Publicidade

Publicidade

Arquivo de fevereiro, 2011

24/02/2011 - 18:48

Wii para Casais

Compartilhe: Twitter

Fala sério que isso é de verdade?

Sim, é mesmo um game “adulto” para Wii, We Dare, da Ubisoft

O melhor são os finais alternativos do vídeo, acessíveis por códigos clicáveis (um mais apelativo do que o outro). Experimente.

O que nos leva a crer que sim, os desenvolvedores de games também imaginam bobagens de duplo sentido quando pensam em joysticks…

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
23/02/2011 - 17:20

Melhor. Game Music. Ever.

Compartilhe: Twitter

Chamem a Capcom! Tirem a mesa de centro da sala e organizem a coreografia. O hit do carnaval 2011 já chegou. É Mantena e JP com a pérola “Street Fighter”. Depois dessa, ninguém mais pode dizer que o videogame não estimula a criatividade artística.


Nenhuma legenda será boa o bastante para descrever essa canção

Alguém diga algo, pois estou sem palavras no momento.

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
18/02/2011 - 11:19

Troféu Gameworld 2011: a organização fala

Compartilhe: Twitter

A Tambor, empresa que publica as revistas EGW e Nintendo World, anunciou hoje informações sobre o Troféu GameWorld, (já) tradicional evento de games que ocorre em São Paulo anualmente (veja aqui como foi a edição 2010). A edição 2011 – que acontecerá de 11 a 13 de março no Centro de Convenções Frei Caneca e terá o patrocínio da distribuidora NC Games – trará, além da premiação e de uma feira aberta ao público, um outro evento somente para profissionais do setor, o GameWorld Business.

O release abaixo dá uma boa ideia do que está por vir:

Mais importante e tradicional evento brasileiro de videogames chega à sua sétima edição com patrocínio da maior distribuidora brasileira de games, novidades na premiação, mais expositores e programação especial para profissionais dos jogos eletrônicos

Nos dias 11, 12 e 13 de março acontece o evento GameWorld 2011, promovido pela Tambor, empresa de mídia e marketing especializada no segmento de games. São aguardadas mais de 15 mil pessoas para conhecer as novidades do mercado de jogos para o ano de 2011.

A feira terá atrações para todos os públicos – meninos e meninas, adolescentes, jovens ou familias. Novos jogos, novos acessórios, novos consoles, novas interfaces, computadores e tablets – GameWorld é um mergulho no futuro. GameWorld 2011 é apresentado pela NC Games, a maior distribuidora brasileira de games, com patrocínio de AMD, Level Up, Hudson, Konami, NVidia e WB Games/EA, e apoio do Centro de Convenções Frei Caneca.

Depois do sucesso da última edição, que reuniu 9700 pessoas em dois dias de semana, GameWorld 2011 chega com mais conteúdo, quinze empresas participantes e produtos e jogos jamais vistos pelo consumidor brasileiro.

E desta vez, durante sábado e domingo, no final de semana seguinte ao Carnaval. Por isso, são aguardados 15 mil visitantes. Os expositores, assim como detalhes sobre as atrações de cada empresa, serão divulgados nas semanas anteriores à feira.

***

Conversei com André Martins, diretor geral da Tambor, que discorreu sobre os detalhes do Troféu GameWorld e aproveitou para convocar o público e o mercado ao evento. Confira a entrevista abaixo e não se esqueça de comentar no final.

Gamer.br: Como você define a relevância do Troféu GameWorld atualmente para o mercado brasileiro?
André Martins:
O Troféu GameWorld é a mais antiga e tradicional premiação do universo dos games no Brasil. E já estamos no sétimo ano. Só neste ano, cuja votação terminou em 13 de fevereiro, foram mais de 72 mil votos exclusivamente pela internet. São 25 categorias e cada uma com cinco concorrentes. Por todos esses números, pelo tempo que o prêmio existe e por ser a única premiação formal para a indústria, as empresas que concorrem se dedicam bastante durante o ano para ganharem o prêmio. E as que ganham, trabalham esse prêmio durante o ano todo, aplicando o troféu em suas mídias, usando como argumento de venda para o varejo etc. E, a cada dia, está mais concorrido. Todo mundo quer ganhar.

Como o mercado responde, na prática, à existência do prêmio? É possível sentir uma mudança na maneira com que as empresas fazem negócio e se relacionam com o consumidor por causa do Troféu GameWorld?
AM:
No começo, as empresas queriam ganhar muito mais por reconhecimento. Mas na prática era algo que ficava internamente na empresa. Com o tempo, algumas empresas foram descobrindo que o prêmio poderia ser usado para capitalizar negócios, firmar parceiras, conseguir novos negócios. Por exemplo, uma empresa que ganha como “Melhor Distribuidora” usa o prêmio para atrair novas publishers. Quanto ao relacionamento com o mercado consumidor, o prêmio também vem se tornando a cada dia mais importante. As empresas ganhadoras têm usado essa informação em suas mídias, em suas peças de venda. E, desde o ano passado, com o início da Feira GameWorld, nós conseguimos fazer com que o consumidor final tenha interação com as empresas cara a cara, o que valoriza ainda mais o prêmio.

Em princípio, o que motivou a criação do Troféu, em 2004? E hoje, anos depois, a razão da existência do prêmio ainda é a mesma? Quanto houve de evolução de lá para cá?
AM:
Quando criamos o prêmio (e você deve se lembrar bem, pois estava lá e foi uma das pessoas que trabalharam nisso), nossa ideia era que o prêmio fosse uma extensão do nosso trabalho do ano inteiro fora do mundo das revistas. Naquele mesmo momento, decidimos que a gente precisava ampliar mais o negócio, pois o mercado dava sinais de evolução e as empresas já nos cobravam um produto mais B2B [business to business].
Hoje, depois de sete anos, o prêmio continua com a mesma essência, mas obviamente ficou ainda maior, pois não é mais peça isolada, junto das revistas, no negócio. No ano passado, o Troféu GameWorld deu origem à Feira Gameworld. Neste ano, faremos o Troféu, a Feira e a novidade Gameworld Business, que será um dia fechado para a indústria dos games, para professores e estudantes da área, profissionais de marketing e publicidade, desenvolvedores, distribuidores etc. Neste ano, teremos a presença também de representantes de empresas do Japão, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, entre outras. E faremos, depois do dia de negócios e da premiação, a GameWorld Party, em uma casa noturna próxima ao Shopping Frei Caneca, onde novamente acontecerá o evento. Enfim, como dá para se perceber, o prêmio cresceu muito. E para o ano que vem teremos muitas novidades.

De maneira prática, quais as diferenças do evento esse ano em relação ao ano passado? O surgimento de um evento no formato “feira” lado a lado com a premiação deu resultados esperados? O formato persiste em 2011?
AM:
Neste ano teremos o primeiro GameWorld Business, que será no sexta feira, dia 11 de março, abrindo os trabalhos. Muitas empresas nos comentaram em 2010 que o evento havia sido ótimo, mas sentiram que poderia ser ainda melhor se a gente tivesse um momento mais focado aos negócios.
Em termos de feira, teremos muito mais conteúdo do que tivemos no ano passado. As empresas já conhecem o evento e estão preparando coisas muito legais para apresentar ao visitante. No ano passado, a entrada foi livre. Neste ano, lançaremos em 18 de fevereiro nas bancas, livrarias, revistarias, nas lojas da Saraiva da Grande São Paulo e num raio de 100 km da capital e ainda na loja Comix, um especial do evento com convite para os dois dias abertos ao público. Como teremos mais dias, mais atrações, mais empresas e o evento será no sábado e domingo, é uma forma também de controlar e qualificar ainda mais o acesso. O formato é o mesmo, mas maior e com mais coisas.

O prêmio é aberto ao público em certas categorias e voltado ao mercado em outras; existe algum plano de, futuramente, criar categorias em que a crítica especializada escolheria os vencedores? Ou a ideia é manter o caráter popular da premiação?
AM:
Nas primeiras edições do Troféu GameWorld, a votação era totalmente popular. Mas notamos que as pessoas não tinham elementos suficientes para votar em categorias mais fechadas, como melhor distribuidora de jogos, entre outras. Hoje, das 25 categorias, 18 são por voto popular e outras sete já são escolhidas por júri especializado. Exemplo novamente de “Distribuidora de Jogos”, que são votadas pelo varejo. Na prática, o processo de escolha dos melhores por categoria já é feito de forma especializada.
Por exemplo, no caso dos prêmios de jogos. Primeiro nossa equipe levanta todos os jogos lançados no país, divididos por plataforma. Depois, mandamos a lista para 23 pessoas especializadas, que escolhem as suas cinco melhores por categoria. Após a gente tabular todas essas indicações, chegamos aos cinco finalistas listados por esse corpo de jurados. A partir daí, quem tem que escolher mesmo é o público, que compra os produtos e é a razão de ser de todas as empresas.

Prêmios como “Melhor fonte de alimentação” e “Melhor chip gráfico” são alguns que ajudam a diferenciar o GameWorld de outros prêmios semelhantes. Na prática, qual a relevância desse tipo de categoria para o mercado e para as empresas?
AM:
Ótima pergunta para eu ter oportunidade de dizer o porquê [da existência] de categorias como essas que você citou. É preciso que as pessoas entendam que o mundo dos games não se restringe exclusivamente aos jogos e as crianças. O mundo dos negócios dos games é vasto e ficará a cada dia maior. A evolução dos jogos está diretamente ligada à evolução da tecnologia. Na medida em que temos mais recursos tecnológicos, mais os jogos podem ganhar em design, processamento e complexidade. Como premiar um jogo que utiliza recursos muito avançados de processamento e imagem sem dar o devido crédito aos itens de tecnologia que dão suporte a isso? E, as empresas desses itens investem muito dinheiro nos produtos, visando atender a esse mercado que não para de crescer e precisam de alguma forma ser vistas e valorizadas. Nosso grande interesse é valorizar a cadeia como um todo, do jogo ao varejo, do desenvolvimento aos acessórios, da distribuição a divulgação. Acreditamos que é isso que se constrói um mercado saudável.

Por outro lado, categorias como “Melhor distribuidora de jogos”, “Melhor vitrine”, “Melhor site e-commerce de games”, “Melhor campanha publicitária de games”, não são abertas para votação pública, mesmo julgando meios em que as empresas interagem diretamente com o consumidor. Por que isso acontece?
AM:
Existem critérios técnicos em algumas categorias que precisam ser julgados de forma objetiva. No limite, o usuário tem condições de avaliar se sua compra num numa loja virtual foi bem sucedida, se a cobrança foi adequada e o produto chegou no prazo. Mas e as questões de segurança? E o pós venda? E a veracidade das informações prestadas pelo vendedor? O mesmo acontece com algumas outras categorias. É preciso ter uma avaliação pontual de cada um dos itens. Por isso fazemos dessa forma, para poder avaliar a fundo algumas categorias.

Quais os próximos passos do Troféu? Onde mais é possível chegar no mercado nacional, levando em conta que o crescimento depende agora muito mais de iniciativas “de cima” (governo, impostos etc) do que das empresas do setor propriamente ditas?
AM:
Em diversos setores da economia, o crescimento sustentável depende mais de iniciativas de cima. Não é só para o nosso universo dos games. Por outro lado, poucos segmentos na nossa economia vivem um período tão promissor quanto o nosso. Cada uma das empresas que operam neste mercado deve fazer a sua parte. Parece jargão e periga soar como algo piegas, mas na prática é assim mesmo – se cada um fizer um pouco melhor dentro do seu quintal, o mercado vai melhorando. Precisamos olhar para o mercado despido de egoísmo. Cada um deve somar, junto do seu concorrente, para fazer o mercado maior. Não é hora de tolher nada. É hora de ajudar. De se ajudar. Onde mais é possível chegar com o evento? Sei lá, tenho aqui as minhas idéias. Mas tenho absoluta convicção que não faremos nada sozinhos. Convoco todos para participar. Para ajudar. Para criticar e opinar. Esse ano vai muito legal. E ano que vem tem mais.

***

Colaborou Gus Lanzetta

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
10/02/2011 - 20:30

Maior quantidade de apreensões de games piratas significa… mais games piratas circulando. Será?

Compartilhe: Twitter

Só para constar, você sabia que ainda se combate a pirataria de games no Brasil? Pois é.

O release a seguir, divulgado hoje de manhã, é interessante nesse sentido. A notícia, de modo geral, revela que uma quantidade maior de mídias com cópias ilegais estão sendo apreendidas pelas autoridades. Na verdade, o texto não revela que tipo de produtos estão copiados nesses CDs e DVDs apreendidos, mas como há a citação da ESA (Entertainment Software Association, entidade que se responsabiliza pela questão jurídica dos games ao redor do mundo), eu consigo imaginar que estejam falando de games piratas. Então está certo.

Mas tenho uma dúvida: será que o aumento no número de mídias apreendidas também não significaria que há ainda mais pirataria circulando por aí atualmente do que em 2010? É para pensar.

***

Ações de combate à pirataria batem recorde em janeiro, afirmam associações
Segundo a ABES e a ESA, durante o período foram capturadas 222,5 mil mídias irregulares, salto de 137% em comparação com janeiro de 2010

2011 está apenas no começo e os trabalhos de combate à pirataria feitos em todo o país já estão acontecendo com força total. Isso é o que mostram os resultados divulgados hoje pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e pela ESA (Entertainment Software Association). Segundo as entidades, em janeiro foram realizadas 71 operações no território nacional, valor 39% acima ao registrado no mesmo período do ano anterior. Como conseqüência, as autoridades brasileiras retiraram de circulação mais de 222,5 mil mídias falsificadas – salto de 137%.

Nesse contexto, o estado do Rio de Janeiro foi a região a registrar o maior saldo de mídias capturadas, o equivalente a 170 mil CDs. No final do mês a DRCPIM (Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial) realizou a maior operação de combate à pirataria já feita no país. Batizada de “Ilegal nunca mais”, a iniciativa aconteceu no Camelódromo da Rua Uruguaiana, principal pólo de comércio informal do Rio de Janeiro. Resultado de sete meses de investigação, a ação demandou a participação de 220 pessoas, entre policiais, fiscais da Receita e oficiais de Justiça.

Fechando os esforços feitos no período, as associações divulgaram ainda o resultado das ações realizadas na Internet. Ao todo foram retirados do ar 32 sites dedicados à venda de softwares falsificados, além de 2,1 mil anúncios destinados a mesma finalidade, valores 39% e 50% maiores que os registrados no mesmo período de 2010, respectivamente.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
09/02/2011 - 19:43

O Futuro dos Games… Não Será Tão Movimentado (Assim Espero)

Compartilhe: Twitter

Olá, como vai.

Fevereiro está agitado, pelo menos para mim. Dei uma sumida esses dias porque está difícil. E como você já se acostumou, é nessa hora que dou o truque e relembro o que andei escrevendo por aí.

O texto a seguir foi publicado no mês passado, na revista EGW edição 109 (se não estou enganado). Talvez você não tenha visto ainda, então presto aqui aquele serviço básico de crossmedia. Confira e comente. E até o final da semana, novidades e as soluções de algumas questões que eu já deveria ter feito e deixei para trás.

***

Desvios Obrigatórios*
Controles de movimento, fim do joystick… Será que a indústria acertou em cheio dessa vez? Ou será que não?

Dei o braço a torcer e instalei o Kinect lá em casa.

A embalagem do novo acessório do Xbox 360 ficou dias largada no canto da sala, até finalmente eu ter coragem de me arriscar. Não fossem por uns amigos, acho que ela permaneceria intocada por mais tempo. “Não acredito que você tem o Kinect e não estamos jogando”, disse um deles, direto no ponto. Fui obrigado a concordar. O Pablo Miyazawa de cinco anos atrás certamente não perderia um único minuto dessa oportunidade. E o Pablo da atualidade, que tem 32 anos nas costas e já não se impressiona muito com quase nada?

Esse ficou cansado após uma mísera horinha de partida. Sério.

Não quero ir contra a maré da evolução tecnológica. Realmente respeito as grandes fabricantes e as seguidas tentativas de trazer o “futuro” para nossas salas de estar. Mas, simplesmente, essas inovações não são para mim. Pelo menos não para esta versão envelhecida de mim.

As longas sessões de Guitar Hero e Rock Band já são suficientes para lesionar meus braços, pernas e cordas vocais. As partidas cooperativas de Modern Warfare 2 já deixam os olhos lacrimejando e os tendões doloridos. Os torneios de FIFA e Pro Evolution Soccer já são prejudiciais o bastante para o meu sono. Mas tenho sobrevivido para contar. Agora, foi preciso uma única rodada de Kinect Sports e Dance Central para eu ficar completamente suado. E olha que nem o inofensivo Kinectimals ajudou a aliviar a barra. Fiquei feliz de o sofá estar logo atrás de mim, o que me permitia sentar entre uma partida e outra. Não gostei de a maioria dos games me obrigar a ficar de pé para jogar. Fiquei aliviado de cada partida ser tão rápida que me permitiu ficar mais sentado do que em pé.

Sim, sou um reclamão, e estou fora de forma. E os videogames não estão nem aí para isso. Querem vencer meu sedentarismo à força. Será que é assim que eles vão conseguir?

Não estou aqui para julgar a qualidade desses jogos “físicos”. Bons eles devem ser, pelo menos uma parcela deles. Como toda tecnologia nova, há problemas para se resolver. Normal. Não me lembro de algum novo console cujos primeiros games acertaram na mosca. O Game Boy da Nintendo foi lançado com o inigualável Tetris, mas muita porcaria saiu ao mesmo tempo. A mesma coisa rolou no NES, no Super NES, no PlayStation, e por aí vai. E falando mais especificamente sobre acessórios, também tenho dificuldade em lembrar algum que tenha feito muito sucesso a ponto de alavancar as vendas de um console (me perdoe se eu estiver equivocado, a memória já não funciona tão bem). Pistolas, óculos 3D e tapetes de exercícios fizeram nossa cabeça no passado. Mais recentemente, guitarras, baterias, microfones e câmeras nos fizeram gastar mais dinheiro ainda. E a onda persiste nesse “final” de geração de videogames: veja só a Sony e a Microsoft fazendo você gastar mais dinheiro com novos brinquedinhos, só para estender um pouco a longevidade de seus consoles.

Eu, particularmente, não gostaria que a próxima geração de videogames seja baseada em uma evolução desses joysticks com sensores de movimentos (no caso do Wii e do Move), ou mesmo na completa ausência de um controle (no caso do Kinect). Sempre imaginei o futuro dos games com uma pegada mais “realidade virtual”, aos moldes do filme Tron, ou mesmo ao estilo de The Matrix. Nessas obras, porém, não se levava em consideração o fato de o jogador se cansar ao longo de uma partida. Os desenvolvedores da Nintendo, Sony e Microsoft, na certa, também não pensaram muito nisso. Outro detalhe que foi ignorado: os espaços físicos estão cada vez menores, e quem sofre para pagar o aluguel da quitinete sabe o que isso significa. Dá para dizer que apenas os privilegiados possuem espaço suficiente em suas salas para jogar Kinect, Move ou Wii com a desenvoltura necessária (traduzindo, sem quebrar objetos, derrubar móveis ou esbarrar no ventilador de teto).

Digo e repito: não estou aqui para malhar a “nova onda” dos games. Só acho que ela, assim como diversas outras tentativas anteriores da indústria, não irá durar muito tempo. Talvez este seja apenas um caminho alternativo, ou um desvio necessário, antes de presenciarmos avanços ainda mais interessantes. E, assim eu espero, bem menos cansativos.

* Texto publicado na edição 109 da EGW, janeiro de 2011.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
02/02/2011 - 14:58

Mais games dos Beatles?

Compartilhe: Twitter

Pelo jeito, Ringo Starr curtiu a ideia de ser um personagem de game.

Para quem não se lembra, o beatle mais mal-humorado esteve na E3 2009, ao lado do boa-praça Paul McCartney, para divulgar o arrasa-quarteirão  The Beatles: Rock Band. No evento (relembre aqui como foi), Ringo fez questão de mostrar desinteresse com esse negócio de joguinho eletrônico. Parecia que ele estava lá para cumprir contrato, mas não deixou de ser simpático e fazer gracinhas. Emocionou e deu o recado, que era o que importava.

Pelo jeito, ele curtiu a ideia de ganhar uma grana sem fazer nada. Dhani Harrison, filho do falecido beatle George, que coordenou o projeto The Beatles: Rock Band, deve ter convencido Ringo a continuar no negócio. Provavelmente por conta disso, o baterista registrou o nome Ringo para a utilização em jogos de videogame (mais especificamente, o registro foi para as categorias “computer game software” e “downloadable computer games via the internet and wireless devices”). Obviamente, ele não quis falar sobre o tema. A história toda está aqui.

***

Enquanto isso, a Microsoft Brasil cortou seus preços – por enquanto, apenas de alguns games mais antigos. Na verdade, apenas de três games.

Halo 3 passou de R$ 159,00 a R$ 99,00. Gears of War foi de R$ 139,00 por R$ 69,00. E Gears of War 2 foi de R$ 159,00 para R$ 79,00. Os preços passam a valer a partir de já, nesses revendedores aqui.

***

E por falar em preços de games… e o Dia do Jogo Justo?

Escutei relatos de todas as partes, bons e ruins. Algumas pessoas reclamaram que não conseguiram comprar games por falhas estruturais nos sites das lojas, ou porque os descontos não eram assim tão vantajosos. Já outras comemoraram a possibilidade de comprar games a valores a que não estão acostumados. Como foi o seu dia do Jogo Justo? Escreva sua experiência abaixo. Daí, conforme for, falarei mais sobre o tema.

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
Voltar ao topo