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Arquivo de junho, 2009

30/06/2009 - 19:38

Video-gueime é um perigo

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Este é um dos melhores artigos-manifesto que já li na internet.

Pena que é tudo brincadeira. O importante é entrar no clima, certo?

Mas… e se por um acaso, for de verdade? Daí eu chamaria esse cara para trabalhar comigo. Tipo, gênio.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
30/06/2009 - 02:33

Relembrando o Rei

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Estou de volta. E não era apenas luto, mas as consequências da morte de Michael Jackson.

Afinal, acontecimento pop como esse, é uma vez a cada 30 anos.

Mas enquanto as coisas não se resolvem por aqui, você vai se divertindo e pensando por aí.

Dá para curtir o astro-rei em emuladores de Moonwalker espalhados pela net. Ou ainda ajudá-lo a se livrar das acusações de pedofilia. Ou mesmo juntar os pedaços de sua vida bizarra.  Ou assistir à homenagem incrível do fã que mostrou que Michael era mais poderoso que tudo e todos.

Se nada disso der certo, você ainda pode dar voz a Michael. Tenho certeza que ele terá algo a dizer.

E quando eu retornar ao mundo, a gente volta a se falar por aqui. Não deve demorar.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
25/06/2009 - 22:27

Michael. Jackson

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Sem muitas palavras hoje.

Aliás, que diazinho estranho esse 25 de junho de 2009. Repeti por aí o que ouvi – é o “11 de setembro do pop”. O mundo está de ponta-cabeça hoje. Muita gente não vai dormir.

Michael Jackson morreu.

Não há muito o que dizer sobre ele neste instante (estamos trabalhando nisso, aliás). Este é um portal de games, então só dá para relembrar as aparições de Michael Jackson nos jogos, bela lembrança feita pelo pessoal do OuterSpace (obrigado, Bruno Abreu).

E a gente depois pensa mais profundamente no assunto. Use o espaço abaixo para pagar seu tributo ao ícone. Mas pode ter certeza, as coisas já mudaram.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
23/06/2009 - 04:40

Perdido no Mundo dos Cosplayers

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Sábado rolou o WCS, World Cosplay Summit para os íntimos – etapa brasileira do maior campeonato de cosplay do mundo. Festa bem organizada, cheia de mídia grande, cheia de gente importante e um monte de plateia empolgada. Foi interessante, como eu disse, tanto quanto evento em si e como experiência antropológica.

Fui jurado pelo quarto ano consecutivo. Acho que dos jurados desse ano, apenas eu e o Arnaldo Oka estivemos em todos. Havia alguns novatos, como o Rafa Losso, da MTV, que sentou do meu lado esquerdo e adorou o evento. Também foi a primeira participação da atriz Renata Takahashi (sentada do meu lado direito). O restante da mesa era composto por diversos outros especialistas (o amigo Marcelo Del Greco) e envolvidos com anime, mangá, cultura oriental e afins.

Sim, os videogames entram nessa categoria do “afins”.

Das 14 duplas que se apresentaram no palco, cinco delas fizeram cosplays de personagens de games. Praticamente um terço, o que é uma boa média (acredito que a mesma dos torneios anteriores). Dificil é sair um pouco dos games da Square quando se trata de cosplay. Duas duplas interpretaram personagens diferentes de Final Fantasy X. Outra fez uma belíssima cena de Final Fantasy III (ou VI, dependendo do seu referencial). Havia ainda uma dupla interpretando personagens de Castlevania: Order of Ecclesia, e outra fazendo uma cena de .hack//G.U..

Também estava bom para os nostálgicos e fãs de cinema: teve A Viagem de Chihiro, Akira, Astro Boy e Princesa Mononoke. E os fãs hardcore de anime curtiram as aparições de One Piece, Digimon, Angelic Layer e Tengen Toppa Gurren Lagann. Bom para todo mundo.

Confesso que, em certos casos, foi difícil dar as notas. Nenhum problema com os critérios (fantasia, performance e fidelidade): acho justos e bem claros. A dificuldade estar em julgar esses critérios diante de apresentações tão díspares, com intenções e ideias diferentes. Algumas duplas claramente queriam interpretar cenas já existentes originalmente. Nenhum problema nisso, Outras, criavam situações do zero, bolando sequências inéditas. Bem legal também. Houve quem quisesse contar a história completa do tal desenho em apenas três minutos, o que também era algo válido. Enfim, tinha de tudo. E justamente por causa da variedade, ficava mais complexo para os jurados darem seus vereditos. Como comparar atuações tão distintas entre si?

A gente tentou, e o resultado foi este: a dupla vencedora, Renan Aguiar e Geraldo Cecílio, fez uma interpretação musical de One Piece, com direito a coreografia, toques de humor e pastelão. Foi impressionante, porque mostrou presença de espírito e dedicação. Imagino que tenha sido por esses detalhes que eles ganharam as melhores notas. Mas o que a atuação deles tinha de semelhante com a da dupla segundo colocada, Petra Leão e Alessandra Fernandes, que recriaram uma das cenas-chave do clássico Akira?

Nada, basicamente. Elas poderiam até entrar em concursos distintos, de tão distantes uma da outra. E não estou falando da qualidade, veja bem, e sim dos estilos e propostas. A primeira dupla bolou toda uma performance baseada em dança e gags teatrais, com a trilha de O Estranho Mundo de Jack e diálogos gravados em português. A segunda, manteve uma fidelidade quase cinematográfica à obra original, com efeitos especiais, diálogos falados em japonês (ao vivo) e trilha sonora de impacto (sem falar da maravilhosa motocicleta de Kaneda, que mesmo entrando duas vezes no palco, causou duplo furor). Ambas diferentes, ambas muito boas. Mereceram figurar no topo. Infelizmente, só uma poderia ganhar. E na matemática, essa ciência exata e tão injusta, deu no que deu.


Os vencedores (imagem gentilmente “roubada” do site do WCS

No mais, deu gosto ver o cosplay, esse hobby tão incompreendido quanto questionado, ganhar um evento à altura da empolgação e paixão de seus praticantes. Do ponto de vista gamer, foi também ótimo ver que os jogos continuam como excelente fonte de personagens e tramas interessantes. Foi bom também ver os participantes deixando um pouco de lado as batidas lutas de espada, fumaça e explosões para focar mais em interpretação e narrativa. Afinal, ao contrário do que pensa o imaginário popular, campeonato de cosplay não é um mero desfile de gente fantasiada.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
20/06/2009 - 13:55

Saia de Casa

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Dia agitado, apesar de sábado. Quem quiser sair de casa tem duas opções que começam com W.

Uma é ir acompanhar (ou participar, dependendo do seu cacife) a etapa paulistana do World Cyber Games, que vai definir duas vagas na final nacional de Guitar Hero: World Tour e duas para FIFA 09. Começa hoje, termina amanhã, lá na loja da Samsung no Shopping Morumbi. Torneio de videogame não faz sua cabeça? Garanto que pode ser interessante. Eu já  cobri um de perto  e adorei.

A outra opção é assistir à final da etapa brasileira do World Cosplay Summit, campeonato de cosplay organizado aqui pela editora JBC. Eu abracei a causa e serei jurado pelo quarto ano consecutivo. Campeonato de fantasias parece bizarro em excesso para o seu gosto? Eu recomendo no mínimo como experiência antropológica. Leia como foi em 2007 e em 2008. Quem sabe você não se anima. Vale citar que esse ano não faltarão interpretações de Final Fantasy e que não haverá um único Pokémon ou Dragon Ball. Graças.

Vai, saia de casa.

Enquanto isso, tem gente no mundo que precisa assistir mais TV… 

E por falar em Bolívia, reassisti Butch Cassidy ontem. Sensacional, mesmo 40 anos depois. Eu, se fosse você, faria isso hoje antes de dormir.

Autor: - Categoria(s): Cobertura WCG 2008, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
17/06/2009 - 23:22

Pela não-obrigatoriedade de se falar sobre o diploma. Mas falarei mesmo assim…

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Vida dura aqui, e aí?

Quem tá interessado em games com jogos do Palmeiras, Corinthians e São Paulo, um atrás do outro?

Meu maior problema, por enquanto, é o pôquer – ou a matéria que estou escrevendo sobre. Dá um trabalho… vou te contar. Qualquer hora supero isso.

Parece que o bom neste instante é jogar o multiplayer do Uncharted 2. Foi um dos trailers mais legais da coletiva da Sony, mas lembro de ter comentado na hora: “Qualquer jogo fica lindo assim em um telão de 20 X 15 m”. É um Pitfall em 3D e com um monte de coisas rolando, e estou louco para jogar, mesmo que seja em uma “telinha” de 46 polegadas como aquela que tenho em casa…

Ou melhor, legal é discutir hoje sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Hum. Se você não sabe do que se trata, é só ir para a home de qualquer portal. Ou no Twitter.

Para aqueles recém-formados, ou não tão recém assim, que se sentem otários ou traídos: não é para tanto, vai. Nada vai mudar. O mercado (inclusive o de games) já está soterrado de não-diplomados, atuando tanto no mercado “oficial” quanto no “paralelo”. E muitas vezes, estes últimos trabalham infinitamente melhor que os orgulhosos donos de canudos. Por outro lado, o que conheço de jornalista diplomado e intelecto-profissionalmente limitado, não tá escrito. Então, não é bem essa – o diploma e sua obrigatoriedade – a questão principal dessa história. Porque o diploma, aquele papel enrolado ou enquadrado, amarelado e escrito em letra cafona, esse já não vale nada faz tempo.

O que vale na conversa são as experiências individuais de cada um. Estudar numa faculdade entrega uma experiência única que não se consegue de nenhuma outra maneira. Se ela não proporciona muito em técnicas ou habilidades, compensa em contatos, em vivência, em cancha (ainda que bem simulada). Já aqueles que conseguem exercer a profissão sem passarem pela faculdade, provavelmente entraram rapidamente na vida profissional e não a largaram mais. Aí, o que conta é o aprender fazendo. Quanto mais experiência da rotina de jornalista, mais técnica, eficiência e manha se consegue. E isso tudo, também não se ensina em faculdade.

Se você ficou na dúvida sobre cursar jornalismo, mas tem vontade, é fácil: faça o curso (se puder pagar). Porque eu insisto que vale a pena, se você estiver disposto a realmente aproveitar o que é possível aprender ali. E até que é bastante coisa – principalmente fora das salas de aula.

Se você já achava besteira e pensa que se vira bem como jornalista sem ter se formado, pode continuar assim. Porque muito provavelmente, você está certo. A faculdade dificilmente lhe ensinará mais sobre essas coisas que você aprendeu sozinho, fazendo.

Complicado? Confuso? É por isso que o debate é tão interessante.

A propósito, sou diplomado. Em jornalismo mesmo, desde 1999. Não me arrependo, porque lá fiz amigos eternos, tive certeza do que queria da vida e me diverti horrores. Mas também não me orgulho, porque tudo o que sei profissionalmente, aprendi fora da faculdade, nas redações da vida, com chefes e companheiros que não necessariamente são formados (em sua maioria, não o são).

E vamos trabalhar, que o fechamento já chegou – e se você trabalha como jornalista, irá em algum momento da vida sofrer com isso, com diploma na parede ou não.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
15/06/2009 - 21:43

A Volta… dos que Não Foram

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Feriado longo… a gente até perde a noção das coisas.

Eu deveria estar descansado, mas os braços doem por causa de uma sessão não planejada de Rayman Raving Rabbids 2. O Wii exige um alongamento que eu não tenho o costume de fazer. Ou será que foram as partidas empolgadas no expert de Guitar Hero: World Tour? Ou tudo isso junto? A frase consuma com moderação deveria estar escrita em letras maiores na embalagem dos videogames…

Sejá como for, a semana começou pesada. Não tem mais feriado bom nas proximidades… E estou mergulhado de cabeça na matéria sobre a E3 para a Rolling Stone. Realmente, só começa quando termina. Estou no processo de selecionar assuntos – já listei 48 jogos que entrarão no texto, mas vou cortar pelo menos uns dez. A matéria deve ter umas quatro páginas. E não será ainda que a entrevista com o Miyamoto irá entrar. Essa irá merecer uma matéria separada.  Lá pra agosto. E tem Beatles em setembro… Bem, escrever para a revista será especialmente mais divertido nos próximos meses.

***

Nos últimos suspiros da E3, me encontrei com o Jorge Lizárraga. Lembra quem é? É o diretor da Oelli, empresa organizadora do EGS, ou Electronic Game Show para os curtos de memória – aquele que foi o melhor evento de games já estabelecido no Brasil, e que, infelizmente, durou pouco. Jorge me disse que está de passagem marcada para o Brasil em breve. No que deu a entender, é para tentar emplacar o evento novamente por aqui. Vale lembrar que a EGS continua a rolar no México. Por que não acontece no Brasil? É uma boa pergunta. Atualmente, mesmo com a crise, acho que voltaria a fazer sentido ter um evento de porte por aqui. Resta saber com quem essas conversas do Jorge vão rolar. Torço para dar certo.

***

E na E3 também encontrei o Kevin Baqai e a equipe da Proximo Games. E eles revelaram que a primeira loja da franquia no Brasil está quase em vias de fato. Ou seja, será inaugurada em breve (questão de semanas/meses, e não meses/ano). E não, não será em São Paulo. Nem no Rio. Sim, você já deve imaginar onde é.

***

E você deve se lembrar que falei sobre uma nova revista e um novo site gringo desembarcando no Brasil em breve. Bem, a revista você já sabe – é a Edge, cuja edição 2 já está no forno. Bem, mas e o site?

Eu jamais falei a respeito, porque após algumas investigadas, o assunto esfriou. Tanto que até cheguei a pensar que havia virado fumaça e eu seria obrigado a publicar uma errata por aqui. Mas não.

Durante a E3 mesmo, por puro acaso, a confirmação caiu novamente no meu colo. E dessa vez, é para valer mesmo, segundo me confirmou uma fonte bastante envolvida com o projeto. Por enquanto é o que dá para dizer – assim que me for autorizado, falarei mais. Mas pode se preparar: no segundo semestre, teremos mais uma marca estrangeira atuando com foco no internauta brasileiro.

Claro, se tudo correr como o planejado. Vai que as coisas mudam…

***

E o Zeebo? Mais alguém comprou/testou/viu para vender?

E para meus colegas da imprensa – alguém conseguiu falar sobre o tema com a Tectoy? Ou sou só eu que estou no vácuo?

Continuaremos aqui tentando. Um dia a gente chega lá…

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
10/06/2009 - 20:07

Mais um Rock Band?

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Ah, e pra acabar a semana… Green Day: Rock Band?

Não seria má ideia, mesmo.

Também questionei o diretor criativo de The Beatles: Rock Band, durante a E3, sobre a possibilidade de um “Rolling Stones: Rock Band” (não confunda com a revista!). Ele deu uma despistada bem parecida com essa acima. Logo… eles devem estar negociando com todo mundo! Pelo menos é o que parece.

Mas provavelmente ainda não chegaram ao NxZero. Ainda.

E bom feriado.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
10/06/2009 - 17:21

Começou o Ié-Ié-Ié

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E a EGW saiu na frente…

… tanto na cobertura da E3 2009 quanto no hype beatlemaníaco. Ficou boa a capa. Chega dia 15 de junho às bancas, mais conhecido como próxima segunda. Mais sobre o conteúdo aqui.

E esse feriado prolongado, jogar o quê? As opções são várias… mas acho que vou brincar de Chrono Trigger DS mesmo, enquanto não devolvo aquele Nintendo DSi bacana. É pra pensar.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
09/06/2009 - 22:02

O Melhor (e o Pior) da E3 2009

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Olá, como vai?

Eu preferiria ter ficado em Los Angeles a voltar para a vida real…

A semana de E32009 é uma escapadela da realidade. Tudo parece girar em torno dos joguinhos e o futuro da diversão digital. Todo o resto parece que é menos importante – menos desastres de avião, que aí também é demais. Eu prevejo aqui que, no ano que vem, o mundo irá olhar para a E3 com outros olhos. Talvez de um modo diferente do que enxergam um evento como a Comicon, por exemplo. A Comicon, que rola todo julho em San Diego, deixou de ser uma festa para nerds de quadrinhos e se tornou a referência para o mercado do cinema. Já com a E3 será diferente – deixará de ser a festa para nerds de games para se tornar a referência em… Música? Cinema? Esportes? Tecnologia de ponta?

Ou seria tudo isso junto? Porque estou falando de um evento que consegue atrair, de uma só vez, formadores de opinião do naipe de Steven Spielberg, James Cameron, Tom Hanks, Verne Troyer, Pete Sampras, Tony Hawk, Pelé, Mike Tyson (que só não apareceu lá por causa de um acidente familiar), Jack Black, Paul McCartney, Ringo Starr, Eminem, Jay Z e etc.

Então, pode esperar os olhos do resto do mundo muito mais apontados para a E3 no ano que vem. Se essa foi quente, a do ano que vem será o inferno – no bom sentido (existe lá mau sentido no inferno?). Mas espero também que isso não represente uma descaracterização da indústria de games como a conhecemos. Me refiro ao fenômeno que normalmente ocorre quando algo obscuro de que gostamos se torna famoso de uma hora para outra – automaticamente, deixamos de curtir aquilo da mesma maneira. Mas veja a lista de convidados especiais da E3: os games já são praticamente mainstream – dá para eles se tornarem ainda mais populares?

Dá, sempre dá. E para nós que estamos envolvidos com o negócio até o pescoço, vai ser ainda mais interessante ver isso acontecer.

***

Ah, sim. O melhor e o pior da E3.

Não pensei muito a respeito, vou confessar. Mas vou criar umas categorias para citar as coisas mais memoráveis deste ano. O importante, não esqueça, é fugir do óbvio.

E aqui estão minhas categorias:

Melhor game jogável de Xbox 360: Splinter Cell: Conviction. Enfim, ficou bom.

Melhor game jogável de PlayStation 3: God of War 3. É como um jogo de ação cheio de fatalities.

Melhor game jogável de Wii: Wii Sports Resort. É, aquele Motion Sensor funciona mesmo.

Melhor game para download: Shadow Complex, da Epic Games, o mais perto que se pode chegar de um Super Metroid para o Xbox 360, empatado com ModNation Racers, o Mario Kart fundido com LittleBig Planet do PS3.

Melhor vídeo de game que vai levar uma vida para sair: The Last Guardian, na coletiva da Sony.

Melhor vídeo de game que tem data de lançamento: a abertura de The Beatles: Rock Band. De chorar, pode admitir.

Melhor joystick de game musical para decorar a casa: pick-up de DJ Hero, empatada com a Gretsch de Beatles: Rock Band.

Melhor celebridade deslocada de seu contexto original: Pelé na coletiva da Ubisoft, sem tradutor, sem media training, sem papas na língua. Entende?

Melhor celebridade à vontade em eventos desse tipo, mas na hora mais ingrata: Tony Hawk, na coletiva da Microsoft, logo após a saída de Paul e Ringo do palco.

Melhor game estrelado por celebridade brasileira: Academy of Champions (Wii), aquele com o Zico. Ops. Não, com o outro cara lá que vestia a camisa 10.

Melhor celebridade dos games que preferiu se resguardar: Shigeru Miyamoto, que cansado de pagar mico em coletivas, preferiu ficar escondido. Fez bem esse ano.

Melhor utilização de rock’n’roll em game: adivinha?… Brütal Legend, é óbvio.

“Melhor” trabalho de marketing: Sony/Square Enix anunciarem Final Fantasy XIV antes mesmo de sair o XIII.

Melhor behind doors de empresa: Activision e suas apresentações longas, porém exclusivas e interessantes, além do almoço liberado para todo mundo.

Melhor apresentação de game behind doors: Modern Warfare 2, no estande da Activision. Mas poderia ter sido a fase no Rio de Janeiro.

Pior behind doors de empresa: Alan Wake, no estande da Microsoft. Quase dormi (e não é trocadilho). Mas o jogo parece legal, em sua mistura de Max Payne e Resident Evil 4.

Melhor festa: a da Activision, para Guitar Hero e DJ Hero. Uma das maiores da história – talvez só menor que a da Sony em 2005.

Pior festa: da Bethesda, marcada para o mesmo horário da festa da Nintendo. Aí não dava.

Melhor novidade tecnológica que ninguém pôde ver (a não ser os VIPs): Project Natal

Melhor novidade tecnológica com nome de cidade brasileira: pera, que essa tá difícil…

E eu poderia continuar por dias, mas tenho que ir para casa… Continuo amanhã.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009 Tags:
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