Publicidade

Publicidade

Arquivo de março, 2010

31/03/2010 - 12:31

Gameworld – é hoje

Compartilhe: Twitter

E aí, vamos lá para o Gameworld?

Eu vou logo mais. Parece que está bem legal, pelo que me disseram. E hoje à noite tem a premiação dos melhores de 2009.

Vou correndo agora, bater um papo com o Charles Martinet, a voz do Mario. Aquele!

Amanhã conto como foi.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
26/03/2010 - 20:37

Entrevista da Semana: Franz Ferdinand

Compartilhe: Twitter

E aí, passou bem a semana?

Eu voltei da maratona roqueira no festival SXSW, no Texas, direto para um belo fechamento de revista. É assim que é, mas eu gosto.

Aproveitando o espírito rock & roll, aproveito para publicar a seguir alguns trechos inéditos da entrevista com a banda Franz Ferdinand que realizei ao lado do amigo Paulo Terron para a revista Rolling Stone Brasil. A banda acabou de finalizar uma turnê brasileira que passou por Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo (eu fui, você foi? Perdeu). Mas eles haviam passado por aqui antes, em setembro do ano passado, e foi quando tivemos o privilegio de encontrar frente a frente com Alex Kapranos (voz e guitarra), Nick McCarthy (guitarra), Paul Thomson (baixo) e Bob Hardy (bateria), que falaram sobre tudo um pouco, inclusive videogames – o tema, claro, começou com o tema “distribuição ilegal de músicas”. O resto você imagina. Já que a conversa foi longa, muita coisa ficou de fora da revista. Então publico agora alguns trechos interessantes (e inéditos) da entrevista.

E se quiser ver no papel também, corra para comprar a RS desse mês na banca. A capa é a do Pedro Bial (essa eu também assinei).

***

Gamer.br: A distribuição de música ilegal pela internet atinge vocês?
Alex Kapranos:
Isso chegou a um ponto em que as pessoas presumem que a música é gratuita. Acho que essa atitude não é tão fácil de se alterar.

Nick McCarthy: Quando você pensa em ouvir alguma banda, a primeira coisa que te vem à mente é o torrent.

AK: A Lily Allen foi destruída pela imprensa por dizer que as bandas mais novas sofrem mais com isso. Pode até haver hipocrisia no que ela falou, mas não é muita. É uma observação razoável: as pessoas estão consumindo algo pelo qual não pagaram. Muita gente tem reações ambivalentes nesse assunto, mas existe mais hipocrisia em quem ataca a Lily Allen do que nela. E não estou falando da pessoa média, que só baixa as músicas. Estou falando das pessoas que disponibilizam esse material. Elas tentam espalhar essa idéia de um mundo socialista, mas eu poderia apostar que elas vivem felizes dentro das vantagens que o capitalismo traz a elas. O debate sobre direito intelectual é muito amplo. Não acho que existe uma solução simples e direta. Não é tão fácil quanto ser dono de uma loja de doces e dizer: “estes doces são meus, se você roubá-los eu vou chamar a polícia”. É uma situação muito interessante. Tudo está mudando.

Vocês enxergam uma solução?
NM:
Eu não vejo. [risos]

AK: Você vê uma solução?

Muita gente diz que a respostas é investir em outras áreas, como os shows e o merchandising. Tanto que as gravadoras têm feito novos contratos, que incluem participação nesse tipo de coisa. E também há a venda de músicas pelos jogos de videogame.
AK:
É verdade, tudo isso está mesmo acontecendo. Mas ainda assim não vejo uma resposta definitiva. Acho meio triste essa conversa de que os músicos só ganham dinheiro com apresentações ao vivo, porque essa situação exclui os artistas que só trabalham em estúdio. Isso vai ser muito ruim para os produtores e pode implicar na queda da qualidade de gravação. Você precisa, sim, de investimento financeiro para fazer um disco como, sei lá, o Pet Sounds. Você precisa poder pagar os músicos, os engenheiros de som. Se isso tudo acabar, vai ser muito triste. Tudo o que vai existir será gravado em um quarto, em um laptop. E, claro, ótimas idéias são realizadas dessa forma, mas vai ser triste ver o outro lado desaparecer.

Vocês não gostam de fazer coisas por puro entretenimento? Tipo jogar videogames?
AK:
Eu não gosto de games por um motivo simples: não sou muito bom neles. Não gosto de fazer coisas nas quais não sou muito bom.

Paul Thomson: É difícil chegar ao fim dos jogos! Quase nunca dá.

Bob Hardy: Acho que o objetivo nem é esse, chegar ao fim. É só algo para ocupar o tempo. Matar tempo mesmo. Por exemplo, se você vai de Sidney para Glasgow e tem um jogo desses, o tempo passa voando. Pode ser o game mais simples de todos, não importa. Não precisa nem exigir muito de você. Tem esse debate de que os jogos musicais estão matando a música, e não acho que isso seja verdade. Os moleques não estão tocando instrumentos, são umas merdas feitas de plástico! Por outro lado, muita gente nos escreve dizendo que começou a tocar um instrumento de verdade depois de jogar um game desses.

PT: Eu acho esses jogos [tipo Guitar Hero] ridículos! Mas só digo isso porque não os jogo.

Muita gente provavelmente chegou à música de vocês porque “Take Me Out” está no primeiro Guitar Hero.
BH:
Eu já joguei. Você vai alternando entre a linha de baixo e a de guitarra, depois pula para a melodia. Chegou uma hora que pensei: “Não, não consigo”.

AK: Como compositor, acho que é uma visão fascinante sobre o modo como as pessoas que não tocam e escrevem vêem a música. As pessoas começam a notar a melodia, o baixo, a bateria. Isso me ajuda na hora de escrever, de vez em quando é bom ficar no básico e evitar as coisas espertinhas que o seu lado artístico te obriga a fazer. Você pensa: “Ok, qual é a parte boa disto aqui?”. E se você não encontrar essa parte boa, então a sua música provavelmente não é tão boa assim. 

Por isso as pessoas cantam o riff de “Take Me Out”.
AK:
É verdade! E quando a canção tem uma boa virada de bateria, todo mundo canta também. Eu faço isso, todo mundo faz.

Por outro lado, você tem artistas como Bob Dylan, que se irritam quando a plateia canta junto e muda o andamento da música propositalmente.
AK:
É. Como são as músicas do Bob Dylan no Guitar Hero? [risos]

BH: Acho que tem a versão original de “All Along the Watchtower”.

AK: Sério?!? Nós já jogamos aquele SingStar, sabe? Tentamos cantar “Do You Want to You”, mas nossa performance foi um lixo. Você precisa cantar exatamente como ela foi gravada e nós… Nem todos os músicos são assim, mas nós mudamos a inflexão vocal e o modo de cantar a cada show! Não radicalmente, mas o suficiente para errar no SingStar. [risos]

BH: Depois de dois anos você nem se lembra mais da versão gravada, a música já mudou, evoluiu.

AK: Também acho que você escuta a música de uma forma diferente no contexto de uma apresentação ao vivo. Talvez você não queira que ela dure dois minutos e meio, você quer interagir com a banda, ser surpreendido. É uma forma de provar sua autenticidade ao vivo. É o que me anima em um show, saber que ouvirei uma música, mas não saber exatamente como ela será tocada. Por isso que sou radicalmente contra bases pré-gravadas. Não as sequências programadas, porque nessas você pode alterar os parâmetros. Mas nas bases é sempre a mesma coisa. É um modo pouco saudável… Para mim não é nem uma apresentação ao vivo se você estiver usando uma base.

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
17/03/2010 - 18:48

Sony, Nintendo e Microsoft, pela primeira vez em um evento de games brasileiro

Compartilhe: Twitter

Opa, voltamos.

Estou em Austin, Texas. Sabe onde é?

Aqui está rolando o festival South by Southwest (SXSW para os íntimos). É o evento cultural mais bacana e abrangente dos Estados Unidos na atualidade. Não só porque é super democrático e amigável, mas porque ele não se limita a música. Rola também cinema e, acredite, games.

Na verdade, eles chamam o segmento de “interactive”. Quer dizer, internet e midias sociais entram na jogada. Mas rola games também. Principalmente os casuais – ou alguém diria “independentes”. Muita coisa interessante foi mostrada, como você pode ver aqui. Como bem disse o fulano entrevistado, “South by Southwest is like springbreak for nerds”. Acho que deu para entender. Dê uma olhada no site oficial do evento, que eles explicam melhor o que rolou por aqui.

Pra variar, cheguei atrasado à cidade. A parte interativa terminou ontem. Hoje começa a musical. Ossos do ofício. E a cidade já está tomada por gente tatuada e carregando cases de guitarra por aí.

***

Não foi o único evento em que cheguei atrasado. Estava em San Francisco, Calif’ornia, até ontem. E lá, como você bem sabe, rolou a Game Developers Conference (GDC para os íntimos). Terminou na sexta, e foi o dia em que cheguei. Passei raspando e perdi a chance de ver de perto o PlayStation Move, controle sensível ao movimento para o PS3. Quem sabe na E3, em junho…

Mas o fato é que estou em Austin, e se algo interessante se desenrolar, vou tentar reportar aqui.

***

Enquanto isso, no Brasil…

A Tambor, editora que publica a revista EGW (ex-EGM) e a Nintendo World, stá anunciando com alarde o conteúdo de seu grande evento de games brasileiro, o Troféu Gameworld.

Você já deve estar sabendo, mas lá vai: é a premiação dos melhores games de 2009, com direito à presença de algumas das principais empresas do segmento. Será no dia 31 de março, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo. E o que era para ser apenas uma entrega de troféus se tornou uma feira de games por si só, com entrada aberta e gr’atis ao público a partir de 30/3 (só mesmo a entrega dos prêmios, no dia 31, é exclusiva para convidados). Visite o site oficial e confira as outras atrações, entre elas, a presença física de Nintendo, Microsoft e Sony.

Segundo o André Forastieri, diretor editorial da Tambor e idealizador do Troféu Gameworld, esta é a primeira vez que as três principais fabricantes de consoles irão marcar presença em um evento brasileiro. Com a palavra, o Forasta:

“A participação das três gigantes dos games, juntas pela primeira vez em um evento no Brasil, demonstra a importância do Gameworld 2010, a capacidade de articulação da Tambor e o potencial que o mercado nacional de games representa neste momento. Com a crise internacional, todos os grandes players de internet, tecnologia e games estão vindo para o Brasil com tudo. Ainda bem que a Tambor já passou dos três milhões de usuários mensais, todos fãs de tecnologia e entretenimento. Estávamos aguardando seis mil pessoas nos dois dias, agora esperamos 8 mil…”

Em resumo, Nintendo, Microsoft e Sony mostrarão seus games novos (no caso da ultima, God of War III e Heavy Rain). Todas distribuirão brindes e farão sorteios com o público. E do lado da Nintendo, o evento promete  a presença de Charles Martinet, o dublador do Mario nos games desde 1996. Conheci o cara em uma E3 qualquer, e garanto: ele é um sarro. nem parece de verdade, se é que você me entende.

André Martins, comandante da Tambor, acrescentou: “O evento deste ano é um grande passo para o mercado de games no Brasil, mas que ainda falta muita coisa. As empresas precisam se dedicar mais aos negócios, o mercado anunciante tem que prestar mais atenção neste segmento e a Tambor continuará batalhando por isso. Vamos iniciar uma campanha massiva para redução de impostos, dando mais atenção para o tema na revista, descobrindo com quem devemos reclamar e como, inclusive no próprio evento vamos começar um abaixo assinado por essa redução”.

Recado dado. Estaremos lá. Nos vemos?

E deixa eu correr por aqui que estou atrasado para o rock & roll.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , ,
10/03/2010 - 17:24

Um Guitar Hero de verdade?

Compartilhe: Twitter

A novidade vem fresquinha lá da Game Developers Conference, em San Francisco: um concorrente à altura de Rock Band e Guitar Hero.

Será?

Segundo esta bela reportagem do Los Angeles Times, Power Gig: Rise of the SixStrings promete evoluir os games musicais e superar uma das principais críticas ao gênero: a guitarrinha de plástico simplesmente é muito distante da realidade. Pensando nisso, a produtora Power Gig (modestos, eles batizaram o game com o próprio nome da empresa) está elaborando um joystick que é uma guitarra de verdade, com seis cordas e tudo, que pode ser desplugada do console, plugada em um amplificador e utilizada como um instrumento de verdade.

A reportagem diz que o game trará um modo em que o jogador deve pressionar as cordas da guitarra-joystick da maneira adequada, da mesma forma que os botões coloridos de Guitar Hero. Mas também apresentará um modo de “acordes”, em que várias cordas são tocadas ao mesmo tempo.

O que os críticos já dizem é que um game como esse não irá transformar um não -músico em músico, muito menos transformar um não músico em um interessado em música. Mas os produtores de Rise of the SixStrings juram que os já interessados em aprender a tocar guitarra vão se deleitar com o jogo. “But people will find that after they’ve played for hours and hours that they start to develop the basic fundamentals of finger-strength building, knowing how much pressure to apply to the strings, and how to form basic chords.” Em miúdos, eles dizem que “após tocar por horas, as pessoas começam a desenvolver os fundamentos básicos de fortalecimento dos dedos, aprendem o quanto precisam pressionar as cordas e como fazer os acordes básicos.”

Rise of the SixStrings sai para PlayStation 3 e Xbox 360 (e talvez Wii) no terceiro trimestre de 2010. Deve ser uma curiosidade a mais da E3 desse ano.

Enquanto isso, a Harmonix promete “realmente revolucionar” com Rock Band 3. E você, consegue acreditar nisso?

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
09/03/2010 - 13:03

Clique Comigo

Compartilhe: Twitter

E a Sony anunciou hoje a chegada oficial de Heavy Rain ao Brasil.

A definição do release é boa: “O game traz uma forma de interação diferenciada, em que o jogador usa apenas comandos e opções bem detalhadas para mudar o curso da história. É como se fosse um filme interativo, em que é possível interferir no andamento da narrativa.” Hum.

Está lá, por módicos R$ 199, no site da Sony Style.

***

UPDATE: Hoje mesmo, horas depois da Sony disparar seu press release, a Microsoft Brasil também soltou uma novidade: novos acessórios à venda no mercado.

A dizer:  HD Xbox 360™ de 60GB (R$ 269), Kit Play & Charge (preto, R$ 99) e o Controle sem Fio Xbox 360™ (preto, R$ 189).

E já está tudo à venda por aí.

***

E olha os analistas prevendo que o PS3 irá eventualmente liderar a guerra dos consoles.

Enquanto isso, fontes próximas à Microsoft afirmam que o Project Natal estará prontinho para ser mostrado na E3 2010. Opa.

E a Nintendo? O que se espera da Nintendo?

Eu não sei você, mas eu passaria bem esse ano sem um novo game do Mario… Mas isso sou eu dizendo.

***

Game Developers Conference começou hoje lá em San Francisco, Califórnia. Evento bacana, cheio de vips, falatórios intermináveis e boas pautas.

Os amigos Théo Azevedo (UOL) e Gustavo Petró (G1) estão lá. Eu chego na sexta, para ver o finalzinho das coisas. Se é que vou conseguir.

***

E o que seria do mundo sem as pessoas com tempo livre?

Um artista, Brett Camper, criou uma versão pixelada do mapa de Nova York. A inspiração maior? Os jogos da era Atari 2600.

Dá inclusive para navegar por ali. Mas a resolução não é muito boa.

***

Semana passada, perguntei ao mundo o que é o Gamer Tag.

A internet é uma maravilha e não deixa ninguém sem resposta: um dos donos do projeto, o Eng Leonardo, do site Consoles e Jogos Brasil, já surgiu nos comentários para “explicar” mais sobre o projeto.

Olá amigo. Sinceramente eu não esperava um comentário seu. Ficou lisonjeado.

Espero que nosso texto não tenha causado uma má impressão. Percebo agora que ele pode causar um certo mal estar em alguns jornalistas, mas garanto que não foi essa a nossa intenção. Esse texto foi produzido por empresários, publicitários, mestres, jornalistas entre outros, mas acima de tudo, por amantes de games e pessoas que estão fazendo isso por amor e não por dinheiro.

Mas esperamos que no futuro isso gere muitos frutos para todos que trabalham e gostam de games no país. Esse é nosso sonho utópico, mas estamos trabalhando muito sério para tornar realidade.

Espero que em algum momento possamos conversar sobre isso e, quem sabe, até trabalharmos juntos.

Eng Leonardo

Não explicou nada, na verdade. Mas deixou um gosto de curiosidade no ar. E agora, o que vem depois?

Autor: - Categoria(s): Clique Comigo, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , ,
05/03/2010 - 16:14

Bata papo comigo

Compartilhe: Twitter

Sabe o Habbo Hotel?

Estarei ali, às 17h de hoje, ou seja, daqui a pouco, em um chat com os visitantes. Se tiver um tempinho, dê uma passada por lá.

E logo mais eu volto com mais.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
04/03/2010 - 15:23

God of War III tem data limite no Brasil

Compartilhe: Twitter

A Sony Brasil avisou: começou  a pré-venda de God of War III.

A compra pode ser feita imediatamente pelo site da Sony Style, por R$ 199,00. O game terá embalagem e manual em português e deverá estar disponível até 25 de março. O que isso significa? Que poderá ser antes, mas nunca após essa data. Pelo menos é o que se espera. A frase que explica isso no release divulgado hoje é a seguinte:

“O jogo também estará nas lojas Sony Style e nos revendedores autorizados até o dia 25 de março, podendo ainda ter suas vendas antecipadas.”

O release ainda destaca que “o jogo contará com conteúdo extra disponível por meio de download”, mas não explica como o consumidor brasileiro deverá proceder para baixá-lo. É a vida. Pelo menos, a notícia é boa.

Mas… e o Play 3, minha gente?

***

Gamer Tag?

Alguém sabe o que é e quem é o responsável por isso? Eu estou curioso.

***

Jogar games no escuro, é difícil? Então que tal finalizar um game de olhos vendados? E se você fosse cego, conseguiria fechar Zelda: Ocarina of Time do início ao fim? Esse cara conseguiu.

E pare já de reclamar de sua vida.

***

Gus Lanzetta e Caio Corraini, dois representantes da nova geração de jornalistas de games do País, estão juntos com uma empreitada nova: ambos cuidam atualmente do GameBlog, site de games reformulado da editora Europa (que publica as revistas Edge e Old! Gamer).

uma visitada e confira.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , ,
02/03/2010 - 01:11

Pane na PSN: Sony se confunde com ano bissexto?

Compartilhe: Twitter

É o bug do milênio?

Não, apenas um “pau” de proporções globais (sem duplo sentido! – ou será que com?) que atingiu a rede online PlayStation Network desde ontem.

Quem tem PlayStation 3 está sabendo. Quem tem o modelo antigo do PS3 não pôde nem ligar o videogame.

Todo mundo especulava sobre tudo. Aí, o sistema voltou. E aí, a Sony, por meio de seu blog oficial, comentou o ocorrido. Ao que parece, eles tem uma certeza:

“We are aware that the internal clock functionality in the PS3 units other than the slim model, recognized the year 2010 as a leap year.”

Traduzindo daquele jeitinho brasileiro:

“Estamos sabendo que o relógio de todos os PS3 (exceto os modelos Slim) reconheciam o ano de 2010 como bissexto.”

Estou rindo ainda. Será que é tão difícil se lembrar daquela brincadeira do “ano bissexto é ano de Olimpíada”? 2010 tem Copa do Mundo, pessoal. 2008 foi bissexto, 2012 será bissexto. Em ano bissexto, fevereiro tem 29 dias. E é isso. Mas parece que alguém se enganou no meio do caminho.

Para quem duvida, leia a íntegra do post publicado pela Sony aqui.

Achavam que as três luzes vermelhas do Xbox 360 eram o fail desta geração de consoles… esse bug do PlayStation 3 veio para mostrar que todo mundo erra. Ou não.

Pelo menos, ninguém saiu ferido da pane. Mas alguns milhõezinhos de prejuízo com certeza alguém levou. E a piada vai rolar por um bom tempo, pode ter certeza.

***

E essa aqui também é boa (foi o Gus que me apontou):

Há algo de podre no reino da Infinity Ward.

Pelo menos é o que a Activision pensa. Ou será que é algo mais grave e envolvendo outras instâncias?

Parece que surgiram lá nos escritórios da Infinty Ward, produtora de Modern Warfare 2, uns seguranças mal-encarados, que cercaram o prédio e não dão informações para ninguém. Ao mesmo tempo, alguns diretores do estúdio sumiram desde que foram a uma reunião na Activision. Tenso. Parece enredo de game. Seria um viral de Modern Warfare 3? Eu apostaria nisso se fosse na semana passada.

Mas como é agora, eu fico achando tudo muito esquisito.

UPDATE: Parece que o bicho pegou por lá. Gente demitida e tudo o mais.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , ,
Voltar ao topo