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Arquivo de abril, 2010

21/04/2010 - 20:59

Festa de GTA IV: o que quase ninguém viu

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Você soube que rolou um festão para promover o lançamento de Grand Theft Auto IV: Episodes from Liberty City (versão PS3)? Foi na sexta passada, no modernoso Vegas, na famigerada Rua Augusta, em São Paulo. O evento foi organizado pela Synergex em parceria com a Take Two e reuniu gente de toda espécie – umas 300, segundo a organização -, que beberam de graça até a meia-noite, dançaram no poste, babaram com strippers e até mesmo  – veja só – prestigiaram o novo game.

Eu estive lá. Quase fui barrado, mas entrei em tempo de ver os primeiros vexames e abraçar gente que eu não via há um tempão. A sensação é que estava todo mundo lá, ou quase (pelo menos entre os jornalistas especializados de São Paulo, a presença foi quase 80%). Os executivos das empresas também marcaram presença, assim como lojistas e profissionais ligados à área comercial e marketing. Abaixo, você confere alguns instantâneos eternizados naquela noite (as fotos são do Alexandre Brandão, cortesia da Fernanda Domingues, da FD Comunicação).


Brilho, luxo, glamour – e essa é apenas a porta de entrada da festa


Eu queria saber para quem o Gustavo Petró está acenando – ou ele está chamando outra cerveja?


A essa hora, já estava todo mundo alegre e inconveniente


Dupla dinâmica: Glauco Bueno, da Synergex, e Gerson Souza, da Sony


Fabio Santana, jornalista, editor, gênio da raça (à frente, com a sacola)


Ah, é, o povo até joga videogame em festa. É raro, mas acontece

***

E segundo bem apurou o amigo Bruno “Bagaço” Vasone, aquele perfil de Twitter @Blizzard_br é fake – ou seja, não foi criado nem é administrado pela Blizzard. Pois sim. Então, continuamos no aguardo de novidades e notícias dos jornalistas que foram cobrir o lançamento de StarCraft II nos Estados Unidos. Neste momento, o pessoal deve estar voando de volta ao Brasil. Amanhã devemos ter novidades.

***

E só para dar uma atiçadinha de leve…

…sobre o abaixo-assinado sobre Impostos Justos para Videogames: você acreditaria se alguém lhe dissesse que, após meras três semanas, o esforço já fez um considerável efeito?

Pois então. Depois a gente fala sobre isso.

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18/04/2010 - 16:07

E a Blizzard sopra no Brasil

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Agora sim, dá para dizer que a Blizzard está chegando.

A questão do investimento no Brasil da produtora de World of Warcraft é discutida há muitos anos – se não me engano, eu ainda editava revistas de games quando já se falava nisso. Durante um bom tempo, o discurso foi o mesmo – “O Brasil não é prioridade neste momento”. Ou “Temos que investir no potencial da China primeiro”, diriam veladamente os representantes da empresa lá fora. Parece que a coisa mudou de lá para cá. A fusão entre a Blizzard e Actvision contribuiu, talvez, para acelerar o processo. Desde janeiro de 2009, quando a Activision passou a mostrar a cara por aqui, começamos a ouvir notícias mais concretas sobre o tema. Ao que parece, agora vai (o que exatamente, ninguém sabe ainda). E não dá para esquecer esses três fatores recentes, que aumentaram significativamente a especulação dos fanáticos:

1. Há vagas para brasileiros
Há pouco mais de um mês, a Blizzard começou a oferecer vagas profissionais para brasileiros em seu site. Gerente de desenvolvimento, assessor de imprensa e editor de site foram algumas das oportunidades que surgiram.

Esta última – Web Content Editor – particularmente me pareceu mais interessante. Segundo a descrição da vaga, o candidato ideal é um redator versátil e talentoso que se sente à vontade escrevendo tanto textos técnicos como criativos em português, e que saiba traduzir esse tipo de texto do inglês para o português. Na prática, o contratado funcionará como uma espécie de editor/redator do segmento brasileiro do site da Blizzard. A descrição reitera que o candidato ideal precisa ter conhecimento aprofundado dos games da Blizzard e a habilidade de transformar esse conhecimento em conteúdo para a web.

Parece simples? Há algumas outras exigências, como a fluência nos dois idiomas, habilidades de escrita bilíngue, experiência prévia e conhecimento de ferramentas de web. E eles ainda pedem um texto-teste sobre um game da Blizzard, em inglês e em português. Vale ressaltar que a vaga é para trabalhar em Irvine, na Califórnia. Ou seja, o salário é em dólares. Uau, hein.

Para se inscrever, clique aqui

2. Boatos “oficiais” se espalhando
Se você fosse um cara com tempo livre e metido a engraçadinho, perderia tempo criando um perfil falso no Twitter só para sacanear as pessoas? Provavelmente não. É por isso que imagino que esse perfil Blizzard Brasil seja oficial. E é bastante provável que a partir de terça-feira ele passe a ser atualizado com mais frequência. Por que? Explico no próximo tópico.

3. Viagens para jornalistas brasileiros
A imprensa nacional não está acostumada a regalias, convites e luxos vindos de fora. Por isso, é digno de nota quando uma empresa estrangeira desembolsa dinheiro para transportar jornalistas brasileiros ao exterior. É mais surpreendente ainda quando ela não limita o convite a um único repórter, e decide convocar diversos deles de uma vez só.

Pois então, hoje, domingo, uma porção de profissionais está embarcando para a Califórnia, a convite da própria Blizzard. Ao que consta, eles irão acompanhar, na terça-feira, uma apresentação exclusiva do novíssimo Starcraft II, que deverá ser lançado por aqui inteiramente em português. Quando foi a última vez que uma produtora bancou a ida de tantos jornalistas brasileiros para um evento internacional? Pois então. Alguns dos sortudos são o Claudio Batistuzzo do GamesBrasil, o Théo Azevedo do UOL, o Bruno Vasone do IG, o Felipe Azevedo da Ed. Europa, o Jô Auricchio do Estadão, entre outros. Quer dizer, seja lá o que eles escutem ou vejam lá, você em breve ficará sabendo.

***

E você aí, observador do mercado, sabe de mais alguma coisa que deixei passar? Talvez seja essa a hora de abrir a boca… aproveite o anonimato proporcionado pela internet e divida conosco.

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15/04/2010 - 13:50

E o PS3 brasileiro chega em…

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E aconteceu que a Sony Brasil anunciou toda sua estratégia para a tecnologia 3D – e incluiu o PlayStation 3 na jogada. Quem tiver a novíssima TV Bravia XBR-LX905, prevista para agosto, poderá jogar os games 3D no console – claro, utilizando o óculos-acessório necessário (que acompanha a TV) e com o firmware do PS3 devidamente atualizado.

Mas não foi só isso que a fabricante divulgou em sua coletiva de imprensa. Deu para perceber que a Sony Brasil estaria afirmando, ainda que veladamente, que o PlayStation 3 vai mesmo chegar oficialmente ao Brasil em tempo de ser usufruído com a nova televisão 3D. Pelo menos foi o que eu entendi. Veja a declaração que a empresa divulgou e interprete comigo:

“Nossa estratégia é oferecer aos donos do PlayStation 3 duas atualizações de firmware distintas numa data próxima ao lançamento das TVs Bravia de alta definição preparadas/integradas com 3D. A primeira atualização de firmware será para jogos em 3D e está prevista para o mesmo período de lançamento da linha Bravia 3D. Já a atualização para filmes em 3D será conduzida um pouco depois do update dos jogos”, finaliza Anderson Gracias, gerente da divisão PlayStation da Sony Brasil.

Se o gerente da divisão PlayStation da Sony Brasil afirma que “nossa estratégia é oferecer aos donos do PS3 duas atualizações etc”, ele está se referindo à estratégia global da Sony, obviamente. E se ele afirma que quer “oferecer aos donos do PS3”, pressupõe-se que as pessoas já possuam um PS3 comprado por meios não-oficiais, confere? Pode ser isso, mas também pode ser outra coisa –  será que seria apenas uma maneira meio confusa de dizer “teremos o PS3 oficialmente no Brasil para você poder utilizá-lo com nossa nova tecnologia de televisores 3D que sai em agosto?”

Sei que a Sony Brasil jamais divulgou oficialmente qualquer data por meio de sua assessoria, mas também estou ciente que representantes da empresa já deram entrevistas em que confirmam o final do primeiro semestre como a data ideal de lançamento do console por aqui. Ou seja, dois mais dois normalmente resulta em quatro. Nesse caso, a matemática nos diz que o PS3 está despencando por aqui, a qualquer momento, quando você menos esperar. Cuidado com a cabeça.

Isso até a Sony oficializar outra informação que desconfirme as suposições… Mas a graça da vida está nisso mesmo.

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13/04/2010 - 01:26

A Nintendo no Brasil, a Sony em 3D, as idas e vindas do mercado

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E aí, quanto tempo? Ainda lembra que isso aqui existe?

Pois é, parece até que sou eu que anda esquecendo. Mas a ausência tem uns motivos. O mais grave deles é o fato de não acontecer muita coisa digna de nota nesse mercado de games nacional. Ou será que estou exagerando?

De certa forma, estou sim. As coisas poderiam estar melhores, mas não significa que não estejam melhorando.

Pegue por exemplo o abaixo-assinado pelos impostos justos sobre os videogames. Você já assinou? Passou para os amigos? Colocou no Twitter?

Há quem pense que esse tipo de iniciativa não funcione no Brasil (e talvez em lugar algum do mundo). Eu não os culpo. Mas que tal dar um voto de confiança e tentar? No máximo, poderemos colocar mais esse item na lista dos movimentos populares que não deram em nada no País. Mas acho que nem será o caso – a coisa parece estar andando bem. As fontes não-oficiais já falam em milhares de assinaturas. O caso repercutiu na mídia especializada e também na grande imprensa: até a versão online da Folha de S. Paulo publicou histórias relacionadas ao tema (e veja que também respingou lá fora).

Pois sim. Será que a esperada audiência com o deputado Antônio Palloci (relator do projeto na Câmara dos Deputados)  finalmente vai sair do papel?

É ano de eleições, então tudo é possível.

***

Ainda repercutindo o evento Gameworld que rolou há uns dias: foi especialmente bacana ver a Nintendo marcando presença com um estande bonitão, com o Nintendo DS novo para ser experimentado e com a simpatia do Charles Martinet, a voz do Mario em pessoa. Mas também estava ali, misturado a tantos fanboys e se divertindo, o Mark Wentley, gerente de marketing da Nintendo of America para a América Latina.

Mark estava bem acessível e conversava com quem chegasse junto. A mim, ele repetiu diversas vezes o prazer de estar no Brasil e de que 2010 seria um grande ano para a presença da Nintendo por aqui. Talvez ele estivesse apenas empolgado por causa da incrível recepção do público a Martinet, ou talvez ele só quisesse ser simpático mesmo. O fato é que faz tempo que a NOA não possui um executivo tão acessível e tranquilo cuidando da América Latina. Sinal dos tempos? Ou sou eu que estou amolecido e só enxergo o lado bom das pessoas?

De qualquer modo, a Nintendo existe de certa forma no Brasil. Assim como a Microsoft. E a Sony

***

…E a Sony Brasil está pondo suas manguinhas de fora, enfim.

O release que recebi hoje no e-mail nada tem a ver com a linha PlayStation, pelo menos não aparentemente:

A Sony Brasil convida você para uma coletiva de imprensa, na próxima quarta-feira, dia 14 de abril, na qual irá apresentar toda a sua linha de produtos 3D, que inclui lançamentos em televisores Bravia, Playstation, projetores, Blu-ray, entre outros.

Na ocasião, a empresa também explicará as estratégias para o mercado brasileiro nestes segmentos, projetos para a Copa do Mundo e perspectivas de negócios.

O que o PlayStation tem a ver com o lançamento da linha 3D da Sony? Aparentemente, tem alguma coisa. Senão eles não o divulgariam. Bem, melhor do que especular, é esperar para ver na coletiva desta quarta-feira.

Ou será que… Não pode ser. Bem, na verdade, pode ser. Ou não.

***

E encontrei no Gameworld o Ricardo Farah e o Orlando Ortiz, ex-editores da EGW e Nintendo World, que agora comandam a inciativa SKY7. Uma das novidades que eles cochicharam foi a estréia do novo site Pop e da toda reformulada área de games do portal. Um dos caras da equipe é o Odir Brandão, mas parece que o Rodolfo Braz (que era do site Herói) também está ali trabalhando com eles. Mas, disseram eles, há uma outra novidade que eles ainda não poderiam divulgar…

E por falar em mudança, sabe quem saiu da equipe do site do PlayTV? O Renato Bueno. Agora, além de cuidar do absurdo e sensacional site Freeko, ele também escreve no blog do UOL Tecnologia. E só para quem não sabe, o onipresente Gus Lanzetta, aquele, também virou colaborador fixo do Freeko.

Aliás, não sei se você sabia, mas a Renata Honorato, do The Game Girl, está na Veja Online. Mas ela eventualmente até escreve sobre games lá. E o blog continua ativo, em um novo endereço.

E tem mais umas três ou quatro novidades boas que não estou autorizado a falar. Ainda.

***

E como assim, Farmville causa dependência? Que novidade!

***

E pra terminar por hoje, olha só que notícia feliz:

Dear PABLO MIYAZAWA,
Welcome to E3 Expo 2010, North America’s premier computer and video game trade show! This message confirms that your registration for an E3 Expo media badge has been approved.  Please bring your valid identification to the Media Center at the LACC to pick up your badge.

See you at the show!

Regards, The E3 Media Team

Perfeito. Agora, só falta arrumar o patrocínio para ir pegar essa credencial pessoalmente…

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01/04/2010 - 16:13

Troféu Gameworld 2010 – Como foi

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“www.impostojustoparavideogames.com.br”

Sob aplausos e gritaria, André Martins, diretor geral da editora Tambor, anunciou ontem, 31 de março, a iniciativa online que se propõe a reunir assinaturas e gerar discussão em torno da questão que mais incomoda o consumidor de games brasileiro.

“Queremos levar esse abaixo-assinado para o Congresso”, disse Martins, sobre o material que será gerado pelo site, que entrou oficialmente no ar há algumas horas. “Vamos fazer muita pressão para que o imposto seja diminuído e, consequentemente, que os preços de jogos, consoles e acessórios caiam drasticamente nos pontos de venda.”

Foi o momento mais barulhento da sexta edição do Troféu Gameworld, que misturou entrega de prêmios com o tradicional esquema de feira de games, em São Paulo. Organizado pela Tambor (que hoje publica as revistas Nintendo World e EGW, entre outras), o Gameworld ganhou força no mercado brasileiro muito por conta de sua singularidade – foi o único evento que sobreviveu em meio a tantas tentativas passadas (e frustradas) de se organizar e reunir os principais players da indústria em um só movimento. Hoje, é o único evento do setor que pode ser considerado parte do “calendário” nacional. E a edição 2010 teve porte e pompa para garantir que a iniciativa poderá perdurar.


Gente bonita, selecionada e comportada na torcida

O diretor editorial André Forastieri abriu o evento que aconteceu ontem, pontualmente às 20h30 no Teatro Frei Caneca: “Os personagens dessa noite são todos aqueles que jogam esse grande e desafiador jogo, que é fazer o negócio de games crescer no Brasil: vocês”, declarou. A apresentação dos prêmios ficou por conta da jornalista Flávia Gasi, que com habilidade e bom humor anunciava e convocava os vencedores em categorias variadas, de “Melhor Campanha de Marketing para games” a “Melhor game do ano” (leia sobre o evento aqui e sobre os vencedores aqui).


Flávia Gasi ao lado do vencedor do sorteio de uma viagem para a E3 2010

Além da presença dos executivos, varejistas e produtores brasileiros de sempre – e diversos estrangeiros, como o pessoal da Hudson e o Mark Wentley, homem forte da Nintendo of America para o mercado latino-americano -, o Gameworld ganhou em carisma com a presença do Charles Martinet, o norte-americano responsável pelas vozes dos personagens da família Mario nos games Nintendo. Bem-humorado, solícito e incansável, o ator (que mora em San Francisco, na Califórnia) de 54 anos distribuiu autógrafos, fotos e sorrisos como se não houvesse amanhã, e não hesitou em subir ao palco para receber o prêmio destinado a New Super Mario Bros. Wii como se fosse um autêntico representante da famiglia. Ganhou o troféu simpatia para a eternidade e deve se tornar figurinha fácil dos eventos brasileiros (a entrevista com ele, publico na semana que vem).


Mark Wentley (NOA) e Charles Martinet, durante a premiação

A parte “feira” do Gameworld aconteceu em 30 e 31 de março e tinha entrada gratuita. O visitante tinha boas opções nos vários estandes montados no quinto andar do Shopping Frei Caneca, desde testar games inéditos (Copa do Mundo 2010, por exemplo) a conferir de perto jogos recém-lançados, como God of War III para PS3.


Thiago Borbolla (MTV) entrevista cosplayer de Samus (Metroid)

E claro, havia o ilustre Charles Martinet distribuindo assinaturas e posando para fotos no estande da Nintendo (o novo Nintendo DSi XL também podia ser testado por ali), além de diversos torneios com distribuição de brindes, garotas sorridentes uniformizadas, campeonato de cosplay e uma boa cobertura da mídia não-especializada. Eu me diverti, mesmo ficando pouco por ali – e tive a chance de encontrar um monte de leitores das antigas. Me senti um pouco mais velho, aliás.


Charles, o melhor amigo do Mario. Aquele lá

Dadas as devidas proporções, o Gameworld até lembrou um pouco o finado Electronic Game Show que rolou entre 2004 e 2006 e deixou saudades. A organização divulgou que, em dois dias, mais de 10 mil pessoas circularam pelo Gameworld (mais de duas mil simultâneas). Se vai durar ou não, se vai crescer mais no ano que vem, se a iniciativa do “impostos justos para videogames” vai dar em alguma coisa, é impossível prever. Porém, se levarmos em conta a máxima de que “o futuro é importante, mas o presente é muito mais”, há bastante coisa a ser comemorada. É torcer para que tanta bola dentro resulte logo em gols e mais vitórias, e não apenas em oba-oba.

Otimista e engajado, o consumidor de games brasileiro agradece.

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