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Arquivo de março, 2011

30/03/2011 - 16:58

"Dança do Street Fighter" é a "Friday" dos games

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E quando você achava que o clipe “Friday”, de Rebecca Black era o máximo de infamidade visual suportável para olhos humanos…

A “Dança do Street Fighter”… em alta definição. Mantena e JP atacam novamente, agora com a equipe completa – até a Chun-li.

Já assisti três vezes.

(A dica foi do Vinícios Duarte do glorioso portal Gamerview).

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
28/03/2011 - 12:25

O melhor filme do Super Mario a que você jamais irá assistir

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Isso é tão semana passada, mas… assista e chore.

Esse trailer, idealizado e dirigido pelo cineasta Joe Nicolosi, foi exibido recentemente no festival interativo South by Southwest, que acontece em Austin, Texas. Infelizmente, é só isso e pronto – não há um filme completo. Mas imagine se houvesse? A Nintendo jamais permitiria, provavelmente. E é aí que você se lembra dos filmes baseados em games dirigidos pelo alemão Uwe Boll… Deixa pra lá.

Roubei do Trabalho Sujo do Alexandre Matias.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
21/03/2011 - 13:14

A Mecânica do Jogo – como funciona?

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Tarda mas não falha.

Aqui está a primeira parte do documentário A Mecânica do Jogo, elaborado pelos jornalistas Bruno Araújo e Carlos Oliveira ao longo de 2010. É um material bastante interessante para quem quer se aprofundar no tema e escutar opiniões diferentes. Eles descrevem o projeto assim: “O que é o videogame e sua relação com o jogador? Qual é seu papel cultural? A pirataria é causa ou consequência? E como funciona isso tudo no Brasil? Por que o gamer brasileiro é como é?” Deu pra sacar?

Eu fiz minha contribuição com algumas palavrinhas e bastante enrolação. O trailer é esse aí embaixo…

…E quem quiser acessar todos os capítulos do documentário, é só acessar o vídeo a seguir e clicar no segmento desejado.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
17/03/2011 - 13:24

Não Gaste seu Dinheiro em Qualquer Porcaria

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Como estão as coisas por aí? Aqui vão bem.

São muitos eventos rolando em São Paulo nesse momento. O GameWorld, que aconteceu no final de semana passado, foi um sucesso de público. Ontem, a Activision revelou suas novidades para 2011 em um encontro com a imprensa (não compareci).  E escutei bons boatos esses dias sobre um evento de games de proporções ainda maiores no segundo semestre (muitos de vocês já sabem do que estou falando). Mas logo volto a fofocar sobre isso.

Por enquanto, para ninguém dizer que não ligo mais para games, epublico agora um texto que fiz para a revista EGW de dezembro, sobre consumismo desenfreado. Acho que é um tema que continuará eternamente em voga, então sempre vale a pena discutir o assunto.

E logo mais volto por aqui.

***

Jogos Demais, Tempo de Menos
O mercado está entupido de novos jogos e acessórios, mas nem todos valem o seu suado dinheiro

Novembro foi um mês agitado para quem mexe com games no Brasil, seja profissionalmente, seja casualmente.

A Microsoft lançou a rede Xbox Live por aqui. E isso por si só já deveria ser o bastante para ocupar todo mundo. Havia quem não acreditasse que aconteceria. Mas deu certo (ou melhor, espero que tenha dado. Escrevo esta coluna no dia anterior à estreia do sistema, e rezo para que esteja funcionando direito no momento em que você estiver lendo isso. A Microsoft garantiu que funcionaria, então é melhor a gente crer). E, uma semana depois, o Kinect, também da Microsoft, chegaria às lojas brasileiras – dessa vez, com apenas duas semanas de atraso em relação aos Estados Unidos. Tudo ao mesmo tempo agora.

Enquanto isso, a Sony Brasil não fala muita coisa a respeito do seu lado da história – no caso, a rede PSN e o acessório PlayStation Move. Questão de timing e estratégia. Afinal, a Microsoft levou “apenas” quatro anos para anunciar a chegada da Live no Brasil (o Xbox 360 foi lançado aqui no final de 2006). A Sony, por sua vez, se mantém adequada ao seu cronograma, por assim dizer: o PS3 também chegou por aqui com quase quatro anos de atraso em relação ao lançamento oficial. Então, no fim das contas, está tudo de acordo com o esperado.

E é claro, precisamos nos lembrar de que este fim de ano é o período critico de lançamentos, o tal do “fall” norte-americano. É aquela louca proporção de um game por dia. Enxugando tudo e dispensando o que não presta, dá para dizer que o período oferece bem menos do que uma dezena de games imperdíveis. Em meio a tudo isso, eu fico aqui pensando quem é que tem dinheiro para consumir tanta coisa. Você tem? Porque eu não tenho.

Você pode dizer que não tenho do que reclamar porque recebo tudo de graça no conforto de meu lar. Isso é meia verdade. Recebo algumas coisas, outras tenho que comprar, como todo mundo costuma fazer. E se já acho complicado gastar tanta grana com um ou outro game, fico imaginando um cara honesto como você, que não tem nenhuma boiada e precisa comprar tudo “na raça”.

Na real, a indústria dos games não está nem um pouco preocupada com isso. Talvez eles nem enxerguem a situação como um problema de verdade. Eles devem dizer: “Ruim seria não haver game nenhum para escolher!” E para reforçar essa tese, as empresas lançam mais produtos do que conseguiríamos comprar e jogar. Melhor sobrar do que faltar? Eu acho que não é bem por aí.

É até difícil apontar um game ruim em meio a tantos jogos “mais ou menos”. Com esse excesso de novidades, se torna mais trabalhoso o processo de garimpagem, e é quando o bom senso do consumidor se faz mais do que necessário. Algumas perguntas, porém, são de difícil resposta: é possível apostar com absoluta certeza em um game criado por uma desenvolvedora consagrada? Uma continuação de um jogo incrível será necessariamente um jogo incrível? Devemos confiar em todos os reviews positivos publicados pela imprensa?

Penso que o consumidor deve ter essas questões em mente, mas relembro também algo mais importante (e que muita gente parece se esquecer): você não é obrigado a desperdiçar seu suado salário em qualquer porcaria. Não é porque a indústria abarrota as prateleiras que você precisa engolir qualquer sapo. Dê um basta no consumo desenfreado: 1. Jogos ruins e feitos às pressas não devem ser levados em consideração. 2. Continuações pouco criativas não precisam necessariamente ser consumidas, mesmo que você seja um fã ardoroso de determinada série. 3. Gênios também falham, então você não precisa comprar um game de gosto duvidoso apenas porque foi supervisionado por seu designer japonês favorito.

Investigue, teste, enlouqueça o cara da loja, mas tenha absoluta certeza antes de gastar um único centavo. Não entregue o seu dinheiro a quem não merece. E se estiver difícil de decidir, pergunte a quem você mais confia. Às vezes, a opinião de seu melhor amigo pode ser muito mais válida do que a de um jornalista…

* Texto originalmente publicado na edição 108 da EGW, dezembro de 2010.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
11/03/2011 - 15:04

Troféu Gameworld 2011: é hoje

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Então, nos vemos lá no Troféu Gameworld?

Estarei lá para a premiação hoje, que começa às 18h. Acredite ou não, estarei no palco, apresentando os prêmios ao lado do glorioso Miranda. Quem viver, verá.

E no restante do fim de semana o evento continua, lá no Shopping Frei Caneca (SP). Palestras, estandes de fabricantes, jogos inéditos (o Nintendo 3DS está lá) e muita gente circulando. Mais informações aqui.

Nos vemos por lá.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
09/03/2011 - 21:02

Entrevista da Semana: Bill Van Zyll (Nintendo of America)

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Salve, salve. É agora que começa o ano?

Não é marasmo exatamente, mas talvez uma falta de tempo misturada com muito assunto. Essa semana está agitada no mercado nacional (tem Troféu Gameworld na sexta), mas vou tocar em um tema diferente – mas que, no fundo, também tem a ver: o lançamento do Nintendo 3DS no Brasil.

Em janeiro passado, a Nintendo of America organizou um evento de lançamento do novo portátil em Nova York. Estive lá e aproveitei a oportunidade para falar com Bill Van Zyll, responsável pelo mercado latino-americano na Nintendo. A conversa não se limitou ao 3Ds – falamos sobre as recentes investidas da fabricante no Brasil, e, principalmente, das mudanças na organização estrutural do business da empresa (sai a Latamel, entra a Gaming do Brasil – leia mais abaixo e aqui).
Confira a entrevista a seguir e não deixe de comentar no final.

***

Gamer.br: O preço de lançamento do Nintendo 3DS é o mesmo do lançamento do Wii, há quatro anos. Mas se comparado a outras máquinas portáteis recentes, como o iPod Touch [da Apple] o preço é até razoável – isso se levarmos em consideração a quantidade de recursos no aparelho. Você diria que o preço do 3DS é alto por causa da possível concorrência com a Apple?
Bill Van Zyll: A Nintendo fez estudos no mercado norte-americano para compreender qual seria um preço aceitável, baseado no que é o 3DS, nos seus recursos, em tudo o que o produto pode oferecer. O feedback recebido foi que US$ 300 a 400 nos Estados Unidos seria uma faixa de preço razoável. Essa informação foi levada em consideração e, no final, foi decidido que ao invés de ir ao limite máximo, iríamos reduzir para chegar a US$ 250. Novamente, baseado no feedback que escutamos dos consumidores, achamos que é um valor bem razoável, se considerado tudo o que o produto tem a oferecer.

Você acha que o consumidor está ficando mais acostumado a gastar dinheiro com produtos portáteis, uma vez que os aparelhos que mais utilizamos hoje em dia podem ser colocados nos bolsos? Já que estamos mais dependentes desses gadgets, a Nintendo não deveria lançar um produto que não apenas serve para games, mas que também possui os recursos comuns a qualquer celular? A Nintendo está fazendo algo diferente para se manter conectada a esse mercado ou está apenas seguindo seu caminho natural?
BVZ:
Eu acho que é uma combinação das duas coisas. A Nintendo tem hoje uma longa história de jogos portáteis. Como você mencionou, podemos voltar no tempo e pensar no Game Boy, no Game Boy Color, Advance, DS, DS Light, DSi, e agora o 3DS. Sempre existirá uma evolução de nossos consoles portáteis, e ela sempre acontecerá com grande aceitação do público. Acho que é tudo uma combinação de avanços na tecnologia, inovação e criatividade dos desenvolvedores, que conduziram novas experiências dentro dessa evolução.
Agora, a respeito do crescimento, da expansão dessa investida portátil da Nintendo, acho que há diversos fatores que contribuíram para isso. Como você mesmo disse, está havendo uma aceitação muito maior a esses gadgets – as pessoas estão se tornando mais “espertas”, tecnologicamente falando. Se você pensar em tudo o que o 3DS oferece – as três dimensões, as três câmeras, todas as conexões, o giroscópio, o acelerômetro… Imagine como tudo isso seria enlouquecedor alguns anos atrás. Hoje, as pessoas compreendem melhor essas coisas. Por um lado é uma evolução, mas também acho que há um mercado mais amplo, porque a aceitação aos produtos portáteis é maior.
Mas se você avaliar a enorme quantidade de coisas que podem ser feitas, as experiências que você pode ter no 3DS… E é preciso pensar nos games: Nintendogs & Cats, FIFA, Winning Eleven, Resident Evil, Mario Kart… Há uma grande diversidade de títulos. Serão 30 jogos já no lançamento. Isso permite que pessoas diferentes, de diversas faixas etárias, curtam o portátil da mesma forma. Essa maior amplitude de experiências e possibilidades significa que temos uma oportunidade maior de capturar ainda mais pessoas. Então, sim, acho que é uma combinação de fatores.

Mas quais são os principais competidores da Nintendo com o 3DS? Existiria uma tentativa da empresa de capturar os usuários de iPhone e outros portáteis semelhantes? Ou é uma tentativa de atrair pessoas que não estão acostumadas a jogar games em plataformas móveis? Há um alvo específico?
BVZ:
Eu não acho que estamos necessariamente competindo com alguém. A questão é a seguinte: todo mundo é jogador de games em potencial. Afirmo isso baseado nas reações das pessoas quando pegam um 3DS e começam a jogar. Se você visse as caras delas! Nosso objetivo é criar esse tipo de reação, alcançar a maior quantidade de gente que for possível, colocar esse aparelho nas mãos das pessoas, para sentirem a mágica por elas mesmas. O objetivo da Nintendo é colocar sorrisos nas faces da maior quantidade de gente que for possível. E como eu disse antes, é um produto para qualquer idade. Ok, nós não recomendamos a tecnologia 3D para crianças abaixo de seis anos, mas, literalmente, o 3DS é para todo mundo.

E quanto aos efeitos 3D? Vocês estão se preparando de alguma forma com reclamações a respeito disso? Afinal, cada jogador possui sua maneira particular de enxergar os efeitos tridimensionais…
BVZ:
O que eu percebo é que, dependendo do game, é preciso aproximar ou afastar o console dos olhos, e daí ajustar o [botão] “depth finder” antes de cada jogo. O objetivo é encontrar a melhor posição e distância para seus olhos, afinal, cada jogador é diferente. Mas você tem o depth finder, que permite ajustar tudo para o 3D total, ou reduzir todo o efeito e voltar ao 2D. Além disso, a imagem em 2D é fantástica. Não dá nem para comparar com a qualidade que se via nos modelos anteriores. É só uma questão de ajustar o efeito de acordo com suas necessidades e preferências.

O 3DS será lançado no fim de março no resto do mundo. E no Brasil? Quais são os planos específicos sobre preço e chegada às lojas?
BVZ:
Sobre a data de lançamento no Brasil, digo que nosso objetivo é lançar o mais próximo o possível da data norte-americana. Aqui nos Estados Unidos, será em 27 de março. No Brasil, gostaríamos de lançar no mesmo dia. Só teremos que ver como será a logística da importação e o funcionamento das cadeias de distribuição. Mas o objetivo é lançar o mais próximo possível da data dos Estados Unidos.
A respeito do preço: isso tem sido estabelecido de mercado para mercado. Cada país é diferente, a natureza do comercio local é um fator, a quantidade de taxas de importação é outro fator… tudo isso pode afetar o preço no Brasil. E esse valor ainda está sendo determinado nesse momento [a entrevista ocorreu na segunda metade de janeiro].
Sobre a situação do Brasil e o que mais podemos esperar: certamente, esse [o lançamento do 3DS com menus em português] é um enorme passo. Demonstramos com isso o objetivo da Nintendo, que é alcançar e também agradar o consumidor brasileiro. Acho que é um grande avanço, e vamos continuar a procurar outras oportunidades para agradar a esse consumidor.

Os negócios da Nintendo of America agora serão conduzidos por uma empresa chamada Gaming do Brasil. Como isso se deu?
BVZ:
Como você sabe, temos uma relação de longa data com a Latamel, que é nossa distribuidora exclusiva para toda a America Latina. Temos trabalhado com eles há 10 anos. Agora, eles possuem uma subsidiária local chamada Gaming do Brasil. Está estabelecida, com funcionários, e já está fazendo todos os preparativos para realizar as importações do Nintendo 3DS ao Brasil. O que percebemos em outros mercados em que trabalhamos com a Latamel e montamos operações locais é que isso nos permite trabalhar melhor com o varejo e ser mais eficiente, de maneira mais efetiva. Então, pegamos um modelo que foi aplicado no México e Chile e testamos no Brasil. Temos observado que os resultados são muito positivos. Isso nos leva a concluir que é dessa maneira que queremos que aconteça no Brasil. O negócio está a pleno vapor, e esperamos que nossa habilidade de trabalhar mais próximo ao varejista irá resultar em uma melhor experiência de compra no ponto de venda. O objetivo é continuar a desenvolver o mercado de videogames entre nossos parceiros de varejo e é nisso que estaremos trabalhando em conjunto com a equipe da Gaming do Brasil.

Por que demorou tanto para estabelecer um modelo de negócios como esse no Brasil?
BVZ:
Eu diria que no Brasil são duas coisas: uma, estamos construindo nossas experiências. Tentamos esse modelo em outros mercados e aprendemos coisas. E esse aprendizado nos permitiu aplicar essa mudança no Brasil. A outra coisa é que não é que estivéssemos parados sem fazer nada. Nós tentamos diferentes modelos, coisas distintas. Dito isso, o Brasil tem a suas complexidades e desafios particulares, então tentamos coisas diferentes que não deram os resultados que desejamos. Agora, estamos optando por esse caminho alternativo, essa aproximação diferente. Estamos confiantes de que isso irá entregar resultados bem positivos e nos permitirá servir o consumidor brasileiro de uma maneira muito melhor.

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