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Arquivo de maio, 2009

30/05/2009 - 17:13

Fui pra LA

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Estou indo pra lá. L.A.

Ver esses joguinhos novos, o PSP com slide que vazou antes, a novidade do Kojima, o projeto novo do Peter Molyneux, os novos equipamentos do Microsoft, apreciar umas macaquices do Miyamoto, jogar Guitar Hero 5 e The Beatles: Rock Band, ver uns showzinhos de rock durante o processo e tomar umas cervejas gratuitas.

A gente vai se falando por aqui. Abraços!

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags:
29/05/2009 - 21:29

Vai Começar… E a volta da EGM??

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Dia que não acaba nunca. E ainda não acabou. E amanhã tem mais.

Mas embarco amanhã rumo a Los Angeles. As atualizações sobre a E3 vão rolar por aqui, por ali, em todo lugar. Sim, já estou no ritmo dos Beatles. Vá acompanhando, comentando, mandando seu adeus, alô.

Aviso no Twitter quando atualizar alguma coisa no Gamer.br. Se o Twitter resolver funcionar direito nos próximos dias.

Segunda é um dia já quente logo de manhã, por causa da coletiva da Microsoft. Depois, tem a da Electronic Arts. E umas coisas pelo meio do caminho. Eta, cidade grande.

Terça o bicho pega com a Nintendo logo cedo, seguida da Sony. E de tarde, a partir do meio-dia, se abrirão os portões do Convention Center oficialmente. De noite, é só alegria – festas em cada canto da cidade. Vou de táxi, cê sabe.

Quarta é dia de emoção – várias apresentações “secretas” e uma entrevista surpresa (e muito sonhada) que caiu no meu colo na última hora. É como se os caras lá de cima lessem meus pensamentos.

Quinta é meu dia musical e mais importante – tem Guitar Hero 5, DJ Hero e uma dose cavalar de The Beatles: Rock Band. E mais um monte de booth tours. Se der tempo, eu vou almoçar. E olha que esse ano a E3 vai até as 18h todos os dias.

Sexta pretendo dormir até depois do meio-dia. E sábado começo a voltar.

Volte todos os dias. E a gente se fala por aí.

***

E isso aqui acabou de aparecer (valeu, Marcel)… a marca Electronic Gaming Monthly, extinta pela Ziff Davis no início do ano, vai voltar – pelas mãos de seu fundador, o elusivo Steve Harris.

Parece primeiro de abril, mas é verdade – o projeto tem até site oficial.

Veja o que diz o primeiro e único release de imprensa que eles soltaram hoje:

“ELECTRONIC GAMING MONTHLY” FOUNDER EXECUTES CONTRACT TO ACQUIRE PRINT AND ONLINE
PUBLISHING RIGHTS TO EGM MAGAZINE

Steve Harris, founder of “Electronic Gaming Monthly” magazine, announced today that he has entered into an agreement with Ziff Davis Media to re-acquire certain assets, including trademarks and publishing rights, with plans to re-launch EGM in the second half of 2009.

“The re-launch of Electronic Gaming Monthly represents a welcome opportunity to continue delivering quality content to gaming enthusiasts,” said Harris. “I feel honored to once again be associated with this respected magazine. The talented writers and designers who built upon EGM’s original vision have left behind a publication that is uniquely positioned to be successful.”

“Electronic Gaming Monthly is and always has been one of the most respected publications among the gaming enthusiast community,” said Jason Young, CEO, Ziff Davis Media Inc. “We are pleased that EGM is now in the hands of its original creator, Steve Harris, and wish him and the publication the best of success in the future.”

“We have exciting plans for the evolution of what will once again be a leading independent voice for the gaming community,” Harris continued. “The twenty year success of the EGM brand has always been built upon a commitment to its readers who I believe will enthusiastically embrace the changes we are planning to introduce.”

Ou seja, vejamos:

Steve Harris, o fundador da marca, está de volta ao jogo. Com intenções de lançar revista e site no segundo semestre deste ano. Sem a Ziff Davis, que era dona da marca desde 1996. E mais detalhes dessa bomba – no bom sentido – devem ser revelados na E3, na semana que vem.

Mas você deve estar se perguntando (e não deve ser só você): e agora, que a EGM Brasil acabou de virar EGW? Boa pergunta. Eu também queria saber.

Mas a gente discute isso na semana que vem.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags:
28/05/2009 - 11:39

E3 2009: O que a EA vai mostrar

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A Electronic Arts se adiantou e revelou os games que vai exibir na Electronic Entertainment Expo. Dias antes do show começar. Se todas as empresas fizessem isso, talvez a gente nem precisasse se preocupar em ir pra Los Angeles…

São esses:

Army of Two: The 40th Day – quem jogou o primeiro, sabe – 360, PS3, PSP, fim do ano
Battlefield: Bad Company 2
– idem – 360, PS3, PC, primeiro semestre de 2010
Battlefield 1943
– depois de 1942… – 360, PS3, PC, meio do ano
Brütal Legend
– esse estou ansioso para ver: Jack Black! – 360, PS3, 13 de outubro
Dante’s Inferno
– dos criadores de Dead Space. Hmmm… – 360, PS3, PSP, primeiro semestre de 2010
Dead Space Extraction
– prequel de Dead Space – Wii, terceiro trimestre de 2009
Dragon Age: Origins
– esse eu vi no ano passado – 360, PS3, PSP, terceiro trimestre de 2009
EA SPORTS Active
– esporte para emagrecer – Wii, já lançado
EA SPORTS Grand Slam® Tennis
– Wii e outros, 8 de junho
FIFA 10
– o nome diz tudo – todos os consoles e portáteis, outubro
Fight Night Round 4
– porrada no ringue – 360, PS3, 30 de junho
G.I. JOE The Rise of Cobra
– sim, Comandos em Ação! – todos os consoles, agosto
Harry Potter and the Half-Blood Prince
– aquele bruxo lá –todos os consoles e portáteis, julho
Madden NFL 10
– futebol da bola oval – para todos os consoles, 14 de agosto
Mass Effect 2
– quem jogou o primeiro, sabe – 360, PC, 2010
MySims Agents
– aventura dos Sims para kids – Wii, terceiro trimestre de 2009
NCAA Football 10
– o futebol torto deles – 360, PS2, PS3, PSP, 14 de julho
NHL 10
– futebol da bola achatada – 360, PS3, setembro
Need for Speed NITRO
– só para consoles Nintendo – Wii, DS, novembro
Need for Speed SHIFT
– quem jogou os outros, sabe – 360, PS3, PC, PSP, setembro
Spore Hero
– a franquia no Wii – Wii, terceiro trimestre de 2009
Spore Hero Arena
– a franquia no DS, terceiro trimestre de 2009
The Saboteur
– game de guerra daqueles – 360, PS3, PC, primeiro semestre de 2010
The Sims 3
– ah, você sabe – PC, Mac, já lançado
Tiger Woods PGA TOUR 10
– o golfe de sempre – para todos os consoles e o PSP, 8 de junho

Parece pouca coisa, muita sequência, quase nada que realmente não sabíamos? Concordo. Eu fico pensando que não é tudo, e que eles devem mostrar algo a mais, ou pelo menos revelar alguma estratégia nova, durante a coletiva deles, na segunda feira. Estarei lá.

Diga lá: o que você quer que seja mostrado na E3 2009? Vamos ver quais são as expectativas, e o que será mesmo revelado. Eu, por mim, aposto em um Zelda para o Wii. Que mais? Vá pensando daí enquanto eu penso daqui.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
27/05/2009 - 11:23

Contagem Regressiva

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Semaninha agitada.

Primeiro, o Zeebo saiu lá no Rio. E já tem gente repercutindo positivamente – comprando, testando e aprovando. Ou xingando. Mas o “não vi, não gostei” é a coisa mais normal do mundo. Vejamos quando sair em São Paulo – ainda não há data certa para isso.

***

Essa semana, saiu a EGW nova, lá da Tambor. E nesta sexta, deve chegar a Edge da editora Europa. E na outra semana, tem a Old! Gamer. Nunca, ou pelo menos há muito tempo, não rola tanta expectativa sobre lançamentos em banca – pelo menos no mercado de revistas de games.

***

E tem o Hideo Kojima, esse fanfarrão, fazendo graça e zerando contadores no site sobre seu projeto secreto. Pelas minhas contas, este novo cronômetro irá finalizará às 19h do domingo. Daí, aposto que um novo contador irá ser iniciado, com mais 16 horas to go – terminaria daí às 11h de segunda, exatamente no “auge” da coletiva da Microsoft pré-E3.

Ou será um novo contador marcando 40 horas, que terminaria exatamente no início da coletiva da Sony, na terça-feira, também às 11h. Ou, 38 horas, com a grande revelação na coletiva da Nintendo, às 9h. Não, isso sim seria improvável.

Ou o Kojima vai acabar com a palhaçada já no domingo mesmo. Mas aí, que graça teria?

***

E em meio a isso tudo, está todo mundo se preparando de alguma forma ou de outra para a E3. Se você for ao aeroporto de Guarulhos no sábado à noite, verá pelo menos uns quinze profissionais brasileiros fazendo check-in para voar para Los Angeles. Aquela área de embarque estará bem engraçada, para dizer o mínimo.

As empresas estão acertando os últimos detalhes de suas apresentações. Acabei de falar com o pessoal da Microsoft sobre minha agenda durante a feira – a coletiva, algumas apresentações fechadas, um ou outro oba-oba. Tudo certo com a Nintendo e a Sony também, além de Electronic Arts, Ubisoft, Bethesda e algumas outras. E tem The Beatles: Rock Band, que por conta de meu emprego diário (ah, aquela revista que fala de música e cultura pop), será meu foco principal de trabalho no evento. As entrevistas já estão marcadas, e a demo também. Mas ainda não é o bastante.

A toda hora, pretendo atualizar aqui, o site da Rolling Stone (e a revista, em julho e nos meses seguintes), o Twitter e mais alguns outros locais nessa imensidão que é a internet. Fique ligado.

Mas antes, vamos fechar a edição deste mês, que já demorou.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , , ,
25/05/2009 - 13:03

O Zeebo chegou – ao Rio

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Segunda-feira, você sabe como é. A semana começa e a gente ainda se sente no domingo.

Como está tudo morno, dou uma aquecida reproduzindo o release que acabei de receber. Começou a era do Zeebo no Brasil. Pelo menos, no Rio de Janeiro:

“Zeebo chega às lojas do Rio de Janeiro

Começa nessa semana, nas principais redes varejistas do Rio de Janeiro, as vendas do tão esperado videogame da Tectoy, o Zeebo. Em breve, o videogame que deve ser um divisor na indústria de entretenimento digital, chegará às lojas de todo o Brasil, e ainda esse ano, em outros países, com foco especial nos mercados emergentes.
Com preço sugerido de R$ 499,00, o Zeebo está disponível nas principais lojas de varejo do Rio de Janeiro e também nos sites de ecommerce. Nesta fase de lançamento, vem com três jogos já na memória (FIFA 2009, Need For Speed Carbon e Treino Cerebral, todos em português) e outros três (Prey Evil, Quake I e II) estão disponíveis para download gratuito.

Além dos três jogos que já estão embarcados e dos três que podem ser baixados gratuitamente, o consumidor poderá adquirir novos jogos entre os nove títulos que serão disponibilizados a partir do lançamento. Para isso, será necessário adquirir Z-Credits, moeda virtual usada para a compra de jogos. O processo é simples e feito através do próprio console. Os Z-Credits podem ser comprados com cartão de crédito, boleto bancário ou débito em conta corrente e ficam disponíveis na conta do usuário, que é associada diretamente ao console. O preço dos jogos varia de R$ 9,90 a 29,90.

A campanha de lançamento do produto no Rio de Janeiro conta com promotores para demonstração do videogame, treinamento da equipe de vendas, comerciais na TV aberta, TV a cabo, mídia impressa, internet e outdoors.”

Leitores do Rio, não deixem de comentar a respeito do produto nas lojas. Quem adquirir o Zeebo, também diga o que achou. Enquanto isso, continuo atrás do pessoal da Tectoy para conversar sobre o lançamento.

Mais, mais tarde. A semana só começou.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
21/05/2009 - 21:48

O 5 da questão

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Só mais 15 minutos para saber qual é a nova do Hideo Kojima. Será que espero?

Veja você mesmo. Amanhã só vai se falar nisso.

Atualizado: Pronto, sabia. Não deu em nada. E eu esperei. Agora, só no dia 1/6.

Boa, Kojima!

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
21/05/2009 - 16:11

Entrevista da Semana: André Forastieri (EGW)

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A Entrevista da Semana apresenta uma conversa franca com o jornalista André Forastieri, diretor editorial da editora Tambor. Nos últimos dias, ele foi o responsável por dois anúncios importantes no mercado nacional; O primeiro: o fim da revista EGM Brasil, que recém-completou sete anos de existência, e a substituição pela EGW. O segundo, a criação do portal de internet EGW (Entertainment Game World, que estreou hoje), dedicado ao consumidor não só brasileiro, mas também o ibero-americano. A conversa a seguir esclarece mais sobre as duas novidades e deixa mais clara a visão toda singular de Forastieri sobre a realidade nacional.

Confira a seguir e não deixe de comentar no final.

***

Gamer.br: Trocando em miúdos, quais os diferenciais do portal EGW em relação ao portal Gameworld? André Forastieri: Na verdade, faz quase três anos que incorporamos o Gameworld no Heroi.com.br., que passou a ter um conteúdo maior de games. Mas sentimos que o internauta e os anunciantes exigiam de nós um portal dedicado aos games. Demoramos para lançá-lo mais do que queríamos. Uma das razões foi porque durante muito tempo, o 1UP planejava uma expansão internacional, com os parceiros de cada país. Com a venda do 1UP e cancelamento da EGM nos Estados Unidos, ficou claro que era a hora de lançar uma nova marca que estivesse presente na web, em mídia impressa, em eventos, realmente multiplataforma. O natural foi EGW – Entertainment + Game World, que já nasce como revista, site e como única premiação de games do país.
Dito isso, o site tem um plano de implementação de um ano. A cada mês, novas ferramentas serão introduzidas. A revista também tem um plano de um ano. E o próximo evento vai ser um salto com relação ao deste ano – que já foi muito bacana.

Agora a EGM se chama EGW. Fora a mudança de nome, o que mais muda na revista, grosso modo?
Pensamos a revista e o site simultaneamente. De cara, 20% do conteúdo da revista passa a ser de assuntos do interesse do gamer, mas não sobre games – cinema, DVD, tecnologia. Vai ter mais brindes. Vai ter mais pôsteres. Vai ter surpresas diversas. Vai ter sempre links expandindo as matérias no site.
A revista passa a ter “páginas infinitas” no portal. Teremos o maior e mais completo diretório de dicas, e centenas de reviews publicados desde a EGM nº 1, mais as melhores matérias especiais publicadas na história da revista.
É muito fácil fazer uma revista de games, principalmente através de licenciamento. Basta pagar o dono da marca no estrangeiro. Difícil é fazer uma revista boa, que dure anos, mantendo uma base de leitores fiéis, e garantindo aos anunciantes o retorno para o seu investimento. Nós conseguimos isso com a EGM, e no último período a revista já era 90% produzida por jornalistas brasileiros. A EGW é a evolução lógica dos sete anos da EGM.

O que representa para o mercado de revistas essa mudança da publicação, ao mesmo tempo em que é anunciada a chegada da Edge via editora Europa?
A Edge é uma revista inglesa muito boa, muito sofisticada, dedicada mais ao lado criativo e de negócios no mundo dos games. E tenho certeza que o Fábio Santana e o Gustavo Petró – velhos companheiros, que fizeram parte da equipe da EGM – farão um ótimo trabalho na sua adaptação para o Brasil.Acredito que a EGW e a Edge, juntas, são mais que suficientes para atender as necessidades do leitor que quer se informar sobre o universo de games como um todo. A aposta da EGW é em 100% do conteúdo produzido por brasileiros, para brasileiros. O da Edge, em traduzir ótimo conteúdo produzido na Inglaterra. Acho que talvez haja espaço para a Edge.Mas dificilmente outro título generalista conseguirá espaço. A tendência é ficar uma ou duas de Nintendo, uma ou duas de Playstation, e haver uma depuração do mercado.Agora, a razão da Edge substituir a GameMaster é que a GameMaster nunca conseguiu enfrentar a EGM. A Europa não conseguiu ter a principal revista multiplataforma do país com a GameMaster, agora tenta com a Edge. Como não conseguiu ter a principal revista de Nintendo do país – a N-Gamer nunca chegou perto da Nintendo World.Por outro lado, a gente anos atrás desistiu da SuperDicas Playstation. Éramos a número dois do mercado, mas a Dicas e Truques Playstation nadava de braçada em publicidade. Ganhamos umas, perdemos outras…Acho que a diferença entre a Tambor e a Europa ou a Digerati é que elas têm muitos negócios diferentes. Primeiro, nós somos muito focados em games, tecnologia, entretenimento digital. Todos os jornalistas trabalham numa redação só e eu junto. Segundo, nós somos muito focados em internet. Nossos sites falam com mais de dois milhões de gamers todo mês. No Brasil, ninguém chega perto.

Como dono de editora, você acha que atualmente é preciso investir mais em produtos para a internet do que em produtos de papel? Ou seja, ainda compensa investir na mídia revista?
Revista custa muito mais para fazer, mas a receita é muito maior. E de fato dá uma credibilidade muito diferente. Porque passa pelo crivo dos leitores, que estão tirando dinheiro do bolso todo mês para comprar a revista, “votando com a carteira”. E porque passa pelo crivo dos anunciantes, que só continuam anunciando se a revista realmente der retorno. Dito isso, temos que reaprender a fazer revistas a cada ano que passa. Não pense que estamos satisfeitos com nossas revistas, e mesmo com a EGW. A busca da atualização e da surpresa tem que ser permanente.
Fizemos uma capa toda preta, homenageando o Black Album do Metallica, para a edição de aniversário da EGM. Foi uma ousadia (pra não dizer maluquice). A venda subiu 20%.Eu acho que o melhor mix é “revista + digital”. Um ajuda o outro. Na verdade, todo mundo gosta de revista! O que ninguém gosta é de pagar por uma revista que só te oferece o que você já tem de graça na internet. Nem eu.

Quem é o consumidor de games hoje no Brasil? Para quem exatamente você faz suas revistas e sites?
Você, Pablo. …Se você achar que estamos fazendo direito, provavelmente estamos!
Não, depende. Assim: a Nintendo World é para nintendista. O Portal MSN, que fazemos para o MSN e atinge 1,6 milhão de gamers por mês, é muito aberto. A comunidade EGW continua a trajetória de sete anos da EGM, no sentido de fazer jornalismo sério sobre games.Mas, em um certo sentido, vai no caminho inverso da Edge. Principalmente no portal, nosso objetivo é sermos mais abrangentes, atrair o hardcore gamer e o jogador adulto, pai de família; o teen, o molecão, o jogador de MMO, e o cara que nem quer saber tanto dos bastidores da indústria, mas não passa um dia sem jogar no seu PSP. Ah, e as mulheres também.Inclusive, o portal EGW já nasce com a missão de atender também ao mercado português, e a partir de agosto, a todo o mercado latino-americano, com conteúdo em espanhol.Nossa missão é sermos “O primeiro portal de games da América Latina”. Ou seja, fazemos conteúdo de games para gamers de todos os tipos, idades, gostos e agora até de línguas diferentes!

No evento Troféu Gameworld, você afirmou que o Brasil é o país com maior possibilidade de crescimento da indústria de games em todo o mundo. De que depende esse crescimento, afinal? O que nos impede?
O Brasil é a décima maior economia do mundo. Temos uma população na maioria jovem, todo mundo fala a mesma língua, a maioria é urbana, não temos guerras civis, a economia está sofrendo menos que o resto do mundo. Somos o nono maior mercado de TI. Mas hoje o Brasil é 1 a 2% do negócio de games global. Isso não tem sentido. Por isso, o crescimento do mercado formal será muito grande nos próximos anos, a despeito de todos os problemas habituais – impostos, preços altos etc. Vamos dobrar, triplicar, ano após anos.
Acredito que vai crescer o modelo habitual – venda de hardware e caixinha de jogo em lojas especializadas e em grandes varejistas, online e offline – mas também vão crescer muito negócios que fogem ao beabá, como jogos cada vez mais sofisticados para celular, MMOs com modelos diferentes de receita, distribuição digital, eventos ligados a games e por aí vai.Claro que quem se mexer mais vai levar vantagem. Se a Sony começa mesmo a fabricar jogos para PS3 em Manaus em 2010, leva vantagem. Se não, não.O grande portal tipo UOL ou Terra ou MSN que resolver investir sério para ter o maior share de MMOs levará vantagem. A agência de publicidade que ficar conhecida como a melhor em advergaming levará vantagem. O primeiro varejista online a oferecer compra de jogos via distribuição digital em reais e em parcelas levará vantagem. Por aí vai.Eu editei minha primeira revista de games em 1994 e nunca estive tão otimista com nosso mercado quanto agora. Tenho certeza que o mercado brasileiro de games vai ser 10% do mercado mundial, em um prazo curto.
Quer uma previsão? 2015. Me cobra pra ver se eu acertei daqui a seis anos!

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , , , , , ,
19/05/2009 - 17:05

Novo site. E "nova" revista

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E o Gamer.br apresenta com exclusividade mais um lançamento do mercado editorial brasileiro.

É a EGW, que a partir da semana que vem substituirá a EGM Brasil nas bancas. O o nome é novo, mas a revista continuará sendo editada pela mesma equipe (a edição continua por conta do Ricardo Farah) e lançada pela Tambor. A numeração também seguirá a da EGM, ou seja, a EGW já começa na edição 89. Terá 100 páginas e sai em 25 de maio, por R$ 9,90.

E antes mesmo da chegada nas bancas, o site EGW estreia na internet, com o objetivo de ser “o primeiro portal de games para a comunidade ibero-americana”. O comando do site é da Beatriz Sant’Anna, que conforme o pessoal das antigas se lembra, foi editora da EGM e da Nintendo World há alguns anos.

A seguir, o release oficial divulgado hoje pela Tambor.

Tambor lança EGW, o primeiro portal para a comunidade de gamers ibero-americana

A Tambor revitaliza uma de suas marcas mais antigas suprindo a necessidade por um excelente conteúdo em entretenimento e jogos no Brasil com o EGW (Entertainment + Game World), primeiro portal de games e entretenimento digital para a comunidade de jogadores iberoamericana. “Os jogos eletrônicos hoje são parte de toda uma indústria do entretenimento geral. A grande maioria dos games que são lançados acompanha um filme nos cinemas, um Blu-ray nas locadoras ou até mesmo uma animação para a TV. Por isso assumimos este novo desafio editorial, trazendo conteúdo de qualidade e competência no que tange todos os segmentos do entretenimento e não apenas os jogos eletrônicos”, explica André Martins, Diretor Geral da Tambor.

Além de trazer todo conteúdo editorial da revista, como matérias especiais sobre tecnologia e entrevistas com produtores e desenvolvedores, o portal nascem também com a pretensão de ter o maior acervo de dicas de jogos, que estarão disponibilizadas também em serviços mobile. Podcasts e chats com os editores, vídeo análises dos principais lançamentos em jogos e colunistas de diversos países da América Latina, Espanha e Portugal também serão destaques exclusivos do portal que nasce tanto para a comunidade de jogadores brasileiros como também de ibero americanos, com conteúdo em português de Portugal e espanhol. “O EGW é feito pela equipe de games da Tambor e também por quem quiser participar. O leitor dá a opinião, manda textos, fotos e vídeos mostrando sua relação com o mundo dos games”, explica Beatriz Sant’Anna, editora do portal, que também trará uma área exclusiva para os usuários participarem de uma comunidade de jogadores e se tornarem colaboradores.

A estreia do portal EGW marca também a mudança de título da revista EGM Brasil para EGW. A revista EGM Brasil, especializada em games de todos os consoles, ganha com isso muito mais conteúdo de entretenimento digital. “A presença da EGM Brasil no mercado brasileiro trouxe um amadurecimento não só editorial como comercial. O mercado brasileiro presenciou um novo jeito de produzir conteúdo sério, informativo e completo. É neste momento que a EGW entra no mercado editorial para dar continuidade à evolução em que a convergência da diversão é cada vez mais notável. Os jogadores terão dois veículos; revista EGW e site egw.com.br, que trarão juntos todo conteúdo pertinente ao entretenimento digital”, define Isac Guedes, Gerente de Publicidade da Tambor.

A edição de maio da revista chega às bancas em 25 de maio. Entre os destaques, a matéria de capa da edição traz detalhes inéditos sobre o novo jogo do Exterminador do Futuro: A Salvação, contando a cronologia da série no cinema, na TV e, principalmente nos games. Ainda nesta edição os leitores têm a oportunidade de conferir previews exclusivos de Star Trek Online e Final Fantasy XIII, entrevistas com os produtores de Persona 4 e Fallout 3, além de análises completas dos principais lançamentos do mês em jogos e em DVD/Blu-ray. “O conteúdo do site em conversa com o da revista EGW é um presente para todos os jogadores do Brasil, mas principalmente para os leitores da revista, que passa a ganhar ‘páginas infinitas’ de conteúdo 100% preciso e confiável”, explica Ricardo Farah, Editor Executivo da EGW.

Com as novidades editoriais, a revista EGW passa a ter 80% de conteúdo sobre jogos eletrônicos e 20% de entretenimento geral, como cinema, DVD e Blu-ray, reafirmando a posição da Tambor na liderança do segmento editorial especializado em entretenimento e tecnologia. “Se você quer saber qual o futuro do cinema, jogue Metal Gear Solid 4. Se você quer saber qual o futuro da música, jogue Guitar Hero: Metallica. Se você quer saber qual o futuro das comunidades online, jogue LittleBigPlanet.  Se você quer saber qual é a revista e o site brasileiro que falam de tudo isso, é o EGW”, afirma André Forastieri, Diretor Editorial da Tambor.

***

No dia da estréia do site – provavelmente nesta sexta, logo confirmo isso -, colocarei no ar uma entrevista exclusiva e sincera com André Forastieri, sobre os novos produtos de sua editora e os rumos do mercado editorial brasileiro. É imperdível.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , ,
18/05/2009 - 21:11

Resolvendo conflitos

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Agora sim, é hoje, na MTV, minha participação no Notícias MTV. 21h30. Prestigie.

***

Animei. Tudo certo para a E3 2009. Dessa vez foi mais rápido que no ano passado, quando resolvi tudo uma semana antes de viajar. Dessa vez, adiantei as coisas 12 dias antes. Agora a coisa anda.

***

Conforme apontei na sexta-feira, alguns visitantes postaram reclamações na área de comentários do Gamer.br sobre problemas relacionados a Ragnarök Online.

Hoje, procurei o diretor geral da Level Up!, Julio Vieitez, para dar o lado da empresa sobre o assunto. A seguir, as respostas dele sobre os dois temas principais das reclamações:

Sobre BOTs no jogo:
“Os BOTs são tão nocivos para a Level Up! quanto para os jogadores. Nós constantemente solicitamos novas atualizações ao desenvolvedor do jogo, pois eles são os responsáveis pelas mesmas. Para a Level Up! também é interessante um jogo com a menor quantidade de BOTs possível. Não faz sentido imaginar o contrário.”

Em relação à venda de itens:
“Existem dois servidores diferentes, um onde há uma venda maior de itens e outro, com acesso premium, onde a maior parte destes itens pode ser obtida sem a necessidade de compra de ROPs. Cada jogador pode escolher o servidor que se adeqüar melhor ao seu estilo. Em relação aos itens que são vendidos, ocorre uma mescla. Os itens mais fortes não são vendidos com tanta freqüencia como outros”.

Vieitez ainda reforça que novas sugestões/reclamações devam ser feitas direto para a Level Up!, seja no site da empresa, seja no fórum do jogo ou na Central de Atendimento.

E o Gamer.br, no melhor estilo Celso Russomano de ser, espera que jogadores e empresa cheguem a um acordo bom para ambas as partes.

Ah, amanhã tem surpresa aqui.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
15/05/2009 - 20:37

Para o fim de semana

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Acabou que era furada a notícia da vinda do Bill Van Zyll, da NOA, ao Brasil. Conforme fontes dentro da Latamel me alertaram hoje, não nada programado nesse sentido, pelo menos nas próximas semanas. Ok, recado dado.

***

A edição 1 da Edge foi para a gráfica há alguns poucos dias. A primeira edição logo estará estourando por aí – recheada de boas-vindas do povo do mercado.

***

E a Level Up!, veja só, está armando um campeonato em um cinema.

“A Level Up!, líder brasileira do mercado de games online, em parceria com a Cinemark, realiza no próximo dia 30 de maio, das 9h às 13h, na Sala 7 do Shopping Metrô Santa Cruz, em São Paulo, o Game Experience, o primeiro campeonato de jogos online disputado numa tela de cinema. A expectativa da Level Up! é que cerca de 400 pessoas participem do evento, entre eliminatórias e final.

Ao todo, serão 64 times participantes, 32 para cada jogo, totalizando mais de 150 jogadores. A eliminatória de Ragnarök será realizada no dia 23 de maio, a partir das 11h, na Lan House Lords, no Shopping Anália Franco, e a de Grand Chase também em 23 de maio, a partir das 14h, na Lan House Santana, na Rua Voluntários da Pátria, 3126. Os quatro times classificados disputarão as semifinais e a grande final na Sala Digital do Shopping Santa Cruz.

Para participar das eliminatórias, há uma taxa de inscrição de R$ 15,00 por jogador. Já para o público interessado apenas em acompanhar a grande final, a Level Up! disponibilizará 250 ingressos; para obter uma entrada, basta comprar R$ 9,90 em créditos dos jogos da Level Up! em uma das 5 Lan Houses participantes. Mais informações em http://games.levelupgames.uol.com.br/gameexperience/.

A apresentação do evento será da Flavia Gasi.

Enquanto isso, alguns jogadores usam o espaço de comentários deste blog para reclamar de alguns acontecimentos nos servidores de Ragnarök.

***

Sabe quem é Natasha Bedingfield?

Então, eu não sabia. Mas vou saber. Ela é a atração principal da festa da Nintendo na E3, em 2 de junho.

Para um evento que já teve Brian Setzer Orchestra, Smashmouth e Black Eyed Peas ao vivo, é meio triste. Mas vamos lá, tudo pela festa.

***

E olha o nosso Ministério da Cultura promovendo mais um concurso de criação de games. Eu nem estava sabendo. Preciso ler mais o Twitter.

Aliás, eu tenho um. www.twitter.com/pablomiyazawa. Me siga. Garanto que aqui atualizo mais rápido do que lá.

Até segunda!

Autor: - Categoria(s): Cobertura WCG 2008, Tudo ao mesmo tempo Tags:
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