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21/09/2011 - 19:45

O que é o Brasil dos Games, Parte 7

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E o BRASIL DOS GAMES? Está firme?

Segundo meus amigos do mercado nacional, está melhor do que nunca. É o que se compreende pelas contribuições que estou recebendo nesse período de despedidas do Gamer.br no IG.

A colaboração de hoje veio do amigo Ricardo Farah, jornalista, ex-editor da revista EGM Brasil e atual sócio da SKY7, empresa especializada em conteúdo e consultoria digital no ramo de videogames. Farah deu sua visão positiva do mercado brasileiro, mas sem deixar de apontar defeitos clássicos que ainda estamos enfrentando até hoje. Leia, prestigie e comente lá embaixo.

***

No Brasil dos Games, a união faz a força

Por Ricardo Farah*

No Brasil dos Games existem dois perfis claros de habitantes ligados diretamente ao mercado: aqueles que querem a ilha só para si; e aqueles que não vêem a hora de trazer o maior número de gente possível para a ilha. No primeiro nicho estão pessoas que simplesmente estão aproveitando que videogame é a bola da vez em nosso país para fazer autopromoção ou para garantir a maior fatia do bolo. Ao outro grupo, que por sinal é bem maior que o primeiro para a nossa sorte, estão os profissionais realmente engajados em fazer a diferença, em levar os principais dados do nosso mercado para o mundo exterior, abrindo espaço para que novas empresas apostem em nosso potencial.

Não fosse pelos habitantes do segundo grupo, dificilmente você veria empresas como a Blizzard investir tanto em nosso país. Não fosse pelos habitantes do primeiro grupo, talvez videogame teria deixado de ser mainstream pela mídia em massa há muito mais tempo do que gostaríamos.

É amigo, o Brasil dos Games está prosperando como sempre sonhamos, mas ainda precisamos aparar as arestas, enxugar a gordura e limpar o mercado de quem realmente não está nessa por amor a profissão e ao mercado. Honestamente, ao menos é nisso que eu, o Pablo e uma boa trupe de jornalistas, empresários, investidores e pensadores acreditamos.

Aos poucos, as próprias condições que a indústria impõe já estão fazendo a faxina necessária em nosso país. E para a nossa alegria isso inclui o próprio mercado cinza, que perde espaço a cada dia graças exclusivamente a própria comunidade de jogadores que está criando consciência do valor que um jogo original agrega à experiência se comparado ao mar dos alternativos.

Se a aposta do consumidor em viver no lado Verde da Força está diretamente atrelada com o acesso as redes online ou as demonstrações gratuitas de jogos que os fabricantes disponibilizam para os consoles ninguém pode garantir. O fato é que o consumidor brasileiro está cada vez mais sagaz nas suas escolhas e consciente no seu papel em todo ecossistema.

Definitivamente a fabricação local de jogos e consoles ou a chegada de grandes franquias online e produtoras japonesas são acontecimentos que denotam este crescimento a passos ligeiros de nosso mercado, mas nada disso estaria acontecendo se a própria comunidade não apostasse nessas e em outras empresas já instaladas no Brasil. Mesmo assim, todos estes lampejos do mercado nacional só beneficiam a própria cadeia internacional e a nossa realidade gamer em curto prazo.

Eu diria que há uma lacuna que precisa ser preenchida no menor tempo possível caso esperemos figurar entre os países que realmente fazem a diferença na indústria de games. Falo do desenvolvimento local de jogos, explorado de forma prematura pelas gigantes internacionais em nosso país, mas encarado de forma séria por muita gente de talento que está apostando todas as suas fichas em algo completamente inédito. É louvável ver grupos de estudantes e jovens profissionais abrindo sua própria desenvolvedora para lançar o seu game, mas o que temos hoje é algo semelhante ao futebol brasileiro, com os melhores talentos sendo exportados para os principais pólos industriais do mundo. E isso infelizmente não ajuda em nada a pavimentar nossa indústria local. Por isso eu acredito que enquanto o próprio governo não criar projetos que incentivem o desenvolvimento de jogos local, não haverá imposto justo que justifique o crescimento de nosso país em longo prazo.

O mercado está aí, caminhando e prosperando como pode. Cabe a cada um de nós, envolvidos na indústria de jogos ou apenas entusiastas fazermos a nossa parte. Pois por menor que ela possa ser, lá na frente o resultado será excepcionalmente brilhante. É nisso em que eu confio.

*Ricardo Farah (@rifarah) é Sócio-Diretor da SKY7 e colunista de games do TechTudo.

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21/07/2011 - 21:11

World of WarCraft no Brasil: os fatos

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Finalmente, o dia chegou: World of Warcraft será lançado no Brasil.

A Blizzard Entertainment está anunciando nesse momento os detalhes do lançamento, que deverá ocorrer até o final de 2011 (a empresa não confirma, mas deverá ser em setembro).

A versão nacional será 100% localizada para o português brasileiro, textos e vozes, em um processo que levou quase dois anos e teve todo o cuidado para não parecer enlatado, conforme me explicou J. Allen Brack, diretor de produção de WOW. A melhor informação a respeito disso tudo é o preço: tanto o game quanto a assinatura do WOW brasileiros serão bastante em conta – valores a que não estamos mais acostumados em se tratando do mercado de games nacional.

A Blizzard pretende cobrar dos usuários de World of Warcraft no Brasil:

R$ 29,90 pela embalagem com o game (que inclui uma expansão, The Burning Crusade, que é um complemento ao jogo original). É possível testar o jogo por 30 dias antes de pagar a primeira assinatura.

– e R$ 15 pela assinatura, que dá direito a 30 dias de jogo ilimitado.

O pagamento poderá ser feito via boleto bancário, cartões de débito e crédito (eles devem oferecer mais detalhes sobre as formas de pagamento em breve).

Para quem já joga WOW, será possível migrar para a versão brasileira, sem sustos ou pagamentos de taxas, mantendo itens e status do personagem.

Como já acontece lá fora, será possível experimentar o game em um período grátis (com a “Starter Edition”) antes de pagar qualquer taxa mensal. A Blizzard também pretende oferecer descontos para os usuários que se dispuserem a assinar o serviço por períodos maiores. Segundo Steve Huot, diretor de operações da Blizzard para a América Latina, 90 dias de jogo custarão R$ 42; 180 dias sairão por R$ 74 (os valores estão sujeitos a alterações).

“Se você comparar nossos valores aos games [para consoles] que hoje custam R$ 100, R$ 200, é bastante significativo”, diz Huot, explicando sobre os preços cobrados. “Já o valor da assinatura: compare com os US$ 15 cobrados nos Estados Unidos. [Os R$ 15 representam] a metade do preço de um ingresso de cinema no Brasil – uma sessão que dura no máximo duas horas. Mas em WOW, você pode jogar o mês inteiro, fazer coisas incríveis, interagir com a história – e é algo bem mais imersivo do que os filmes.”

Huot prossegue: “Decidimos cobrar um preço acessível porque nem todo mundo no Brasil consegue pagar para ir ao cinema todos os meses. Esse é um preço que sentimos que permitirá que qualquer um tenha a possibilidade de experimentar.”

Mais notícias logo mais, ou aqui, no site da Rolling Stone Brasil.

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14/07/2011 - 21:14

World of Warcraft no Brasil? E o que mais?

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A Blizzard brasileira anunciou um evento para a semana que vem. E os mais espertos garantem: será para anunciar a tão aguardada chegada oficial de World of Warcraft ao Brasil. O convite promete “um anúncio oficial a respeito de uma das maiores franquias da Blizzard.”

Será no dia 21 de julho. Que tal?

***

E por falar em evento…

“Dizem” que o Yoshinori Ono, produtor dos games Street Fighter, foi convidado a vir ao Brasil para dar as caras em algum evento de games. Isso se interpretarmos os intraduzíveis tweets dele dessa forma:

“I’d like to go to there… now we are thinking. ;D” Ele disse no dia 7.

“I had invitation from many event.Brasil,Moscow,NYComicCon..I’ll be arrangemet.”ele “tentou” dizer no dia 9.

Para os especialistas em engrish: o cara vem ou não vem?

***

Lembrando que o Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America, já afirmou que virá em breve – muito provavelmente também para aproveitar a movimentação de algum evento de games nacional (conforme ele me adiantou aqui):

“Eu certamente espero visitar o Brasil. Ainda não tive a oportunidade de experienciar o mercado brasileiro. Estive no México, no Panamá, e sei que preciso ver o Brasil de perto. É um mercado muito importante para nós, ainda mais nesse momento, em que nos preparamos para lançar oficialmente o Nintendo 3DS lá. Então, sim, provavelmente nesse outono [primavera no Brasil, período entre setembro e dezembro], eu gostaria muito de visitar esse mercado e ver como podemos ser mais efetivos na região.”

***

Estão fortes esses rumores sobre a redução de preços dos games de Xbox 360 e do próprio console, para outubro – lojistas já teriam sido informados da mudança que faria o preço de um game lançamento cair para a casa dos R$ 80. Dá para acreditar? Caso isso realmente aconteça, é possível que inspire outras distribuidoras a realizar reduções também. Acho dificil que seja assim, mas não custa especular, certo?

Aliás, passei hoje na FNAC e me surpreendi com a quantidade de games para Xbox 360 vendidos a preços, digamos, interessantes: dezenas de títulos (não tão recentes) a menos de R$ 70 – alguns a R$ 39. Acho barato e honesto. Mas antes de tudo, alguém me responda: se um game que um dia foi vendido a R$ 149 consegue ser comercializado um ano depois a R$ 39… algo está errado na matemática, não?

Ou deve ser porque sou de Humanas e não sei fazer contas.

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30/01/2011 - 22:49

Melhores de 2010 – Escolha da Crítica

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E finalmente, cá estão. Antes de janeiro acabar e o ano de 2011 começar de vez…

…concluo a primeira parte da eleição de Melhores de 2010 do Gamer.br.

Publico agora o resultado da escolha da crítica especializada – ou seja, os jornalistas e formadores de opinião desse Brasil. Tenho o orgulho de afirmar que esta votação bate um recorde: foram 88 profissionais consultados (lembro que no ano passado recebi votos de 77 pessoas; em 2008, foram 55; em 2007, 39. Quantos serão em 2011?). São pessoas de todo o país, ligadas a todas as áreas de atuação: revistas, jornais, sites, blogs, além de gente da área do varejo e publishers, teóricos, especialistas e freelancers. Continuo a não ter dúvidas de que é a maior eleição do gênero realizada no Brasil (mesmo com ainda bastante gente se recusando a votar… :)) E os votantes são eles:

ELEITORES GAMER.BR
Akira Suzuki (UOL Jogos)
Andre “Cardoso” Czarnobai (Qualquer)
André Forte (UOL Jogos)
André Gordirro (Preview)
Alberto Alerigi Jr. (Reuters)
Alexei Barros (Hadouken)
Allan André (Ed. Digerati)
Artur Palma (GameTV)
Bruna Torres (Girls of War)
Bruno Abreu (OuterSpace)
Bruno Vasone (Arena Turbo)
Caio Corraini (Arena Turbo)
Caio Teixeira (Arena Turbo)
Carla Rodrigues (Game TV/Girls of War)
Carlos Eduardo Freitas (ex-Trivela e Revista da Semana)
Cido Coelho (NoReset)
Clarice dos Santos (Girls of War)
Cláudio Batistuzzo (Games Brasil)
Cláudio Prandoni (UOL Jogos/Hadouken)
Daniel Galera (Rancho Carne)
Daniel Mello (GameTV)
Darius Roos (TRP 420)
Diego Assis (G1)
Diego Guichard (Zero Hora)
Douglas Pereira (Arena Turbo)
Douglas Vieira (UOL Jogos)
Edson Kimura (Games Brasil)
Emerson Facunte (Saraiva)
Eric Araki (Level Up! Games)
Erico Borgo (Omelete)
Erik Gustavo (Badalhoca)
Ewandro Schenkel (Gazeta do Povo)
Fabio Bracht (Continue)
Fabio Santana (Ed. Europa)
Fabio Yabu (Princesas do Mar)
Felipe Vinha (Final Boss)
Fernando Mucioli (Kotaku Brasil)
Fernando Souza Filho (EGW)
Flávia Gasi (GGBR)
Flavio Croffi (Games Brasil)
Gabriel Morato (Pixaleted Life Bitmaps)
Gilsomar Livramento (Ed. Europa)
Gustavo Hitzschky (Kotaku Brasil, Hadouken)
Gustavo Petró (G1)
Gustavo Lanzetta (WebGus/Freeko)
Heitor de Paola (Gamerview)
Henrique Minatogawa (Ed. Digerati)
Henrique Sampaio (Arena Turbo)
Humberto Martinez (Ed. Europa)
Jefferson Kayo (GameTV)
Jocelyn Auricchio (Zumo)
Jones Rossi (Veja.com)
José Mauro Trevisan (Laboratório do Dr. Careca)
Juliano Barreto (INFO Exame)
Leandro “Sombra” Rodrigues (Ed. Europa)
Leopoldo Godoy (G1)
Lucas Patrício (EGW)
Luis Andion (EGW/Nintendo World)
Luiz Siqueira (Ed. Europa)
Marcus Oliveira (Kotaku Brasil)
Marcel R. Goto (DigiArts)
Marcelo Daniel (Freeko)
Nelson Alves Jr. (Ed. Europa)
Odir Brandão (SKY7)
Orlando Ortiz (SKY7)
Pablo Miyazawa (Rolling Stone/Gamer.br)
Pablo Raphael (UOL Jogos)
Paula Romano (EGW/MSN)
Paulo Terron (Rolling Stone/With Lasers!)
Pedro Giglio (Arena Turbo)
Renato Siqueira (Games Brasil)
Renata Honorato (The Game Girl)
Renato Bueno (Kotaku Brasil/Freeko)
Renato Viliegas (Destak/Diário de São Paulo)
Ricardo Farah (SKY7)
Rodrigo Guerra (UOL Jogos)
Rodrigo Salem (Shuffle Pop/GQ)
Rodolfo Braz (Vírgula)
Ronaldo Testa (Vírgula/HardGamer)
Spencer Stacchi (EGW)
Suzana Bueno (Zeebo Interactive Studios)
Théo Azevedo (UOL Jogos/Folha de S. Paulo)
Thiago Borbolla (Judão/MTV)
Thiago Simões (Jovem Pan)
Vinicios Duarte (GamerView)
Vinicius Lima (GameTV)
Vivi Werneck (Girls of War)
Wanderley Scarpignato (Banana Games)

(Eleitores, se errei alguma informação, me desculpem, me avisem e eu corrijo. Valeu!)

Funcionou assim: contabilizei os votos recebidos usando a seguinte metodologia: 5 pontos para cada vez que o game é citado em primeiro lugar; 3 pontos para o segundo; 1 ponto para o terceiro. Fazendo as contas, cheguei ao resultado a seguir.

A metodologia, para você não chiar, foi inventada por mim: algumas vezes um game com menos citações ficou à frente na classificação de outro mais lembrado. Isso aconteceu por causa da pontuação. Há também casos em que houve empate na pontuação e na quantidade de citações. Retomo também o argumento de que a lista não possui pretensões científicas, logo não cabem reclamações posteriores.

Aqui estão, mais do que nunca, os 21 melhores games de 2010, segundo a nata da imprensa especializada brasileira:

1. Red Dead Redemption

X360, PS3 / Rockstar – 55 citações

O "GTA no Faroeste" se mostrou muito mais do que um mero GTA no Faroeste e conquistou o primeiro lugar por seus próprios méritos. Claro, a jogabilidade perfeita e o roteiro instigante também ajudaram bastante, mas isso parece inevitável em se tratando de Rockstar. E que venha L.A. Noire, que já demorou muito para o meu gosto


2. God of War III

PlayStation 3 / Sony – 27 citações

Kratos é um dos personagens mais interessantes dos games, em um momento de transição em que heróis carismáticos são substituídos por protagonistas genéricos e sem muito carisma. God of War é o que é muito por causa do apelo de Kratos. Não que o game não tenha merecido tantos aplausos: GOW III foi o game indispensável do PS3 em 2010


3. Mass Effect 2

X360, PC / Bioware – 18 citações

A já mítica Bioware fez mágica e conquistou fãs eternos com o primeiro Mass Effect. Em Mass Effect 2, superaram tudo e melhoraram o que já parecia perfeito. É provável que quem deu chance a esse game não teve tempo de jogar outra coisa em 2010


4. Super Mario Galaxy 2

Wii / Nintendo – 16 citações

O Wii ficou para trás na guerra dos consoles adultos, mas velhos fanáticos não se esquecem facilmente dos velhos amigos. É difícil imaginar um mercado de games sem a presença do Mario - a Nintendo não irá abrir mão disso, muito menos seus fãs devotos


5. Call of Duty: Black Ops

PS3, X360, PC / Activision – 11 citações

Black Ops não fez o mesmo barulho que seu antecessor, Modern Warfare 2, mas não foi esquecido. Mas o game serviu para confirmar a onipresença da franquia Call of Duty, que parece não ter concorrência atualmente. E qual será a polêmica desse ano?


6. StarCraft II: Wings of Liberty

PC / Blizzard – 14 citações

Games para PC resistem bravamente, mesmo diante do domínio dos consoles. StarCraft 2 garantiu lugar na mídia graças ao lançamento que ganhou no Brasil, com preço justo e novo modelo de negócio. Resta saber se irá durar tanto quanto o primeiro StarCraft


7. Donkey Kong Country Returns

Wii / Nintendo – 9 citações

Outro belo retorno de personagem esquecido - Donkey Kong ficou tempo demais longe dos papéis principais, e os fãs chiaram. Resta saber se continuará a ganhar papéis de destaque nos próximos consoles da Nintendo ou se retornará ao segundo escalão


8. Assassin’s Creed: Brotherhood

X360, PS3 / Ubisoft – 8 citações

Outra franquia recente que deu certo. Aliás, duvido que a Ubisoft irá parar de explorar Assassin's Creed tão cedo (e não ouço ninguém chiando). Pelo menos, são nesses games que a empresa evidencia a habilidade de criar universos belos e instigantes


9. Gran Turismo 5

PlayStation 3 / Sony – 7 citações

O que parecia impossível de acontecer, aconteceu: saiu o novo Gran Turismo. Apesar de as altas expectativas, nem todo mundo se sentiu bem atendido, mas fica evidente que é outra franquia eterna que jamais ficará de fora de nenhum console da Sony


10. Halo Reach

Xbox 360 / Microsoft – 8 citações

Já falei como 2010 foi o ano das franquias? Pois é. E aos poucos, os brasileiros passam a compreender porque Halo é tão amado nos Estados Unidos. Será que ainda sai mais suco dessa história? Só se for um filme, o qual aliás já demorou tempo demais para sair

Menções honrosas (games também citados):

11. Need for Speed: Hot Pursuit – PC, X36o, PS3, Wii / Electronic Arts

12. Limbo – Xbox 360 /  PlayDead

13. Heavy Rain – PlayStation 3 / Sony

14. Castlevania: Lords of Shadow – PS3, X360 / Konami

15. Bayonetta – PS3, X360 / Sega

16. Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies – Nintendo DS /Nintendo/SquareEnix

17. Scott Pilgrim vs. The World: The Game – X360, PS3 / Ubisoft

18. Pro Evolution Soccer 2011 – X360, PS3, Wii, PC / Konami

18. Fallout: New Vegas – X360, PS3, PC / Bethesda

20. Super Street Fighter IV – X360, PS3 / Capcom

21. Bioshock 2 – X360, PS3, PC / 2K Games

***

Considerações? Faça abaixo. E amanhã, o resultado da eleição do público. Será que os resultados bateram? Eu acredito que foi parecido. Mas vou contabilizar para ter certeza. Até lá.

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22/10/2010 - 14:11

Blizzcon, dia 1. A caminho

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Em meia hora acontecerá a cerimônia de abertura da Blizzcon, aqui em Anaheim, Califórnia.

O Centro de Convenções fica ao lado do hotel onde está hospedada a maioria dos jornalistas que irão cobrir o evento. O clima é de excitação geral, apesar do clima nublado. Para onde quer que se olhe é possível encontrar um povo vestindo preto com creddenciais penduradas no pescoço. Ainda estou sem saber o que irá acontecer ali dentro. Seria uma mistura de E3 com WCG? Só sei que o negócio é gigantesco. E que haverá novidade sobre Diablo 3.

Daqui a pouco volto e explico um pouco mais.

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21/10/2010 - 04:48

Blizzcon – Vai começar

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E aqui estamos, no aeroporto.

Embarco em instantes para os Estados Unidos, onde irei cobrir o evento Blizzcon ao lado de meus colegas da imprensa brasileira.

Além de mim, estarão lá os jornalistas do IG, UOL, Edge, Globo, PlayTV, G1 e mais outros veículos. O evento começa oficialmente na sexta e vai até o final do sábado. Para quem não sabe, a Blizzcon é o evento oficial da Blizzard, fabricante de World of Warcraft, StarCraft e outros clássicos, e é uma bela mistura de feira, torneios e debates. Tem até música na jogada: está previsto também um show do duo Tenacious D, mais conhecido como “aquele projeto estranho do Jack Black”.

Vou transmitir de lá minhas impressões sobre o evento. A reportagem completa será publicada na Rolling Stone de novembro. E além disso, irei publicar aqui umas novidades do mercado nacional que estão rolando esses dias. E não foi pouca coisa.

Vou lá então, que o embarque já começou. Até a volta.

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05/08/2010 - 20:34

Algumas Meias Verdades Aleatórias

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Veja só quanta coisa que ouvi por aí esses dias.

* O site da produtora Blizzard voltado para o nosso mercado já tem editor escolhido. E o cara é um jornalista… brasileiro, claro.

* O site Game TV (do canal PlayTV) também terá editor novo. O nome será anunciado em breve.

* O UOL Jogos também tem uns três caras novos em sua equipe.

* E pelo menos três profissionais brasileiros atuantes no mercado nacional se preparam para morar e trabalhar nos Estados Unidos (um deles, aliás, é justamente o novo editor do site da Blizzard).

* Nas próximas semanas, um programa de debates de uma conhecida emissora de TV deverá discutir os videogames e como esse segmento é visto hoje pela sociedade brasileira. Será ao vivo. E eu devo estar lá para falar umas verdades.

* Em outubro, a revista Nintendo World comemora 12 anos nas bancas. É bastante tempo. Acho que não há publicação especializada com tamanha longevidade no mercado nacional. Como fui membro integrante da revista durante bons anos, colaborei com um depoimento cheio de nostalgia. E claro, ofereci umas fotos do meu arquivo pessoal. Quem acompanhou a revista naquele tempo vai se lembrar da equipe abaixo (a imagem é inédita):


Na redação da Nintendo World, na Conrad: eu (Pablo), Odair Braz Junior, Eduardo Trivella e Rogerio Motoda, primeiro semestre de 1999.

Éramos jovens e cheios de saúde. Bons tempos aqueles.

* E o PlayStation 3 no Brasil? Acredite ou não, está saindo mesmo. E será logo mais. Em questão de semanas, dias. Aguarde e confie.

A não ser que…

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03/08/2010 - 18:55

Alguns Pensamentos Otimistas Sobre os Games no Brasil

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Dia corrido esse. E frio.

Hoje tem evento especial da Warner Games. Eles finalmente vão anunciar coisas importantes para o mercado brasileiro, entre elas a parceria (que já é uma realidade) com a Electronic Arts. E tem outras coisas bacanas que eles deverão revelar (espero!), relacionadas diretamente com preços cobrados pelos games no país. Estou indo para lá neste momento. Amanhã eu conto como foi.

Enquanto isso, você fica com o texto que publiquei na revista EGW, edição 101 (maio de 2010). Acho que tem tudo a ver com o momento que o mercado nacional está passando. Ou talvez eu esteja exageradamente otimista… vejamos. Leia e comente.

***

Otimismo Nunca é Demais*

A Blizzard está chegando ao Brasil. A Sony chegou, de uma vez por todas, com PlayStation 3 e tudo. Os eventos especializados voltaram a ganhar força. Os games – a maioria com embalagem e manual em português – estão recebendo lançamentos pomposos, com festas, bebida e strippers (o pior é que é verdade). Há tempos não víamos tantas publicações, blogs, programas de TV e jornalistas especializados atuando de verdade. O mercado brasileiro de games parece estar se movendo adiante. Mas será que está mesmo? Tem muita gente que não acredita.

É um comportamento padrão ser cético no país da piada pronta. Ninguém acredita em nada, mesmo que a coisa apareça bem na nossa frente, brilhando de novo, exalando autenticidade e boas intenções. Dizem que somos otimistas, mas a real é que temos o pé eternamente atrás. Às vezes, os dois pés ao mesmo tempo, se é que isso é possível.

Digo isso porque admito que sou o maior dos otimistas, mas também um grande e assumido cético. O São Tomé, aquele que só acredita vendo, se adequa perfeitamente à minha visão dos fatos. Como jornalista, fui ensinado que a verdade é dura, mas necessária. Na real, nem aprendi isso na faculdade, muito menos em uma redação de revista. Aprendi observando. A gente gosta de ser iludido, mas a informação verdadeira é sempre necessária e bem-vinda, por pior que ela seja.

No caso do mercado de games, todas as informações que mencionei no primeiro parágrafo ajudam a acreditarmos que existe um verdadeiro grau de evolução se desenrolando. Pode ser que sejam fatos unidos que, juntos, representam algo positivo. É uma maneira de ver a situação. Ou pode ser o contrário: os fatos aparentam um avanço coletivo, mas são apenas fatos puramente isolados. Assim, cada empresa estaria garantindo o seu lado de maneira individual, se preocupando apenas com seus lucros e tentando garantir sua fatia do bolo.

No meu papel de observador (em meu blog) e porta-voz (nesta coluna), tenho a obrigação de separar os ingredientes e dizer a você se a mistura vai ou não resultar em um prato nutritivo. Nem sempre a gente acerta, mas acredito que a minha função primordial seja apresentar o melhor quadro possível. Sem me importar se pareço ufanista demais, mas também dosando no otimismo e distribuindo patadas a quem merece. Nem sempre é fácil.

O leitor/consumidor normalmente se deixa enganar, porque quer/precisa receber notícias boas sempre. Faz parte de nosso espírito brasileiro, esse lado positivo e incansável de sempre querer ver o lado bom das coisas. Nesse sentido, me sinto mais parte do time dos torcedores do que do grupo dos críticos. Se um gringo me perguntasse hoje “e esse mercado brasileiro de games, como anda?”, eu responderia, na hora: “Nunca esteve tão bem”. Você até pode ser pessimista, mas não poderá dizer que estou mentindo, e sim que estou interpretando os fatos. Você pode acreditar e levar meu discurso em consideração, ou me xingar e dizer que sou um iludido. Não me importo. Todo mundo tem o direito a ter uma opinião. Não é porque este texto está impresso e papel colorido e com minha foto ao lado que o que eu digo tem mais validade do que o você acha, certo? Ou será que tem?

Tudo isso foi só para confirmar que, sim, contrariando os céticos, pessimistas e mal-humorados, o mercado brasileiro de games vai bem sim, obrigado. Claro que sempre poderia ser melhor, mas há bastante gente boa trabalhando de verdade para isso. E da próxima vez que perguntarem a você sobre isso, diga a real, mas seja otimista. No fim das contas, os bons fluídos sempre ajudam – e para melhor.

* Texto publicado na edição 101 da EGW, maio de 2010.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
22/07/2010 - 17:58

A Sony, a Gameloft, a Blizzard, o Kinect, o Jogo Justo…

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Vamos na velocidade da luz, porque o tempo corre.

Você deve imaginar que quando eu sumo é por um bom motivo, não? No caso, é a semana do meu fechamento (da Rolling Stone). E a matéria que tenho em mãos não é lá muito moleza. Estarei mergulhado nela até a semana que vem. Então agüente mais um pouco que logo voltaremos à programação normal.

Enquanto isso, deixo umas pílulas de sabedoria e informação para você refletir a respeito.

* Hoje realizei uma entrevista com o Anderson Gracias, o General Manager da Divisão Playstation da Sony Brasil. O papo foi bom, muito bom, e bastante revelador. Não pense que saí do prédio da Sony com a data de lançamento e o preço brasileiro do Playstation 3. Foi quase isso, mas nem tanto. Você sabe como a Sony é cuidadosa a respeito de suas divulgações. Mas foi bastante esclarecedor de um modo geral, esclareceu mais sobre como a Sony vai trabalhar no Brasil e me deixou otimista sobre os tempos vindouros. Faço questão de dividir a íntegra daconversa em breve aqui no blog.

* Na terça-feira que vem rola o aguardado lançamento de Starcraft II: Wings of Liberty no Brasil. E a Blizzard obviamente não fará pouco barulho para divulgar o fato. À meia-noite de segunda para terça (26 para 27/7), haverá um evento de lançamento do game na Saraiva Megastore do Shopping Morumbi (SP). Está prevista a presença do Fausto de Martini, brasileiro que trabalha na equipe de animação da Blizzard, que distribuirá autógrafos no game e responderá a questões vindas do público.  As vendas rolam a partir da meia-noite, mas o evento já começa às 22h.

Ah, sim! Vá de pijama.

Não vá não. É brincadeira.

* A Gameloft, produtora de games mobile, também me pediu para divulgar uma ação de marketing deles que achei simpática: a ideia é divulgar o perfil de Twitter da empresa e distribuir prêmios à medida que a quantidade de seguidores aumenta. Leia as regras aqui e siga os caras por aqui.

* No final de semana passado rolaram eventos de games em São Paulo – isso mesmo, no plural. O SP Game Show (dentro do Anime Friends) e o Festival do Japão (com o Akiba Space, que teve a final do World Cosplay Summit e a primeira demonstração do Kinect em solo brasileiro). Ambos renderam bastante assunto e você já deve ter se cansado de ler sobre isso, imagino. Como perdi o timing, não vou falar muito mais além do que já foi dito. E além disso, você deve estar mais interessado na ComicCon nesse instante. Então, leia o que os colegas do Arena Turbo disseram sobre o SP Game Show e sobre o Kinect .

Sobre o WCS, eu tento falar logo mais (eu fui jurado).

* Que mais? Deve ter bem mais, mas me esqueci agora. Ah, sim.

* Ao que parece, o Jogo Justo está bombando. Novos parceiros da empreitada de Moacyr Alves para a redução de preços de games não param de surgir. Acompanhe o progresso da iniciativa no site oficial.  E amanhã é dia de campanha no Twitter.

***

E agora vou ali matar mais uns leões. Volto logo com mais.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , ,
06/07/2010 - 19:25

Como foi a festa da Blizzard

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É mesmo! Faltou falar sobre o evento da Blizzard no Brasil.

Certamente você já leu aqui, ou viu aqui. Mas tudo bem. Vou falar.

A festa rolou na quarta-feira passada, em um buffet estiloso no bairro de Moema, zona sul de São Paulo. E estava realmente todo mundo lá – até mesmo gente que andava afastada desse tipo de evento mais específico. Foi muito bem organizado e democrático. Havia gente de grandes portais e blogueiros, sem preconceito. Trabalhar direto na comunidade é isso aí.

Enfim, aparentemente deu tudo certo no primeiro grande evento da Blizzard em território brasileiro. Começou com Steve Huot, diretor de operações da empresa para a América Latina, dando as caras no melhor estilo “executivo americano bom de discurso”. Ele falou bem e bonito, mostrou números e encheu a sardinha do mercado brasileiro. Daí, revelou o plano mirabolante da Blizzard para conquistar o nosso País: primeiro, “vender ao núcleo”, ou seja, atingir o público fiel com uma campanha que envolve colocar o preço do game lá embaixo e fomentar uma comunidade ativa e interessada; em seguida, “vender para todo mundo que possui banda larga”, o que significa utilizar modelos de assinatura por período (30 a 60 dias) e investir em recursos para o fortalecimento da marca em nosso território.

Pareceu bem convincente. Exceto pelo fato de que temos que ver se esse esquema de “game barato + assinatura posteriormente” vai funcionar por aqui. Mas falemos sobre isso daqui a pouco.

O jogo em questão, Starcraft II: Wings of Liberty, é o  sucessor de um dos games mais resistentes da história, StarCraft, lançado em 1998 e jogado até hoje nas internets. A grande novidade é o lançamento por aqui simultaneamente ao mercado norte-americano, em 27 de julho, em versão inteiramente localizada para nosso idioma, o português (mais o espanhol – sem opção de inglês) e… por apenas R$ 49,90.

Mas, aí eles explicaram tudo: R$ 49,90 dá direito a levar o game para casa e a jogar por seis meses, seja no modo individual, seja no modo online. Expirado esse período, o usuário precisa optar por pacotes de 30 ou 60 dias para continuar jogando. Será possível pagar via cartão de crédito ou boleto bancário, e os preços das mensalidades ainda não foram revelados pela Blizzard. Pelos comentários que ouvi ao final do evento, as opiniões dos colegas de imprensa foram dúbias: muitos comemoravam o fato de o game ser vendido tão barato; outros, reclamaram que esse esquema de jogar por seis meses e pagar depois não é tão interessante, e que no fim das contas, o consumidor irá gastar mais. O fato é que tem muito jogador brasileiro acostumado a pagar mensalidade (vide o sucesso por aqui de World of WarCraft, também da Blizzard). E não há como negar que, em se tratando de marketing, foi mesmo boa essa ideia de lançar um game de ponta a um preço tão baixo: o público desavisado, dito “casual”, certamente irá prestar atenção a um game “famoso” sendo vendido por apenas cinquentinha na prateleira do supermercado.

Para quem não quiser se dar ao trabalho de pagar assinatura, a Blizzard irá lançar uma edição especial do game, somente digital, sem limitações e mais cara, além de uma outra versão, “para colecionador”, cheia de extras e bela embalagem. Mais detalhes sobre isso serão divulgados mais perto da data de chegada do game às lojas (aliás, dizem que irá rolar uma grande festa de lançamento para promover StarCraft II no Brasil).

No evento, vimos demonstrações do game no telão, nos quais se deu mais atenção à dublagem do que à jogabilidade em si. Ouvi gente reclamando das coisas de sempre, dizendo que não havia tanta naturalidade nos diálogos, mas eu já presenciei coisas bem piores. Não percebi muitos problemas, para falar a verdade. São detalhes que somente os mais hardcore vão perceber, principalmente aqueles já antenados com o universo StarCraft. Já que a intenção da Blizzard é ampliar seu público e popularizar a marca, então me parece que o serviço de localização foi feito da maneira adequada. Aliás, outra notícia interessante: a Blizzard pretende oferecer servidores dedicados à América Latina, o que significa que você não precisará se preocupar em tomar surras online de algum coreano campeão. Porém, para quem já se considera jogador de nível avançado, não parece ser uma opção interessante batalhar apenas contra latino-americanos (para jogar em servidores internacionais, será preciso adquirir versões do jogo lançadas em outros países. Isso ainda está confuso e deve ser esclarecido mais adiante). O que deu a entender é que a Blizzard pretende estimular o crescimento de uma comunidade continental de fãs e aficionados. Muito justo.

(Aliás, entrevistei o Steve Huot e prometo em breve publicar a íntegra do papo aqui. Ele até falou sobre World of WarCraft e o Brasil.).

Finalizado o blá-blá sobre StarCraft II, falou-se sobre a equipe brasileira da Blizzard. Um dos integrantes do time é um velho conhecido do mercado nacional – o Ivan Kako, que foi gerente de produto na Electronic Arts Brasil durante alguns anos. Ele será o gerente regional de desenvolvimento, o que significa que ele estará bastante ligado a todas as decisões importantes relacionadas aos games Blizzard no Brasil. Cara de confiança, competente e totalmente bem-intencionado, Kako tem tudo para fazer um ótimo trabalho. Experiência de sobra ele tem.

O outro brasileiro na Blizzard é o goiano Washington Andrade, que exercerá o cargo de gerente de comunidades. Ele, que mora há alguns anos em San Francisco e chegou a jogar WarCraft 3 profissionalmente, conseguiu sua vaga através daquele processo de seleção aberto que divulguei há uns meses, vencendo algumas centenas de concorrentes. Por enquanto, ele está morando em Irvine (também na Califórnia), e trabalha na sede da Blizzard. É bem provável que ele prossiga suas atividades lá dos Estados Unidos mesmo (afinal, o fato de ele já morar nos EUA deve ter sido crucial em sua escolha para o cargo). Ainda um desconhecido do mercado nacional, Washington se esforçava para lidar com o assédio pesado dos convidados no final da festa.

Já a parte de comunicação com imprensa está a cargo do Andre de Abreu, que também foi o mestre de cerimônias do evento e já se mostrou bem integrado com a imprensa especializada. A propósito, a Blizzard não revelou ainda onde será seu escritório em São Paulo, e nem deixou claro se pretende abrir mais vagas para profissionais brasileiros num futuro próximo. Já eu, aposto que sim: pelo tamanho das intenções demonstradas, é bem provável que a empreitada Blizzard no Brasil cresça a olhos vistos.  A gente torce, pelo menos.

E você ai, ficou animado?

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E saiu a matéria sobre a Blizzard assinada pelo Luciano Amaral, do PlayTV. Se ligue nas participações especiais:

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