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14/07/2011 - 21:14

World of Warcraft no Brasil? E o que mais?

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A Blizzard brasileira anunciou um evento para a semana que vem. E os mais espertos garantem: será para anunciar a tão aguardada chegada oficial de World of Warcraft ao Brasil. O convite promete “um anúncio oficial a respeito de uma das maiores franquias da Blizzard.”

Será no dia 21 de julho. Que tal?

***

E por falar em evento…

“Dizem” que o Yoshinori Ono, produtor dos games Street Fighter, foi convidado a vir ao Brasil para dar as caras em algum evento de games. Isso se interpretarmos os intraduzíveis tweets dele dessa forma:

“I’d like to go to there… now we are thinking. ;D” Ele disse no dia 7.

“I had invitation from many event.Brasil,Moscow,NYComicCon..I’ll be arrangemet.”ele “tentou” dizer no dia 9.

Para os especialistas em engrish: o cara vem ou não vem?

***

Lembrando que o Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America, já afirmou que virá em breve – muito provavelmente também para aproveitar a movimentação de algum evento de games nacional (conforme ele me adiantou aqui):

“Eu certamente espero visitar o Brasil. Ainda não tive a oportunidade de experienciar o mercado brasileiro. Estive no México, no Panamá, e sei que preciso ver o Brasil de perto. É um mercado muito importante para nós, ainda mais nesse momento, em que nos preparamos para lançar oficialmente o Nintendo 3DS lá. Então, sim, provavelmente nesse outono [primavera no Brasil, período entre setembro e dezembro], eu gostaria muito de visitar esse mercado e ver como podemos ser mais efetivos na região.”

***

Estão fortes esses rumores sobre a redução de preços dos games de Xbox 360 e do próprio console, para outubro – lojistas já teriam sido informados da mudança que faria o preço de um game lançamento cair para a casa dos R$ 80. Dá para acreditar? Caso isso realmente aconteça, é possível que inspire outras distribuidoras a realizar reduções também. Acho dificil que seja assim, mas não custa especular, certo?

Aliás, passei hoje na FNAC e me surpreendi com a quantidade de games para Xbox 360 vendidos a preços, digamos, interessantes: dezenas de títulos (não tão recentes) a menos de R$ 70 – alguns a R$ 39. Acho barato e honesto. Mas antes de tudo, alguém me responda: se um game que um dia foi vendido a R$ 149 consegue ser comercializado um ano depois a R$ 39… algo está errado na matemática, não?

Ou deve ser porque sou de Humanas e não sei fazer contas.

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22/10/2010 - 18:59

Blizzcon: E World of Warcraft no Brasil?

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E cá estamos, na Blizzcon 2010. Quem diria?

Após uma apresentação bombástica que marcou a abertura do evento, com direito a discursos, aplausos, vídeos barulhentos e uma autêntica celebração da cultura geek (o equivalente norte-americano do nerd), a Blizzard abriu as atividades de seu evento particular, no Centro de Convenções de Anaheim, Califórnia, nesta sexta-feira, 22 de outubro.

Posso dizer, na condição de alguém que já cobriu E3, Games Convention, WCG e afins nos últimos dez anos: nunca vi um evento semelhante e tão… “intenso”.

O Blizzcon (ou a Blizzcon, depende de você) é um evento aberto ao público. Os ingressos acabam meses antes. Não foi divulgada a quantidade de pessoas, mas imagino que, ao longo dos dois dias, mais de 20 mil pessoas passarão por aqui. E não é o público tradicional de eventos de games a que estou acostumado a cobrir. Por aqui, o negócio é seríssimo: fãs de verdade, dedicados, especializados, bem-intencionados, apaixonados. Muitos estão vestidos como personagens dos games da Blizzard. A grande maioria dos fanáticos está muito animada de estar aqui. Mas o fato é que jamais vi visitantes de evento tão empolgados e realizados. Aqui, parece que todo mundo veste a camisa, literalmente. Uma grande família, talvez?

No(a) Blizzcon, tem de tudo: demonstrações de jogos inéditos, torneios de games, palestras, debates sobre os jogos, lojas que vendem bugigangas. E filas, muitas filas. Para entrar no Centro de Convenções, o visitante levou uma hora. Para tomar parte em alguma demonstração de jogo, mais uma hora. Para comprar uma camiseta, mais um tempão. Imagine se alguém está reclamando de alguma coisa? Me pareceu que não. Por exemplo, foram reveladas novas informações sobre o aguardadíssimo Diablo III – no caso, foi revelada uma nova classe de personagens, os “demon hunters”. Nenhuma data de lançamento foi mencionada ou sequer cogitada. Pensa que alguém reclamou ou vaiou? Definitivamente, ou estou muito acostumado, ou tenho muito a aprender por aqui.

***

Há algumas horas, tivemos uma mini-coletiva com o Steve Huot, que é o diretor de marketing para a América Latina da Blizzard. Entre outras coisas, ele comentou sobre o possível lançamento de World of Warcraft no Brasil, e sobre o sonho de transformar StarCraft II em um esporte de exibição nas próximas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Sobre o primeiro assunto (World of Warcraft), nenhuma novidade a ser revelada. Huot disse que continua com intenções de lançar o MMORPG oficialmente em nosso mercado. “Estamos com certeza pensando a respeito, avaliando e fazendo os preparativos para conseguirmos anunciar fazer um anúncio nesse sentido”.

Ele prosseguiu: “Sabemos como o game é popular, sabemos de sites fazendo campanhas ‘Blizzard, por favor, traga WOW para o Brasil’. Então se a gente fizer, queremos fazer as coisas da maneira apropriada, da mesma maneira que fizemos com StarCraft II e oferecer a verdadeira experiência de jogo da Blizzard quando a hora certa chegar. Boas notícias devem vir sobre esse assunto em um futuro próximo.”

Ou seja. Não é nada, mas já é alguma coisa. De vez quando, tudo o que é preciso é um pouco de boa intenção.

***

Já sobre boatos a respeito da intenção de transformar StarCraft II em um game “olímpico” em 2016, Huot disse que não existe um projeto oficial da Blizzard nesse sentido. “Eu sou um sonhador”, ele brincou. “Esse é mais um sonho meu do que qualquer coisa. Talvez vocês possam me ajudar a realizá-lo. Me digam o que é preciso fazer para isso acontecer”, ele comentou, se referindo à plateia de jornalistas latino-americanos presentes.

***

Mais notícias logo mais, direto de Anaheim.

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22/07/2010 - 17:58

A Sony, a Gameloft, a Blizzard, o Kinect, o Jogo Justo…

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Vamos na velocidade da luz, porque o tempo corre.

Você deve imaginar que quando eu sumo é por um bom motivo, não? No caso, é a semana do meu fechamento (da Rolling Stone). E a matéria que tenho em mãos não é lá muito moleza. Estarei mergulhado nela até a semana que vem. Então agüente mais um pouco que logo voltaremos à programação normal.

Enquanto isso, deixo umas pílulas de sabedoria e informação para você refletir a respeito.

* Hoje realizei uma entrevista com o Anderson Gracias, o General Manager da Divisão Playstation da Sony Brasil. O papo foi bom, muito bom, e bastante revelador. Não pense que saí do prédio da Sony com a data de lançamento e o preço brasileiro do Playstation 3. Foi quase isso, mas nem tanto. Você sabe como a Sony é cuidadosa a respeito de suas divulgações. Mas foi bastante esclarecedor de um modo geral, esclareceu mais sobre como a Sony vai trabalhar no Brasil e me deixou otimista sobre os tempos vindouros. Faço questão de dividir a íntegra daconversa em breve aqui no blog.

* Na terça-feira que vem rola o aguardado lançamento de Starcraft II: Wings of Liberty no Brasil. E a Blizzard obviamente não fará pouco barulho para divulgar o fato. À meia-noite de segunda para terça (26 para 27/7), haverá um evento de lançamento do game na Saraiva Megastore do Shopping Morumbi (SP). Está prevista a presença do Fausto de Martini, brasileiro que trabalha na equipe de animação da Blizzard, que distribuirá autógrafos no game e responderá a questões vindas do público.  As vendas rolam a partir da meia-noite, mas o evento já começa às 22h.

Ah, sim! Vá de pijama.

Não vá não. É brincadeira.

* A Gameloft, produtora de games mobile, também me pediu para divulgar uma ação de marketing deles que achei simpática: a ideia é divulgar o perfil de Twitter da empresa e distribuir prêmios à medida que a quantidade de seguidores aumenta. Leia as regras aqui e siga os caras por aqui.

* No final de semana passado rolaram eventos de games em São Paulo – isso mesmo, no plural. O SP Game Show (dentro do Anime Friends) e o Festival do Japão (com o Akiba Space, que teve a final do World Cosplay Summit e a primeira demonstração do Kinect em solo brasileiro). Ambos renderam bastante assunto e você já deve ter se cansado de ler sobre isso, imagino. Como perdi o timing, não vou falar muito mais além do que já foi dito. E além disso, você deve estar mais interessado na ComicCon nesse instante. Então, leia o que os colegas do Arena Turbo disseram sobre o SP Game Show e sobre o Kinect .

Sobre o WCS, eu tento falar logo mais (eu fui jurado).

* Que mais? Deve ter bem mais, mas me esqueci agora. Ah, sim.

* Ao que parece, o Jogo Justo está bombando. Novos parceiros da empreitada de Moacyr Alves para a redução de preços de games não param de surgir. Acompanhe o progresso da iniciativa no site oficial.  E amanhã é dia de campanha no Twitter.

***

E agora vou ali matar mais uns leões. Volto logo com mais.

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06/07/2010 - 19:25

Como foi a festa da Blizzard

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É mesmo! Faltou falar sobre o evento da Blizzard no Brasil.

Certamente você já leu aqui, ou viu aqui. Mas tudo bem. Vou falar.

A festa rolou na quarta-feira passada, em um buffet estiloso no bairro de Moema, zona sul de São Paulo. E estava realmente todo mundo lá – até mesmo gente que andava afastada desse tipo de evento mais específico. Foi muito bem organizado e democrático. Havia gente de grandes portais e blogueiros, sem preconceito. Trabalhar direto na comunidade é isso aí.

Enfim, aparentemente deu tudo certo no primeiro grande evento da Blizzard em território brasileiro. Começou com Steve Huot, diretor de operações da empresa para a América Latina, dando as caras no melhor estilo “executivo americano bom de discurso”. Ele falou bem e bonito, mostrou números e encheu a sardinha do mercado brasileiro. Daí, revelou o plano mirabolante da Blizzard para conquistar o nosso País: primeiro, “vender ao núcleo”, ou seja, atingir o público fiel com uma campanha que envolve colocar o preço do game lá embaixo e fomentar uma comunidade ativa e interessada; em seguida, “vender para todo mundo que possui banda larga”, o que significa utilizar modelos de assinatura por período (30 a 60 dias) e investir em recursos para o fortalecimento da marca em nosso território.

Pareceu bem convincente. Exceto pelo fato de que temos que ver se esse esquema de “game barato + assinatura posteriormente” vai funcionar por aqui. Mas falemos sobre isso daqui a pouco.

O jogo em questão, Starcraft II: Wings of Liberty, é o  sucessor de um dos games mais resistentes da história, StarCraft, lançado em 1998 e jogado até hoje nas internets. A grande novidade é o lançamento por aqui simultaneamente ao mercado norte-americano, em 27 de julho, em versão inteiramente localizada para nosso idioma, o português (mais o espanhol – sem opção de inglês) e… por apenas R$ 49,90.

Mas, aí eles explicaram tudo: R$ 49,90 dá direito a levar o game para casa e a jogar por seis meses, seja no modo individual, seja no modo online. Expirado esse período, o usuário precisa optar por pacotes de 30 ou 60 dias para continuar jogando. Será possível pagar via cartão de crédito ou boleto bancário, e os preços das mensalidades ainda não foram revelados pela Blizzard. Pelos comentários que ouvi ao final do evento, as opiniões dos colegas de imprensa foram dúbias: muitos comemoravam o fato de o game ser vendido tão barato; outros, reclamaram que esse esquema de jogar por seis meses e pagar depois não é tão interessante, e que no fim das contas, o consumidor irá gastar mais. O fato é que tem muito jogador brasileiro acostumado a pagar mensalidade (vide o sucesso por aqui de World of WarCraft, também da Blizzard). E não há como negar que, em se tratando de marketing, foi mesmo boa essa ideia de lançar um game de ponta a um preço tão baixo: o público desavisado, dito “casual”, certamente irá prestar atenção a um game “famoso” sendo vendido por apenas cinquentinha na prateleira do supermercado.

Para quem não quiser se dar ao trabalho de pagar assinatura, a Blizzard irá lançar uma edição especial do game, somente digital, sem limitações e mais cara, além de uma outra versão, “para colecionador”, cheia de extras e bela embalagem. Mais detalhes sobre isso serão divulgados mais perto da data de chegada do game às lojas (aliás, dizem que irá rolar uma grande festa de lançamento para promover StarCraft II no Brasil).

No evento, vimos demonstrações do game no telão, nos quais se deu mais atenção à dublagem do que à jogabilidade em si. Ouvi gente reclamando das coisas de sempre, dizendo que não havia tanta naturalidade nos diálogos, mas eu já presenciei coisas bem piores. Não percebi muitos problemas, para falar a verdade. São detalhes que somente os mais hardcore vão perceber, principalmente aqueles já antenados com o universo StarCraft. Já que a intenção da Blizzard é ampliar seu público e popularizar a marca, então me parece que o serviço de localização foi feito da maneira adequada. Aliás, outra notícia interessante: a Blizzard pretende oferecer servidores dedicados à América Latina, o que significa que você não precisará se preocupar em tomar surras online de algum coreano campeão. Porém, para quem já se considera jogador de nível avançado, não parece ser uma opção interessante batalhar apenas contra latino-americanos (para jogar em servidores internacionais, será preciso adquirir versões do jogo lançadas em outros países. Isso ainda está confuso e deve ser esclarecido mais adiante). O que deu a entender é que a Blizzard pretende estimular o crescimento de uma comunidade continental de fãs e aficionados. Muito justo.

(Aliás, entrevistei o Steve Huot e prometo em breve publicar a íntegra do papo aqui. Ele até falou sobre World of WarCraft e o Brasil.).

Finalizado o blá-blá sobre StarCraft II, falou-se sobre a equipe brasileira da Blizzard. Um dos integrantes do time é um velho conhecido do mercado nacional – o Ivan Kako, que foi gerente de produto na Electronic Arts Brasil durante alguns anos. Ele será o gerente regional de desenvolvimento, o que significa que ele estará bastante ligado a todas as decisões importantes relacionadas aos games Blizzard no Brasil. Cara de confiança, competente e totalmente bem-intencionado, Kako tem tudo para fazer um ótimo trabalho. Experiência de sobra ele tem.

O outro brasileiro na Blizzard é o goiano Washington Andrade, que exercerá o cargo de gerente de comunidades. Ele, que mora há alguns anos em San Francisco e chegou a jogar WarCraft 3 profissionalmente, conseguiu sua vaga através daquele processo de seleção aberto que divulguei há uns meses, vencendo algumas centenas de concorrentes. Por enquanto, ele está morando em Irvine (também na Califórnia), e trabalha na sede da Blizzard. É bem provável que ele prossiga suas atividades lá dos Estados Unidos mesmo (afinal, o fato de ele já morar nos EUA deve ter sido crucial em sua escolha para o cargo). Ainda um desconhecido do mercado nacional, Washington se esforçava para lidar com o assédio pesado dos convidados no final da festa.

Já a parte de comunicação com imprensa está a cargo do Andre de Abreu, que também foi o mestre de cerimônias do evento e já se mostrou bem integrado com a imprensa especializada. A propósito, a Blizzard não revelou ainda onde será seu escritório em São Paulo, e nem deixou claro se pretende abrir mais vagas para profissionais brasileiros num futuro próximo. Já eu, aposto que sim: pelo tamanho das intenções demonstradas, é bem provável que a empreitada Blizzard no Brasil cresça a olhos vistos.  A gente torce, pelo menos.

E você ai, ficou animado?

***

E saiu a matéria sobre a Blizzard assinada pelo Luciano Amaral, do PlayTV. Se ligue nas participações especiais:

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29/06/2010 - 17:35

Dias de Festa…

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…E não, não é por causa da classificação do Brasil para as quartas-de-final.

(Desculpe, não sei você se importa ou não com Copa do Mundo.)

Hoje, terça, a Level Up! Games realiza um evento particular em São Paulo. É o Território Level Up! – de acordo com o convite que recebi (que imita uma passagem de avião), será “um mundo divertido e repleto de aventuras inesquecíveis”. Parece até chamada da Sessão da Tarde, mas será mais do que isso: é uma festa para celebrar a existência da Level Up!, atualmente a mais bem sucedida publisher de games online no País.

“O Level Up! Live é um marco na história da Level Up! no Brasil. Nas Filipinas, onde o conceito já está consolidado, ele é o grande evento do ano e o mercado espera ansiosamente por sua realização”, disse o Julio Vieitez, Diretor Geral da Level Up! Brasil, através do release divulgado na semana passada.

O auge da noite será um debate ao estilo mesa-redonda, com a presença de figuras-chave desse mercado (inclusive o Ben Colayco, o fundador da Level Up!), mas também vai rolar música, stand-up comedy e a revelação de um novo lançamento no mercado nacional.

Segundo a organização, esta é a maneira de visitar o evento (se é que você não tem o convite ainda):

Basta dirigirem-se a uma das cinco lan houses indicadas no site oficial do evento (www.leveluplive.com.br), adquirir R$ 19,90 em créditos para seu jogo preferido da Level Up! e com apenas mais R$ 2,10 garantir um dos ingressos, que são limitados. Para aqueles que não puderem comparecer, a Level Up! disponibilizará a transmissão ao vivo do evento pela internet.

A bagunça acontece no Shopping Frei Caneca (no Teatro, no sétimo andar, mesmo local onde foi o Troféu Gameworld desse ano), hoje, a partir das 19h. Eu devo estar lá mais tarde do que isso (para variar), mas estarei. Pode procurar!

***

E amanhã, tem outra.

Sabe a Blizzard? Enfim eles vão anunciar suas misteriosas intenções no mercado brasileiro.

Será amanhã, no bairro de Moema, em São Paulo, a partir das 20h. Não sei se estou autorizado a divulgar mais detalhes, porque imagino que o evento seja apenas para convidados. Mas, pelo que sei, todo mundo do mercado de games brasileiro estará lá.

O evento está sendo chamado de “Excursão de Imprensa” (é o que consta no convite) e deve girar em torno do lançamento nacional de Starcraft II: Wings of Liberty. Mas a gente também sabe que não é só isso: eles devem aproveitar para revelar detalhes da empreitada da Blizzard no Brasil. Vai ter escritório por aqui? Quem será o Country Manager? Vão contratar mais gente? Saberemos essas respostas amanhã.

***

E falando de festas futuras… reserve o final de semana de 16 a 18 de julho. Não haverá um, mas pelo menos dois eventos importantes relacionados a games. E um não tem nada a ver com o outro. E pelo que ouvi dizer por baixo dos panos, um deles promete uma novidade bombástica, inédita e muito antecipada. Mas vamos ficar quietinhos, vai que não dá certo? Depois volto a falar sobre isso…

Mas terei que participar de ambos. Como a gente faz para se dividir em dois?

***

E eu vou tentando me organizar pós-E3. Muitas entrevistas para tirar do gravador, muitos textos esboçados e não finalizados, muito material para transformar em posts… Todo ano é a mesma coisa. Fiquei enrolado por causa do fechamento da Rolling Stone de julho – a qual, aliás, trará uma grande matéria sobre a E3 2010 (não sobre os jogos). Se passar por uma banca a partir de 12 de julho, aproveite a comemoração da vitória na Copa do Mundo e leve a RS também.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , ,
20/05/2010 - 17:13

Xbox Live no Brasil – será?

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Opa, mas que semana agitada.

Não sei para você, mas para mim está uma loucura. E as notícias não param de chegar. O que tem de gente especulando coisas às escondidas… esse é o lado bom de não ter o rabo (muito) preso: a gente fala o que pensa, e aguenta as consequências depois.

Por exemplo, há quem jure que a Microsoft irá anunciar na E3 2010 algum avanço na questão da rede Xbox Live no Brasil. Antes mesmo de essa especulação surgir e se alastrar pelas redes sociais, eu já estava cogitando a mesma coisa. E a ideia apenas se consolidou quando descobri que haverá mais um evento da Microsoft na E3 além da coletiva tradicional e do circo do Project Natal.

Será no dia 15 de junho, na parte da noite, e há quem garanta que haverá notícias especiais para os brasileiros. Eu particularmente duvido que seja uma festa para anunciar uma nova aventura de Halo em nosso território.  Logo, concluo que é bastante provável que surja alguma novidade realmente interessante para nós durante essa E3. Pensamento positivo é isso.

***

Por outro lado, alguém tem dúvidas de que a Sony também irá revelar algo sobre o Brasil durante a E3? Talvez não aconteça lá em Los Angeles, mas é quase certo que o braço brasileiro da empresa finalmente quebrará o silêncio para revelar o que queremos ouvir – ou seja, PlayStation 3 oficialmente no Brasil, com direito a rede PlayStation Network funcionando. Seria incrível, não?

E a coletiva da Sony na E3 já foi confirmada. Será no dia 15 de junho, no belíssimo Shrine Auditorium, a partir das 11h30 (horário de Los Angeles), ou 15h30 (horário de Brasília).

Sim, é isso mesmo o que você pensou (ou será que só eu me importo com isso?): a coletiva começa no exato momento do início da primeira partida do Brasil na Copa do Mundo.

Já estou combinando com os colegas brasileiros sobre esqueminha de TV portátil, radinho de pilha ou alguma nova tecnologia. Se bem que a Sony poderia disponibilizar umas novíssimas TVs 3D e espalhar pelo Shrine Auditorium… Fica aí a dica.

***

E a Nintendo?

Essa também confirmou sua festinha na E3: será também em 15 de junho, lá no Nokia Theater, no centro de Los Angeles. E será às 9h da manhã, como sempre. E dessa vez, eu juro que não faço a mínima ideia do que eles irão mostrar.

Alguém tem sugestões?

***

Muita gente me escreve aqui pedindo para eu esclarecer a quantas anda o projeto “Imposto Justo para Videogames”. Bem, não dá para falar muita coisa, porque esta tudo naquela inevitável fase de confidencialidade. Só dá para dizer que há pessoas graúdas e importantes de Brasília interessadas nessa pauta. E mais gente do que você pensa se preocupando e trabalhando muito para que o projeto siga adiante.

E juro que quando eu puder, abro mais o bico.

***

Eu também não posso falar muito, mas ouvi dizer que em breve a Blizzard fará alguma espécie de evento voltado para a imprensa por aqui. Deve ser em junho, e deve ser com o objetivo de inaugurar os trabalhos da produtora em solo brasileiro.

Mais sobre isso – se rolar mesmo, porque não é certo -, falo em breve.

***

E tem novidade lá na PlayTV.

O onipresente Luciano Amaral, que hoje é o apresentador do programa MOK, está ocupando um novo cargo: agora ele também é o diretor artístico do canal, e assume a função com o objetivo “de fortalecer a identidade do canal por meio da unificação das linguagens utilizadas em cada programa”, segundo o release divulgado ontem.

“Queremos nos tornar uma marca ainda mais reconhecida no mercado da cultura pop e focada no público jovem. Para isso, o primeiro passo será a reformulação de vinhetas, artes e infografias da programação. Acreditamos que ter unidade na produção fará com que o público crie mais facilmente uma identificação com a PlayTV”, afirma Luciano.

O Gamer.br deseja boa sorte ao Luciano – que segundo consta, também irá cobrir a E3 direto de Los Angeles. Aliás, uma excursão às lanchonetes mais engorduradas da cidade já está em planejanento.

E boa semana para todo mundo.

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03/05/2010 - 18:56

A vida pré-E3, a Blizzard a caminho e o maior evento de games do Brasil

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E cá estamos de volta!

Abril foi um dos meses mais complicados da vida. Mas é claro que sempre pode ficar mais complicado, não é mesmo?

Cheguei ontem de Los Angeles, a terra da oportunidade. Fui fazer um trabalho, mas também senti o clima para a E3 que começa em uns 50 dias. Não vi nada de diferente. Nas lojas Gamestop que visitei, o PlayStation 3 continua difícil de ser encontrado. O Xbox 360 mais vendido é o bundle da versão Elite com dois games (Forza 3 e Halo ODST). O game da Copa do Mundo está bombando de vender, mas não esgotou. A grande expectativa é para o lançamento de Red Dead Redemption, da Rockstar Games, que rola em 9 de maio. Fora isso, achei tudo muito desanimado e desinteressante. Essa safra pré-E3 é triste.

Nem tem como disfarçar: o assunto que interessa é só E3 mesmo. Por aqui, a imprensa se prepara para a cobertura in loco com ansiedade: a cada dia, aumenta a lista de jornalistas brasileiros credenciados para o evento. Para organizar essa turma toda – e para habilitar um novo canal de comunicação durante o evento, o pessoal da produtora SKY7 criou o site E3 Expo.

Sim, um site com esse nome já existe – é o portal oficial do evento. Mas o que o Ricardo Farah e o Orlando Ortiz fizeram foi criar um site de cobertura jornalística da E3, em português e sem “ligação ou rabo preso com grandes portais”. Segundo a dupla de jornalistas, o E3 Expo Br será alimentado pela própria equipe do SKY7 e por qualquer jornalista que quiser participar: “Queremos fazer deste site o principal canal para jogadores de todo o Brasil conhecerem mais sobre o evento, as pessoas envolvidas e os jornalistas que cobrem”, disse Farah, que esse ano comemora o fato de cobrir a E3 ao vivo pela primeira vez.

Quem curtiu a iniciativa, é só entrar em contato com os caras pelo site. E por falar nisso, o Farah ainda disse que “Estamos abrindo uma vaga para um redator que ficará dedicado exclusivamente a este site”. Mande seu currículo.

***

E como você deve saber, não são só eles que estão contratando… será que posso divulgar por aqui ou não? Vou tratar de saber e logo aviso.

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E você viu a história da Blizzard, né? StarCraft II em português, um provável escritório da empresa em São Paulo e, por enquanto, nada de World of Warcraft oficialmente por aqui. Nada que a gente não imaginasse, mas sabe como é – a esperança é a última que morre, sempre.

A história mais legal que surgiu dessa viagem da imprensa brasileira para os escritórios da Blizzard foi a cobertura do Bruno Vasone, do Arena Turbo – ele preparou um verdadeiro passeio virtual pelos corredores da empresa, em Irvine (Califórnia), com a precisão e o nível de detalhamento que só um especialista no assunto conseguiria. Confira lá.

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E você, já sabe o que fará nos dias 20 e 21 de novembro?

Você pode não saber, mas se quiser já tem compromisso: são os dias do Brasil Game Show, auto-intitulado “maior evento de games do Brasil” – e olha que deve ser mesmo.

O release sobre o BGS (que nada mais é que o antigo Rio Game Show) chegou aqui esses dias e alerta como grande notícia o show da banda Mega Driver no evento. Mas é claro que outras novidades devem surgir. Veja o texto enviado pela assessoria:

“A Mega Driver é atração confirmada da Brasil Game Show, a maior feira de games do país. A banda se apresentará nos dois dias de evento num moderno palco com 50 metros quadrados de área e uma infra-estrutura com efeitos especiais de luz e som, além de lindas modelos caracterizadas.

O palco ainda será o local de outras atrações como o duelo de bandas no game Rock Band, premiação e entrega de troféus dos diversos campeonatos da feira, sorteios e apresentações do concurso Cosplay – quando alguns participantes se vestem como personagens de games.

A 3ª edição da feira, que será realizada nos dias 20 e 21 de novembro, será mais uma vez no Centro de Convenções SulAmérica – RJ. Desta vez o espaço ocupado totaliza cerca de 8 mil metros quadrados, o triplo da área utilizada na edição anterior. Exposição com túnel do tempo dos videogames, palestras com profissionais da área e campeonatos, são apenas algumas das muitas atrações do evento.”

É isso aí. Para os residentes em São Paulo, será que vai valer a viagem para o Rio? Seja como for, é mais um grande evento ganhando data garantida no calendário nacional.

***

E por falar em E3 2010

Project Natal” for Xbox 360 Experience
Pablo Miyazawa,
Thank you for completing your registration.
You are confirmed for attendance to this event.

Após todos esses anos, ainda curto esse tipo de coisa. O que posso fazer?

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21/04/2010 - 20:59

Festa de GTA IV: o que quase ninguém viu

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Você soube que rolou um festão para promover o lançamento de Grand Theft Auto IV: Episodes from Liberty City (versão PS3)? Foi na sexta passada, no modernoso Vegas, na famigerada Rua Augusta, em São Paulo. O evento foi organizado pela Synergex em parceria com a Take Two e reuniu gente de toda espécie – umas 300, segundo a organização -, que beberam de graça até a meia-noite, dançaram no poste, babaram com strippers e até mesmo  – veja só – prestigiaram o novo game.

Eu estive lá. Quase fui barrado, mas entrei em tempo de ver os primeiros vexames e abraçar gente que eu não via há um tempão. A sensação é que estava todo mundo lá, ou quase (pelo menos entre os jornalistas especializados de São Paulo, a presença foi quase 80%). Os executivos das empresas também marcaram presença, assim como lojistas e profissionais ligados à área comercial e marketing. Abaixo, você confere alguns instantâneos eternizados naquela noite (as fotos são do Alexandre Brandão, cortesia da Fernanda Domingues, da FD Comunicação).


Brilho, luxo, glamour – e essa é apenas a porta de entrada da festa


Eu queria saber para quem o Gustavo Petró está acenando – ou ele está chamando outra cerveja?


A essa hora, já estava todo mundo alegre e inconveniente


Dupla dinâmica: Glauco Bueno, da Synergex, e Gerson Souza, da Sony


Fabio Santana, jornalista, editor, gênio da raça (à frente, com a sacola)


Ah, é, o povo até joga videogame em festa. É raro, mas acontece

***

E segundo bem apurou o amigo Bruno “Bagaço” Vasone, aquele perfil de Twitter @Blizzard_br é fake – ou seja, não foi criado nem é administrado pela Blizzard. Pois sim. Então, continuamos no aguardo de novidades e notícias dos jornalistas que foram cobrir o lançamento de StarCraft II nos Estados Unidos. Neste momento, o pessoal deve estar voando de volta ao Brasil. Amanhã devemos ter novidades.

***

E só para dar uma atiçadinha de leve…

…sobre o abaixo-assinado sobre Impostos Justos para Videogames: você acreditaria se alguém lhe dissesse que, após meras três semanas, o esforço já fez um considerável efeito?

Pois então. Depois a gente fala sobre isso.

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18/04/2010 - 16:07

E a Blizzard sopra no Brasil

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Agora sim, dá para dizer que a Blizzard está chegando.

A questão do investimento no Brasil da produtora de World of Warcraft é discutida há muitos anos – se não me engano, eu ainda editava revistas de games quando já se falava nisso. Durante um bom tempo, o discurso foi o mesmo – “O Brasil não é prioridade neste momento”. Ou “Temos que investir no potencial da China primeiro”, diriam veladamente os representantes da empresa lá fora. Parece que a coisa mudou de lá para cá. A fusão entre a Blizzard e Actvision contribuiu, talvez, para acelerar o processo. Desde janeiro de 2009, quando a Activision passou a mostrar a cara por aqui, começamos a ouvir notícias mais concretas sobre o tema. Ao que parece, agora vai (o que exatamente, ninguém sabe ainda). E não dá para esquecer esses três fatores recentes, que aumentaram significativamente a especulação dos fanáticos:

1. Há vagas para brasileiros
Há pouco mais de um mês, a Blizzard começou a oferecer vagas profissionais para brasileiros em seu site. Gerente de desenvolvimento, assessor de imprensa e editor de site foram algumas das oportunidades que surgiram.

Esta última – Web Content Editor – particularmente me pareceu mais interessante. Segundo a descrição da vaga, o candidato ideal é um redator versátil e talentoso que se sente à vontade escrevendo tanto textos técnicos como criativos em português, e que saiba traduzir esse tipo de texto do inglês para o português. Na prática, o contratado funcionará como uma espécie de editor/redator do segmento brasileiro do site da Blizzard. A descrição reitera que o candidato ideal precisa ter conhecimento aprofundado dos games da Blizzard e a habilidade de transformar esse conhecimento em conteúdo para a web.

Parece simples? Há algumas outras exigências, como a fluência nos dois idiomas, habilidades de escrita bilíngue, experiência prévia e conhecimento de ferramentas de web. E eles ainda pedem um texto-teste sobre um game da Blizzard, em inglês e em português. Vale ressaltar que a vaga é para trabalhar em Irvine, na Califórnia. Ou seja, o salário é em dólares. Uau, hein.

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2. Boatos “oficiais” se espalhando
Se você fosse um cara com tempo livre e metido a engraçadinho, perderia tempo criando um perfil falso no Twitter só para sacanear as pessoas? Provavelmente não. É por isso que imagino que esse perfil Blizzard Brasil seja oficial. E é bastante provável que a partir de terça-feira ele passe a ser atualizado com mais frequência. Por que? Explico no próximo tópico.

3. Viagens para jornalistas brasileiros
A imprensa nacional não está acostumada a regalias, convites e luxos vindos de fora. Por isso, é digno de nota quando uma empresa estrangeira desembolsa dinheiro para transportar jornalistas brasileiros ao exterior. É mais surpreendente ainda quando ela não limita o convite a um único repórter, e decide convocar diversos deles de uma vez só.

Pois então, hoje, domingo, uma porção de profissionais está embarcando para a Califórnia, a convite da própria Blizzard. Ao que consta, eles irão acompanhar, na terça-feira, uma apresentação exclusiva do novíssimo Starcraft II, que deverá ser lançado por aqui inteiramente em português. Quando foi a última vez que uma produtora bancou a ida de tantos jornalistas brasileiros para um evento internacional? Pois então. Alguns dos sortudos são o Claudio Batistuzzo do GamesBrasil, o Théo Azevedo do UOL, o Bruno Vasone do IG, o Felipe Azevedo da Ed. Europa, o Jô Auricchio do Estadão, entre outros. Quer dizer, seja lá o que eles escutem ou vejam lá, você em breve ficará sabendo.

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E você aí, observador do mercado, sabe de mais alguma coisa que deixei passar? Talvez seja essa a hora de abrir a boca… aproveite o anonimato proporcionado pela internet e divida conosco.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , ,
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