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Arquivo de outubro, 2009

28/10/2009 - 12:47

A Melhor Camiseta da Semana

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Alô, alô, marcianos.

Saí do limbo e cá estamos. Compromissos profissionais cumpridos, revista fechada, cabeça no lugar. É hora de falar sobre o que interessa.

E quer algo mais interessante do que a Electronic Rock Guitar Shirt?

guitarshirt

É sério isso.

O site ThinkGeek entrega no Brasil? Se sim, alguém faça o favor de adquirir essa inacreditável camiseta. Ela tem sensores embutidos e acompanha um mini-amplificador para prender na calça. E com a palhetinha (inclusa no pacote), é possível tocar todos os acordes maiores (do, ré, mi, etc) se pressionados os pontos específicos no braço da guitarra desenhada no tecido.

Resumindo: é uma camiseta com guitarra que toca de verdade. É o fim do air guitar! Ainda bem.

Para quem não acredita, é só conferir.

Ah, sim, obviamente, tem também uma Electronic Drum-Kit T-Shirt:

bateracamiseta

E aparentemente, ela funciona mesmo:
<

Mais, logo mais, ainda hoje.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
21/10/2009 - 02:08

Alguns Pensamentos Sobre a Sony e o Brasil

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Bom dia, tarde, noite.

A semana está complicada. Quem acompanha meu Twitter sabe – pelo menos, consigo atualizar ali muito de leve. Aqui, está mais difícil. É aquele período complexo do mês em que eu comemoro se consigo almoçar. Fechamento, essas coisas rotineiras.

Mas como você não tem nada com isso, não vou deixá-lo na mão. Mesmo porque, já tem gente reclamando de minhas ausências. Eu também reclamaria, então nisso nós concordamos.

Aproveito o momento para publicar minha coluna Gamer.br que saiu no número de setembro da revista EGW. A edição já saiu da banca, então me permito fazer essa leve “reciclagem”. Quem já leu no papel, pode comentar agora. Quem não viu, aproveite – é como um post/pensata mais longo, que ainda não perdeu a validade.

Vale lembrar que o texto foi escrito antes da revelação do nome do “homem da Sony no Brasil” e no calor de um período de muitos boatos e sem informações oficiais a respeito da atuação da fabricante do PlayStation 3 no País. Não que a situação tenha mudado muito de lá para cá, mas é válido explicar o contexto. Você irá notar que até cheguei a mencionar o Dia das Crianças como uma provável data de alguma revelação importante, mas como é possível conferir em qualquer calendário, nada se concretizou. Infelizmente, nem sempre nossas fontes de informação são infalíveis. E não, não ganhei nenhum presente de Dia das Crianças (aceito doações).

E cá está. Enjoy.

***

O “Sono da Sony”
*

Na feira alemã Gamescom, a empresa japonesa Sony anunciou a redução do preço do PlayStation 3 nos Estados Unidos, Europa e Ásia.

Sim, uma notícia tão globalizada como essas repercutiu no Brasil também. Mesmo que, aparentemente, a gente não tenha nada a ver com isso. É óbvio que a informação da queda do preço do console mais desejado do momento é relevante. Afinal, intimamente, torcemos para que essa redução respingue no mercado brasileiro. Ficamos tradicionalmente animados com esse tipo de coisa, mesmo que, no fim das contas, não faça diferença nenhuma.

Bem, é com esse humor amargo que defino o clima em relação à chegada oficial da Sony Computer Entertainment em nosso território. Essa conversa já está rolando há um bom tempo e, como você sabe, parece não evoluir nunca. Às vezes, parece até mentira. Não que eu não tenha esperança ainda de ver o nosso mercado evoluindo e funcionando de maneira “oficial”. É que eu pensava que as coisas poderiam andar um pouco mais rápido, só para variar.

Acho que até você mesmo, o mais esperançoso dos consumidores brasileiros, já não aguenta mais ler tanta notícia. É sempre a mesma coisa: as grandes multinacionais soltam promessas e mais promessas a respeito do país, falam sobre nosso potencial de desenvolvimento e sobre como fazemos parte dos planos de dominação deles. E aí, despejam um monte de datas, prognósticos e estimativas… E nada mais acontece durante meses. Nem uma palavrinha que seja. Ficamos todos no vácuo, esperando a grande e poderosa empresa fazer alguma coisa na prática.

É o que está acontecendo no caso da Sony.

A última vez que ouvimos algo sólido – ainda que de maneira vaga, é verdade – foi durante a última E3, no início de junho. Se é que ainda sei fazer contas, se passaram três meses desde a última notícia. Hoje, ninguém sabe ao certo o que a Sony irá realizar de verdade em território brasileiro: se irá apenas lançar o PlayStation 2, se irá se arriscar com o PSP e o PS3 logo de cara, se trará a versão Slim para cá junto com o resto do mundo… E é melhor nem mencionarmos Manaus, porque provavelmente nem os habitantes da cidade, nem os trabalhadores da Zona Franca, sabem bem o que vai acontecer por ali.

Eu custo a acreditar que seja tão difícil para uma empresa do porte da Sony organizar seu funcionamento em um país como o nosso. Certamente não pode ser apens uma questão de dificuldades burocráticas ou estratégia mercadológica. Chame de estratégia, se quiser. Também não consigo acreditar que seja mais lucrativo fazer negócio no Equador ou na Venezuela – países em que a Sony já atua com sua área de games – do que no Brasil. Nada contra os hermanos equatorianos e venezuelanos, que fique claro. E aquela história de fazermos parte do BRIC, o grupo de países economicamente mais promissores do planeta? Não deveríamos estar no topo da lista de prioridades? Ou era conversa fiada?

Agora, é hora de soltar uma boa notícia. Exatamente no dia em que foi anunciada a redução de preço do PlayStation 3, uma de minhas fontes internacionais revelou ter participado de um evento organizado pela Sony, voltado aos varejistas latino-americanos. No local, foram divulgadas datas de uma possível estreia da multinacional no Brasil. A estimativa mais otimista fala sobre uma chegada maciça às lojas, ou pelo menos algum anúncio oficial, antes do Dia das Crianças. Na pior das hipóteses, até o Natal teremos consoles Sony oficialmente em nossas lojas. Ah, sim: as datas são em 2009. Pelo menos, é o que dizem. E você aí, ainda acredita?

Eu quero acreditar. Mas, por enquanto, está difícil. Espero que a Sony queime a minha língua.

* Texto publicado na edição 93 da EGW, setembro de 2009.

Autor: - Categoria(s): Gamer.br na EGW, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
15/10/2009 - 18:07

Coisas que talvez você (ainda) não saiba

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O Capitão Lou Albano morreu ontem, aos 76 anos.

Quem tem mais de 21 anos nas costas deve se lembrar quem ele é: é simplesmente o cara que fazia o papel do Mario (aquele!) em um seriado televisivo exibido antes do “The Super Mario Bros. Super Show!”, aquele desenho animado pirado bancado pela Nintendo – no Brasil, ele ficou no ar por um bom tempo graças ao glorioso programa da Xuxa.

lou.jpgPara nós, ele era apenas a encarnação humana daquele encanador de bigode. Nos Estados Unidos, Albano era muito cult. Foi um dos mais famosos e odiados lutadores da liga World Wrestling Enterprise (WWE)  durante muito tempo. Também participou de um monte de clipes da Cindy Lauper (inclusive aquele famoso dos Goonies) e fez participações em seriados e vários filmes. Mas ficou eternizado como o Super Mario mais realista da história da ficção. Nem a interpretação do Bob Hoskins (que fez o papel do herói naquele filme ridículo para os cinemas) chegava perto do Mario “Jumpman” Mario eternizado por Captain Lou.

É o tipo de notícia que só serve para nos lembrar da falta que aquela época ainda faz.

***

E lembra da Luiza Gottschalk?

luiza.jpgO público do Play TV sabe muito bem quem é – Luiza foi VJ e apresentadora do canal durante alguns bons anos. Fez o “Combo Fala+Joga”, entre outros programas, alguns ao lado do Luciano Amaral. Daí houve um monte de reformulações na emissora, ela partiu para outros projetos e há muito não se ouvia falar dela.

O release que recebi esses dias (com a foto ao lado, bem recente) dá pistas do que a Luiza anda fazendo:

“Após figurar na telinha como apresentadora da Play TV, Luiza Gottschalk retoma à montagem de espetáculos teatrais e assina a produção da peça O Arquiteto e o Imperador da Assíria, protagonizada por Paulo Vilhena e Beto Bellini. O espetáculo entrou em cartaz no último dia 08 de outubro, no Teatro Leblon, no Rio de Janeiro e fica até 20 de dezembro, de quinta à sábado, às 21h e aos domingos, às 20h.
Luiza acaba de voltar da Europa, viagem realizada com o objetivo de estudar e buscar novos formatos e ideias para o teatro e a televisão. “

E há quem ainda chore pela possibilidade de a Luiza retomar sua carreira dedicada aos games na televisão. Será que um dia ela volta?

***

E sobre os novos comandantes das revistas EGW e a Nintendo World? Alguém aí já sabe de alguma novidade?

Eu sei e agora divido com vocês. Com a palavra, o publisher da Tambor, André Forastieri:

“O editor-chefe do núcleo de Tecnologia e Games da Tambor, Fernando Souza Filho, é o responsável por todo o conteúdo destes segmentos. Fernando é editor do site www.pcmag.com.br e ex-editor da revista PC Magazine.

O Fernando e eu [Forastieri] estamos envolvidos em uma atualização do projeto do EGW. Não se trata de mudar tudo, mas naturalmente estes momentos de mudança na equipe são momentos de reflexão. Fazemos a revista faz sete anos, e na mudança de EGM para EGW evitamos ao máximo mudar a revista, queríamos que a continuidade fosse clara. Agora vamos dar alguns passos no sentido de a revista ser mais reflexiva, com mais espaço para opinião, dando mais voz a players de todos os segmentos do mercado.

O plano de transição é nos envolvermos muito para a EGW, revista e site, ficarem exatamente com a cara que queremos. Quando este update no projeto editorial, as novas seções e os ajustes no design do EGW estiverem bem definidos e solidificados, nos afastaremos e traremos um gestor para a EGW. Vamos ver se conseguimos no prazo que nos propusemos, três meses.

(…)

Falando em velhos amigos, o novo editor da Nintendo World é o Renato Siqueira. A revista vai ficar com mais cara de Nintendo. Até porque o Renato foi da Pokémon Club, colaborador da Nintendo World de outros carnavais, e conhecidíssimo no mundo do anime e mangá.”

O Gamer. br dá boa sorte para os envolvidos na empreitada. E você, o que achou disso tudo?

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , ,
13/10/2009 - 13:15

Quem é o homem da Sony no Brasil

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As coisas começam a ficar mais claras a respeito da presença da Sony no Brasil.

Foi definido quem será o “Country Manager” das operações da Sony Computer Entertainment America em nosso  território. Para quem não sabe, o Country Manager é a pessoa que gerencia o processo da chegada do produto ao consumidor, se relaciona com os parceiros comerciais, cuida de marketing, distribuição, vendas, entre vários outros aspectos burocráticos.

E o nome dele é Gerson Souza.

Quem acompanha o mercado há alguns anos já sabe quem ele é: Gerson foi o gerente geral das operações da Vivendi Games na América Latina durante 7 anos (desde 2002, ou seja, durante o auge do mercado de games para PC no Brasil). Antes disso, ele trabalhou quatro anos na BraSoft, onde cuidava de análise de produtos, distribuição e licenciamento de jogos. Ou seja, experiência ele tem, e quem já trabalhou diretamente com ele sabe muito bem – foi o meu caso, na época em que fui editor da EGM Brasil, em 2004 e 2005. Na condição de distribuidor dos produtos Blizzard no Brasil, Gerson se cansou de responder questões sobre a chegada de World of Warcraft em nosso mercado. Eu mesmo devo ter questionado ele umas três vezes sobre isso, em entrevistas diferentes.

A Sony ainda não fez um anúncio oficial da contratação, mas o nome de Gerson já percorre os bastidores há alguns meses. Agora, conforme indica a nota escrita pelo Théo Azevedo, parece que a informação já não é mais secreta. É claro que há diversos outros nomes relacionados à Sony no Brasil a serem revelados em breve.

Tudo indica que a partir de agora teremos mais informações concretas sobre a atuação da Sony no Brasil. As especulações dizem que os produtos da empresa – entre eles o PlayStation 3, o PS2 e o portátil PSP – começariam a ser comercializados por aqui ainda em 2009. Os mais otimistas chegaram a jurar que as coisas começariam a acontecer ainda em tempo para o Dia das Crianças (já passou, como você deve ter percebido) ou antes do Natal. Os mais realistas juram que março de 2010 é uma data mais provável. No último ano, já ouvi mais de dez versões diferentes sobre o assunto.

Certeza ninguém tem, mas vamos continuar a especular. A investigação continua por aqui. Quem souber de alguma novidade, compartilhe.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
08/10/2009 - 11:54

O mercado e os eventos daqui – e de lá

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Algum de vocês esteve no Video Games Live ontem?

Foi bom. Divertido. Não sei dizer se foi o melhor que já vi. Pensando bem, nem foi. O de 2006 foi sem dúvidas o melhor. Este ano não havia tanto fator supresa, fora umas músicas diferentes (o bis com Mega Man e Chrono Trigger/Cross, por exemplo). Achei que o volume estava relativamente baixo – o fato de o público ali da geral conversar muito durante a apresentação e gritar a cada dez segundos não ajudava muito.

Aliás, é preciso dizer que o HSBC Brasil não é o melhor lugar do mundo para um evento como esse. Acho estranho o povo ter que ver um espetáculo desses de pé, “ensardinhado” lá no fundo. É a maldita lógica segregadora que se aplica no universo do entretenimento musical como um todo: quem tem grana é “VIP” e assiste lá da frente, sentadinho e confortável. Os menos abastados sofrem quase três horas plantados e sem lugares definidos. Nos anos anteriores, quando o VGL tocou no Via Funchal, todo mundo estava sentado diante de mesas – algumas eram distantes do palco, mas pelo menos o público parecia bem acomodado e conseguia assistir/escutar decentemente.

Penso que o Tommy Tallarico não deveria ficar tocando guitarra e se exibindo em certas músicas. Ficou over e não combinou com a sonoridade que se espera de uma orquestra. Também achei exagerado o uso de bases pré-gravadas (não havia notado isso de forma tão evidente nos anos anteriores). Me esforcei para distinguir quais sons estavam mesmo sendo tocados por instrumentos acústicos da sinfônica e quais vinham das bases eletrônicas. Será que não dava mesmo para ser no velho esquema “quem sabe faz ao vivo”? Mas foi um show interessante. Pelo menos, não escutei quase ninguém reclamando por ali. Não é coincidência o fato de Tallarico ter eleito o Brasil “o melhor lugar do mundo para se apresentar”. O público, ali no caso, foi a alma do espetáculo. Sem a empolgação do povo, não tem Video Games Live. E Tallarico sabe bem disso.

***

E você já descobriu qual é o primeiro grande projeto do SKY7, empresa recém-formada pelo Ricardo Farah e Orlando Ortiz, ex-editores das revistas EGW e Nintendo World?

Eles me contaram ontem: são os responsáveis pelo conteúdo da área de games do POP. Para quem não conhece, o POP é um portal de conteúdo gerido pelo grupo paranaense GVT.  “A SKY7 presta serviços de design e gestão de conteúdo para o POP”, explicou o Orlando. “Temos liberdade editorial para gerir o site, atendendo às expectativas da empresa e adequando o conteúdo para o público-alvo, que envolve até mesmo uma grande parcela de usuários que hoje acessam através da conexão discada. É um desafio muito interessante.”

A necessidade da reformulação da área de games do portal surgiu no mesmo momento em que Ricardo e Orlando planejavam a nova empreitada. “Foi coincidência total”, complementou Farah. “O que, eu diria, que resultou em um belo casamento, pois poder trabalhar em parceria com a GVT e, principalmente, cuidar de um dos principais canais do POP, é uma responsabilidade enorme e um grande desafio para qualquer um.”

O responsável pelo projeto junto com a dupla será o Odir Brandão, que há até pouco tempo participava da equipe das revistas da Tambor. “Na EGW e Nintendo World, eu era editor de reviews e coordenava todo o processo. Agora no POP poderei também acompanhar todos os passos deste novo projeto e firmar um conteúdo forte e completo sobre games”, definiu o novo editor.

***

E por falar em revistas, o novo editor da Nintendo World, ao que consta, já foi escolhido. Logo mais ele deverá ser revelado oficialmente ao mundo. Duvido que você descubra quem é.

***

Mudanças também no mercado editorial lá de fora. John Davidson, eterno guru da Ziff Davis, ex-editor da EGM, que fazia um site bem interessante (What They Play), retornou ao mundo das revistas e se tornou o novo manda-chuva da polêmica e eterna GamerPro.

Enquanto isso, o mercado norte-americano – e o mundial, por que não? – aguarda ansiosamente o retorno da EGM, nas mãos do editor-fundador Steve Harris. Ele cita “December 1” como possível data de lançamento da primeira edição. Você conta com isso?

***

O Rio de Janeiro não sediará apenas as Olimpíadas e a final da Copa do Mundo. Começa hoje e vai até sábado o SBGames 2009, evento que acontece no campus da PUC e agrega especialistas, interessados, produtores, criadores e pensadores na área do entretenimento digital. Um amigo descreveu o SBGames como “o melhor evento do Brasil” (ele, aliás, está lá). Eu, se pudesse, compareceria. Se você pode, compareça e me represente.

***

E vamos trabalhar que a semana, infelizmente, ainda não acabou.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
06/10/2009 - 03:06

Entrevista da Semana: Tommy Tallarico (VideoGamesLive)

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A Entrevista da Semana do Gamer.br encarou o norte-americano Tommy Tallarico. Para os já-iniciados, o nome é conhecido – ele é um compositor de trilhas sonoras de videogames que acabou formulando uma ideia maluca que deu certo: o Video Games Live, que pode ser porcamente descrito como uma mistureba de trilhas sonoras de games, orquestra sinfônica, telão, raio laser e interatividade, tudo diante de uma plateia sentada.

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Parece um absurdo se levada em conta só a descrição, mas o fato é que a brincadeira deu certo. Os espetáculos do VGL são concorridos ao redor do mundo, e os brasileiros, aparentemente, abraçaram a causa: é o quarto ano consecutivo que Tallarico e sua gangue desembarcam no Brasil. Desta vez, foram quatro datas em uma semana: Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, onde eles terminam a turnê nesta quarta-feira, 7 de outubro (no HSBC Brasil). E olha que nem é preciso ser muito inteirado no negócio para curtir o espetáculo, que homenageia games das antigas, passa por clássicos recentes e tem diversos momentos de interatividade com o público devoto e aficionado, tudo ao som da Orquestra Sinfônica da Petrobras  e com Tallarico fazendo o papel de animador de festa.

Bati um papo com Tallarico (que, veja só, é primo de Steven Tyler do Aerosmith) dias antes de ele pousar no Brasil. Na entrevista a seguir, ele não apenas vende o peixe do Video Games Live, como opina sobre a febre dos games musicais, comenta o recente imbróglio envolvendo Kurt Cobain e Guitar Hero e dá suas sugestões sobre como deveriam ser os próximos simuladores nos videogames.

Como sempre, aqui vai a receita: leia, não deixe de comentar no final… e compareça ao último show do Video Games Live, que ainda há ingressos à venda.

***

Gamer.br: É sua quarta vez com o Video Games Live no Brasil. Quais as principais diferenças entre seus primeiros shows aqui, em 2006, e esses novos?
Tommy Tallarico:
Acho que o público e os fãs sabem um pouco melhor o que esperar a esta altura. Eles sabem que tudo bem enlouquecer, bater palmas e gritar durante a apresentação, mesmo que seja um espetáculo com uma orquestra sinfônica. Nós mesmos encorajamos as pessoas a se divertirem pra valer – não queremos que achem que só porque tem uma orquestra no palco é preciso ficar em silencio. Eu gosto de descrever o Video Games Live como uma combinação entre o poder e a emoção de uma orquestra sinfônica com a energia e a excitação de um show de rock, adicionado a isso a interatividade, o visual de última geração, a tecnologia e a diversão que os games oferecem. Então, eu diria que as diferenças em relação há quatro anos é que o público se envolve mais com a performance a cada ano. Nós também melhoramos a qualidade e a tecnologia do show de um modo geral, e também refinamos o repertório, de modo a dar aos brasileiros exatamente o que eles vem nos pedindo nesses anos.

O que você diria a alguém que já assistiu aos espetáculos anteriores e não está exatamente empolgado em ver novamente?
TT:
Nós criamos mais de 60 segmentos diferentes para o Video Games Live, mas só conseguimos tocar uns 20 a cada show. Então alguém que já viu o espetáculo irá perder dessa vez os segmentos de Shadow of Colossus, Mega Man, Silent Hill, Chrono Trigger e Chrono Cross, além dos novos segmentos destinados a Metal Gear Solid e Zelda com os convidados especiais, incluindo o compositor japonês da série Metal Gear: Norihiko Hibino estará no palco e tocará sua própria música ao lado da orquestra. A cada ano, o nosso objetivo é trazer novas maneiras de entreter a platéia e fazer todo mundo se empolgar com a ideia de rever o show novamente.

Há algo que você já tentou fazer no palco, mas não conseguiu, por alguma limitação técnica?
TT:
Por enquanto, não… Aliás, estou preparando uma tecnologia holográfica em 3D neste exato momento, que deverá levar o quesito efeitos especiais do show para uma direção absurda.

tommytallarico

Os jogos de música agora são parte determinante da indústria, especialmente agora que grandes nomes estão tomando parte do processo também – por exemplo, os Beatles, a MTV etc. Como compositor de músicas para jogos, você não fica preocupado com o futuro das trilhas sonoras originais nos videogames?
TT:
Não, absolutamente, não. Nem um pouco. Eu acho que isso só ajuda a legitimizar nossa indústria como uma expressão artística séria. Nesse sentido, a indústria dos games é muito parecida com a cinematográfica. Tanto música original quanto licenciada têm espaço, e ambas podem sobreviver e se complementar. Você jamais ouvirá musica licenciada em games como Final Fantasy, e provavelmente não escutará trilha sonora original em um jogo de futebol americano como Madden. Depende do gênero do jogo. Em jogos esportivos, é mais provável que você escute música licenciada, e para jogos de ação e aventura você deverá ouvir mais trilhas originais. Pegue um filme como Homem-Aranha ou Matrix: ambos possuem tanto música licenciada quanto trilha original, e ambas funcionam muito bem juntas! Os games são capazes de fazer a mesma coisa. Grand Theft Auto, Guitar Hero e FIFA não iriam soar tão bem se só tivessem músicas originais. Mas sempre haverá a necessidade de se ter trilha sonora original, e ela sempre será a música mais amada e lembrada da experiência de jogar um game. Jogos como Kingdom Hearts e Halo possuem faixas licenciadas, mas é justamente a trilha sonora composta exclusivamente para os games que as pessoas se recordam mais. Os jogadores sempre irão amar e celebrar as trilhas de jogos como Mario, Zelda e Castlevania. Não tenho certeza se elas conseguiriam citar a lista de músicas do FIFA 2004, por exemplo. [Risos]

Você enxerga os games como Guitar Hero e Rock Band como uma boa maneira de as pessoas prestarem atenção à música enquanto jogam? Ou você acha que esses jogos, na verdade, causam uma impressão errada sobre o verdadeiro significado da música nos videogames?
TT:
Acho que eles são algo muito positivo, com certeza. E o fantástico aumento de vendas de instrumentos musicais (especialmente guitarras) nos últimos dois anos são uma prova disso. Centenas de pessoas vêm falar comigo após os shows e me dizem que, por causa de Guitar Hero e Rock Band, eles saíram e compraram uma guitarra ou um baixo para aprender as músicas pra valer. O Video Games Live também tem esse mesmo efeito nas pessoas! Nós recebemos quilos de e-mails e cartas após os espetáculos, de pais dizendo que seus filhos foram aos nossos shows e no dia seguinte pediram para fazer aulas de violino, porque queriam tocar músicas de Halo, Final Fantasy, Kingdom Hearts ou coisa parecida. A música é uma coisa poderosa… e os videogames também. Juntos eles estão causando um impacto cultural nas vidas de milhões ao redor do mundo.

Quando Guitar Hero e Rock Band se tornaram muito grandes, culturalmente falando, eu confesso que me preocupei com o futuro do Video Games Live e seu verdadeiro propósito, que é celebrar a música composta originalmente para os games. Essa sempre foi a sua missão – tornar a música de games relevante – e agora parece que todo mundo que tirar uma casquinha disso. Como você se sente?
TT:
É uma honra saber que, nos meus 20 anos de carreira como compositor de games, eu tenha contribuído positivamente para o reconhecimento dos videogames como uma forma de arte superior. É um trabalho de equipe em nível mundial, que envolve muitas empresas diferentes, para fazer isso acontecer, e é legal saber que fiz parte disso de alguma forma. Entretanto, ainda acho que há muito para acontecer. Todas as pessoas com 40 anos de idade para baixo cresceram jogando videogames. Quando essas pessoas de 40 anos tiverem 60, você terá muitos avós por aí ouvindo e curtindo músicas de games e jogos eletrônicos de um modo geral. Os videogames estão se transformando em um elemento primordial de nossa cultura, e estão rapidamente se tornando a principal ferramenta de entretenimento do século 21.

Dito isso, então: qual o melhor game musical da atualidade – e de todos os tempos?
TT:
Minha música favorita de um game como um todo é provavelmente Final Fantasy VIII. Mas meu game musical preferido provavelmente será o Guitar Hero: Van Halen, porque sou um grande fã da música deles, especialmente da guitarra de Eddie Van Halen.

Por falar em Guitar Hero, preciso te perguntar isso: o que você achou dessa controvérsia sobre o Kurt Cobain e o avatar dele em Guitar Hero 5?
TT:
Essa é difícil, porque acho que ambos os lados possuem opiniões legítimas. Apesar de ser fácil para o lado do artista reclamar que aquilo não é algo que Kurt teria aprovado, a realidade é que milhões de pessoas (e muitos jovens que nem eram exatamente fãs de Kurt) agora serão expostos a sua música e ao seu legado graças à natureza interativa do game. Então, eu consigo ver razão para os dois lados. Dito isso, preste atenção a quantos discos dos Beatles e do Van Halen serão vendidos daqui até o final do ano. Muito disso pode ser creditado a Rock Band e a Guitar Hero. A realidade é que a indústria dos games está ajudando a recuperar e salvar alguns segmentos da indústria musical… e a indústria musical está bem consciente disso. E olha que eu mesmo venho tentando dizer isso a eles há duas décadas! [Risos]

Você é primo do Steven Tyler do Aerosmith. Você já falou com ele sobre a participação virtual dele em Guitar Hero: Aerosmith? Acha que ele curtiu o resultado?
TT:
Ah, sim. Absolutamente. E diferente da Courtney Love… ele adorou! [Risos]
Uma história engraçada que ele me contou sobre a experiência é que no início, eles pretendiam chamar outras pessoas para fazer toda a captura de imagens para o jogo. Assim que Steven ouviu isso, falou: “Eu tenho interpretado o Steven Tyler a minha vida toda e ninguém faz isso melhor do que eu!”. Então ele e a banda foram felizes da vida para a Califórnia, onde participaram de algumas sessões de captura de imagem durante algumas semanas. Essas marcas registradas do Steven Tyler que você vê no game… são realmente ele e os outros caras fazendo o que sabem fazer de melhor! O Aerosmith sempre esteve na crista da onda de coisas como essas, e eu fiquei bem feliz em ser o cara com quem a Activision conversou inicialmente para criar o primeiro Guitar Hero focado em uma banda.

Ainda há espaço no mercado para mais grandes games como The Beatles: Rock Band? Ou você acha que esse gênero já foi espremido até o bagaço?
TT:
Eu acho que há espaço ainda. Ainda precisamos do Led Zeppelin, do Pink Floyd etc. Mas a indústria precisa ter cuidado de não massacrar um único estilo musical. Vamos expandir a coisa além do rock. Você vê que algumas empresas grandes já estão fazendo jogos como DJ Hero. Vamos fazer o “Piano Hero” também! Vamos colocar estilos como blues, clássico e jazz nessa mistura. Vamos fazer toda uma geração que talvez nunca se importou com games finalmente pegar um joystick. Eu só sei que se existisse um game sobre o Elvis Presley dos anos 50, meu pai e minha mãe seriam certamente os primeiros da fila a comprar!
A Nintendo tem provado nos últimos anos, com o Wii, que outras pessoas além dos jogadores hardcore estão afim de jogar videogames. Vamos tentar seguir essa mesma mentalidade nos games musicais também. Vamos expandir para música clássica ou outros instrumentos, como violinos, teclados, sopros etc. Eu acho que há muita gente interessada se você fornecer exatamente o que elas querem e gostam.
Eu tenho certeza que o futuro da música e dos games só vai se tornar maior, melhor, mais brilhante e muito mais interessante ao longo dessa década. E será divertido participar dessa viagem louca. Se segure! [Risos]

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
02/10/2009 - 17:38

Editores das revistas EGW e Nintendo World deixam cargos e abrem empresa própria

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E é uma sexta-feira daquelas, cheia de grandes novidades.

O Rio de Janeiro será a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. A notícia é boa ou não? Para mim, é. Mas há quem discorde. Mas nem vou entrar nesse mérito. Se for para fazer campanha ou algo parecido, que seja para eleger o Blanka como o mascote olímpico. A campanha surgiu no Twitter evil do Jovem Nerd e obviamente se espalhou em questão de segundos.

blanka2
É claro que é brincadeira, mas poderia ser verdade.

***

Mas falemos da novidade que eu havia dito no início da semana, sobre possíveis mudanças no mercado editorial brasileiro. Já está rolando por aí a informação sobre as saídas de Ricardo Farah e Orlando Ortiz da editora Tambor, que publica as revistas EGW e Nintendo World. A dupla de editores divulgou hoje a novidade, na forma de um release:

“É com imenso prazer que eu (Ricardo Farah, atual editor da revista EGM Brasil/EGW) e Orlando Ortiz (atual editor da revista Nintendo World) gostaríamos de apresentar a você o nosso novo projeto.

Fundamos uma empresa chamada SKY7, focada exclusivamente no mercado de entretenimento brasileiro. Estamos muito orgulhosos por realizar esse sonho. A SKY7 já está trabalhando com novos parceiros e clientes, e nossos esforços garantem a comunicação com mais de dois milhões de jogadores de videogame por mês.

Como uma equipe própria, a SKY7 desde já oferece os seguintes serviços de qualidade:

– Conteúdo para veículos impressos & online
– Consultoria sobre o mercado de videogames brasileiro
– Tradução & Localização de conteúdo
– Web Design e projetos especiais para internet
– Palestras e aulas sobre o mercado de games
– Cobertura de eventos ao redor do planeta

Em breve, a SKY7 lançará a sua própria carta de produtos. Nossos parceiros estão preparando seus lançamentos oficiais, então aqui vai uma prévia:

– O maior e mais completo portal de games feito sob encomenda para um dos principais portais de entretenimento do Brasil;
– Palestras e aulas para duas grandes distribuidoras de games em nosso país;
– Localização de um conhecido MMORPG para uma empresa Nipo-Americana;”

Para esclarecer melhor esse empreendimento, nada melhor do que conversar com os próprios empreendedores. Acompanhe a seguir a conversa franca que acabei de ter com o Ricardo e o Orlando sobre a novidade:

Gamer.br: Primeiro, como vocês decidiram trabalhar juntos e de maneira independente? Foi uma decisão natural?
Ricardo Farah:
Acho que foi uma consequência da amizade que construímos por onde passamos. O Orlando até costuma brincar que quando nos conhecemos, ele me achava um mala e que não seria tão legal trabalhar comigo. E hoje, quase cinco anos trabalhando juntos, descobrimos que temos muito em comum tanto no que diz respeito a objetivos profissionais, éticas de trabalho, costumes familiares, enfim, há uma confiança plena no trabalho de cada um. E abrir uma empresa em sociedade é como casar com alguém que você confia plenamente e sabe que pode construir uma história bacana de vida. Neste caso, profissional.

No que consiste basicamente esta empresa que vocês estão abrindo? Que tipo de serviços querem oferecer?
Orlando Ortiz:
A SKY7 quer oferecer “mais” para o mercado nacional, não apenas no nicho de games, mas entretenimento em geral. E também é nosso sonho poder guiar novos talentos de forma a lapidar o potencial de cada um. A nossa empresa é mais uma opção para parceiros, no tocante comercial, além de ser uma casa nova para formar talentos e construir carreira.

RF: No que diz respeito a serviços, desde já estamos oferecendo conteúdo editorial tanto para veículos impressos quanto online. Estamos trabalhando com projetos especiais com algumas empresas de grande porte, realizando consultoria sobre o mercado de videogames brasileiro, palestras e aulas sobre o mercado de games e cobertura de eventos.
E, além disso, estamos trabalhando em alguns projetos gráficos, como criação de hotsites, anúncios especiais para internet e revistas e iniciando as operações para um trabalho de localização de um novo MMORPG para uma empresa nipo-americana.

orlando-farah
Ortiz e Farah, ex-editores, hoje sócios na SKY7

Por que essa novidade agora? O que os motivou a fazer isto neste momento?
RF:
A ideia de trabalharmos por conta própria não nasceu do dia para a noite. Estamos cultivando este novo rumo para nossas carreiras já faz quase um ano. Hoje, estamos plenamente seguros de como colocar em prática nossas ideias e expandir nossos rumos profissionais. E confiantes de que nosso trabalho como editores das revistas da Tambor foi concluído com êxito.

O que vocês tiram desse período que passaram fazendo essas revistas?
RF:
Que o mercado brasileiro de games e entretenimento digital ainda está em uma fase muito prematura. Mas possui um potencial gigantesco (tanto do ponto de vista comercial quanto cultural), capaz de fazer frente aos maiores países que já fazem tudo isso há muito tempo.

OO: Editar as revistas EGW e Nintendo World, como você mesmo sabe, é um processo muito trabalhoso. E que, sem esforço e dedicação, não há como evoluir. É necessário dar um passo adiante, dar as caras e mostrar ao mercado o que você sabe e pode fazer.

Esse passo adiante, para acontecer, tinha que ser feito fora da editora? O que a independência pode favorecê-los nesse sentido?
OO:
Para dar esse passo adiante, era imprescindível ter o nosso próprio escritório, a nossa própria equipe e a nossa própria rotina de trabalho. Sem isso, ficava inviável conciliar o trabalho de edição de revistas e sites da Tambor, ao mesmo passo que surgiam novos clientes e oportunidades.

RF: E o mais importante: estamos falando aqui de liberdade editorial para realizarmos o trabalho mais competente possível, atendendo a todas as necessidades de nossos parceiros.

Como ficará a participação de vocês dois nas revistas que comandavam, EGW e Nintendo World?
RF:
Ainda não ficou decidido quanto e qual tipo de conteúdo que a SKY7 prestará para as revistas EGW e Nintendo World. Mas a parceria já existe e, sim, os leitores de ambas as revistas podem ficar seguros de que ainda encontrarão material com a qualidade que sempre buscamos, agora mais lapidada.

E como ficam as revistas com as saídas de vocês? Vocês sabem?
OO:
Tudo o que sabemos é que as revistas provavelmente ganharão novos editores.

RF: E a SKY7 cuidará de boa parte do conteúdo que será produzido para ambas revistas. Com jornalistas já conhecidos no mercado editorial (e novos talentos que estamos treinando).

Como a saída de vocês foi recebida pela direção da Tambor?
OO:
Para todos, foi uma surpresa. Para alguns, boa. Para outros, nem tanto. Afinal, saíram dois editores que comandavam o núcleo de games e ajudavam em diversos outros projetos. Mas foi uma saída amigável, naturalmente.

E quando vocês irão revelar o primeiro grande projeto da SKY7? Dá para dar uma pista?
RF:
O primeiro grande projeto será revelado entre uma semana e 10 dias. O que podemos adiantar é que é um projeto grande, online e para uma empresa grande.

***

Ricardo e Orlando ainda avisam que os interessados nos préstimos da SKY7 podem entrar em contato pelos e-mails ricardo.farah@sky7.com.br ou orlando.ortiz@sky7.com.br.

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01/10/2009 - 19:06

A vida continua

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Depois do furacão de anteontem, um dia de marasmo ontem.

Poucas novidades surgiram sobre o caso Electronic Arts no Brasil. E por conta própria, muita gente resolveu ir atrás de informações para apurar melhor essa história (confira nos comentários do post anterior e tire suas conclusões). O fato é que demissões ocorreram, como é normal em toda empresa grande, mas não ao ponto de encerrar por completo as atividades da empresa no país. Ou seja, a EA Brasil continua a existir, mas muitas das funções que ela costumava executar passarão a ser efetuadas por empresas terceirizadas.

Quando a empresa fizer uma declaração oficial, publicarei aqui.

***

E hoje a MTV irá revelar os vencedores de sua tradicional premiação, o Video Music Brasil. A novidade é que agora há uma categoria para premiar o “game do Ano”, escolhida pelo público. Os concorrentes são:

Braid
Fallout 3
LittleBig Planet
The Beatles: Rock Band
The Sims 3

Eu acho que sei quem vai ganhar, mas agora estou indo lá assistir à premiação. Amanhã falaremos sobre isso, se a ressaca o permitir.

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