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Arquivo de abril, 2011

28/04/2011 - 15:50

Por que a Sony precisa reestabelecer urgentemente a rede PSN?

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Por isso.

…e assim, o conceito de vergonha alheia cai em desuso.

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27/04/2011 - 18:45

Agora sim, Mortal Kombat oficial no Brasil

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Mortal Kombat chega oficialmente hoje ao Brasil – agora sim, sem problemas com a justiça. Corra lá que ainda dá tempo (se você é de São Paulo): os eventos de pré-venda já começaram e terão a presença de Hector Sanchez, produtor do game e gente boa oficial da Warner Games.

Dizem que o evento terá uma “luta real” entre personagens da franquia. Tem que ver isso aí. Scorpion e Sub-Zero, aliás, já estão circulando por São Paulo há alguns dias. Alguém viu? (Baixe o vídeo aqui).

Diz o release o seguinte: “Além de assistir ao combate, o público poderá comprar o jogo um dia antes do lançamento oficial, desafiar o próprio Hector ou ainda participar de um campeonato que tem como prêmio um Playstation 3.”

Os locais dos eventos são esses:

Pré-venda na Saraiva MegaStore Morumbi
Hoje, 27 de abril
Das 18h00 às 22h00
Local: Saraiva MegaStore Morumbi – Av. Roque Petroni Jr. 1.089

Pré-venda na Fnac Paulista
Hoje, 27 de abril
Das 18h00 às 22h00
Fnac Paulista – Av. Paulista, 901

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26/04/2011 - 19:48

Mick Jagger – o rolling stone e as rolling balls

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Realmente, como disse o amigo Paulo Terron, quem precisa de Rock Band e Guitar Hero quando se é um autêntico rolling stone?

Mick Jagger, pai de Lucas Jagger, acabou de testar a máquina de pinball em homenagem aos Rolling Stones (a banda, não a revista, pelo amor de deus).

E, obviamente, ele não joga bem. Mas também não faz feio.

Alguém traga logo uma máquina dessas ao Brasil. Obrigado.

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25/04/2011 - 16:24

L.A. Noire vem aí – demorou

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Então, falando sério agora: L.A. Noire muito provavelmente será o game mais falado do ano fora da imprensa especializada. E a Rockstar acabou de liberar mais um vídeo, agora explicando como o negócio realmente funciona (o vídeo está hospedado no site da fabricante, então a visualização não é tão rápida assim. Paciência).

E sempre é bom dizer que o visual do protagonista, Cole Phelps, foi baseado inteiramente nas feições do ator Aaron Staton, mais conhecido como o Ken Cosgrove da série Mad Men, uma das favoritas da TV lá de casa.

Eu curti. Sai no dia 17 de maio. E o lançamento deverá render um barulhinho no Brasil. Aguardemos.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
21/04/2011 - 13:59

Fatality, uma canção de amor

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Gamers também amam. Mesmo aqueles que jogam Mortal Kombat. E ao que parece, já temos um forte candidato a game do ano.

Dica do Gilsomar Livramento.

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19/04/2011 - 20:51

Umas pílulas; umas novidades; e uma Entrevista da Semana quatro anos atrasada

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Salve, salve.

Por aqui, tudo certo. Apesar da lentidão dos processos (e da internet aqui).

Novidades? Algumas só. Perdi o bonde de algumas. Vejamos.

– Na semana que vem, irá rolar um evento em São Paulo para celebrar o futuro lançamento do game mais aguardado de 2011 (pelo menos para mim). Sabe de qual estou falando? Quem adivinha? Começa com “L”. Tá fácil, vá.

– Esqueci de comentar aqui sobre a nova empreitada da Flavia Gasi. Há algumas semanas ela passou a ocupar as funções de business development e PR manager na desenvolvedora de games Bigpoint. Traduzindo, ela é responsável por novos negócios e é a gerente de relações públicas da empresa de origem alemã sediada em Hamburgo. Boa sorte para ela.

– A E3 2011 já começou, pelo menos nas internas. As empresas começaram a marcar seus eventos e estão enviando os “save the dates” tradicionais para os jornalistas credenciados. A primeira delas, como sempre, foi a Microsoft. A coletiva deles pré-E3 já está marcada e com horário: segunda-feira, 6 de junho, 9 da manhã, no Galen Center, Los Angeles.

– Nenhum sinal de Sony e Nintendo ainda. Eles costumam decidir essas coisas em cima da hora. Mas ambos eventos devem ser em 7 de junho. O da Sony deve ser no mesmo dia 6 (segundo o fiel leitor ali embaixo, que é bem mais ligadão e esperto que eu). O da Nintendo sim, deve ser no dia 7.

– E teve essa polêmica toda do furto das cópias de Mortal Kombat da fábrica em Manaus etc, deu em alguma coisa? Descobriram como foi que o game “vazou”? Puniram os responsáveis? Afinal, dá ou não dá pra jogar com o Goro? De qualquer modo, o game foi lançado hoje lá fora. Aqui, a Warner confirma o 28 de abril como a data de lançamento brasileira. O Gamer.br (ou um colaborador dele) jogou o game ontem, e curtiu. E logo mais tem Entrevista da Semana com o produtor norte-americano Hector Sanchez, que praticamente já se tornou brasileiro.

***

Faz tempo que o site Freeko merece ser comentado e analisado com profundidade. Você já deve ter ouvido falar – e se não entendeu alguma piada que os caras publicaram, não vou te culpar.

O Freeko é um dos sopros de inteligência-infâme no jornalismo de games nacional. O conteúdo é praticamente organizado em torno (e dependente) de piadas internas e loucuras inexplicáveis, mas não é preciso conhecer os caras em pessoa para dar risada ou se chocar com tamanho surrealismo – ou ambas coisas ao mesmo tempo. Seja como for, eu ri (alguns dos meus textos recentes favoritos são este, este e este).

Bati um papo com o Renato Bueno, mentor intelectual do negócio todo (que ainda é formado por Doda Vilhena, Marcelo “Pirajuí” Daniel e Gus Lanzetta – aquele) e consegui com que ele respondesse a algumas perguntas mais sérias sobre essa coisa de fazer jornalismo e tentar ser engraçado (e ainda colocar os games no meio do processo). Não que ele tenha falado sério o tempo todo…

***

Gamer.br: Por que você mantém mais um site de games? Os que existem não te agradam?
Renato Bueno: Não foi bem uma criação, foi a transformação de algo que começou como um blog pessoal e estava se transformando em um blog menos pessoal, mas sempre relacionado com games, tecnologia e vidaloka. O Freeko teve três fases: começou como um blog de games quando eu fazia parte da EGM Brasil/Futuro Comunicação; passou a abordar piadas internas e a vidaloka no tempo em que trabalhei no G1; e acabou virando um blog com uma equipe de camaradas em 2010, quando eu já começava nessa vida de frilas, trampar em casa etc. E sim, os que existiam não me agradavam porque sempre foram muito sérios, sem graça. Não que eu tenha “oficializado” o Freeko pra resolver esse problema, foi só pra dar vazão às piadas internas mesmo.

Então diga qual é – ou são – o diferencial do Freeko em relação aos sites que estão por aí.
RB: O diferencial é a falta. Falta de compromisso, de responsabilidade, de agenda, de periodicidade, até falta de graça muitas vezes. É a autosabotagem em nome de exorcizar as coisas que nos incomodam, de criticar alguma coisa sem fazer muita questão de convencer alguém. Tudo “on the fly”, feito na hora, sem planos.

Qual é a resposta que os leitores dão a essa falta de compromisso? Eles compreendem? Há casos em que leitores caem de paraquedas no site e não entendem a piada?
RB: Existem os que caem de paraquedas e xingam, porque não encontraram o que o Google disse que eles encontrariam. Exemplo clássico é o nosso detonado de Dante’s Inferno. E existem os que compartilham dessa vibe moleque. Desses, poucos comentam no blog, a maioria comenta na vida real. É quando você tromba alguém e o cara “pow, aquele post, sensacional”, e isso é demais. Os que mais comentam no blog acabam sendo os próprios manolos da equipe ou os personagens do nosso habitat natural que acabam virando matéria. Entre esses personagens estão o deputado Fernandinho Mucioli e Erik Gustavo, nosso Caetano Veloso.


Equipe de sucesso (da esq. para a dir.): Pirajuí, Gus, Doda (logo abaixo), Bueno

Qual é o limite entre humor e jornalismo? Dá para fazer uma coisa envolvendo a outra? Games permitem esse tipo de cobertura?
RB: O limite depende da linha editorial. Você pode encarar com humor e informar sem desrespeitar ninguém. Da mesma maneira que pode não existir limite, em alguns casos, ou esse limite pode ser muito restrito, em outros. Acho que esse tabu do “limite” não faz muito sentido. É mais uma questão de honestidade, eu acho. Você pode encarar com humor e informar sem desrespeitar ninguém. Da mesma maneira que pode usar o humor de uma forma idiota e apelativa (como o CQC fez aqui), mesmo que, teoricamente, não esteja “ultrapassando limites”. Games permitem essa cobertura, é claro, e ainda podem ser muito explorados nesse sentido. Você pode fazer uma piada com as tragédias no Japão, com o massacre na escola do Realengo? Pode, não precisam existir limites. Não fizemos nada disso no Freeko porque, sei lá, não calhou, não foi algo que nos mobilizou a ponto de nos incomodar e precisarmos falar alguma coisa. Talvez isso não seja objeto do humor, por melhor que vá ser a sua piada. Num exemplo prático, talvez não falemos do Realengo no Freeko. Mas talvez falemos dos especialistas em porte de arma e dos jornalistas que manjam muito da putaria – por mais que não tenha graça para o resto dos irmãos.

Em curto prazo, médio prazo e longo prazo – quais os objetivos do Freeko?
RB: Curto prazo: renovar os destaques da home, que estão ali faz uns cinco anos, e reforçar nossa parceria de conteúdo com o Gamevicio; Médio: conseguir mais tempo pra trabalhar mais com vídeo, desovando umas ideias que não saem do papel; Longo: consolidar a fama de ser um reduto de meia dúzia de malucos perdedores que tentou fazer desse trecho do nosso mundo um lugar menos babaca e com mais fotos da Paola Oliveira.

***

Nos próximos dias, mais uma Entrevista da Semana com o pessoal de um site novo que também não se leva (muito) a sério: o Lektronik.

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
08/04/2011 - 18:52

…e Porque Hoje é Sexta-Feira…

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“Friday”, de Rebecca Black, na melhor versão possível: sem voz, só com ruídos 8-bit (blips e blops).

E é por essas e outras que a internets anda tão genial. Dica do Ricardo Sabbag.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
07/04/2011 - 17:22

Quantos videogames existem no Brasil?

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Como vai?

Ando pensando sobre o tal do mercado de games brasileiro. Andam dizendo por aí que 2010 foi ótimo, e que 2011 será ainda melhor. Quem pensa isso? Somente os executivos das empresas que atuam nessa área no Brasil. Vários deles.

Diz-se muito sobre crescimento, progresso, evolução. O ano passado mostrou coisas palpáveis para o consumidor final (lançamento oficial do PS3, preços de games mais “justos”, eventos pipocando pelo Brasil), mas, será que há algo mais para ser percebido além da superfície?

Esses executivos com quem converso dizem que há um longo caminho a ser percorrido no país, mas que muitos problemas já ficaram pra trás. O próximo passo seria a famigerada redução do IPI (imposto sobre produtos industrializados) sobre os consoles de videogame, que hoje (e já faz tempo) está na absurda casa dos 50%. Acredita-se que a questão será resolvida em breve (papeladas sobre o assunto, inclusive, estariam circulando pelas mesas de ministros da presidenta Dilma Rousseff). Com a redução do IPI, o preço final do console cairia, o que levaria a um aumento natural da base instalada de máquinas de última geração no Brasil. Ou seja, na matemática da indústria: videogame mais barato = mais gente comprando e jogando.

Acredito que essa seja a necessidade principal do mercado brasileiro hoje. Mas convenhamos que não será uma redução de preços significativa que fará com que o consumidor deixe de tentar meios alternativos de conseguir seus videogames. Um deles é o tradicional “papai trouxe de Miami”. O outro é comprar o console estrangeiro em pontos comerciais “fora do eixo” – a procedência desses produtos certamente é o Paraguai. Seja qual for a escolha, é impossível dizer que o consumidor está fazendo algo errado ao querer pagar menos.

Falei tudo isso para jogar uma questão interessante em sua mão: você faz ideia da quantidade de consoles de última geração existentes no Brasil? Ou seja, qual é a base instalada de PlayStation 3, Xbox 360 e Wii em nosso país? Dos três, qual é o console número 1 atualmente? Ninguém sabe a resposta exata, mas a indústria especula (números oficiais inexistem, dada a situação peculiar em que vivemos). Cada empresa, aliás, tem seus próprios números. Pelo que notei, há convergências e coincidências entre esses valores. Mas não há senso comum.

Baseado em tudo o que tenho ouvido desses executivos, dá para dizer com alguma certeza o seguinte: no Brasil, há pouco mais de 2 milhões de consoles de última geração, entre PS3, X360 e Wii. A questão para você é: como esses números se dividem?

Vamos pensando nisso. Depois voltaremos a esse tema.

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