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Arquivo de maio, 2011

31/05/2011 - 20:21

O Fim da era Zeebo no Brasil

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Acontece até com os mais bem intencionados projetos: as operações da Zeebo Inc., joint-venture entre a Qualcomm e a Tectoy responsável pela fabricação e distribuição do console Zeebo no Brasil, serão encerradas em definitivo (veja a nota completa no Arena Turbo).

A seguir, a íntegra do comunicado enviado hoje à imprensa:

“Em função do realinhamento estratégico dos negócios da Zeebo Inc., as operações da Zeebo Brasil e Zeebo Interactive Studios serão descontinuadas no País. A Zeebo agradece o grande apoio dos consumidores brasileiros ao sistema, aos conteúdos e serviços oferecidos desde o lançamento do produto.

O call center e os serviços de garantia e manutenção serão mantidos conforme determina a legislação brasileira. A loja on line ficará aberta até 30 de setembro de 2011. A partir de agora e até essa data, preços especiais serão praticados afim de oferecer aos proprietários do Zeebo a oportunidade de adquirir novos títulos para seu sistema com valores reduzidos.

Os conteúdos adquiridos pelos usuários do Zeebo permanecerão ativos e disponíveis no sistema para uso a qualquer momento.”

Os funcionários (pouco mais de 30) do estúdio de criação da Zeebo, localizado em Campinas (SP), já teriam sido comunicados do encerramento das atividades. O fato é lamentável, principalmente pela alta quantidade de vagas profissionais perdidas. Que os funcionários demitidos consigam se recolocar rapidamente.

Vale dizer também que, dos primeiros rumores sobre o projeto e o anúncio oficial até hoje, não se passaram nem três anos completos – um ciclo relativamente curto em se tratando de videogames, mas até  longo em se tratando de Brasil. Será que esse desfecho melancólico servirá para desencorajar futuros investimentos estrangeiros no país?

Eu, sinceramente, espero que não.

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31/05/2011 - 13:19

O dilema paradoxal de Portal

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Roubei daqui.

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30/05/2011 - 18:57

E3 2011: (Praticamente) Começou

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Falta uma semana para o início da E3 2011.

Você sabe, a feira de games e entretenimento eletrônico mais famosa deste lado do mundo. Acontece todos os anos, sempre nos meses de junho (salve exceções), em Los Angeles, Califórnia. É aquele emaranhado de novidades, notícias, boatos, gente indo e voltando. E especulações. Porque não basta revelar novidades, mas deixar todo mundo curioso e em dúvida.

O Gamer.br estará lá para cobrir essa bagunça de perto. Acompanhe e confie. Nos próximos dias, só falarei sobre isso. E acho que você também não irá querer ler sobre outra coisa, presumo.

Aliás, comente aí: qual sua maior expectativa para o evento? Nintendo? Microsoft? Sony? Nenhuma das anteriores?

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2011, Tudo ao mesmo tempo Tags:
26/05/2011 - 12:16

Incentivos Fiscais Também aos Videogames? Será?

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Saiu hoje no jornal Correio Brasiliense, sem muito alarde (será que alguém leu?):

“Jogos eletrônicos terão os mesmos incentivos fiscais dos tablets”

Em resumo, a matéria conversou com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que teria informado que “a produção nacional de equipamentos para jogos eletrônicos será o próximo alvo de estímulos fiscais”. Ou seja, seriam planos de se criar uma medida provisória para oferecer aos videogames os mesmos incentivos que foram dados recentemente aos tablets, a tal da “Lei do bem”.

“O Brasil é grande exportador de conteúdo para esses jogos e tem o quarto maior mercado do segmento, além de um grande potencial para crescer”, Paulo Bernardo teria declarado ao Correio.

O Ministério das Comunicações já teria negado a informação da matéria publicada no jornal de Brasília, em uma nota em seu site oficial:

“A matéria do Correio, assinada por dois jornalistas com os quais não conversei, ‘informa’ que o Planalto prepara MP para dar aos games os mesmos incentivos concedidos aos tablets. Seria uma boa notícia, não fora falsa. Não falei em MP e deixei claro ao jornalista com quem conversei, que era matéria a ser trabalhada, discutida no governo” esclarece Paulo Bernardo.”

É preciso ler atentamente esse tipo de notícia e compreender como uma possível redução da carga tributária para estimular a fabricação de videogames em território nacional impactaria no modo como essa indústria se comporta no Brasil. Vale lembrar que o tal pacote de incentivos dados aos tablets é definido pela redução do PIS/Cofins e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do ICMS (que é definido de estado para estado). Sobre o Imposto sobre Importação, há a dependência de que parte dos componentes para a montagem do produto sejam de procedência nacional.

Resta saber como, na prática, se concedidos aos videogames, como tais estímulos iriam impactar o mercado. Será que as fabricantes de consoles se sentiriam encorajadas a construir suas máquinas no Brasil? Lembrando que os videogames que são vendidos no país em caráter oficial são importados – e a alta carga tributária nacional que incide sobre os consoles, de acordo com as empresas, seria o fator responsável pelo preço tão elevado do produto em relação ao valor original. Fabricados por aqui, os valores cobrados ao consumidor mudariam drasticamente.

Será que Nintendo, Microsoft e Sony passariam a montar e embalar seus videogames por aqui? O impacto seria sentido ainda nessa geração de consoles (movida a Wiis, 360s e PS3s), ou somente na próxima? E os games propriamente ditos, como eles entrariam nessa? A questão está no ar, mesmo que por vias tortas. Que o estímulo fiscal aos videogames realmente se concretize um dia, gerando uma ação real – como no caso da fabricação dos tablets.

Para a íntegra da matéria do Correio Brasiliense, leia aqui.

Para a íntegra da declaração do ministro Paulo Bernardo, veja aqui.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
23/05/2011 - 21:27

Trailer de Modern Warfare 3 é para ser levado a sério

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Quem quer mais Modern Warfare?

Então em 8 de novembro tem mais.

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18/05/2011 - 12:16

A rede PSN ainda não está tão segura assim…

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Você recebeu um e-mail da Sony dizendo que sua senha da PSN foi alterada? Ok. Mas se você recebeu a mensagem e NÃO alterou a senha, é porque possivelmente as coisas ainda não estão tão seguras na rede online do PlayStation 3…

É o que alerta esse relato da revista Time.

Ninguém falou que seria fácil resolver esses problemas, mas está tomando tempo demais. E a cada dia, o prejuízo da Sony aumenta. O que será que a empresa está preparando para o discurso de desculpas na E3? Será preciso adiantar algumas revelações para eclipsar esse tema no interesse da imprensa especializada. Mesmo porque, Nintendo e Microsoft provavelmente mostrarão novidades sobre seus novos consoles…

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
12/05/2011 - 19:53

Games Musicais? Não Vão Fazer Falta

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Texto mais ou menos antigo, tema um pouco batido? Não tem problema, a internet serve para isso mesmo. Principalmente quando as polêmicas do mundo real monopolizam as manchetes. Aliás, já encontrou uma polêmica para chamar de sua hoje?

Então vamos a uma velha polêmica: o fracasso e a decadência dos games musicais, conforme escrevi na revista EGW de março. Aproveite. E comente se tiver algo a acrescentar (ou a discordar, afinal isso está tão na moda…)

***

Canto do Cisne
A morte de Guitar Hero decreta o fim dos games musicais como salvação de qualquer coisa

Videogames musicais já foram a salvação da indústria. Hoje em dia, viraram uma piada sem graça.

Mas será que não poderia ter sido evitado? Afinal, foi um desfecho melancólico e relativamente breve, mesmo em se tratando da sempre efêmera indústria da tecnologia. O primeiro jogo Guitar Hero surgiu em 2005. Em 2007, com a chegada de Rock Band, os simuladores musicais foram proclamados os salvadores da indústria fonográfica. Em 2009, acreditava-se que seria o auge desses jogos, graças à participação dos Beatles em um desses títulos. E aí, em 2010, que poderia ser um ano definitivo para o gênero, não houve a repercussão esperada. O assunto, na verdade, praticamente se extinguiu da mídia. Em 2011, aparentemente, ninguém mais se preocupa com os videogames musicais – tanto que a Activision colocou o rabinho entre as pernas e encerrou, de uma só vez, duas de suas franquias: Guitar Hero e DJ Hero.

Muita gente tentou, em vão, compreender as razões da decadência desses jogos. Há quem diga que as pessoas simplesmente enjoaram de brincar de roqueiros, ano após ano. Há também quem afirme que a culpa é da Activision e da Harmonix, que inundaram o mercado com tantas continuações que ficava difícil distinguir uma da outra. Outro problema está nos instrumentos plásticos que substituem os joysticks nesses games. Fabricados com material de péssima qualidade, eles não duram muito tempo e são tudo, menos definitivos: a cada novo jogo lançado, novos modelos de guitarras plásticas surgem, corrigindo defeitos dos anteriores. Haja dinheiro para comprar um game novo por ano só por causa das músicas, imagine ter que adquirir uma guitarra nova a cada nova aquisição? Haja espaço para guardar tanta tralha em casa.

Eu já acho que o problema é mais básico: os games musicais vendem progressivamente menos porque já cumpriram seus papéis para com a humanidade. Rock Band e Guitar Hero não surgiram com o intuito de fazer o jogador experimentar como é tocar em uma banda de verdade? Pois então, eles realizaram suas missões. Já faz tempo que o mundo tem brincado de guitarrista, vocalista ou baterista na frente da televisão. Não houve um único jogador de videogame que não testou pelo menos uma vez um desses games musicais nos últimos cinco anos. Guitar Hero e Rock Band se tornaram marcas valiosas e reconhecidas até por quem só acompanha os games de longe – assim como Tetris é o quebra-cabeças por excelência e Winning Eleven virou símbolo de futebol virtual (não que houvesse concorrentes à altura de GH e RB, mas tudo bem). Agora, quem disse que essas franquias teriam que existir para sempre? Esse privilégio é de obras primas como Mario, Zelda, Metal Gear e Grand Theft Auto. E algum jornalista aí já ousou definir algum dos Guitar Hero como “obra-prima”? Se fez isso, é um corajoso.

Games musicais tinham um propósito, e o cumpriram muito bem. Pessoas que sempre sonharam em segurar uma guitarra puderam sentir na ponta dos dedos o que significa fazer música. Quem toca de verdade sabe a maravilha que é a sensação de criar melodias com um instrumento musical. Os jogos oferecem apenas uma pequena e limita representação dessa sensação, mas para muitos, é algo irresistível. Eu não tenho números para provar minha tese, mas, como jogador e músico nas horas vagas, acredito que uma boa parcela dos jogadores deve ter ficado interessado em tocar um instrumento de verdade. E uma pequena porcentagem dessa “boa parcela” deve ter levado adiante essa curiosidade e encarou a música para valer – seja comprando uma guitarra, seja montando uma banda por diversão, seja se interessando por novas bandas e artistas e passando a frequentar shows. Seja lá como for, é impossível comparar a experiência de verdade com a simulação. Jogar é divertido, mas curtir música de verdade é muito mais. E cada vez mais gente está se dando conta disso – e, consequentemente, estão deixando esses games de lado.

Isso significaria o fim definitivo dos games musicais? Eu espero que não. Mas as produtoras de games terão que se esforçar um pouquinho mais para recuperar a atenção de todo mundo. Eles realizaram suas tarefas bem até demais. Agora, é tentar superar outras barreiras.

* Texto publicado na edição 112 da EGW, março de 2011.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
10/05/2011 - 11:56

Sony "fala" sobre PSN e consequências para o Brasil

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A Sony se pronunciou em seu blog sobre a questão PSN… e citou o Brasil pela primeira vez. Na verdade, quem assina o texto é o Mark Stanley, gerente geral da empresa para a empresa para a América Latina. A assessoria da Sony Brasil gentilmente traduziu o post.

Como muitos de vocês já leram nas recentes comunicações realizadas pelo Sr. Kazuo Hirai e por Howard Stringer, a Sony oferecerá proteção contra o acesso indevido às identidades para todos os afetados pelo ataque cibernético de hackers à PlayStation Network e vantagens especiais aos seus clientes. Grande parte de vocês certamente acompanhou os detalhes sobre os serviços da PSN norte-americana.

Vocês também podem imaginar que fazer uma oferta similar para os países afetados na América Latina, tais como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, implica em um processo muito complexo. Cada país tem um procedimento diferente para os casos que tiverem problemas com suas contas. Estamos analisando hoje as melhores possibilidades e soluções para nossos clientes da região e, quando tivermos este programa pronto para ser anunciado, forneceremos as particularidades dos serviços específicos de cada país e explicaremos como aderir ao programa. Nós daremos mais detalhes assim que possível.

Muito obrigado a todos pelo contínuo apoio neste período.

***

Ou seja, trocando em miúdos: no caso da PSN, o que vale para o resto do mundo não vale necessariamente para o Brasil. E alguém esperava algo diferente disso?

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
06/05/2011 - 20:05

Entrevista da Semana: Erik Gustavo, Gus Lanzetta e Heitor de Paola (Lektronik)

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It’s friday, friday…

Passou rápida a semana. Também, após o sábado/domingo mais agitado de todos os tempos, até que os últimos dias foram calmos. Ainda bem. Sou velho, não aguento tanta emoção assim.

Um tema light para encerrar a semana: conversei com a equipe do site Lektronik, recém-inaugurado e já cheio de repercussão entre os (de)formadores de opinião. É um site de games com viés humorístico, mas talvez seja mais do que isso. É bem possível que eles tenham conteúdo por trás de tanta gracinha. Ou talvez seja uma questão de achar ou não engraçado o jeito com que eles tratam o videogame e todo o mercado ao seu redor. É conferir e tirar sua própria opinião (se quiser ir direto ao ponto, vá aqui, aqui ou aqui. E aqui também).

Vale dizer que o Lektronik é uma investida pesada de três caras já conhecidos da nova safra de produtores de conteúdo/faz-tudo dessa geração Y: Gus Lanzetta (que faz de tudo um pouco por aí), Erik Gustavo (conhecido por ser um dos cérebros do programa Badalhoca, com o Ronald Rios) e Heitor de Paola (que dispensa apresentações). Confira o bate-papo (descontraído) e não deixe de comentar no final.

***

Gamer.br: Por que criar mais um site de games? Os que existem não te agradavam?
Gus Lanzetta:
Bom, a decisão de criar um site de games não veio de uma insatisfação como leitor. Veio de uma vontade de ter um lugar para criar conteúdo sobre games sem ter que passar por comitês. Poder criar um conteúdo que me satisfizesse como criador mesmo.
Pra isso, me juntei ao Erik [Gustavo] e ao Heitor [de Paola], que eram caras que tinham expressado vontade de criar um site de games e cujas ideias batiam com as minhas. Acho que nós três formamos um grupo estável: cada um contribui e não há muita redundância. Já sobre os outros sites que tem por aí… Basicamente os outros não tinham a equipe presente no Lektronik, então não agradavam 100%

Quais os diferenciais do Lektronik em relação aos sites que estão por aí?
GL:
Acho que uma coisa importante da nossa atitude que repercute com o público é que a gente sabe que “joguinho é joguinho”. A gente vai falar mais de mercado e das grandes empresas, mas sempre mantendo em foco que o videogame é só mais uma forma de entretenimento. Tanto pra nós quanto pro público.

Erik Gustavo: E a gente é meio engraçado também. Quer dizer, o Heitor é tão sério que dá a volta e fica engraçado.

Por falar nisso, qual é o limite entre humor e jornalismo? Dá para fazer uma coisa envolvendo a outra? Games permitem esse tipo de cobertura?
GL:
A primeira intersecção que eu vejo é na crítica, na hora que é preciso dar opinião. É muito fácil tirar sarro de um jogo ruim, de um evento chato… E só porque é fácil não quer dizer que a gente não vá fazer isso – é claro que a gente vai fazer e, inclusive, já faz (vide a nossa “Diesel Hour”). Se você sabe expor as razões pelas quais algo não te agradou, fazer piada com isso só adiciona ao conjunto, não tira credibilidade. E não é difícil de ver que todo mundo faz piada com esse mercado o tempo inteiro, mesmo nos grandes portais como o iG, o “Games On The Rocks” é pura comédia, mas tem conteúdo jornalístico e um não atrapalha o outro. “Infotenimento”, já dizia o ex-ministro e pai da Preta, Gilberto Gil.

EG: E acima de qualquer coisa, games são pra divertir. Não é isso que dizem, “Videogame é a maior diversão”. Na verdade acho que é “cinema”, mas funcionaria bem.

Os membros do Lektronik (a partir do alto, à esq.): Erik, Gus, Chris e Heitor

Falta algo à cobertura jornalística “séria” do mercado de videogames? O que vocês aconselhariam aos veículos tradicionais, se lhes fosse perguntado?
GL:
A primeira coisa que diria a eles é o quanto cobro pela consultoria. A segunda seria o número da minha conta bancária. Se precisarem, o Erik tem um contato pra fazer nota fiscal e tudo mais. Mas voltando ao assunto, cobertura séria? Não sei a qual você se refere, não conheço. Não sei se minha opinião sobre a cobertura que é feita pra ser chamada de séria tem mudado muito, mas acho que ela sempre estará tentando crescer e o mercado não dá espaço pra isso. Se você quer fazer uma cobertura séria do mercado de games trabalhando no Brasil, vai passar o dia traduzindo sites gringos, fazer umas três entrevistas boas por ano e só vai ter “exclusiva” e “furo” sobre coisas que não importam, tipo o Zeebo. Os profissionais que trabalham nessa imprensa no Brasil são muito melhores do que o trabalho que conseguem realizar.

O Lektronik já está no ar há algumas semanas. Qual é a resposta que os leitores estão dando? Eles compreendem essa linha fina entre notícia e bom humor?
EG:
Acho que é cedo pra dizer, o site está começando agora. Mas é promissor, a gente quer fazer um site com que a pessoa se identifique, porque mais do que gostar do assunto, gosta de quem tá falando sobre ele e como ele tá sendo tratado. E para quem não entender, é aquela velha máxima: piada não se explica.

GL: Pablo, acho que você está falando do Freeko e meus advogados não me deixam falar disso enquanto o processo não estiver terminado. Tenho certeza de que o Renato Bueno não entendeu a piada que eu fiz sobre ele no Freeko e por isso está movendo essa ação. Tudo será esclarecido.

Em curto prazo, médio prazo e longo prazo – quais os objetivos do Lektronik?
EG:
Sucesso, drogas, disco acústico, respectivamente.

GL:
Acho que o Erik disse tudo o que precisava ser dito sobre isso tudo aí. E eu queria terminar agradecendo à revista pela exposição dada ao website. Quando você me ligou pra conseguir essa entrevista eu fiquei hesitante, achei que ficar dando entrevistas só em blogzinhos poderia nos atrapalhar, mas quando você me disse, “não Gus, não se preocupe, vou botar vocês na capa da revista rs” eu me animei… Porque “RS” significa Rolling Stone. Obrigado mesmo, Pablo.

***

Antes de encerrar, só para constar: eu gostei dessa Lara Croft. E você?

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , ,
05/05/2011 - 17:29

Na MTV, falando sobre violência nos games etc

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Hoje darei uns pitacos no programa do PC Siqueira, na MTV. O tema? Violência nos games e a patrulha da grande mídia.

É hoje, quinta, a partir das 23h. Segue o release:

O mundo todo comenta o mesmo assunto: a morte de Osama Bin Laden. PC Siqueira aproveita esse capítulo da história oficial pra lembrar histórias não oficiais das teorias da conspiração.

Acredite se quiser. O PC na TV dessa semana também fez uma matéria pra discutir se vídeo game pode incentivar a violência. A gente acredita que não!

Dia: 05/05
Exibição: quinta, às 23h
Reprises: sábado, às 0h30 / terça, às 17h30
Duração: 30 minutos

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags:
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