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23/05/2011 - 21:27

Trailer de Modern Warfare 3 é para ser levado a sério

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Quem quer mais Modern Warfare?

Então em 8 de novembro tem mais.

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
12/05/2011 - 19:53

Games Musicais? Não Vão Fazer Falta

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Texto mais ou menos antigo, tema um pouco batido? Não tem problema, a internet serve para isso mesmo. Principalmente quando as polêmicas do mundo real monopolizam as manchetes. Aliás, já encontrou uma polêmica para chamar de sua hoje?

Então vamos a uma velha polêmica: o fracasso e a decadência dos games musicais, conforme escrevi na revista EGW de março. Aproveite. E comente se tiver algo a acrescentar (ou a discordar, afinal isso está tão na moda…)

***

Canto do Cisne
A morte de Guitar Hero decreta o fim dos games musicais como salvação de qualquer coisa

Videogames musicais já foram a salvação da indústria. Hoje em dia, viraram uma piada sem graça.

Mas será que não poderia ter sido evitado? Afinal, foi um desfecho melancólico e relativamente breve, mesmo em se tratando da sempre efêmera indústria da tecnologia. O primeiro jogo Guitar Hero surgiu em 2005. Em 2007, com a chegada de Rock Band, os simuladores musicais foram proclamados os salvadores da indústria fonográfica. Em 2009, acreditava-se que seria o auge desses jogos, graças à participação dos Beatles em um desses títulos. E aí, em 2010, que poderia ser um ano definitivo para o gênero, não houve a repercussão esperada. O assunto, na verdade, praticamente se extinguiu da mídia. Em 2011, aparentemente, ninguém mais se preocupa com os videogames musicais – tanto que a Activision colocou o rabinho entre as pernas e encerrou, de uma só vez, duas de suas franquias: Guitar Hero e DJ Hero.

Muita gente tentou, em vão, compreender as razões da decadência desses jogos. Há quem diga que as pessoas simplesmente enjoaram de brincar de roqueiros, ano após ano. Há também quem afirme que a culpa é da Activision e da Harmonix, que inundaram o mercado com tantas continuações que ficava difícil distinguir uma da outra. Outro problema está nos instrumentos plásticos que substituem os joysticks nesses games. Fabricados com material de péssima qualidade, eles não duram muito tempo e são tudo, menos definitivos: a cada novo jogo lançado, novos modelos de guitarras plásticas surgem, corrigindo defeitos dos anteriores. Haja dinheiro para comprar um game novo por ano só por causa das músicas, imagine ter que adquirir uma guitarra nova a cada nova aquisição? Haja espaço para guardar tanta tralha em casa.

Eu já acho que o problema é mais básico: os games musicais vendem progressivamente menos porque já cumpriram seus papéis para com a humanidade. Rock Band e Guitar Hero não surgiram com o intuito de fazer o jogador experimentar como é tocar em uma banda de verdade? Pois então, eles realizaram suas missões. Já faz tempo que o mundo tem brincado de guitarrista, vocalista ou baterista na frente da televisão. Não houve um único jogador de videogame que não testou pelo menos uma vez um desses games musicais nos últimos cinco anos. Guitar Hero e Rock Band se tornaram marcas valiosas e reconhecidas até por quem só acompanha os games de longe – assim como Tetris é o quebra-cabeças por excelência e Winning Eleven virou símbolo de futebol virtual (não que houvesse concorrentes à altura de GH e RB, mas tudo bem). Agora, quem disse que essas franquias teriam que existir para sempre? Esse privilégio é de obras primas como Mario, Zelda, Metal Gear e Grand Theft Auto. E algum jornalista aí já ousou definir algum dos Guitar Hero como “obra-prima”? Se fez isso, é um corajoso.

Games musicais tinham um propósito, e o cumpriram muito bem. Pessoas que sempre sonharam em segurar uma guitarra puderam sentir na ponta dos dedos o que significa fazer música. Quem toca de verdade sabe a maravilha que é a sensação de criar melodias com um instrumento musical. Os jogos oferecem apenas uma pequena e limita representação dessa sensação, mas para muitos, é algo irresistível. Eu não tenho números para provar minha tese, mas, como jogador e músico nas horas vagas, acredito que uma boa parcela dos jogadores deve ter ficado interessado em tocar um instrumento de verdade. E uma pequena porcentagem dessa “boa parcela” deve ter levado adiante essa curiosidade e encarou a música para valer – seja comprando uma guitarra, seja montando uma banda por diversão, seja se interessando por novas bandas e artistas e passando a frequentar shows. Seja lá como for, é impossível comparar a experiência de verdade com a simulação. Jogar é divertido, mas curtir música de verdade é muito mais. E cada vez mais gente está se dando conta disso – e, consequentemente, estão deixando esses games de lado.

Isso significaria o fim definitivo dos games musicais? Eu espero que não. Mas as produtoras de games terão que se esforçar um pouquinho mais para recuperar a atenção de todo mundo. Eles realizaram suas tarefas bem até demais. Agora, é tentar superar outras barreiras.

* Texto publicado na edição 112 da EGW, março de 2011.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
17/03/2011 - 13:24

Não Gaste seu Dinheiro em Qualquer Porcaria

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Como estão as coisas por aí? Aqui vão bem.

São muitos eventos rolando em São Paulo nesse momento. O GameWorld, que aconteceu no final de semana passado, foi um sucesso de público. Ontem, a Activision revelou suas novidades para 2011 em um encontro com a imprensa (não compareci).  E escutei bons boatos esses dias sobre um evento de games de proporções ainda maiores no segundo semestre (muitos de vocês já sabem do que estou falando). Mas logo volto a fofocar sobre isso.

Por enquanto, para ninguém dizer que não ligo mais para games, epublico agora um texto que fiz para a revista EGW de dezembro, sobre consumismo desenfreado. Acho que é um tema que continuará eternamente em voga, então sempre vale a pena discutir o assunto.

E logo mais volto por aqui.

***

Jogos Demais, Tempo de Menos
O mercado está entupido de novos jogos e acessórios, mas nem todos valem o seu suado dinheiro

Novembro foi um mês agitado para quem mexe com games no Brasil, seja profissionalmente, seja casualmente.

A Microsoft lançou a rede Xbox Live por aqui. E isso por si só já deveria ser o bastante para ocupar todo mundo. Havia quem não acreditasse que aconteceria. Mas deu certo (ou melhor, espero que tenha dado. Escrevo esta coluna no dia anterior à estreia do sistema, e rezo para que esteja funcionando direito no momento em que você estiver lendo isso. A Microsoft garantiu que funcionaria, então é melhor a gente crer). E, uma semana depois, o Kinect, também da Microsoft, chegaria às lojas brasileiras – dessa vez, com apenas duas semanas de atraso em relação aos Estados Unidos. Tudo ao mesmo tempo agora.

Enquanto isso, a Sony Brasil não fala muita coisa a respeito do seu lado da história – no caso, a rede PSN e o acessório PlayStation Move. Questão de timing e estratégia. Afinal, a Microsoft levou “apenas” quatro anos para anunciar a chegada da Live no Brasil (o Xbox 360 foi lançado aqui no final de 2006). A Sony, por sua vez, se mantém adequada ao seu cronograma, por assim dizer: o PS3 também chegou por aqui com quase quatro anos de atraso em relação ao lançamento oficial. Então, no fim das contas, está tudo de acordo com o esperado.

E é claro, precisamos nos lembrar de que este fim de ano é o período critico de lançamentos, o tal do “fall” norte-americano. É aquela louca proporção de um game por dia. Enxugando tudo e dispensando o que não presta, dá para dizer que o período oferece bem menos do que uma dezena de games imperdíveis. Em meio a tudo isso, eu fico aqui pensando quem é que tem dinheiro para consumir tanta coisa. Você tem? Porque eu não tenho.

Você pode dizer que não tenho do que reclamar porque recebo tudo de graça no conforto de meu lar. Isso é meia verdade. Recebo algumas coisas, outras tenho que comprar, como todo mundo costuma fazer. E se já acho complicado gastar tanta grana com um ou outro game, fico imaginando um cara honesto como você, que não tem nenhuma boiada e precisa comprar tudo “na raça”.

Na real, a indústria dos games não está nem um pouco preocupada com isso. Talvez eles nem enxerguem a situação como um problema de verdade. Eles devem dizer: “Ruim seria não haver game nenhum para escolher!” E para reforçar essa tese, as empresas lançam mais produtos do que conseguiríamos comprar e jogar. Melhor sobrar do que faltar? Eu acho que não é bem por aí.

É até difícil apontar um game ruim em meio a tantos jogos “mais ou menos”. Com esse excesso de novidades, se torna mais trabalhoso o processo de garimpagem, e é quando o bom senso do consumidor se faz mais do que necessário. Algumas perguntas, porém, são de difícil resposta: é possível apostar com absoluta certeza em um game criado por uma desenvolvedora consagrada? Uma continuação de um jogo incrível será necessariamente um jogo incrível? Devemos confiar em todos os reviews positivos publicados pela imprensa?

Penso que o consumidor deve ter essas questões em mente, mas relembro também algo mais importante (e que muita gente parece se esquecer): você não é obrigado a desperdiçar seu suado salário em qualquer porcaria. Não é porque a indústria abarrota as prateleiras que você precisa engolir qualquer sapo. Dê um basta no consumo desenfreado: 1. Jogos ruins e feitos às pressas não devem ser levados em consideração. 2. Continuações pouco criativas não precisam necessariamente ser consumidas, mesmo que você seja um fã ardoroso de determinada série. 3. Gênios também falham, então você não precisa comprar um game de gosto duvidoso apenas porque foi supervisionado por seu designer japonês favorito.

Investigue, teste, enlouqueça o cara da loja, mas tenha absoluta certeza antes de gastar um único centavo. Não entregue o seu dinheiro a quem não merece. E se estiver difícil de decidir, pergunte a quem você mais confia. Às vezes, a opinião de seu melhor amigo pode ser muito mais válida do que a de um jornalista…

* Texto originalmente publicado na edição 108 da EGW, dezembro de 2010.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
31/01/2011 - 17:04

Melhores de 2010 – Escolha do Leitor

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E veja só, até que não demorou muito. Vamos agora aos melhores games de 2010 de acordo com a escolha do leitor. Ou seja, você mesmo.

Contabilizei os votos recebidos nos comentários do site entre o finalzinho de dezembro e o início de janeiro, usando a seguinte metodologia: 5 pontos para cada vez que o game é citado em primeiro lugar; 3 pontos para o segundo; 1 ponto para o terceiro. Em caso de empate em pontos, ficou na frente o game com mais citações. Somando tudo, deu o resultado que você vê a seguir. Se for comparado ao resultado da critica, publicado ontem, você talvez se espante com as discrepâncias (e são várias) O que isso diz sobre os hábitos dos jogadores normais e como isso pode ser analisado diante das escolhas dos jornalistas? Gostaria de levantar essas questões. Mas, por enquanto, vamos à lista. E não poderia de deixar de agradecer a quem votou. Sua ajuda foi inestimável.

E aqui estão, finalmente, os 21 melhores games de 2010, segundo você:

1. Red Dead Redemption

X360, PS3 / Rockstar – 32 citações

Na crítica, deu Red Dead Redemption. E o leitor concordou com isso. Foi a única unanimidade de posições nas duas listas, o que leva a crer que: 1. o game é bom mesmo e todo mundo o jogou; e 2. por falta de grandes opções, não foi um ano assim tão difícil de escolher o game que mais se destacou. Em todo caso, é o game de 2010, agora sem dúvida alguma. Quem discorda?

2. Super Mario Galaxy 2

Wii / Nintendo – 23 citações

O carisma de Mario (e a popularidade do Wii) deram a vice-liderança para Super Mario Galaxy 2 entre os leitores. Entre a crítica, o game ficou em quarto, atrás de games de temáticas mais "adultas" como God of War III e Mass Effect. Seria um indício de que a crítica brasileira (na casa dos 30 anos, em média) estaria enxergando o console da Nintendo com olhos menos positivos?

3. God of War III

PlayStation 3 / Sony – 22 citações

Kratos menos cotado que o Super Mario? Faz sentido, se levarmos em conta que o PS3 demorou a engrenar no Brasil. Mas a diferença de citações foi pequena, o que leva a crer que a disputa poderia ter sido ainda mais acirrada se o PlayStation 3 fosse um pouco mais acessível no país

4. Mass Effect 2

X360, PC / BioWare – 15 citações

Eis que o leitor do Gamer.br mostra que não gosta só de "joguinho". Ou você pensa que Mass Effect 2 é para qualquer tipo de jogador? Quem encarou, disse que valeu a pena - e continuou jogando

5. Donkey Kong Country Returns

Wii / Nintendo – 11 citações

Mas havia espaço para a nostalgia no coração dos jogadores em 2010. Crítica e público concordam: Donkey Kong é importante demais para ser coadjuvante. Sem dúvidas, foi o retorno do ano

6. StarCraft 2: Wings of Liberty

PC / Blizzard – 7 citações

Um dos grandes lançamentos do ano a R$ 50 foi um apelo irresistível demais até para quem jamais se arriscou em games de estratégia. No fim das contas, a maioria curtiu. Ponto para a Blizzard

7. Halo Reach

Xbox 360 / Microsoft – 5 citações

E quem disse que brasileiro não gosta de Halo? Depois de tanto marketing, a Microsoft conseguiu convencer de que valia a pena se arriscar na franquia. E o jogador brasileiro se acostumou à ideia

8. Heavy Rain

PlayStation 3 / Sony – 6 citações

A primeira grande discrepância entre público e da crítica. Por que os jornalistas se esqueceram do perturbador Heavy Rain? Será que faltou divulgação? Pelo jeito não, porque o leitor se lembrou

9. Alan Wake

Xbox 360 / Microsoft – 5 citações

Outro que foi esquecido pela crítica ganhou boa posição com o público: a aparição de Alan Wake é outro sinal de que o marketing da Microsoft Brasil deve estar funcionando bem com o consumidor

10. Bioshock 2

X360, PS3, PC – 3 citações

A imprensa colocou o primeiro Bioshock no céu. Já o segundo, foi devidamente ignorado (vai entender). O leitor não se importou com isso se lembrou do game mesmo assim

Menções honrosas (games também citados):

11. Battlefield: Bad Company 2 – X360, PS3, PC / Electronic Arts

12. Super Meat Boy – X360, PC / Team Meat

13. Bayonetta – X360, PS3 / Sega

14. Limbo – Xbox 360 / PlayDead

15. Call of Duty: Black Ops – X360, PS3, PC / Activision

16. Gran Turismo 5 – PlayStation 3 / Sony

17. Fallout: New Vegas – X360, PS3, PC / Bethesda

18. Super Street Fighter 4 – PS3, X360 / Capcom

19. Fable 3
– Xbox 360 / Microsoft

20. Pokémon Heart Gold/Soul Silver – Nintendo DS / Nintendo

21. Kirby Epic Yarn
– Wii / Nintendo

***

Outros fatos dignos de nota, se compararmos a lista da crítica e a do público:

Call of Duty: Black Ops ganhou o quarto lugar entre a imprensa; entre o público, quase ficou de fora do top 20. Para mim, é fácil entender: os jornalistas citaram não apenas os melhores, mas também os games mais comentados do ano, e isso, Black Ops o foi (por diversas razões que pouco se relacionam à qualidade do game em si). O leitor, por sua vez, não jogou. Ou se jogou, não gostou. O mesmo talvez tenha acontecido com Assassin’s Creed: Brotherhood, bem lembrado pelos críticos e ignorado pelo público.

– A lista do leitor trouxe dois games indies em seu top 20, Super Meat Boy e Limbo. A dos jornalistas só trouxe Limbo. Por outro lado, o leitor ignorou o hype sobre Scott Pilgrim e só mencionou o game uma única vez.

– Jornalistas são mais nostálgicos do que os próprios leitores? Talvez, o que explicaria a presença de games como Dragon Quest IX, Castlevania, Pro Evolution Soccer e Need for Speed somente no top 20 da imprensa. Já a dos leitores mostram que a Nintendo ainda encanta, com os destaques a Kirby Epic Yarn e os mais recentes Pokémon.

No total, 13 games foram citados em ambas listas. Catorze são diferentes (obviamente, sete para cada lado). Já os quatro primeiros colocados, curiosamente, são os mesmos nas duas eleições. Talvez isso se dê por causa da limitação de cada eleitor só poder escolher três jogos, o que restringe ainda mais a variedade de títulos. Ou talvez porque esses quatro games sejam mesmo os melhores lançados em 2010 e ponto final. Não vi as listas estrangeiras, mas acredito que não fugiram muito do que foi apresentado por aqui. E agora, você me diz: qual das duas listas merece mais a sua aprovação, a dos jornalistas ou a dos leitores?

Já podemos pensar em 2011? Ainda não: tem a lista dos melhores e piores fatos de 2010. Mas isso eu devo publicar até o final dessa semana. Por enquanto, vá discutindo essas.

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29/06/2010 - 17:35

Dias de Festa…

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…E não, não é por causa da classificação do Brasil para as quartas-de-final.

(Desculpe, não sei você se importa ou não com Copa do Mundo.)

Hoje, terça, a Level Up! Games realiza um evento particular em São Paulo. É o Território Level Up! – de acordo com o convite que recebi (que imita uma passagem de avião), será “um mundo divertido e repleto de aventuras inesquecíveis”. Parece até chamada da Sessão da Tarde, mas será mais do que isso: é uma festa para celebrar a existência da Level Up!, atualmente a mais bem sucedida publisher de games online no País.

“O Level Up! Live é um marco na história da Level Up! no Brasil. Nas Filipinas, onde o conceito já está consolidado, ele é o grande evento do ano e o mercado espera ansiosamente por sua realização”, disse o Julio Vieitez, Diretor Geral da Level Up! Brasil, através do release divulgado na semana passada.

O auge da noite será um debate ao estilo mesa-redonda, com a presença de figuras-chave desse mercado (inclusive o Ben Colayco, o fundador da Level Up!), mas também vai rolar música, stand-up comedy e a revelação de um novo lançamento no mercado nacional.

Segundo a organização, esta é a maneira de visitar o evento (se é que você não tem o convite ainda):

Basta dirigirem-se a uma das cinco lan houses indicadas no site oficial do evento (www.leveluplive.com.br), adquirir R$ 19,90 em créditos para seu jogo preferido da Level Up! e com apenas mais R$ 2,10 garantir um dos ingressos, que são limitados. Para aqueles que não puderem comparecer, a Level Up! disponibilizará a transmissão ao vivo do evento pela internet.

A bagunça acontece no Shopping Frei Caneca (no Teatro, no sétimo andar, mesmo local onde foi o Troféu Gameworld desse ano), hoje, a partir das 19h. Eu devo estar lá mais tarde do que isso (para variar), mas estarei. Pode procurar!

***

E amanhã, tem outra.

Sabe a Blizzard? Enfim eles vão anunciar suas misteriosas intenções no mercado brasileiro.

Será amanhã, no bairro de Moema, em São Paulo, a partir das 20h. Não sei se estou autorizado a divulgar mais detalhes, porque imagino que o evento seja apenas para convidados. Mas, pelo que sei, todo mundo do mercado de games brasileiro estará lá.

O evento está sendo chamado de “Excursão de Imprensa” (é o que consta no convite) e deve girar em torno do lançamento nacional de Starcraft II: Wings of Liberty. Mas a gente também sabe que não é só isso: eles devem aproveitar para revelar detalhes da empreitada da Blizzard no Brasil. Vai ter escritório por aqui? Quem será o Country Manager? Vão contratar mais gente? Saberemos essas respostas amanhã.

***

E falando de festas futuras… reserve o final de semana de 16 a 18 de julho. Não haverá um, mas pelo menos dois eventos importantes relacionados a games. E um não tem nada a ver com o outro. E pelo que ouvi dizer por baixo dos panos, um deles promete uma novidade bombástica, inédita e muito antecipada. Mas vamos ficar quietinhos, vai que não dá certo? Depois volto a falar sobre isso…

Mas terei que participar de ambos. Como a gente faz para se dividir em dois?

***

E eu vou tentando me organizar pós-E3. Muitas entrevistas para tirar do gravador, muitos textos esboçados e não finalizados, muito material para transformar em posts… Todo ano é a mesma coisa. Fiquei enrolado por causa do fechamento da Rolling Stone de julho – a qual, aliás, trará uma grande matéria sobre a E3 2010 (não sobre os jogos). Se passar por uma banca a partir de 12 de julho, aproveite a comemoração da vitória na Copa do Mundo e leve a RS também.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2010, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , ,
15/06/2010 - 07:29

A Activision quer ser a melhor do mundo (gastando muito dinheiro para isso)

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A Activision há tempos se diferencia das outras produtoras de grande porte.

É moderna, ousada, explora relativamente bem suas franquias mais fortes. E gasta dinheiro como nenhuma outra empresa atualmente tem coragem de fazer.

Não que eles não possam fazer isso. A produtora americana cansou de ganhar dinheiro com seus Guitar Heros ao longo dos anos. E gosta de gastar seus lucros de maneira esperta – com marketing inteligente, e se associando a grandes figuras pop para ganhar crédito na praça. Ah sim, e fazendo uns games legais de vez em quando.

Uma mostra dessa diferença foi a maneira com que a empresa divulgou suas novidades nesse último dia antes do início da E3. As concorrentes fizeram coletivas de imprensa caretas em teatros embolorados do centro de Los Angeles. A Activision exagerou e foi na contramão: alugou o ginásio Staples Center (a casa do Los Angeles Lakers), montou um palco suntuoso, caprichou na iluminação e nos fogos de artifício, liberou a cerveja e convidou todo mundo que podia. Havia milhares de pessoas ali, entre vips, celebridades locais, jornalistas e amigos dos amigos. E para entreter esse povo todo, contratou mais artistas do que se pode contar nos dedos das duas mãos.

Claro, a intenção era fazer barulho sobre os novos games. E o povo até aplaudia as aparições dos novos produtos, e batia palmas e gritava quando os artistas afirmavam “a Activision faz os melhores games do mundo, não é, pessoal?!”. Mas estava todo mundo ali para beber de graça e conferir alguns shows exclusivíssimos que só a loucura surreal da E3 é capaz de proporcionar.

Nenhuma outra produtora teria culhões de investir tanto em uma única festança. A Activision, ao que parece, não está preocupada em parecer exagerada. Cada novo game exibido era brindado com um show de um artista diferente. Para celebrar DJ Hero 2, colocou logo DJs de alto nível para fazer barulho – deadmau5, Z-Trip e David Guetta fizeram a moçadinha jogar as mãos para cima. Na hora do trailer de Guitar Hero: Warriors of Rock, rolou uma versão orquestrada de “Black Hole Sun” do Soundgarden com o próprio Chris Cornell gastando o gogó, mais um show corretíssimo do Jane’s Addiction e uma performance emocionante de “Bohemian Rhapsody” (do Queen) cantada pelo Maynard James Keenan, vocalista do Tool, e com Billy Jowerdel do A Perfect Circle na guitarra. Coisa fina.

E não foi só isso: teve show bonito do Usher (“A Activision sabe fazer as coisas grandes, não é?”, ele provocou). Teve barulheira do N.E.R.D. para embalar o vídeo bacana de True Crime: Hong Kong. Teve até o Tony Hawk e amigos fazendo performances para divulgar o interessante Tony Hawk Shred (em cel-shading, que legal). Hawk se desculpou, dizendo que estava prevista uma session de skate para o evento, que acabou adiada por problemas na rampa que seria montada ali. Nem precisava. Aí sim, seria too much.

E o gran finale foi com o grande game da Activision na E3: Call of Duty: Black Ops. E o convidado da noite é um velho conhecido dos eventos da empresa (ele também se apresentou na festa do ano passado, ao lado de Jay-Z): Eminem, o MC branco mais celebrado deste lado do hemisfério. Com Travis Barker (do Blink-182) espacando a bateria de maneira apaixonada, o rapper fez um show absurdo, no bom sentido. Teve até participação especialíssima da bela Rihanna (umbrella-ella-ê-ê), de pernas de fora e cheia de sorrisos. Na música que encerrou o show, a vencedora de Oscar “Lose Yourself”. E quando ninguém esperava (eu já quase cochilava na poltrona), fogos de artifício foram disparados por todo o Staples Center. Não qualquer rojãozinho: eram simulações sonoras de bombas, mísseis e metralhadoras, que deixaram um cheiro de pólvora no ar e a sensação de que esse louco mundo dos videogames se torna a cada ano mais e mais poderoso e necessário.

E claro, muito disso é por causa da Activision. Esses caras sabem seriamente brincar.

***

Tenho vídeos, mas postarei ao longo da semana. Agora, só preciso dormir algumas horas. Daqui a pouco tem Nintendo, Sony… e Brasil na Copa do Mundo. Façam suas apostas.

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18/04/2010 - 16:07

E a Blizzard sopra no Brasil

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Agora sim, dá para dizer que a Blizzard está chegando.

A questão do investimento no Brasil da produtora de World of Warcraft é discutida há muitos anos – se não me engano, eu ainda editava revistas de games quando já se falava nisso. Durante um bom tempo, o discurso foi o mesmo – “O Brasil não é prioridade neste momento”. Ou “Temos que investir no potencial da China primeiro”, diriam veladamente os representantes da empresa lá fora. Parece que a coisa mudou de lá para cá. A fusão entre a Blizzard e Actvision contribuiu, talvez, para acelerar o processo. Desde janeiro de 2009, quando a Activision passou a mostrar a cara por aqui, começamos a ouvir notícias mais concretas sobre o tema. Ao que parece, agora vai (o que exatamente, ninguém sabe ainda). E não dá para esquecer esses três fatores recentes, que aumentaram significativamente a especulação dos fanáticos:

1. Há vagas para brasileiros
Há pouco mais de um mês, a Blizzard começou a oferecer vagas profissionais para brasileiros em seu site. Gerente de desenvolvimento, assessor de imprensa e editor de site foram algumas das oportunidades que surgiram.

Esta última – Web Content Editor – particularmente me pareceu mais interessante. Segundo a descrição da vaga, o candidato ideal é um redator versátil e talentoso que se sente à vontade escrevendo tanto textos técnicos como criativos em português, e que saiba traduzir esse tipo de texto do inglês para o português. Na prática, o contratado funcionará como uma espécie de editor/redator do segmento brasileiro do site da Blizzard. A descrição reitera que o candidato ideal precisa ter conhecimento aprofundado dos games da Blizzard e a habilidade de transformar esse conhecimento em conteúdo para a web.

Parece simples? Há algumas outras exigências, como a fluência nos dois idiomas, habilidades de escrita bilíngue, experiência prévia e conhecimento de ferramentas de web. E eles ainda pedem um texto-teste sobre um game da Blizzard, em inglês e em português. Vale ressaltar que a vaga é para trabalhar em Irvine, na Califórnia. Ou seja, o salário é em dólares. Uau, hein.

Para se inscrever, clique aqui

2. Boatos “oficiais” se espalhando
Se você fosse um cara com tempo livre e metido a engraçadinho, perderia tempo criando um perfil falso no Twitter só para sacanear as pessoas? Provavelmente não. É por isso que imagino que esse perfil Blizzard Brasil seja oficial. E é bastante provável que a partir de terça-feira ele passe a ser atualizado com mais frequência. Por que? Explico no próximo tópico.

3. Viagens para jornalistas brasileiros
A imprensa nacional não está acostumada a regalias, convites e luxos vindos de fora. Por isso, é digno de nota quando uma empresa estrangeira desembolsa dinheiro para transportar jornalistas brasileiros ao exterior. É mais surpreendente ainda quando ela não limita o convite a um único repórter, e decide convocar diversos deles de uma vez só.

Pois então, hoje, domingo, uma porção de profissionais está embarcando para a Califórnia, a convite da própria Blizzard. Ao que consta, eles irão acompanhar, na terça-feira, uma apresentação exclusiva do novíssimo Starcraft II, que deverá ser lançado por aqui inteiramente em português. Quando foi a última vez que uma produtora bancou a ida de tantos jornalistas brasileiros para um evento internacional? Pois então. Alguns dos sortudos são o Claudio Batistuzzo do GamesBrasil, o Théo Azevedo do UOL, o Bruno Vasone do IG, o Felipe Azevedo da Ed. Europa, o Jô Auricchio do Estadão, entre outros. Quer dizer, seja lá o que eles escutem ou vejam lá, você em breve ficará sabendo.

***

E você aí, observador do mercado, sabe de mais alguma coisa que deixei passar? Talvez seja essa a hora de abrir a boca… aproveite o anonimato proporcionado pela internet e divida conosco.

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02/03/2010 - 01:11

Pane na PSN: Sony se confunde com ano bissexto?

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É o bug do milênio?

Não, apenas um “pau” de proporções globais (sem duplo sentido! – ou será que com?) que atingiu a rede online PlayStation Network desde ontem.

Quem tem PlayStation 3 está sabendo. Quem tem o modelo antigo do PS3 não pôde nem ligar o videogame.

Todo mundo especulava sobre tudo. Aí, o sistema voltou. E aí, a Sony, por meio de seu blog oficial, comentou o ocorrido. Ao que parece, eles tem uma certeza:

“We are aware that the internal clock functionality in the PS3 units other than the slim model, recognized the year 2010 as a leap year.”

Traduzindo daquele jeitinho brasileiro:

“Estamos sabendo que o relógio de todos os PS3 (exceto os modelos Slim) reconheciam o ano de 2010 como bissexto.”

Estou rindo ainda. Será que é tão difícil se lembrar daquela brincadeira do “ano bissexto é ano de Olimpíada”? 2010 tem Copa do Mundo, pessoal. 2008 foi bissexto, 2012 será bissexto. Em ano bissexto, fevereiro tem 29 dias. E é isso. Mas parece que alguém se enganou no meio do caminho.

Para quem duvida, leia a íntegra do post publicado pela Sony aqui.

Achavam que as três luzes vermelhas do Xbox 360 eram o fail desta geração de consoles… esse bug do PlayStation 3 veio para mostrar que todo mundo erra. Ou não.

Pelo menos, ninguém saiu ferido da pane. Mas alguns milhõezinhos de prejuízo com certeza alguém levou. E a piada vai rolar por um bom tempo, pode ter certeza.

***

E essa aqui também é boa (foi o Gus que me apontou):

Há algo de podre no reino da Infinity Ward.

Pelo menos é o que a Activision pensa. Ou será que é algo mais grave e envolvendo outras instâncias?

Parece que surgiram lá nos escritórios da Infinty Ward, produtora de Modern Warfare 2, uns seguranças mal-encarados, que cercaram o prédio e não dão informações para ninguém. Ao mesmo tempo, alguns diretores do estúdio sumiram desde que foram a uma reunião na Activision. Tenso. Parece enredo de game. Seria um viral de Modern Warfare 3? Eu apostaria nisso se fosse na semana passada.

Mas como é agora, eu fico achando tudo muito esquisito.

UPDATE: Parece que o bicho pegou por lá. Gente demitida e tudo o mais.

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30/01/2010 - 17:28

Melhores Fatos de 2009 – Escolha da Crítica

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Quem aguentou esperar?

E lá vamos nós com a continuação da eleição Melhores de 2009 do Gamer.br. No penúltimo post, apresentei as classificações dos Melhores Fatos de 2009, segundo os leitores deste blog. Agora, vejamos como se desenrolou a lista dos Melhores Fatos do mercado nacional de acordo com a crítica especializada do País.

Repito para quem não pegou da primeira vez: cada jornalista foi convidado a citar, espontaneamente, qual foi o melhor acontecimento de 2009 no mercado de games brasileiro. Não houve dica nem indicação: cada um escreveu a primeira coisa que passou pela cabeça. Confira agora os resultados de tal pesquisa (que não possui nenhuma comprovação científica, fique claro):

Mas antes, relembre quem foram os 80 profissionais que participaram da votação:

ELEITORES GAMER.BR:
Akira Suzuki (UOL Jogos)
Alberto Alerigi (Reuters)

Alexei Barros (Hadouken)

Allan André (Digerati Games)

André “Cardoso” Czarnobai (Qualquer)
André Gordirro (Revista Preview)
Bruna Torres (Girls of War)
Bruno Abreu (OuterSpace)

Bruno Vasone (Arena Turbo)

Caio Corraini (Continue)
Caio Teixeira (Arena Turbo)
Carla Rodrigues (Game TV/Girls of War)
Carlos Eduardo Freitas (Futebol Alemão/Revista da Semana)

Cido Coelho (NoReset)

Clarice dos Santos (Girls of War)

Cláudio Batistuzzo (Games Brasil)

Cláudio Prandoni (UOL Jogos/Hadouken)

Daniel Nieuwenhuizen (Recreio)

Darius Roos (Terra Games)
Diego Assis (G1)
Diego Guichard (Zero Hora/Canal dos Games)
Douglas Pereira (Blogeek)

Douglas Vieira (Hardgamer)

Eduardo Trivella (NGamer)

Emerson Facunte (Livraria Saraiva)

Eric Araki (Level Up! Games)

Erico Borgo (Omelete)
Ewandro Schenkel (Gazeta do Povo)
Fabio Bracht (Continue)

Fabio Santana (EDGE)

Fabio Yabu (Princesas do Mar)
Felipe Azevedo (EDGE)

Fernando Mucioli (GameTV)

Fernando Souza Filho (EGW)

Flávia Gasi (Game Blog MTV)
Flávio Croffi (EGW)
Geraldo Figueras (EGW)
Gilsomar Livramento (Old! Gamer)

Gustavo Hitzschky (Hadouken)

Gus Lanzetta (WebGus)
Gustavo Petró (G1)
Humberto Martinez (Old! Gamer)
Jocelyn Auricchio (O Estado de São Paulo)
Jones Rossi (Galileu)
José Mauro Trevisan (Laboratório do Dr. Careca)
Juliano Barreto (INFO Exame)

Leandro “Sombra” Rodrigues (D&T PlayStation)

Leo de Biase (Level Up! Games)
Leopoldo Godoy (G1)
Lucas Patrício (GoLuck)
Marcel R. Goto (Sax Magazine)
Nelson Alves Jr. (Revista do Xbox 360)
Odir Brandão (SKY7)
Otávio Moulin (UOL Jogos)

Orlando Ortiz (SKY7)

Pablo Miyazawa (Rolling Stone/Gamer.br)

Pablo Raphael (UOL Jogos)

Paula Romano (MSN Jogos)
Paulo Terron (Rolling Stone/With Lasers!)
Pedro Giglio (Final Boss/Jigu)
Pedro Burgos (Gizmodo)

Rafael Arbulu (The Gamer)
Rebeca Gliosci (Girls of War)

Renato Siqueira (Nintendo World)

Renata Honorato (The Game Girl)
Renato Bueno (Game TV)
Renato Viliegas (Destak)

Ricardo Farah (SKY7)

Rodrigo Guerra (GameTV)

Rodrigo Salem (Shuffle Pop/Contigo)

Romulo Máthei (Ed. Europa)

Ronaldo Testa (HardGamer)

Spencer Stachi (Ofício Design)
Suzana Bueno (TecToy Digital/Continue)
Théo Azevedo (UOL Jogos/Folha de S. Paulo)
Thiago Borbolla (Judão)

Thiago Simões (Jovem Pan)

Vinicios Duarte (GamerView)

Vivi Werneck (Girls of War)
Wanderley Scarpignato (Banana Games)

***

SonylogoInício da atuação da Sony e da linha PlayStation no Brasil – 37 citações
No quesito “fato de 2009”, crítica e público falaram a mesma língua (ainda que não com a mesma intensidade): o assunto do ano passado foi a chegada oficial da Sony no Brasil. No caso da crítica, quase a metade dos votantes elevou às alturas a iniciativa da fabricante do PlayStation de investir esforços no País. Assim como no caso do resultado da eleição dos leitores, concluo que isso só mostra o quanto o jornalista brasileiro também é carente de grandes novidades e atitudes grandiosas. Para você ver que a imprensa brasileira, assim como o consumidor, também é otimista e não desiste nunca.

ps2Redução dos preços dos produtos Sony – 9 citações
Quase uma dezena de eleitores foi bastante específica em relação ao seu voto: o grande acontecimento de 2009 não foi a entrada da Sony, mas sim o fato de a empresa ter dado o braço a torcer e reduzido os preços que anunciou inicialmente. A bem da verdade, os preços dos jogos para PS2 e PS3 caíram consideravelmente (em alguns casos, mais de 50%), muito por conta do período de vendas natalinas. Mas será que a queda permanecerá como a tendência? E o preço do PS2, quando vai cair? Isso porque ainda estamos aguardando a revelação do preço inicial do PlayStation 3 no Brasil… Mas esta é outra questão a ser discutida nos próximos meses.

xbox3600Redução do preço do Xbox 360 – 5 citações
Com tanto alarde em relação à Sony, a Microsoft acabou ficando meio em segundo plano nos pensamentos do público brasileiro. A imprensa, por sua vez, achou digna de nota a queda do preço final do Xbox 360 no mercado nacional. Válido, afinal, o preço caiu mesmo, em algumas centenas de reais. Mas será que nao dava para cair mais? A gente imagina que sim. Que em 2010 a curva descendente continue constante.

konamiMaior Investimento de publishers estrangeiras – 5 citações
Aqui, a escolha foi variada. Alguns citaram a forte presença da Konami (enfim!), com eventos e lançamentos agressivos no segundo semestre de 2009. Houve quem citasse também a Take Two, a Activision e até mesmo a própria atuação da Sony no mercado nacional, ou todas essas juntas. O fato é que a imprensa gostou de ver os gringos marcando presença em território nacional. A expectativa é que todas essas empresas que fizeram acontecer no ano passado sigam o exemplo da Ubisoft e abram escritórios por aqui. Daí, comecem a contratar profissionais brasileiros. Sonhar não custa nada, afinal.

zeeboLançamento do Zeebo – 4 citações
Não poderia faltar o Zeebo da Tectoy nas lembranças da imprensa brasileira. Assim como aconteceu na votação dos leitores, o console popular mais alardeado dos últimos tempos foi obscurecido por aqui pela chegada tardia do PlayStation 2. Em 2010, a expectativa geral é que a máquina finalmente decole e chegue às lojas do País com força total.  Consumidores para o Zeebo, existem aos montes no Brasil. Resta eles saberem que a máquina existe.

ubisoftpucParceria da Ubisoft com a PUC-RS – 4 citações
A união entre a softhouse francesa e da universidade gaúcha ganhou destaque  na mídia, muito por representar um progresso real na qualidade do mercado profissional brasileiro. O curso de pós-graduação patrocinado pela Ubisoft promete trazer um avanço inédito no ensino e serve para fortalecer os sonhos de muita gente que deseja levar a criação de games como modo de vida no futuro. Que venham mais atitudes semelhantes, porque o Brasil é carente – e precisa muito – delas.

brasilSony afirmar interesse na produção nacional – 3 citações
Não contente em iniciar as vendas de seus produtos no Brasil, a Sony andou divulgando que pretende explorar os profissionais locais para a produção de novos games no futuro. Isso significa que a fabricante japonesa irá fornecer subsídios e orientação aos desenvolvedores nacionais para que o País se torne também um polo de criação de jogos para PSP, PS2 e, quem sabe, futuramente, o PS3. Se acontecer do jeito que prometem, será um sonho realizado para muitos.

capa OLD GAMER_Layout 1.qxdLançamento da revista OLD! Gamer – 3 citações
Na contramão das editoras que lançam revistas de games, a Europa decidiu focar em um nicho em sua mais recente publicação especializada. Criou, assim, a Old! Gamer, voltada justamente para os jogadores aficionados por videogames de gerações passadas. Mais do que uma revista baseada em nostalgia, a OLD! presenteou os leitores com um cuidado dificilmente visto em uma revista nacional atual, tratando os jogos antigos com a atenção que a mídia dá aos produtos novinhos em folha. É uma prova que as revistas de games, quando baseadas em boas ideias, podem ainda existir nesse mundo cada vez mais virtual.

pg_logofinalMaior quantidade de lojas especializadas – 2 citações
Quem disse que o Brasil só vive de pirataria? Em 2009, as lojas especializadas cresceram em quantidade no território nacional. A UZ Games expandiu ainda mais seu domínio no mercado, abrindo mais pontos de venda pelo País. A entrada da Proximo Games em Curitiba mostrou que um panorama para as franquias estrangeiras é possível. E outras iniciativas mais modestas continuam pipocando aqui e ali, mostrando que lojas especializadas não são aberrações passageiras, mas sim possibilidades reais.

Menções Honrosas:

– Destaque das produtoras brasileiras no iPhone

– Nenhum

– Expansão do mercado de jogos Online no Brasil

– Traficantes falando em alto e bom português em Modern Warfare 2

– Blindagem do Brasil na crise econômica mundial

– A localização de Scribblenauts para o português

– Dólar baixo

– Lançamento da revista Edge

– eGamers, plataforma nacional de distribuição digital de jogos

***

Que tal a opinião da crítica? Alguma surpresa? É sua hora de comentar. Compare a opinião dos jornalistas com a dos leitores e ponha a boca no trombone como só você sabe fazer.

E na semana que vem, agora que a vida se normalizou um pouco, retornarei com o lado negro da história: os piores fatos de 2009 segundo o público e a imprensa. Retorne em breve, comente e divulgue por aí.

(Todas as imagens: Reprodução)

Autor: - Categoria(s): Melhores de 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
29/11/2009 - 22:12

E o PS3 no Brasil, por quanto vai sair?

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Quanto tempo!

Sobrevivemos aqui a mais um fechamento. Espero que você não tenha cansado de esperar. Eu me cansei um pouco de ficar longe daqui.

Vamos à retrospectiva do que rolou esses dias:

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Da parte da Sony, nenhuma novidade sobre o lançamento da linha PlayStation no Brasil. O preço do PS2 é aquele mesmo, os valores dos jogos são aqueles, e a Sony não está muito disposta a abrir um setor de reclamações para todo mundo botar a boca no mundo. E assim que é a vida. Acostume-se.

Mas alguns amigos apuraram o que vem depois disso. Ou seja, PlayStation 3 e PSP no Brasil. E estão vindo mesmo. Mas só no ano que vem.

Segundo esta nota publicada no site GameTV, R$ 2500 deve ser o preço de sugestão do PlayStation 3 Slim trazido oficialmente pela Sony. Trazido sim, e não fabricado, montado ou embalado por aqui. O PS3 vendido pela Sony no Brasil será importado, como todos aqueles vendidos atualmente por aqui. As grandes diferenças serão a garantia da Sony e – espera-se – o manual de instruções em português. Os jogos devem ser vendidos ao preço inicial de R$ 249 (os lançamentos -os games mais antigos devem sair mais em conta). O PSP também chegará ao Brasil, mas somente o modelo 3000, não o Go. O preço do portátil por aqui ainda não foi apurado.

As fontes dessa notícia foram alguns lojistas que já tomaram conhecimento da estratégia da Sony. Na verdade, já tem muita gente sabendo das coisas por aí, com bastante antecedência. É a imprensa e, por consequência, o público consumidor, que fica sabendo de tudo por último. Então fica a dica: se você conhece alguém que trabalha em lojas que vendem games, pergunte tudo o que puder a essa pessoa – com certeza ela sabe das coisas.

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Esses dias, fiquei acompanhando a repercussão da notícia sobre o início das atividades da Sony no Brasil (a qual, espero, você leu aqui antes – ou leia aí embaixo). Todos os portais repercutiram a história, assim como vários blogs independentes. Foi interessante também ver a repercussão no exterior. Sites internacionais que deram a notícia aproveitaram para tirar uma onda com o mercado brasileiro. Nada mais justo. A piada estava pronta. Só rindo mesmo.

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Essa semana, dei uma entrevista de bate-pronto para o site Garagem dos Games, que faz parte do portal da rádio Jovem Pan. Para quem não escutou no rádio, pode ouvir por aqui. Peço desculpas pela voz de sono. Era de manhã.

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No começo de dezembro, mais especificamente no dia 8, representantes da Take 2 estarão visitando o Brasil. Quem avisou foi o Luiz Passos Paredes, velho conhecido do mercado nacional, e que fala em nome da IDG Consulting, empresa que representa algumas publishers em nosso país – além da Take 2, a Activision, só para citar duas.

Os nomes dos visitantes são Nick Van Amburg, gerente de produtos da Rockstar Games, Tom Bass (diretor de marketing da 2k Games) e David Gershik,  vice-presidente de vendas da Take 2. No encontro em questão, além de exibir alguns previews de jogos como Bioshock 2, Read Dead Redemption e Mafia II, a IDG também irá anunciar suas ações efetivas no mercado brasileiro em relação às empresas que representa.

É aquela coisa: mais empresas estrangeiras se interessando pelo mercado nacional. Agora só está faltando que os consoles tenham preços mais acessíveis para o público médio brasileiro. É pedir muito?

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E muita gente veio me cobrar uma atitude sobre o caso dos banimentos na Xbox Live. O que é dizem é que há muita gente sendo banida da rede online da Microsoft simplesmente por viver no Brasil e estar conectado ao sistema. A Microsoft não confirma oficialmente que estaria fazendo mais essa limpeza em sua rede, mas alguns visitantes deste site juram que está sendo o caso (leia nos comentários para entender melhor).

Para esclarecer a situação, fui atrás de quem interessa: conversei ao vivo sobre este e outros assuntos com o Milton Beck, diretor da área de games e entretenimento da Microsoft. O papo/almoço rendeu uma bela Entrevista da Semana que publicarei na íntegra no blog, nos próximos dias. Espero que você possa esperar até lá.

E vamos nessa, que é domingo e ainda dá tempo de fazer alguma outra coisa. Menos DJ Hero, que já enjoei por enquanto. Mas talvez eu esteja jogando da maneira errada…

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