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Arquivo de março, 2009

31/03/2009 - 18:33

Dia de Festa

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Estou de saída para o Troféu Gameworld. Alguém vai? Espero não pegar trânsito.

Amanhã, 21h30, devo falar sobre o evento no Notícia MTV, programa do Cazé. Assista também.

Nos vemos amanhã por aqui.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
30/03/2009 - 18:33

Mais Game na TV

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Alguém aí está sabendo do Game Up, “novo” programa sobre games do canal ESPN Brasil? É, eu não sabia.

Parece que estréia no dia 16 de abril, e será “apresentado” pelo jornalista Marcelo Duarte, aquele do Guia dos Curiosos. Ele, ou uma versão animada dele – preciso checar isso. Nos EUA, o programa estreou em janeiro. Parece que o foco está nos bastidores das produções de jogos, principalmente esportivos, com ênfase em jogadores brasileiros e suas proezas. A ver.

O vídeo abaixo é um teaser interessante.

Talvez eu tenha sido o último a saber disso. Acho que preciso assistir mais TV… mas com o preço da assinatura da TV a cabo, está difícil. Ainda se a transmissão fosse infalível, valeria a pena. Mas do que adianta pagar uma grana por um monte de canais que nunca funcionam direito?

Pronto, desabafei.

***

Mais gente fazendo.

O André Faure, glorioso ex-Futuro/Microsoft/Tectoy, atualmente no C.E.S.A.R. (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife) e morando em Curitiba, uma das figuras mais polêmicas e conceituadas do nosso mercado, estreou uma coluna virtual no site Games Town.

Não sei com qual frequência ele irá postar, mas está dada a dica.

O Games Town, aliás, é novinho e “dedicado exclusivamente à venda de produtos relacionados ao universo dos Games”, segundo me descreveu uma pessoa envolvida no projeto. A versão que está no ar ainda é beta. Vejamos.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: ,
29/03/2009 - 22:37

De Volta ao Mundo Real

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Nada como uma semana de fechamento para ficar totalmente por fora do que acontece no mundo. Pois bem, reciclar é preciso. Estou precisado. As coisas devem melhorar a partir desse mês.

Terça que vem, último dia de março, acontece a cerimônia de premiação do Troféu Gameworld, organizado pela Tambor. Se você aparecer me diga oi, que eu devo estar po ali. O evento terá cobertura exclusiva do PlayTV, presença de executivos gringos e o Miranda como apresentador. Aquele mesmo, jurado do Ídolos, produtor musical, gourmet sofisticado e gaúcho gente finíssima.

Enquanto isso, o André Forastieri, idealizador do prêmio, dá uma bela defendida nos videogames em um texto bacana em seu blog. O discurso, para quem conhece o Forasta, não é novo – hilário é ver o monte de comentários de gente que não entende o porquê de ele insistir em puxar a sardinha para os games.

***

O que me faz lembrar de outro assunto…

A questão é dirigida aos amigos do Sul do país: como anda a situação desde que a proibição da venda de “games violentos” foi sancionada pela governadora Yeda Crusius? Alguém aí pode me dizer se já sentiu a diferença?

Só para você saber do que se trata… roubei o trecho a seguir eu roubei do blog Canal dos Games, do jornalista Diego Guichard, do Zero Hora:

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:

Art. 1° – Fica proibido, nas lojas de comércio ou de prestação de serviços estabelecidas no Rio Grande do Sul, o acesso de crianças e de adolescentes a programas informatizados, brinquedos, jogos ou “games” que induzam ou estimulem a violência.

Parágrafo único – São crianças e adolescentes aquelas pessoas definidas no art. 2° da Lei Federal n° 8.069, de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente.

Art. 2° – São indutores ou estimulantes da violência os programas informatizados, brinquedos, jogos ou “games” que ofereçam opção da prática de destruição, morte, dano físico ou psíquico a qualquer forma de vida humana, animal e vegetal, bem como a qualquer objeto ou imagem com características de ser vivo.

Art. 3° – Esta Lei poderá ser regulamentada para sua aplicação, especialmente quanto ao estabelecimento de sanções.

Art. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 10 de março de 2009.

Cá entre nós, este trecho é especialmente interessante:

...dano físico ou psíquico a qualquer forma de vida humana, animal e vegetal, bem como a qualquer objeto ou imagem com características de ser vivo.

É isso aí: temos que respeitar as plantinhas também.

***

Na sexta-feira, rolou um evento clássico, pelo menos para mim: um reencontro de ex-funcionários da Gradiente Entertainment. Talvez você conheça a empresa como Nintendo. Antes, se chamava Playtronic.

Trabalhei como Powerline na Nintendo brasileira de 1996 a 1998. Saí do cargo para ajudar a criar a Nintendo World na editora Acme (que em seguida mudaria o nome para Conrad). Deixei muitos amigos por lá. Alguns, infelizmente, fiquei anos sem encontrar. O pessoal que formava equipe comigo compareceu em peso (se você telefonava para a gente naquela época certamente se lembrará de alguns desses nomes). Entre eles, Eduardo Trivella, Rogerio Freire, Cassiano Barbosa, Renatto Neto, Patricia Aguilar e até o Gilson Lima, na época, o diretor de marketing e chefão de todos nós.

Quase nenhuma menção a games ao longo da noite, exceto pelo NIntendo DS que o Trivella carregava no bolso e mostrava para todo mundo (a saber – um certo trecho mais picante do novo GTA: Chinatown Wars). Rimos muito com velhas histórias de atendimentos entre outras palhaçadas, mas me decepcionei com um detalhe: nenhum de meus ex-colegas conseguiu lembrar a famigerada dica de “como sair da Forest of Ilusion em Super Mario World”. Respondíamos a essa dúvida por telefone pelo menos umas 30 vezes por dia. Claro, isso faz mais de dez anos e há coisas na vida muito mais importantes para se lembrar. Mas o pior é que eu mesmo me lembro – desta, e de várias outras dicas.

E juro que não é de propósito. Os tempos eram bons, o que posso fazer?

***

Talvez isso seja “old”, mas achei sensacional: o Tetris para macho.

Alguém me avise se conseguir fazer uma única linha, porque eu desisti. 

***

O Douglas Vieira me avisou: tem Brasil no próximo Call of Duty: Modern Warfare 2. Ou será ilusão de ótica? Já consigo até ler a nota de repúdio enviada pela Prefeitura do Rio de Janeiro à Infinity Ward…

E bom começo de semana a todos.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
25/03/2009 - 11:39

Reciclando

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A GDC está rolando em São Francisco. Tem acompanhado?

Vou falar aqui sobre a tecnologia revolucionária apresentada pela OnLive assim que eu digerir melhor a idéia. É difícil dizer o que isso representará para o mercado e para a maneira como lidaremos com os games no futuro. Melhor não falar bobagem.

Tenho tantos outros temas para falar, mas o fechamento da Rolling Stone está me sufocando legal. Para não deixar você na mão, republico um texto que encontrei em meus arquivos. Escrevi há exatamente um ano para a revista EGM Brasil. Não sei bem se o que está ali ainda corresponde à realidade. Acho que em grande parte, sim. E depois você me diz se concorda ou não.

Logo voltaremos à programação normal..

***

Todo Dia é da Marmota

Sendo muito sincero, estou cansado.

Talvez a culpa seja da minha rotina estafante, da carreira atarefada ou da vida pessoal cada vez mais agitada. Ou de tudo isso ao mesmo tempo, vai saber? Mas o fato é que estou bem cansado do mundo dos games.

Antes de me enviar uma chuva de pedras por e-mail, explico. Não estou cansado de jogar games (será que tem algum louco no mundo que se cansa disso?). Estou é de saco cheio de explorar o assunto profissionalmente, como me acostumei a fazer nos últimos doze anos. O motivo é um só, e alguém aí há de concordar comigo: esse mercado anda chato demais.

Tento visitar quase diariamente uma dezena de portais e blogs na internet para saber o que rola de novo e interessante. Não faz muito tempo, tenho sentido que estou diariamente lendo as mesmas notícias. Grosso modo, tudo o que acontece atualmente me parece que já aconteceu antes, em doses diferenciadas, com nomes e números diferentes. E todos os sites reproduzem as mesmas informações de forma idêntica, e nem se dão ao trabalho de escrevê-las com outras palavras.

Vejamos as novidades da semana em que escrevo estas linhas. Vem aí um novo The Sims. E um outro jogo do Sonic, será que esse agora vai? Ah, e não dá para esquecer do próximo Street Fighter, o IV, e o novo Grand Theft Auto, também IV. E também vai rolar a seqüência de Bioshock, e de outras franquias que fizeram sucesso recentemente. No lado business da coisa, a Electronic Arts continua querendo comprar todo mundo (inclusive o seu carro, a sua casa, a sua coleção de gibis e por ai vai). Wii, Xbox 360 e PlayStation 3 ainda brigam por fatias adormecidas do mercado. E veja só, quem diria: mais um game estrelado pelo Super Mario bateu recordes de vendas.

Bocejo.

Admito que é complicado acompanhar esse mercado pelo lado de fora, e que isso contribui para essa minha falta de paciência com essa rotina. Nos tempos em que eu editava a EGM, essa relativa mesmice não me incomodava nem um pouco. Hoje, checando as notícias sem me envolver, sinto como se nada de novo acontecesse, ou se como se todos os dias fossem os mesmos. Sabe aquele filme com o Bill Murray, O Feitiço do Tempo, sobre o infame “dia da marmota”? Tenho a ligeira impressão de que se eu passasse três meses desligado de tudo, não perderia muita coisa. Estou exagerando ou sendo chato demais? Ou é só despeito de minha parte, já que não consigo mais me manter atualizado graças à insana velocidade com que as informações fluem atualmente?

Bem, é hora de mais uma partidinha de Rock Band…

 

Texto publicado na edição de abril/08 da EGM Brasil.

Autor: - Categoria(s): Cobertura WCG 2008, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
24/03/2009 - 16:46

De Volta à Vida

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Estamos vivos!

A volta do Uruguai foi tudo, menos traumática. A experiência no mundo do pôquer também. As sequelas foram bem menores do que as deixadas pelo show do Radiohead no domingo. Não a apresentação em si, mas o sofrimento ligado ao festival de um modo geral. Acho que todo mundo que foi ao evento deve ter uma história horrível para contar. Quem quiser dividir, o espaço de comentários é logo aí embaixo.

E só para complementar minha teoria sobre a relação pôquer-games… o vencedor do torneio que cobri em Punta é um norueguês de 20 anos, ex-fanático por StarCraft. Ele disse que só começou a praticar o jogo de cartas na internet por causa da habilidade adquirida no game de estratégia em tempo real. Resultado? Ele está US$ 290 mil mais rico. Acontece. Não com todo mundo, mas acontece.

E logo mais eu volto com umas boas novas. Porque tem que melhorar alguma hora.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , ,
18/03/2009 - 20:14

O que o pôquer e o videogame possuem em comum

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Escrevo da sala de imprensa do Mantra Hotel Y Cassino, em Punta del Este, Uruguai.

Lá fora, o pau come solto em dezenas de mesas de tampo verde cheias de gente em volta e repletas de cartas e pecinhas coloridas. O ruído de fundo é sutil, mas quase insuportável: são os jogadores de pôquer mexendo e remexendo repetidamente suas fichinhas. É um clec-clec-clec infinito e de enlouquecer. Mas quem joga finge não escutar nada. Sorte a deles. Eu estou pirando.

É o surreal cenário de um campeonato internacional de pôquer, em sua modalidade mais nobre – o Texas Hold’em. A organização é do site Pokerstars. São (eram, nesta altura do dia) 327 competidores. Cada um pagou US$ 3500 para participar (exceto os jogadores patrocinados, que entram no evento direto). Dos 327, apenas 36 levam prêmios em dinheiro. O valor total acumulado é US$ 1 milháo e 100 mil, sendo que o primeiro colocado leva US$ 283 mil sozinho.

O campeonato começou há oito horas, e pelo menos um terço dos jogadores já foi eliminado. Hoje, eles vão jogar até cair – ou quando sobrar pouco mais de cinco dúzias de players. E recomeça amanhã, com previsão de terminar na sexta-feira. Exaustivo é pouco.

Não se comentei durante minha passagem por Colônia, no World Cyber Games 2008, que o passatempo favorito dos cyberatletas durante as competições é jogar pôquer. Até procurei mais relações de semelhança entre as duas práticas, mas tudo o que descobri é que as duas categorias exigem, além de habilidades acima da média, uma competitividade acentuada e quase doentia. Sorte, em ambos casos, conta bem pouco.

O fato é que tem muita gente de outros esportes migrando para o pôquer. Jogadores de xadrez, de bridge, de gamão, de card games como Magic The Gathering. E também jogadores profissionais de games. Um bom exemplo é o Thiago Carriço, ex-campeão de FIFA, e o irmão dele, Bruno. Como eles, há muitos outros. O pôquer se tornou a fronteira final para competidores inveterados com sede de algo mais – no caso, dinheiro e, por que não?, emoção.

Estou vendo tudo isso de perto, e estou impressionado. Não vou achar estranho se mais e mais cyberatletas entrarem de cabeça no pôquer nos próximos anos. Aliás, não irei estranhar se qualquer jogador de games largar o joystick para jogar pôquer. Isso já deve estar acontendo agora, enquanto escrevo estas linhas.

Assustador, não?  Pois é.

E dá licença, que vou lá ver como está o torneio.

Autor: - Categoria(s): Cobertura WCG 2008, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
17/03/2009 - 16:00

Jogadores de futebol… jogam DS

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Cheguei há pouco no Uruguai.

Vim para Punta del Este cobrir um torneio internacional de pôquer promovido pelo site Poker Stars. Coisas da profissão, sabe como é.

E já quando eu pensava que a viagem não teria nada a ver com games… vejo que todo o time do São Paulo F.C. viria no mesmo vôo que eu. Eles também voaram para cá, para jogar a Libertadores da América contra o Defensor Sporting. E o que será que um jogador de futebol profissional faz durante uma corriqueira viagem de avião?

Dorme de óculos escuros. Escuta iPod. Mexe no laptop. E… joga Nintendo DS.

Dagoberto, Richarlyson e mais um jogador que não identifiquei passaram o vôo todo se divertindo com disputas acirradas de Mario Kart DS, mesmo com as turbulências. Algumas poltronas atrás, o zagueiro Miranda, tranquilo, também jogava o seu DS. Não consegui identificar o game, mas ele parecia bastante concentrado. Enquanto isso, Muricy dormia. E Rogério Ceni batia papo com os jogadores de pôquer.

Por essa eu não poderia esperar. Nem todo boleiro é somente boleiro nos videogames. E quem não tem Winning Eleven no PlayStation 2, joga mesmo com portátil.

E vamos ao pôquer, que também é esporte sério.

Mais, depois.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
16/03/2009 - 18:18

Game na TV. Hoje

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Na correria, então vamos lá. Momento ego trip:

Estréia hoje no canal MTV uma “coluna” minha sobre games. É no programa novo do Cazé, o Notícias MTV, a partir das 21h30. O tema do falatório é Guitar Hero: Metallica, The Beatles: Rock Band e essas coisas que você já está cansado de ouvir falar. E este blog deve aparecer no programa também. Confira (espero que a edição tenha me favorecido. Falar na TV não é fácil).

E estreou hoje também minha oitava coluna da série Jogatinas de um Gamer.br no blog da Digerati. O tema é mais gelado que um freezer: aparições de games no cinema – não temas de games, mas de gente jogando na tela grande. Rolou uma listinha legal. Dê uma conferida aqui.

Embarco amanhã para Punta del Leste, Uruguai, para cobrir um torneio de games. Mas não de qualquer game – jogos de azar, pôquer para ser mais exato. Darei alguns alôs daquelas bandas.

Abraço!

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
13/03/2009 - 18:46

Gamers Independentes, Uni-Vos

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Você já ouviu falar do IGF?

Trocando em miúdos, Independent Games Festival. Um evento de desenvolvedores de games que acontece todos os anos (desde 1998) nos Estados Unidos, mais especificamente em San Francisco, Califórnia. Nas palavras dos próprios organizadores, é como o Festival de Sundance para os cineastas independentes, com apresentações de novos jogos, debates e prêmios para os “melhores”.

A edição deste ano acontece entre 23 e 27 de março, como parte da GDC – a Game Developers Conference, o evento de games mais cool da América do Norte.

Só mencionei o IGF para fofocar que tem gente tentando organizar um festival nesses moldes aqui em solo brasileiro. Nas palavras do empreendedor, que ainda quer permanecer anônimo:

Bom, é um festival de games indie, a exemplo do IGF, criado pra movimentar os programadores de garagem e quarto, mostrar talento, idéias, e fermentar discussões sobre o mercado nacional e a criatividade em geral.”

Parece bom, não? Vamos torcer para sair do âmbito das idéias mirabolantes e virar realidade.

O “IGF brasileiro” não tem data nem local por enquanto, mas tem um nome. Será que posso mencionar? Melhor não ainda. Logo mais volto a esse tema.

***

E por falar em projetos independentes…

O publicitário e jornalista especializado Vinícios Duarte, conhecido por aí como Bacalhau, está com um empreendimento novo e ambicioso.

É o GamerView. Um portal que, nas palavras dele, tem como proposta “criar um conteúdo diferenciado, mais íntimo e humorado”. As intenções de Vinicios vão além do simples site especializado em games. Ele se propõe a apresentar, além de material em texto, programas de áudio e vídeo semanais e colunistas. E como bom publicitário que trabalhou anos em agência, ele caprichou na embalagem: o site tem arquitetura própria, logotipo, mascote (o Joy) e idéias comerciais avançadas. A previsão de estréia é março, ou seja, ele ainda tem duas semanas para colocar seu site no ar.

E ele conta com a sua colaboração. Quer escrever no GamerView, dar idéias e opiniões? Escreva direto pro dono do site em vinicios@gamerview.com.br e venda o seu peixe.

***

E para fechar o dia do empreendorismo indie nos games:

O blog/site Imprensa Gamer, que coleta os posts de toda imprensa independente brasileira, foi criado por um leitor que não é jornalista: Klaus Silveira, de 19 anos. Nesta entrevista para o blog da Digerati, ele explica suas motivações e planos para o futuro, além de dar boas dicas para quem tem boas idéias mas tem preguiça de aplicá-las.

É o seu caso? E crie seu empreendimento você também. E até segunda.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
12/03/2009 - 15:16

Beatles Inédito?

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“Stuff that has never been heard, never been released”

É o que disse Dhani, o filho do George Harrison a respeito das músicas apresentadas no aguardadíssimo The Beatles: Rock Band.

Trocando os idiomas, “coisas nunca antes ouvidas nem lançadas”.

Estaria ele exagerando, dizendo bobagem ou realmente falando sério?

Seja como for, serão músicas inéditas dos Beatles no game. Empolgante, não?

E 9 de setembro de 2009 parece mais longe do que nunca.

***

Hoje, foi a vez da Microsoft avisar:

Microsoft traz Halo Wars ao Brasil

Os fãs do lendário universo de Halo começam o mês de março com um bom motivo para comemorar: a chegada ao país de Halo Wars, o mais novo capítulo da saga. A partir do dia 12, os jogadores poderão descobrir como começaram as batalhas entre o Conselho de Segurança da ONU (UNSC) e os Covenant, raça alienígena que ameaça destruir a humanidade.

Halo não é apenas uma franquia importante para a Microsoft e o Xbox 360, mas também para toda indústria de games. É realmente a primeira franquia que se transformou em um fenômeno pop-cultural de um modo como nunca foi feito antes por outros games”, explica Milton Beck, diretor de entretenimento e varejo da Microsoft Brasil.

Ficha técnica
Halo Wars
Data de Lançamento: 12 de março de 2009
Preço: R$ 179,00

Ou seja, de acordo com meu calendário, é hoje. Alguém pode ir às compras e me dizer se já chegou mesmo?

Ou melhor, vá amanhã e aproveite para checar o Resident Evil 5. E se tiver dinheiro sobrando… mande um pouco pra mim. E compre os dois games. Prestigie os lançamentos nacionais.

***

E o Pablocast voltou.

Ou algo parecido. De qualquer forma, é o primeiro podcast de nova geração deste Gamer.br. em 2009.

Gravado por mim e pelo prodígio Gustavo Lanzetta nesta quarta-feira, 11 de março. Mais de uma hora de falatório incessante sobre tudo – até games. Imagine só. E citamos alguns nomes até. .

Escute diretamente aqui.

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