Publicidade

Publicidade

30/09/2011 - 18:25

O que é o Brasil dos Games, Parte Final

Compartilhe: Twitter

E vai acabar assim, com alguém fazendo comigo o que eu fiz durante cinco anos (sempre no bom sentido, claro): em uma Entrevista da Semana.

O escolhido para a tarefa foi o Gus Lanzetta, o onipresente faz-tudo do jornalismo gamer de guerrilha. Gus surgiu fazendo podcasts no falecido Audiogame, passou pelos principais portais do país, deixou sua marca no Freeko e atualmente é um dos comandantes do ambicioso Lektronik. Conheci o Gus na época em que comecei o blog, um pouco antes, um pouco depois, e ele sempre foi um dos meus grandes apoiadores/colaboradores aqui. Então, acho justo que ele participe desse desfecho. Talvez minhas palavras falem melhor por mim do que eu mesmo. Mas não seria a mesma coisa?

Possivelmente. Mas em uma entrevista exercemos um diferente tipo de faceta. Não saberei explicar melhor – as perguntas e as respostas resumem a história por mim.

A todos vocês, meu muito obrigado. E até logo! Volto em breve.

***

Entrevista da Semana: Pablo Miyazawa (Gamer.br)

Por Gus Lanzetta*

Entrevistar o Pablo para este blog parece algo lógico quando se considera o quão icônicas as entrevistas que ele conduziu através dos anos no Gamer.br foram. É uma forma de registrar quem aqui fez o registro, de homenagear o trabalho do japonês mais querido de toda a Vila Madalena… Ou não, sei lá. Eu só cheguei nessa ideia depois do Miyazawa me pedir pra escrever aqui neste derradeiro mês e eu não conseguir achar uma “pauta”.

Por mais desrespeitosa que seja a motivação, o que importa é o produto, agora fica aí: Pablo Miyazawa, o jornalista, o homem, em suas próprias palavras digitadas impecavelmente no MSN.

Gamer.br: Pablo, na última década você seguiu uma carreira que lhe rendeu a fama de ser um dos maiores entendidos de joguinho do país. Como começou essa trajetória no jornalismo sobre games e o que você buscava atingir profissionalmente quando começou a escrever na Nintendo World? Acha que alcançou esse objetivo?

Pablo Miyazawa: Quando comecei, não havia pretensão nenhuma. Não havia nada a ser almejado, porque não havia nada anteriormente. É até engraçado falar disso, já que nem faz assim tanto tempo – 1998, há 13 anos -, mas era tudo tão diferente que parece outra era. Começou por acidente, quando fui chamado para trabalhar na revista que nem existia ainda, e acabou se tornando minha vocação e minha carreira. Acho que hoje posso dizer que, seja lá qual objetivo alcancei, eu atingi bem mais do que poderia esperar. Sem nenhuma dúvida.

Gamer.br: E essa vida de escrever sobre games passou por cima de outra que você sonhava em ter? Você fez faculdade de jornalismo, não? O que você pensava que ia fazer da vida antes de cair, por acidente, no buraco – digo, mundo dos videogames?
PM: Eu imaginava que eu iria trabalhar com algo que gostasse – não pensava que não daria certo. Mas como disse, não tinha pretensões grandes. Se arrumasse emprego em um jornal, tudo bem. Naquele tempo, ninguém tinha tanta pressa como hoje em dia. As pessoas são ansiosas demais. Realmente, não há espaço para todo mundo, a concorrência é quase desleal. Mas naquele tempo, fim dos anos 1990, era como se houvesse chances a todos – era só descobrir a sua. Eu não imaginava que o segmento “jornalismo de games” se tornaria relevante (na real, nem imaginava que se tornaria um segmento considerável). Hoje, a história é outra e fico feliz de ter feito parte desse desenvolvimento. Mas, naquela época, não era algo que eu pudesse exatamente me orgulhar. Meus colegas de faculdade e seus empregos na grande imprensa não me levavam muito a sério por fazer revistas “para crianças”. Hoje, fico satisfeito de não ter dado ouvidos a esse tipo de crítica.

Gamer.br: Você acha que teve ou tem influência nos jornalistas de games do Brasil? Que influência seria essa?
PM: Olha, seria prepotência dizer que sim, mas muita gente me diz que tive. Então, prefiro fingir que não penso a respeito disso. É claro que penso, principalmente quando vejo o quão diferente era e como é hoje em dia. Só percebo certas coisas quando encontro pessoas que dizem que liam as revistas e que decidiram fazer jornalismo por causa disso. Não sei, é difícil dizer (e fácil parecer babaca falando sobre isso). Eu prefiro crer que todo mundo que trabalhou naquela época colaborou para preparar o terreno para o que temos hoje – e o que temos hoje é ótimo. Uma imprensa especializada atuante, antenada e relevante, que continua pautando a grande imprensa, mas não agindo como nicho, ou com complexo de vira-lata. Estamos fortes hoje, e mais relevantes. Evoluímos.

Gamer.br: Evoluímos como os Pokémons que se popularizaram muito na época em que você estava entrando nesse mundo de escrever sobre videogame, mas se a imprensa especializada foi de um Pichu para um Pikachu, qual você acha que é nosso Raichu?
PM: Não acho que, no caso, ser Raichu é uma coisa melhor. Veja bem, do ponto de vista pokemoniano, o Pikachu tem muito mais carisma a e qualidades do que um Raichu. Acho que, por bem, deveríamos nos manter pikachus. Não sei se todo mundo irá entender essas referências esquisitas, mas tudo bem.

Gamer.br: Tomara que não entendam, se todos entenderem, fica feio pra todo mundo. Mas agora que se faz Xbox e jogo de PS3 no Brasil, agora que a E3 tem mais brasileiro que mictório no banheiro, pra onde que você acha que tá caminhando tudo isso? E teriam nossos pisantes o poder de aguentar essa caminhada ou vamos cansar no caminho?
PM: Acho que vamos chegar naquele sonhado ponto em que os games são tão considerados e respeitados quanto o cinema e a música, talvez. Mas isso ainda vai demorar. Por enquanto, o estigma de nerdice/infantilidade/gueto continua enraizado nos videogames e essa ideia não vai se perder agora. Talvez quando nossos filhos estiverem se tornando formadores de opinião – daqui uns 15, 20 anos, talvez? Mas estamos pavimentando o caminho para isso, tornando os games mais acessíveis e relevantes, incitando as discussões, eliminando preconceitos. Tudo isso é um trabalho de longo prazo, lento, mas terá resultados lá na frente. Agora, será isso que estamos vendo: devagar e sempre.

Gamer.br: Vou encerrar não com uma pergunta, mas com um pedido: Em todos esses anos de Gamer.br você quase nunca falou mal de nada, normalmente só fala bem ou não expressa muita opinião. Então eu peço, Pablo, dá pra falar mal de alguma coisa? Só essa vez, vai, pode até ser de mim, dessa entrevista, qualquer coisa.
PM: Ok, você pediu. Não é de meu feitio fazer isso, assim como também não quero ser conhecido por apenas falar “bem” das coisas. Mas se tem algo que eu gostaria de criticar é a maneira com que muita gente se leva a sério nessa vida. Nem estou falando apenas do jornalismo de games, ou da indústria de games, mas da vida de um modo geral. É muito fácil pra muita gente criar caso, reclamar, xingar ou entrar em conflito por besteira, amendoins. Fico chocado como tem gente que entra em brigas com pessoas que nem conhecem, simplesmente por divergirem em temas que não são relevantes (opinião – todo mundo tem uma, nenhuma é necessariamente melhor que a outra). Então, reclamo aqui de quem se leva muito a sério e quem se preocupa muito em impor opiniões e diminuir a importância do que outros pensam.
Não dá para querer que todos sejam amigos e vivam em harmonia, mas a vida seria menos conflituosa e estressante se cada um cuidasse de seu próprio trabalho e fizesse o melhor possível para fazer o seu sem necessariamente prejudicar ou punir o outro. É utópico, mas penso nisso sempre.

Gamer.br: Muito obrigado, Pablo, seu blog agradece.

**

Essa então foi minha contribuição para o funeral mais longo que um blog já teve nessa “blogosfera” de videogames. Fiquei muito contente todas as vezes que pude contribuir pra esse blog, incluindo hoje. Mas não vou ficar rasgando muita seda nem nada, porque afinal é só um blog, ninguém morreu e, acima de tudo, não quero levar isso a sério demais.

*Gus Lanzetta (@guslanzetta) faz parte das equipes dos sites Lektronik e Freeko.

Autor: - Categoria(s): Brasil dos Games, Clique Comigo, Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
05/09/2011 - 18:15

Os Cinco Anos do Gamer.br… e o Fim

Compartilhe: Twitter

Para começar a semana, uma notícia. Ou melhor, uma comemoração.

O dia 4 de setembro – mais conhecido como ontem – marcou o aniversário de cinco anos de atividades deste Gamer.br.

Parece que foi ontem, mas foi em 2006. Eu havia acabado de me desligar das publicações especializadas, após oito anos na Conrad/Futuro (hoje Tambor) e iniciado um novo desafio, na Rolling Stone brasileira. Quando pensava que os games seriam parte de meu passado remoto (ou apenas de meus horários de lazer), surgiu a oportunidade de escrever sobre o tema na internet. Graças ao convite do IG (e da editora na época, a Renata Honorato), pude abrir uma nova frente de trabalho e continuar atuante no segmento sobre o qual construí toda minha carreira de jornalista. E assim, continuei. Aos trancos e barrancos, nem sempre fazendo justiça à frequência proposta, mas sempre por aqui, tentando manter as antenas ligadas e a relevância. Por incrível que pareça, consegui me aproximar ainda mais desse mercado – mais até do que quando editava revistas de games e convivia diariamente com essas pautas.

Comemorem comigo. Cinco anos não é pouca coisa, e desse período me orgulho demais. Criei uma relação ainda mais sólida com esse segmento, recuperei leitores perdidos, ganhei outros novos, estabeleci certa reputação e acumulei mais acertos do que erros. Não tenho do que reclamar.

E, é claro: tudo o que começa, termina um dia.

Este mês de setembro marca o último de minha parceria com o portal IG. A partir de 1 de outubro, o Gamer.br deixará de existir como você o conhece. Caso eu continue com o blog, será em outro local virtual, sob outra orientação e, possivelmente, com outro nome. O futuro é incerto e está sendo escrito nesse exato momento. Talvez ainda nas próximas semanas eu tenha novidades nesse sentido (conversas acontecem o tempo todo). Mas, para todos os efeitos, setembro de 2011 será o último mês de existência do Gamer.br.

Não tenho nem condições de agradecer a todos que fizeram deste um dos espaços jornalísticos mais pertinentes do mercado nacional de games – amigos, leitores, colegas jornalistas, profissionais das empresas especializadas, integrantes de assessorias de imprensa, pessoas que entrevistei, pessoas que comentaram, pessoas que visitavam, pessoas que continuam visitando, o IG, minha família e todo mundo que divulgou o blog de alguma forma nos últimos cinco anos. Foram experiências gratificantes e especiais, as quais jamais irei desvalorizar. Se você se encaixa em algum dos grupos acima, deixo meu sincero muito obrigado.

Nos próximos dias, o Gamer.br continuará em atividade – e com surpresas. Propus umas ideias a alguns amigos e parceiros, que toparam ajudar. E você verá os frutos dessas conversas aqui nesse endereço, ao longo de setembro. Depois disso, só o tempo irá dizer. Espero ter boas notícias logo.

Por enquanto, é isso. Deixo um abraço e um até logo, não um adeus. E a certeza de que nos veremos muito em breve.

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
09/02/2011 - 19:43

O Futuro dos Games… Não Será Tão Movimentado (Assim Espero)

Compartilhe: Twitter

Olá, como vai.

Fevereiro está agitado, pelo menos para mim. Dei uma sumida esses dias porque está difícil. E como você já se acostumou, é nessa hora que dou o truque e relembro o que andei escrevendo por aí.

O texto a seguir foi publicado no mês passado, na revista EGW edição 109 (se não estou enganado). Talvez você não tenha visto ainda, então presto aqui aquele serviço básico de crossmedia. Confira e comente. E até o final da semana, novidades e as soluções de algumas questões que eu já deveria ter feito e deixei para trás.

***

Desvios Obrigatórios*
Controles de movimento, fim do joystick… Será que a indústria acertou em cheio dessa vez? Ou será que não?

Dei o braço a torcer e instalei o Kinect lá em casa.

A embalagem do novo acessório do Xbox 360 ficou dias largada no canto da sala, até finalmente eu ter coragem de me arriscar. Não fossem por uns amigos, acho que ela permaneceria intocada por mais tempo. “Não acredito que você tem o Kinect e não estamos jogando”, disse um deles, direto no ponto. Fui obrigado a concordar. O Pablo Miyazawa de cinco anos atrás certamente não perderia um único minuto dessa oportunidade. E o Pablo da atualidade, que tem 32 anos nas costas e já não se impressiona muito com quase nada?

Esse ficou cansado após uma mísera horinha de partida. Sério.

Não quero ir contra a maré da evolução tecnológica. Realmente respeito as grandes fabricantes e as seguidas tentativas de trazer o “futuro” para nossas salas de estar. Mas, simplesmente, essas inovações não são para mim. Pelo menos não para esta versão envelhecida de mim.

As longas sessões de Guitar Hero e Rock Band já são suficientes para lesionar meus braços, pernas e cordas vocais. As partidas cooperativas de Modern Warfare 2 já deixam os olhos lacrimejando e os tendões doloridos. Os torneios de FIFA e Pro Evolution Soccer já são prejudiciais o bastante para o meu sono. Mas tenho sobrevivido para contar. Agora, foi preciso uma única rodada de Kinect Sports e Dance Central para eu ficar completamente suado. E olha que nem o inofensivo Kinectimals ajudou a aliviar a barra. Fiquei feliz de o sofá estar logo atrás de mim, o que me permitia sentar entre uma partida e outra. Não gostei de a maioria dos games me obrigar a ficar de pé para jogar. Fiquei aliviado de cada partida ser tão rápida que me permitiu ficar mais sentado do que em pé.

Sim, sou um reclamão, e estou fora de forma. E os videogames não estão nem aí para isso. Querem vencer meu sedentarismo à força. Será que é assim que eles vão conseguir?

Não estou aqui para julgar a qualidade desses jogos “físicos”. Bons eles devem ser, pelo menos uma parcela deles. Como toda tecnologia nova, há problemas para se resolver. Normal. Não me lembro de algum novo console cujos primeiros games acertaram na mosca. O Game Boy da Nintendo foi lançado com o inigualável Tetris, mas muita porcaria saiu ao mesmo tempo. A mesma coisa rolou no NES, no Super NES, no PlayStation, e por aí vai. E falando mais especificamente sobre acessórios, também tenho dificuldade em lembrar algum que tenha feito muito sucesso a ponto de alavancar as vendas de um console (me perdoe se eu estiver equivocado, a memória já não funciona tão bem). Pistolas, óculos 3D e tapetes de exercícios fizeram nossa cabeça no passado. Mais recentemente, guitarras, baterias, microfones e câmeras nos fizeram gastar mais dinheiro ainda. E a onda persiste nesse “final” de geração de videogames: veja só a Sony e a Microsoft fazendo você gastar mais dinheiro com novos brinquedinhos, só para estender um pouco a longevidade de seus consoles.

Eu, particularmente, não gostaria que a próxima geração de videogames seja baseada em uma evolução desses joysticks com sensores de movimentos (no caso do Wii e do Move), ou mesmo na completa ausência de um controle (no caso do Kinect). Sempre imaginei o futuro dos games com uma pegada mais “realidade virtual”, aos moldes do filme Tron, ou mesmo ao estilo de The Matrix. Nessas obras, porém, não se levava em consideração o fato de o jogador se cansar ao longo de uma partida. Os desenvolvedores da Nintendo, Sony e Microsoft, na certa, também não pensaram muito nisso. Outro detalhe que foi ignorado: os espaços físicos estão cada vez menores, e quem sofre para pagar o aluguel da quitinete sabe o que isso significa. Dá para dizer que apenas os privilegiados possuem espaço suficiente em suas salas para jogar Kinect, Move ou Wii com a desenvoltura necessária (traduzindo, sem quebrar objetos, derrubar móveis ou esbarrar no ventilador de teto).

Digo e repito: não estou aqui para malhar a “nova onda” dos games. Só acho que ela, assim como diversas outras tentativas anteriores da indústria, não irá durar muito tempo. Talvez este seja apenas um caminho alternativo, ou um desvio necessário, antes de presenciarmos avanços ainda mais interessantes. E, assim eu espero, bem menos cansativos.

* Texto publicado na edição 109 da EGW, janeiro de 2011.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
11/09/2010 - 16:01

Promoção Gamer.br: Discutindo a Pirataria

Compartilhe: Twitter

Cá estamos. Vamos lá?

É o seguinte. Para comemorar o aniversário de 4 anos do Gamer.br (e justificar a distribuição de prêmios), achei interessante estimular você a pensar a respeito de uma questão das mais complexas relacionada diretamente ao mercado de games brasileiro.

Acertou quem pensou em… pirataria.

O tema voltou a  ser tema de discussões intensas recentemente, desde que foi anunciada a (aguardada?) quebra da segurança do PlayStation 3, o que permitiria a cópia e reprodução de qualquer jogo no console através de um acessório conectado via USB. A Sony se prontificou a (tentar) bloquear os destravamentos com atualizações de sistema, mas já há quem declare ter burlado isso para se utilizar do hackeamento. E blá, blá, blá. É claro que isso iria acontecer um dia ou outro. E olha que até demorou – logo mais o PS3 faz quatro anos de vida.

Ainda nesse tema, recentemente li um estudo que aponta que a pirataria não representaria perdas de vendas tão acentuadas quanto as publishers divulgam. Na prática, quem consome a pirataria talvez não comprasse o jogo original de qualquer maneira. Segundo o estudo (que me foge agora, depois publico o link), a porcentagem de gente que deixa de comprar um game original porque se utiliza de pirataria não é assim tão elevada. Ou seja, de acordo com essa pesquisa, se não fosse pela pirataria, muita gente jamais teria acesso aos games e jamais pensaria em comprá-los da maneira legalizada. É intrigante, se você for pensar a respeito.

A ideia da promoção do Gamer.br não é discutir exatamente esses dois fatos, mas utilizá-los para nos fazer pensar sobre isso. Proponho você a escrever o que pensa nos comentários abaixo, expondo sua opinião sobre o tema:

Pirataria nos games: nociva, prejudicial, imoral? Ou necessária, boa para o mercado, indispensável?O que você pensa sobre o assunto? A pirataria prejudica mesmo o mercado de games e atrasa o desenvolvimento, como todo mundo costuma apontar? Ou ela seria um “mal necessário” para popularizar os videogames em um país como o nosso? E mais: existe solução para o problema? Qual o futuro desta situação? Há mercado de games no Brasil sem a presença da pirataria? E como ele seria? O que pode ser feito para coibi-la? Iria resolver/mudar alguma coisa?

Vou aceitar comentários até o final de setembro, quando revelarei os vencedores, que serão selecionados por um corpo de jurados formado por mim e pelos meus colegas de Arena Turbo. Você pode dar o enfoque que preferir ao seu relato. Vamos avaliar as opiniões baseados na qualidade/coerência dos argumentos e também na escrita, mas dando mais valor às ideias do que ao texto em si. Sinta-se livre para fazer como quiser, opinar como tiver vontade, falar o que vem à sua cabeça, mesmo que pareça errado. Só peço para não estourar muito o limite de 2000 caracteres (senão não conseguirei ler tudo, né).

Serão escolhidos 13 textos no total, que além de publicados aqui no Gamer.br, irão render prêmios aos seus autores. Aliás, os grandes prêmios são esses:

3 games para Xbox 360: Halo Reach, Alan Wake, Forza Motosport 3 (gentilmente cedidos pela Microsoft Brasil) – cada um dos três primeiros colocados ganhará um desses games, escolhidos aleatoriamente.

5 keys para as versões ilimitadas de StarCraft 2 (gentilmente cedidas pela Blizzard) – cinco participantes (do quarto ao oitavo colocado) ganharão, cada um, uma senha exclusiva para jogar ilimitadamente.

5 camisetas da Level Up! Games (gentilmente cedidas pela Level Up! Games) – cinco participantes (do nono ao décimo-terceiro colocado) ganharão uma camiseta cada.

E sim, antes que você pergunte – todos os prêmios são originais. :)

É uma promoção cultural, então não cabem recursos, reclamações sobre vencedores ou sobre os prêmios. Quem ganhar e não curtir, pode vender, dar para um amigo ou guardar como lembrança. A ideia é estimular o debate e tentar chegar a um outro nível de discussão. Os prêmios são mero detalhe.

A propósito, agradeço mais uma vez à Microsoft, Blizzard e Level Up! Games por gentilmente cederem os prêmios a essa promoção.

Então está valendo, pode começar. Utilize o espaço de comentários abaixo. Comentários escritos em outro post não serão considerados para a promoção.

E segunda voltaremos à programação normal.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
10/09/2010 - 19:29

Promoção Gamer.br Ano 4

Compartilhe: Twitter

Alô, alô! Tem alguém ainda aí?

Amanhã, sábado, 11 de setembro (a data é coincidência, ok?), tem promoção aqui no Gamer.br. Retorne para saber mais.

Mas já adianto que vou desafiar você a escrever sobre certo assunto polêmico. E que você deverá usar todos os seus bons argumentos para merecer o prêmio.

Aliás, os prêmios. São vários. Bem valiosos, por sinal. Tenho certeza de que você não vai se decepcionar.

Vale lembrar que é tudo feito para comemorar os 4 anos deste blog, comemorados ao longo do mês de setembro.

Então, volte aqui, lá pelo meio da tarde. Eu avisarei pelo Twitter.

E boa sexta-feira para todo mundo.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
03/09/2010 - 20:31

Quatro anos de Gamer.br

Compartilhe: Twitter

Amanhã, sábado, é o dia do aniversário do GAMER.BR.

Quatro anos de existência. Foi em 4 de setembro de 2006 que publiquei o primeiro texto neste blog, em parceria com o portal IG. De lá para cá, tanta água rolou. Foram 514 posts e 6822 comentários aprovados. Algumas dezenas de Entrevistas da Semana publicadas; por volta de meia dúzia de eventos internacionais observados de perto; um outro furo de reportagem; um tanto de alfinetadas, mais um tanto de afagadas, um monte de gente irritada (faz parte); e diversos textos cheios de opinião, nem sempre muito fundamentadas (faz parte também). Foi uma longa viagem.

Eu agradeço a você, que faz parte dessa história toda e que ajuda a me manter aqui regularmente (pero no mucho). Espero continuar atendendo às expectativas, e que esse tal de mercado brasileiro de games deixe de ser mero eufemismo e se torne efetivamente uma realidade – e que isso não leve mais quatro anos para isso acontecer.

Aproveite o seu feriado (desligue o videogame, se possível) e retorne aqui na semana que vem. Bolei uma promoção para distribuir uns prêmios legais. Na quarta-feira que vem eu digo qual é.

Um abraço a todos. São quatro anos, mas parece que foi o dobro.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
Voltar ao topo