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Arquivo de novembro, 2010

30/11/2010 - 19:34

Gente que só reclama de tudo. Você é assim?

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Aloha!

O mês está acabando, muitas coisas aconteceram, mas a correria atrapalha. Por isso (e você sabe que não engano ninguém), publico aqui minha coluna que foi publicada na revista EGW de outubro. O tema é polêmico: gente chata que só sabe reclamar na internet. Você se enquadra nesse caso? Será que não mesmo? Vejamos…

E amanhã, espero, voltaremos à programação normal.

***

O Bode da Internet*
A rede mundial virou terra de ninguém – e os brasileiros só contribuem para isso

Os videogames de última geração estão à venda no Brasil. As redes online estão chegando, com data marcada para estrear. Os jogos, aos poucos, vão ganhando preços mais “justos”. E agora? Quem iremos xingar muito na internet?

É em um dia daqueles cheio de trabalho que eu fico a ponderar sobre esses hábitos tão banais, como navegar na internet, por exemplo. Usar o Twitter diariamente nos informa sobre os acontecimentos (às vezes, até mais rápido do que eles ocorrem), mas há seu lado ruim. Um deles é ter contato constante com reclamações, lamentações e ofensas proferidas pelas pessoas que seguimos. Você estava ali, quietinho, assobiando, e lê aquele post cheio de veneno escrito por um amigo. Mesmo não sendo endereçado a você, não dá para ignorar ou não pensar a respeito.

E não dá para evitar. Eu mesmo me pego usando o Twitter para reclamar da vida. Admito que prefiro utilizar a ferramenta para espalhar novidades e boas notícias, mas, vez ou outra, dou a minha reclamadinha, sem ofender ninguém. Faz parte. Mas vejo que cada vez mais gente se utiliza da internet para colocar para fora sua raiva da humanidade. É um hábito mundial, mas dada a tara que o brasileiro tem por redes sociais, parece que esse já é um padrão de comportamento em nosso País.

E não é só no Twitter. Nos fóruns de discussão também. É um tal de disparar a metralhadora giratória para todos os lados que é difícil de agüentar. E o que tem de gente que se aproveita do anonimato proporcionado pela internet para exagerar… É por isso que tento passar longe desses ambientes virtuais. Não quero me estressar de graça – e nesses locais, é a coisa mais fácil. As pessoas acham que, já que não há contato pessoal, é permitido xingar, ofender e falar tudo o que se pensa. E o mesmo deve acontecer dentro dos games online, em que, supostamente, está tudo liberado.

Os espaços de comentários de blogs são outra região complicada de se explorar. No caso do meu próprio blog, o Gamer.br, eu sou obrigado a ler tudo o que é escrito ali. Sendo bem sincero, não tenho muito do que reclamar sobre meus visitantes. Em sua maioria, são pessoas inteligentes, ponderadas e que entendem do que estão falando. Tive pouquíssimos problemas desde que inaugurei o site, há exatos quatro anos. Mas, em certas ocasiões – principalmente quando a notícia é polêmica -, o nível baixa visivelmente. Aliás, dá para perceber na hora quando o cara que está comentando é um visitante ocasional, e não um leitor assíduo. E é quando comprovo aquela tese de que muitos brasileiros são “analfabetos funcionais”, ou seja, pessoas que, mesmo sabendo ler e escrever, compreendem tudo errado. E será que vale a pena brigar com esses caras, mesmo sabendo que eles não vão entender nada de minha explicação?

Tudo isso foi só para lembrar a você que a internet NÃO é uma representação exata da vida real – por mais tempo que você passe conectado, por mais que seus amigos também vivam online, por mais horas que você passe conectado ao servidor de algum MMORPG , à Xbox Live ou à PSN. É obviamente um meio útil, que facilita contatos e a comunicação, abrevia as distâncias, torna possível o impossível. Mas não é porque é uma terra sem leis definidas que o bom senso não deva existir ali dentro. E eu percebo que não são poucos aqueles que se aproveitam do clima de oba-oba para chutar o pau da barraca e abusar da falta de educação e da grosseria. E o que era para ser exceção está, aos poucos, se tornando a regra.

É por essas e outras que estou com bode da internet. Será que vou sarar um dia?

* Texto publicado na edição 106 da EGW, outubro de 2010.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
22/11/2010 - 11:32

Brasil Game Show: Um pouco do primeiro dia

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O final de semana foi pesado (compromissos, shows de rock, um Beatle tocando umas músicas em um estádio de futebol). Por isso, não pude comparecer ao Brasil Game Show no Rio de Janeiro. Mas o Gamer.BR tinha um correspondente por lá, o repórter Gus Lanzetta, que enviou seu relato do primeiro dia de evento, no sábado. Confira:

***

Primeiro dia de Brasil Game Show
Por Gus Lanzetta, enviado especial Gamer.BR

Olá leitores do Gamer.BR!

Estou no Rio de Janeiro, em missão especial: cobrir o Brasil Game Show.

Como o Pablo está ocupadíssimo aí em São Paulo, tendo de ficar de olho no Phoenix, Girl Talk e Sir Paul McCartney, coube a mim trazer um pouco de informações sobre o que está rolando aqui.

Nos últimos meses, a expectativa por parte do público quanto ao Brasil Game Show – sucessor do Rio Game Show – variava, mas muita gente estava animada com os dois dias dedicados aos videogames, principalmente os que estarão na Cidade Maravilhosa e poderão jogar lançamentos e novidades que só chegam às lojas no ano que vem.

Por isso mesmo, uma fila imensa se formava no ensolarado calor do Rio de Janeiro, jovens e não-tão-jovens aguardavam a abertura das portas do Centro de Convenções SulAmérica, às 11h deste sábado, 20/11. Com o passar do dia, ainda mais gente encheu o show floor e ficou quase impossível se locomover entre os estandes, especialmente pelas aglomeração criada pela competição de Starcraft II, que contava com narrador e telão.

Hector arriscou o português pra responder algumas perguntas. Já ficou expert em falar "Talvez"

Como em quase todo evento brasileiro, a presença mais esperada e comentada é a de um estrangeiro. O gringo da vez? Hector Sanchez, produtor do novo Mortal Kombat, que veio falar sobre a renovação da franquia, detalhes da experiência de jogo e dar a chance do público brasileiro experimentar um grande lançamento de console meses antes de seu lançamento, experiência raríssima para os gamers do país.

A apresentação foi a mesma dada aos visitantes da Penny Arcade Expo (PAX), nos EUA e na Electronic Game Show (EGS), no México. Mas juntou dezenas de frequentadores que bateram palma pra fatalities, fizeram perguntas e até puderam enfrentar Sanchez em Mortal Kombat.

A foto é da E3, mas Bertrand continua o mesmo. Mas os seus cabelos...

A foto é da E3, mas Bertrand continua o mesmo. Mas os seus cabelos...

Também rolaram palestras de grandes nomes, como o ícone das histórias em quadrinhos Maurício de Sousa e Bertrand Chaverot, o diretor da Ubisoft no Brasil. Não pude estar nessas duas apresentações porque tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que não dá pra ver tudo mesmo. Mas assim que o BGS terminar, prometo que conto mais detalhes do que os caras aí falaram.

Agora vou correr para aproveitar o último dia, que promete ser tão interessante quanto o primeiro.

Ah, antes de ir, acabei de receber das mãos de uma das assessoras do evento, um release que informa as datas da edição 2011 do BGS: 5 a 9 de outubro. Pois é, o pessoal percebeu a fome do público brasileiro por eventos de videogame e dobrou a duração da farra.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
18/11/2010 - 18:21

Sony Brasil reduz preços de games (de novo)

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A Sony Brasil anunciou hoje reduções de preços em games para PlayStation 2 e PlayStation 3. Games para o PS2 passaram de R$ 89 para R$ 79 (redução de 12%), enquanto títulos para PS3 ganharam duas novas faixas de preço: R$ 99 (antes era R$ 119 – 17% de redução) pela linha “Greatest Hits”; e R$ 149 por jogos de catálogo (era R$ 159 – 7% de redução).

De acordo com o release divulgado hoje, “a empresa atinge pela primeira vez o valor de R$ 99,00 para um jogo oficial de PS3.”

Confira a lista abaixo.

Jogos para Playstation 2 que foram de R$ 89 para R$ 79:
Secret Agent Clank
Syphon Filter: Dark Mirror
Twisted Metal: Head On
Ratchet & Clank: Size Matters
Hot Shots Tennis
Jak & Daxter: The Lost Frontier
Motorstorm: Arctic Edge

Jogos para Playstation 3 que foram de R$ 119 para R$ 99:
LittleBig Planet
God of War Collection
Ratchet & Clank Future: Tools of Destruction
Motorstorm
SOCOM US Navy Seals: Confrontation
Resistance: Fall of Man
Gran Turismo 5 Prologue
Heavenly Sword
Uncharted: Drake’s Fortune
LittleBig Planet GOTY
Resistance 2
Killzone 2
InFamous
Ratchet & Clank Future 2: Crack in Time
Motorstorm: Pacific Rift
Uncharted 2: Among Thieves
MAG

Jogos para Playstation 3 que foram de R$ 159 para R$ 149:
Lair
Hot Shots Golf: Out of Bounds
Folklore

Segundo a Sony, os preços começam a valer a partir de hoje.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
18/11/2010 - 16:36

O que os olhos não enxergam…

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Você já deve ter visto isso, mas vale a pena rever (o YouTube está cheio desses vídeos): o funcionamento do Kinect visto com uma câmera de visão noturna.


Se ligue nos pontos! Eu diria que é só um pouquinho perturbador…

Mais logo mais.

***

E assim que terminei o post, chegou o Kinect aqui na redação. Transmissão de pensamento? Vou começar a imaginar aquela cobertura na praia com mais força…

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
16/11/2010 - 14:05

As principais notícias – da semana passada

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Esse feriado durou pouco, não?

Foi curto e nem deu tempo de colocar os games em dia – Rock Band 3, Guitar Hero 6, Call of Duty: Black Ops, F1 2010 e mais um monte deles. Assim fica difícil ser feliz. Todo mês de novembro é a mesma coisa. Quem possuir a fórmula para conciliar tempo livre e tantos jogos, me avise. Eu não dou conta. Alguém quer jogar para mim e me contar depois?

Prometi que não faria promessas, mas dessa vez é sério: amanhã publicarei finalmente os nomes dos vencedores da promoção de 4 anos do Gamer.br. E além dos nomes aqui, vem aí uma nova promoção. Porque não dá para ficar parado.

***

Entrou no ar mais um podcast da equipe do Arena Turbo, o Games on the Rocks. Acredite, é o que o nome dá a entender: caras discutem games enquanto bebem. Eu participei dessa vez (ao lado de Caio Teixeira, Caio Corraini, Henrique Sampaio, Douglas Pereira e Gus Lanzetta), mas garanto que não bebi uma gota.

Clique e baixe aqui (tem mais de uma hora de duração, então é melhor pegar algo para comer).

***

E acabou o mistério. O Kotaku Brasil enfim anunciou a sua equipe fixa – e o fizeram com toda pompa e circunstância de costume.

***

Conversei esses dias com o amigo Luiz Siqueira, da editora Europa, que me repassou a declaração oficial da empresa a respeito do fim das revistas NGamer e Edge:

“A Editora Europa descontinuou a NGamer e a EDGE. Motivo, vamos concentrar esforços nas outras duas publicações de games para aumentar ainda mais a circulação. EDGE e NGamer sofriam para emplacar a circulação, e temos de focar no resultado. Ninguém será dispensado, e todos continuarão aqui na Editora e agora para fazer XBOX e PlayStation ainda mais fortes e líderes do segmento, como são atualmente pelo IVC. Todos os assinantes serão indenizados.”

***

Sobre o Gran Turismo 5 no Brasil, você me pergunta.

Não sei de nada, e ninguém mais sabe. Por enquanto, a Sony Brasil não se pronunciou oficialmente a respeito. Lá fora, sai mesmo em 24 de novembro, após diversos adiamentos. Por aqui, é possível que também saia em uma data próxima. O que se sabe é que uma versão do jogo estará disponível para testes no evento Brasil Game Show, que ocorre no Rio no próximo final de semana.

Sobre isso, aliás, falo depois.

***

Totalmente off-topic – ou nem tanto. Finalmente, músicas dos Beatles podem ser compradas no iTunes da Apple. Apesar de esse negócio de comprar música digital não ser muito difundido por aqui, lá fora ainda é big business. E isso me deixa curioso sobre o que você pensa: se o iTunes vendesse músicas no Brasil, você compraria? E qual seria o preço ideal por faixa? Para se ter uma ideia, cada música dos Beatles sai por US$ 1,29 (por volta de R$ 2,20). Você pagaria quanto sem reclamar?

Só por curiosidade mesmo.

Boa semana a todos.

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10/11/2010 - 15:34

Xbox Live Brasil: Já Começou

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A Microsoft colocou em funcionamento, a partir da meia noite de hoje, a versão brasileira da rede online Xbox Live.

Quem se logou no sistema nas últimas 15 horas seria apresentado à possibilidade de migrar a conta criada na Live norte-americana para a recém-fundada Live brasileira. E para estimular esse processo, a Microsoft Brasil resolveu abrir as mãos: quem efetuar a migração simples (ou seja, conta SILVER, sem custo), ganha, na hora, 800 Microsoft Points para gastar como quiser. Se a pessoa que efetuar a migração optar por uma conta GOLD (ou seja, uma conta paga), ela não ganha 800, mas 1600 Microsoft Points. Pelo menos é isso que a fabricante divulgou antes de todo o processo começar.

Como não poderia deixar de ser, já há algumas reclamações de usuários a respeito da migração, devidamente espalhadas por blogs e fóruns. Para elas, a Microsoft Brasil divulgou uma resposta formal:

“A Microsoft informa que o Xbox LIVE foi lançado hoje no Brasil, entregando os recursos de entretenimento e jogabilidade que fizeram do serviço o principal destino de jogos de primeira linha. A partir de hoje iremos permitir também a migração de conta do Xbox LIVE de outros países para o serviço local, mantendo o perfil pessoal, Gamerscore, Conquistas e MS Points. A empresa está ciente do problema técnico que está impedindo algumas pessoas de concluir o processo de migração de contas e trabalha para resolver isso o mais rápido possível. A Microsoft pede desculpas pelo transtorno.”

Você conseguiu migrar? Criou uma conta nova ou preferiu se manter na Live norte-americana? Divida sua opinião nos comentários abaixo. E a fabricante já garantiu que irá divulgar em breve novidades e atualizações sobre o funcionamento da Live no Brasil. Estamos no aguardo.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
08/11/2010 - 19:32

Revistas Edge e Ngamer vão parar de circular

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A notícia já se espalhou como fogo: a editora Europa cancelou hoje duas de suas publicações especializadas em games no Brasil.

As revistas Edge (editada por Fabio Santana e Felipe Azevedo) e a NGamer (por Eduardo Trivella), ambas licenças da editora inglesa Future Publishing, deixam de ser publicadas a partir do próximo mês. Consultados pelo Gamer.br, os representantes da editora Europa preferiram ainda não se pronunciar oficialmente sobre o assunto.

Vale dizer que nenhum dos jornalistas envolvidos ficou sem trabalho: os integrantes das equipes das revistas canceladas já foram remanejados para as outras publicações da editora – no caso, a Dicas e Truques para PlayStation e a Revista Oficial do Xbox. Obviamente, o clima na redação ainda é de desnorteamento, uma vez que a notícia é recente chegou como surpresa.

No total, a Edge durou 18 edições, desde que chegou às bancas, em junho de 2009, em um processo que já havia substituido a revista Gamemaster. Já a NGamer, que foi lançada em julho de 2007 como uma “revista 100% Nintendo”, durou exatas 40 edições.

Na condição de jornalista que formou carreira em revistas de games, só tenho a lamentar. As bancas, os leitores e o mercado sentirão as ausências dessas duas publicações de nível internacional que serviam como palcos de atuação de alguns profissionais da mais alta competência (todos caras com quem já tive o prazer de trabalhar lado a lado). A notícia triste também dá margem a discussões insolúveis que pensei que ficariam afastadas de nossas rotinas pelo menos nos próximos anos: até quando as revistas vão resistir? Ou trata-se de um acontecimento atípico? O mercado editorial vai bem ou não? Alguém continua a comprar as revistas que consumia há cinco, dez anos? Ou apenas novos leitores compram revistas?

Todas essas perguntas são feitas diariamente nas editoras espalhadas pelo país – não apenas as que publicam revistas de games. E acredite, nenhuma delas possui fácil resposta. Enquanto nada muda efetivamente (enquanto houver árvores disponíveis e leitores interessados, pelo menos), vamos seguindo adiante, trabalhando no escuro, torcendo para acertar o alvo, mês após mês. Não é fácil. Mas a gente adora, senão não estaríamos fazendo.

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04/11/2010 - 17:33

Sobre o Kinect no Brasil…

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A Microsoft hoje também aproveitou para falar sobre o lançamento do Kinect. E a máquina está chegando ao Brasil. O press release a seguir tem todos os detalhes.

Hoje a Microsoft anuncia as novidades que o mercado de games brasileiro receberá neste ano. O grande destaque é o Kinect, sensor de movimento para Xbox 360, que chegará às revendas oficiais no dia 18 de novembro. O brasileiro Alex Kipman, que projetou o Kinect, veio ao Brasil especialmente para apresentar o produto. O Kinect representa uma maneira inovadora de jogar vídeo game na qual “você é o controle” e traz diversas opções de jogos para os brasileiros se divertirem com toda a família. Os lançamentos no país incluem também o serviço Xbox LIVE, já com mais de 25 milhões de usuários no mundo, com games e novos recursos para jogar on-line. Na segunda quinzena de novembro também chegará ao Brasil o novo console Xbox 360,nas versões 4GB e 250 GB para ampliar o portfólio para os apaixonados por games.

A magia do Kinect para Xbox
Basta passar na frente do sensor para que o Kinect reconheça e responda aos gestos e a cada movimento do corpo do jogador, sem a necessidade de um controle, transformando o modo de jogar e se divertir com familiares e amigos. O produto traz a liberdade de jogar da maneira que o usuário deseja, inclusive, identificando quando ele pula, agacha e gira.

O Kinect terá conectividade com todos os modelos de Xbox 360 e ainda funciona com o Xbox LIVE permitindo que pessoas de todas as idades dancem e joguem as mais variadas opções de games. É possível também interagir com os menus, filmes, músicas e programas de TV com os movimentos das mãos ou o som da voz (por enquanto em inglês e espanhol). O recurso Kinect Hub se destaca por colocar todas as experiências de entretenimento em um só lugar e reconhecer o usuário. O acesso ao perfil, por exemplo, pode ser realizado com a simples aproximação ao sensor.

O produto combina uma câmera RGB, um sensor de profundidade e um microfone multiarray, o que traz experiências do Kinect para cada console Xbox 360. O sensor capta movimentos do corpo inteiro e vozes individualmente, transformando o usuário no controle do vídeo game.

Para jogar é preciso ter um Kit Oficial do console Xbox 360, seja ele da versão Arcade, Elite ou o mais novo Xbox 360 de 4GB ou de 250GB, além do sensor de movimento Kinect. O jogador poderá utilizar qualquer modelo de televisão, seja ela de Tubo, LCD, Plasma ou LED, mas a experiência e a qualidade de imagem serão diferenciadas para cada modelo de TV.

“O Kinect representa um divisor de águas para o mercado de games. Ele transforma completamente o modo de jogar, colocando o usuário no controle”, afirma Michel Levy, Presidente da Microsoft Brasil.

O Kinect será vendido no Brasil por R$ 599,00 e já virá com um jogo, o “Kinect Adventures”. O usuário poderá flutuar no ciberespaço e escalar montanhas com obstáculos, além de mergulhar e explorar um submarino – tudo isso dentro da sala de estar. Neste game, o jogador é o controle enquanto pula, se esquiva e chuta ao percorrer um caminho de aventuras em lugares exóticos.

Jogos disponíveis para o Kinect:

Mais de quinze jogos desenvolvidos pelos artistas mais talentosos da indústria estarão disponíveis para os usuários de Kinect em todo o mundo. No Brasil, quatro games serão lançados este ano por R$ 149,00 no varejo:

“Dance Central”: O primeiro game de dança, de corpo inteiro, sem controle, para novatos e experientes realizarem coreografias livres de suas músicas preferidas.

“Kinectimals”: Memórias da primeira viagem ao jardim zoológico vêem à tona quando um filhote de tigre de Bengala de olhos arregalados e colegas brincando aparecem na tela. O “Kinectimals” convida crianças, pais e amantes de animais de todas as idades para construir amizades duradouras com algumas das criaturas mais exóticas do mundo. Assim como animais de estimação reais, o seu “Kinectimals” virá correndo quando ouvir sua voz, responderá a comandos como “Pula”, “Rola” e “Finge de morto”, e irá ronronar de alegria quando você acariciá-los atrás das orelhas.

“Kinect Joy Ride”: Esse é o primeiro simulador de jogo de corrida livre que irá levar a turma a fazer a melhor viagem de suas vidas sem a necessidade de ter carteira de motorista. O “Kinect Joy Ride” reinventa as corridas de kart, acrescentando saltos e acrobacias de corpo inteiro. Com uma série de recursos e modos de jogo, é possível se reconhecer um Ayrton Senna das pistas, ser um co-piloto ou formar uma equipe para percorrer o mundo com os amigos.

“Kinect Sports”: Transforme a sala em um estádio, uma pista de boliche, um campo de futebol, uma arena ou pista, e torne-se um astro do esporte. O “Kinect Sports” oferece opções de jogar futebol, vôlei de praia, boliche, tênis de mesa, atletismo e boxe.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
04/11/2010 - 12:09

Exclusivo: Xbox Live no Brasil – Todas as Respostas

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Atenção, você vai ler isso aqui antes.

Neste exato momento, a Microsoft está apresentando os detalhes sobre a chegada da rede Xbox Live ao Brasil em uma coletiva de imprensa em São Paulo. Não é o único assunto do evento – eles também estão falando sobre Kinect e o novo modelo “slim” do Xbox 360, mas acho que o tema mais importante para o mercado nacional atualmente é esse: a chegada, tão aguardada (e sofrida), dessa rede online ao Brasil.

Ontem, entrevistei com exclusividade o Guilherme Camargo, principal nome da divisão Xbox da Microsoft Brasil, e tirei todas minhas dúvidas sobre o tema. A seguir, publico a íntegra dessa conversa, que acabou se tornando um FAQ inédito com tudo o que é preciso saber sobre o funcionamento da novidade. Para resumir a história: o Xbox Live Brasil estreia no dia 10 de novembro, com custo de assinatura anual de R$ 89,00. Já os Microsoft Points custarão R$ 25,00 cada 1000. Todos são preços para pagamento online, via cartão de crédito – para quem preferir comprar cards com códigos nas lojas, os valores são maiores (veja tabela abaixo).

Acho que o papo percorre os principais pontos. Quem tiver dúvidas, pergunte nos comentários. Leia, comente e divulgue a quem interessar com as ferramentas abaixo.

***

Gamer.br: O grande negócio da chegada do Xbox Live, para muita gente, é a possibilidade de migração de uma conta criada na Live norte-americana para a Live brasileira. Como vai funcionar a migração, afinal?
Guilherme Camargo: Para a migração de conta, é isso o que será permitido migrar nesse momento: todo o perfil, ou seja, o Gamertag, os amigos e as mensagens; a pontuação; as conquistas; todo o período de assinatura que porventura o consumidor tenha; e os Microsoft Points. O que não vai ser permitido: os “redownloads” de conteúdo e os conteúdos do Zune, que é um serviço que a gente não terá no Brasil nesse momento.
Nossa recomendação é que o usuário faça um backup dos conteúdos armazenados em um HD ou em um pen drive, para que a migração ocorra de forma tranquila.

Como é possível fazer a migração?
GC:
A migração acontece de duas maneiras: ou pelo site, ou dentro do Xbox Live. Funciona como um “passo-a-passo”, como se fosse instalação de Windows ou do Office: depois de três “next”, você finaliza. A migração é irreversível pelo período de um ano e estamos contando com o nosso suporte 0800 para qualquer atender o consumidor, seja aquele que não sabe se deve migrar ou não, seja quem tem dúvidas no processo, pelo site ou pela Live.

Então, se comprei jogos na Live Arcade com minha conta norte-americana, estou proibido de migrar esse conteúdo para a conta brasileira?
GM:
Na verdade, não vai ser proibido. É que, tecnicamente, não é tão simples a gente fazer essa migração. Então, não estamos comunicando que vai ser possível fazer esse “redownload” agora. Mas é uma coisa em que a gente já está trabalhando para o próximo ano. Para você não perder nada, é melhor fazer esse backup, só como garantia. Porque nesse momento exato de migração de conta, não será permitido.

O backup serveria para conservar qualquer coisa que eu tenha comprado ou baixado?
GC:
Exato, seja um avatar, ou um jogo que você comprou na Live Arcade e tudo o mais.

O que vai aparecer nas abas da Live? O que estará disponível para compra?
GC:
UM monte de jogo está sendo finalizado. Todos os jogos que vão para a Xbox Live tem que obrigatoriamente passar pelo Ministério da Justiça. A cada dia estão saindo mais jogos, e eu só vou ter o portifólio completo provavelmente na véspera. A nossa intenção é que a gente tenha tudo, Games on Demand, jogos Arcade… E tem uma novidade em primeira mão que acabei de saber: o Halo Waypoint estará disponível para a versão brasileira do Live. Por mais que seja já próximo do lançamento, tem muita coisa que está acontecendo agora, aos 45 minutos do segundo tempo. Principalmente por causa desse processo brasileiro, [que nos obriga a] falar com os publishers e third parties, para que eles façam todo o trabalho de levar o game ao Ministério da Justiça. Estamos já fazendo isso há dois meses.
Garanto que a maioria dos principais títulos da Live americana já estará disponível para o Brasil também. Limbo, por exemplo, é um jogo que a gente terá no Live Brasil, ou seja, o nosso portifólio vai estar atualizado. A cada semana, a cada mês, deverá haver uma atualização grande, porque tem muito jogo, principalmente os arcades, que demanda um pouco mais de tempo no Ministério da Justiça para receber o aval com a classificação final. Para ser redundante, a nossa atualização será constante – não para se equiparar à americana, mas para ter um portifólio completo que movimente um pouco a comunidade brasileira.

Por acaso as abas da Live serão completamente diferentes da Live americana, ou seja, totalmente customizadas para o Brasil?
GC:
Totalmente customizadas para o Brasil. As abas de Games on Demand, dos Add-ons, estarão em português, com a nova dashboard. E vamos ter algumas surpresas pelo caminho, umas coisas super customizadas para o Brasil. A gente usa sempre a Live americana com o padrão para o resto do mundo. A intenção da Microsoft é ter um padrão único e alguns diferenciais por país. Por exemplo, a “promoção da semana” será algo só para o Brasil. Vai ter um pouco mais de dinamismo e customização para o nosso mercado.

Confirmando, se eu paguei 12 meses de Live Gold na conta americana e me faltam três meses, o que acontece quando eu migrar? Continuo tendo esses três meses?
GC:
Exatamente.

Estou com os preços que vocês irão cobrar pela assinatura (mensal/trimestral/anual) e pelos Microsoft Points, seja na compra online, seja na compra por card na loja… (veja tabela abaixo)

Online
1 mês – R$ 15,00
3 meses – R$ 39,00
12 meses – R$ 89,00
500 pontos – R$ 12,50
1000 pontos – R$ 25,00 
2000 pontos – R$ 50,00
5000 pontos – R$ 125,00

Loja (Card)
3 meses – R$ 55,00
12 meses – R$ 129,00
1500 pontos – R$ 49,00
4500 pontos – R$ 145,00

Quem compra online, paga menos. Por que o card vendido em lojas é mais caro?
GC:
Basicamente, [o card de pontos] é um produto final. Tem custos de manufatura, a carga de impostos e os custos do varejo. É como um filme que você compra online e um DVD que você compra na loja. Tem um pouco desse custo aí no meio.

E como funciona a compra online?
GC:
Cartão de crédito. Provavelmente, Mastercard e Visa. Só American Express que não é aceito.

É isso mesmo? R$ 89 por ano de Live? Então a Live brasileira está praticamente mais barata que a Live nos Estados Unidos?
GC:
Essa é uma briga nossa. A comunidade brasileira é muito ativa, tem muito jogador com bastante conteúdo de Live americana. O que estamos pedindo é que eles “venham para o nosso país”, para justificar e criar essa unidade Xbox Live Brasil. Para isso, estamos proporcionando um preço super competitivo para quem é hardcore gamer, que vai optar por fazer a aquisição online. Já a versão de varejo [em cards de pontos] é para o jogador casual, ou para quem não gosta de usar cartão de crédito, ou mesmo para quem não tem cartão de crédito.
A gente quis bater muito forte nessa “agressividade” de preço, para que todo mundo migre. Provavelmente em novembro vai haver um aumento na Live americana, e no Brasil não. Se é que já é possível afirmar – porque tudo depende da taxa do dólar –, nós teremos uma Live mais barata que a americana. Trazer todo mundo “para o país” é importante para fazer a comunidade crescer mais rápido.

Você diria que esses preços vão durar 12 meses?
GC:
A intenção é que a gente fique com esses preços pelo menos por seis meses. Não é uma garantia, porque nao tenho bola de cristal. Mas não é um negócio que vai ficar assim durante um mês para depois subir. Isso eu posso afirmar.

Onde serão vendidos esses cards?
GC:
Nas revendas oficiais da Microsoft. Onde vende game, vende o cartão. É cartão de arrancar – não precisa nem mais raspar e sujar os dedos [risos].

E os preços de jogos, serão os mesmos da Live americana? Por exemplo, se o game custar 1400 pontos, é isso o que irá custar aqui também?
GC:
Exato, a intenção é essa sim. Esse é o nosso primeiro parâmetro.

Depois que eu migrar, ainda terei algum acesso ao que é vendido na Live americana?
GC:
Não, aí você fica “no país”. A nossa intenção é: trazendo o máximo de brasileiros possível para o Xbox LIve Brasil, conseguir efetivamente acelerar algum tipo de conquista, como ter um portifólio mais completo. É também um incentivo para os third parties, para terem um pouco mais de foco no Brasil. Por causa de Xbox Live, a gente conversou com todo mundo – que tem escritório no Brasil e que não tem –, para recomendar que eles comecem esses projetos de encaminhar os games para o Ministério da Justiça, para receber a classificação etária. Só assim teremos um portifólio competitivo e completo para a comunidade brasileira. E de uma maneira ou de outra, estamos conseguindo sucesso nisso.

Não existem restrições para que joguemos com/contra pessoas que assinam outras Lives pelo mundo, certo?
GC:
Nenhuma, nenhuma.

Os outros usuários do mundo vão saber que somos usuários da Live Brasil? Vai haver algum tipo de identificação em nosso Gamertag que indique isso?
GC:
Vai haver uma surpresinha no dia 10. Teremos uma coisa bacana para quem estiver acessando. Será um diferencial para o Brasil, até como uma forma de dizer “ seja bem-vindo”.

Existe plano de disponibilizar outros conteúdos baixados, como filmes, seriados? Como estão essas conversas nesse sentido? Você pode dar um prazo sobre quando vai começar a falar de outros conteúdos baixáveis que não games?
GC:
O primeiro momento é totalmente focado na experiência de games, até como uma responsabilidade nossa de garantir que o DNA do Xbox Live seja bem executado no país. Há muitas propostas de parceria de conteúdo que já estamos estudando, mas eu diria que é uma coisa para daqui um ano. Nesse primeiro momento, é só a parte de games. Temos muita coisa a aprimorar em termos de portifólio, trazer cada vez mais third parties. Não vai ser uma coisa estática. O Xbox Live Brasil talvez cresça muito rápido, e a própria resposta da comunidade talvez faça esse negócio acelerar.

Como será a comunicação a respeito da chegada do Live nas embalagens do novo Xbox, e nos pontos de venda? Como será o marketing desse negócio para quem não faz ideia o que seja o Xbox Live?
GC:
A gente vai trabalhar muito forte a parte da comunidade e do ponto de venda. No próprio Xbox: quando você faz o primeiro setup, ele meio que explica sobre o Xbox Live e a experiência. E você tem um mês de graça para fazer esse teste. O próprio Xbox é o maior divulgador do Xbox Live. Também teremos treinamento em lojas, propagandas em revistas especializadas e trabalho em mídias sociais. E contamos também com a imprensa, que talvez seja o melhor canal com a comunicação em massa.

Sei que a Microsoft não divulga números, mas imagino que vocês tenham metas de quantidade de assinantes que precisam angariar nesse primeiro ano. Isso existe?
GC:
Existe, mas eu não posso divulgar. Temos metas de novas contas e de contas migradas. Basicamente, são duas metas importantes: trazer os nossos consumidores para as contas brasileiras; e criar contas para esse novo público – principalmente esse consumidor mais “família”, que não tem necessariamente o conhecimento técnico de criar uma conta nos Estados Unidos, colocar cartão de crédito etc.

Então, vou ligar meu Xbox à meia-noite do dia 10 e ele irá automaticamente me direcionar para a possibilidade de migrar. É isso?
GC:
Não sei direito o horário ainda, mas no dia 10 estará funcionando. É bem capaz que seja logo na virada do dia 9 para o 10. Vai aparecer na sua tela, não é preciso procurar nada. Na hora em que você se conectar ao Live, ou entrar com seu Gamertag no site, já vai receber essas primeiras informações. O fato de seu IP ser brasileiro já o identifica.

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04/11/2010 - 03:23

Em instantes…

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Como vai?

Daqui a pouco, por volta das 13h deste dia 4 de novembro, garanto novidades boas aqui no Gamer.br. São informações valiosas a respeito de um dos temas mais importantes e discutidos do mercado nacional de games. Algo que provavelmente irá interessar a você, se é que você ainda se interessa por esse assunto. Eu imagino que sim. É até redundante dizer que quem viver, verá. Mas, no caso, é bem isso mesmo.

Retorne aqui às 13h que você ficará sabendo.

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