a Sony tentará se redimir de seus pecados com o maior e mais longo evento para a imprensa da história da E3. Deve começar às 17h e terminar bem tarde. Tudo pode acontecer – literalmente: há quem diga que até o Brasil terá novidades (PS Store nacional?). Mas e se hackers decidirem atacar para estragar a festa?

E no dia seguinte, a Nintendo finalmente, e pela primeira vez na história, vai mostrar seu novo videogame antes da concorrência. O tal do Project Cafe estará disponível e em detalhes – poderemos até encostar no dito cujo. Quem sabe jogá-lo? Revelar tanto e com tamanha antecedência não faz parte da tradição da Nintendo. Ou será que é pegadinha para pegar os adversários de jeito?

E3 é isso aí: emoções, decepções, especulações, noites sem dormir. Mas não estou ouvindo ninguém reclamar.

Até logo mais, aqui mesmo e em tempo real no Gamer.br e por aqui.

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Cobertura E3 2011, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , ,
30/01/2011 - 22:49

Melhores de 2010 – Escolha da Crítica

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E finalmente, cá estão. Antes de janeiro acabar e o ano de 2011 começar de vez…

…concluo a primeira parte da eleição de Melhores de 2010 do Gamer.br.

Publico agora o resultado da escolha da crítica especializada – ou seja, os jornalistas e formadores de opinião desse Brasil. Tenho o orgulho de afirmar que esta votação bate um recorde: foram 88 profissionais consultados (lembro que no ano passado recebi votos de 77 pessoas; em 2008, foram 55; em 2007, 39. Quantos serão em 2011?). São pessoas de todo o país, ligadas a todas as áreas de atuação: revistas, jornais, sites, blogs, além de gente da área do varejo e publishers, teóricos, especialistas e freelancers. Continuo a não ter dúvidas de que é a maior eleição do gênero realizada no Brasil (mesmo com ainda bastante gente se recusando a votar… :)) E os votantes são eles:

ELEITORES GAMER.BR
Akira Suzuki (UOL Jogos)
Andre “Cardoso” Czarnobai (Qualquer)
André Forte (UOL Jogos)
André Gordirro (Preview)
Alberto Alerigi Jr. (Reuters)
Alexei Barros (Hadouken)
Allan André (Ed. Digerati)
Artur Palma (GameTV)
Bruna Torres (Girls of War)
Bruno Abreu (OuterSpace)
Bruno Vasone (Arena Turbo)
Caio Corraini (Arena Turbo)
Caio Teixeira (Arena Turbo)
Carla Rodrigues (Game TV/Girls of War)
Carlos Eduardo Freitas (ex-Trivela e Revista da Semana)
Cido Coelho (NoReset)
Clarice dos Santos (Girls of War)
Cláudio Batistuzzo (Games Brasil)
Cláudio Prandoni (UOL Jogos/Hadouken)
Daniel Galera (Rancho Carne)
Daniel Mello (GameTV)
Darius Roos (TRP 420)
Diego Assis (G1)
Diego Guichard (Zero Hora)
Douglas Pereira (Arena Turbo)
Douglas Vieira (UOL Jogos)
Edson Kimura (Games Brasil)
Emerson Facunte (Saraiva)
Eric Araki (Level Up! Games)
Erico Borgo (Omelete)
Erik Gustavo (Badalhoca)
Ewandro Schenkel (Gazeta do Povo)
Fabio Bracht (Continue)
Fabio Santana (Ed. Europa)
Fabio Yabu (Princesas do Mar)
Felipe Vinha (Final Boss)
Fernando Mucioli (Kotaku Brasil)
Fernando Souza Filho (EGW)
Flávia Gasi (GGBR)
Flavio Croffi (Games Brasil)
Gabriel Morato (Pixaleted Life Bitmaps)
Gilsomar Livramento (Ed. Europa)
Gustavo Hitzschky (Kotaku Brasil, Hadouken)
Gustavo Petró (G1)
Gustavo Lanzetta (WebGus/Freeko)
Heitor de Paola (Gamerview)
Henrique Minatogawa (Ed. Digerati)
Henrique Sampaio (Arena Turbo)
Humberto Martinez (Ed. Europa)
Jefferson Kayo (GameTV)
Jocelyn Auricchio (Zumo)
Jones Rossi (Veja.com)
José Mauro Trevisan (Laboratório do Dr. Careca)
Juliano Barreto (INFO Exame)
Leandro “Sombra” Rodrigues (Ed. Europa)
Leopoldo Godoy (G1)
Lucas Patrício (EGW)
Luis Andion (EGW/Nintendo World)
Luiz Siqueira (Ed. Europa)
Marcus Oliveira (Kotaku Brasil)
Marcel R. Goto (DigiArts)
Marcelo Daniel (Freeko)
Nelson Alves Jr. (Ed. Europa)
Odir Brandão (SKY7)
Orlando Ortiz (SKY7)
Pablo Miyazawa (Rolling Stone/Gamer.br)
Pablo Raphael (UOL Jogos)
Paula Romano (EGW/MSN)
Paulo Terron (Rolling Stone/With Lasers!)
Pedro Giglio (Arena Turbo)
Renato Siqueira (Games Brasil)
Renata Honorato (The Game Girl)
Renato Bueno (Kotaku Brasil/Freeko)
Renato Viliegas (Destak/Diário de São Paulo)
Ricardo Farah (SKY7)
Rodrigo Guerra (UOL Jogos)
Rodrigo Salem (Shuffle Pop/GQ)
Rodolfo Braz (Vírgula)
Ronaldo Testa (Vírgula/HardGamer)
Spencer Stacchi (EGW)
Suzana Bueno (Zeebo Interactive Studios)
Théo Azevedo (UOL Jogos/Folha de S. Paulo)
Thiago Borbolla (Judão/MTV)
Thiago Simões (Jovem Pan)
Vinicios Duarte (GamerView)
Vinicius Lima (GameTV)
Vivi Werneck (Girls of War)
Wanderley Scarpignato (Banana Games)

(Eleitores, se errei alguma informação, me desculpem, me avisem e eu corrijo. Valeu!)

Funcionou assim: contabilizei os votos recebidos usando a seguinte metodologia: 5 pontos para cada vez que o game é citado em primeiro lugar; 3 pontos para o segundo; 1 ponto para o terceiro. Fazendo as contas, cheguei ao resultado a seguir.

A metodologia, para você não chiar, foi inventada por mim: algumas vezes um game com menos citações ficou à frente na classificação de outro mais lembrado. Isso aconteceu por causa da pontuação. Há também casos em que houve empate na pontuação e na quantidade de citações. Retomo também o argumento de que a lista não possui pretensões científicas, logo não cabem reclamações posteriores.

Aqui estão, mais do que nunca, os 21 melhores games de 2010, segundo a nata da imprensa especializada brasileira:

1. Red Dead Redemption

X360, PS3 / Rockstar – 55 citações

O "GTA no Faroeste" se mostrou muito mais do que um mero GTA no Faroeste e conquistou o primeiro lugar por seus próprios méritos. Claro, a jogabilidade perfeita e o roteiro instigante também ajudaram bastante, mas isso parece inevitável em se tratando de Rockstar. E que venha L.A. Noire, que já demorou muito para o meu gosto


2. God of War III

PlayStation 3 / Sony – 27 citações

Kratos é um dos personagens mais interessantes dos games, em um momento de transição em que heróis carismáticos são substituídos por protagonistas genéricos e sem muito carisma. God of War é o que é muito por causa do apelo de Kratos. Não que o game não tenha merecido tantos aplausos: GOW III foi o game indispensável do PS3 em 2010


3. Mass Effect 2

X360, PC / Bioware – 18 citações

A já mítica Bioware fez mágica e conquistou fãs eternos com o primeiro Mass Effect. Em Mass Effect 2, superaram tudo e melhoraram o que já parecia perfeito. É provável que quem deu chance a esse game não teve tempo de jogar outra coisa em 2010


4. Super Mario Galaxy 2

Wii / Nintendo – 16 citações

O Wii ficou para trás na guerra dos consoles adultos, mas velhos fanáticos não se esquecem facilmente dos velhos amigos. É difícil imaginar um mercado de games sem a presença do Mario - a Nintendo não irá abrir mão disso, muito menos seus fãs devotos


5. Call of Duty: Black Ops

PS3, X360, PC / Activision – 11 citações

Black Ops não fez o mesmo barulho que seu antecessor, Modern Warfare 2, mas não foi esquecido. Mas o game serviu para confirmar a onipresença da franquia Call of Duty, que parece não ter concorrência atualmente. E qual será a polêmica desse ano?


6. StarCraft II: Wings of Liberty

PC / Blizzard – 14 citações

Games para PC resistem bravamente, mesmo diante do domínio dos consoles. StarCraft 2 garantiu lugar na mídia graças ao lançamento que ganhou no Brasil, com preço justo e novo modelo de negócio. Resta saber se irá durar tanto quanto o primeiro StarCraft


7. Donkey Kong Country Returns

Wii / Nintendo – 9 citações

Outro belo retorno de personagem esquecido - Donkey Kong ficou tempo demais longe dos papéis principais, e os fãs chiaram. Resta saber se continuará a ganhar papéis de destaque nos próximos consoles da Nintendo ou se retornará ao segundo escalão


8. Assassin’s Creed: Brotherhood

X360, PS3 / Ubisoft – 8 citações

Outra franquia recente que deu certo. Aliás, duvido que a Ubisoft irá parar de explorar Assassin's Creed tão cedo (e não ouço ninguém chiando). Pelo menos, são nesses games que a empresa evidencia a habilidade de criar universos belos e instigantes


9. Gran Turismo 5

PlayStation 3 / Sony – 7 citações

O que parecia impossível de acontecer, aconteceu: saiu o novo Gran Turismo. Apesar de as altas expectativas, nem todo mundo se sentiu bem atendido, mas fica evidente que é outra franquia eterna que jamais ficará de fora de nenhum console da Sony


10. Halo Reach

Xbox 360 / Microsoft – 8 citações

Já falei como 2010 foi o ano das franquias? Pois é. E aos poucos, os brasileiros passam a compreender porque Halo é tão amado nos Estados Unidos. Será que ainda sai mais suco dessa história? Só se for um filme, o qual aliás já demorou tempo demais para sair

Menções honrosas (games também citados):

11. Need for Speed: Hot Pursuit – PC, X36o, PS3, Wii / Electronic Arts

12. Limbo – Xbox 360 /  PlayDead

13. Heavy Rain – PlayStation 3 / Sony

14. Castlevania: Lords of Shadow – PS3, X360 / Konami

15. Bayonetta – PS3, X360 / Sega

16. Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies – Nintendo DS /Nintendo/SquareEnix

17. Scott Pilgrim vs. The World: The Game – X360, PS3 / Ubisoft

18. Pro Evolution Soccer 2011 – X360, PS3, Wii, PC / Konami

18. Fallout: New Vegas – X360, PS3, PC / Bethesda

20. Super Street Fighter IV – X360, PS3 / Capcom

21. Bioshock 2 – X360, PS3, PC / 2K Games

***

Considerações? Faça abaixo. E amanhã, o resultado da eleição do público. Será que os resultados bateram? Eu acredito que foi parecido. Mas vou contabilizar para ter certeza. Até lá.

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