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Arquivo de fevereiro, 2009

20/02/2009 - 20:29

Alalaô

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Feriadão, hein?

Mas o Gamer. br não viaja, então não vai parar. As atualizações continuam. Naquele ritmo carnavalesco que você conhece.

Mas vou aproveitar que você estará relaxado para abusar de sua boa-vontade. Topa responder a uma pesquisinha? É bem rápido, não dói nada. E vou sortear, entre todos que se dispuserem a participar, um exemplar do sensacional guia Os 100 Melhores Jogos da revista EDGE, no Brasil editado pela Europa sob o comando do glorioso Fabio Santana.

Entre nos comentários e responda às cinco questões abaixo da maneira mais clara possível. Se não for muito dificil, prefiro que não minta. Se quiser, use um pseudônimo, mas utilize seu e-mail verdadeiro (para eu poder entrar em contato caso você seja sorteado). O resultado não será divulgado no site  – é apenas para eu compreender melhor quem é você, leitor e visitante do Gamer.br. Agradeço desde já.


1.
Quais videogames possui em casa (e que ainda são utilizados frequentemente);

2. Cite de quais maneiras você gasta dinheiro com jogos (pode escolher várias opções ou só uma):
a) comprando em lojas “físicas” brasileiras, sempre games originais
b) comprando em sites brasileiros (lojas virtuais, mercado livre), sempre games originais
c) comprando pela internet em lojas gringas, sempre games originais
d) comprando e baixando conteúdo pela internet (Xbox Live, PSN, Wii Points…)
e) pagando assinatura de jogo online, realizando micro-transações (World of Warcraft, Ragnarök…)
f) comprando games piratas
g) não gasta nem um único real com games

3. Como você avalia o seu nível de interesse no chamado “mercado brasileiro de games” (escolha uma só)?
a) Me importo, afinal, trabalho/faço parte dele de alguma forma.
b) Me importo, porque gostaria muito de trabalhar/fazer parte dele de alguma forma.
c) Me importo, porque o assunto me interessa, mas não tenho exatamente vontade de participar dele.
d) Não me interesso muito. Gosto mesmo é de jogar e saber sobre as novidades.
e) Não me interesso nada. Afinal, o mercado brasileiro de games é uma piada.

4. Como você conheceu este blog?

5. Cite cinco outros sites/blogs brasileiros sobre videogames que visita regularmente, além do Gamer.br.

6. Idade, cidade e estado onde mora, profissão atual, nível de escolaridade.

***

E bom feriado para todos. Entre um desfile e outro, não deixe de fazer uma visita.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
20/02/2009 - 12:07

Carrinho, não

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Para animar a sexta-feira: não dê carrinho em seu colega.

Quando algo repercute na cultura pop – o piti irado de Christian Bale no set de Terminator: Salvation, por exemplo -, os gringos criam uma versão musical com batidas eletrônicas. Já no Brasil, os compositores capricham no funk mesmo. Muito mais a nossa cara, não acha?

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
18/02/2009 - 15:10

E3? Já?

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Pois é. Esse ano começou cedo.

Acabou de chegar no meu e-mail corporativo o primeiro “save the date”. E pra variar, foi do povo da Microsoft. Eles sempre foram mesmo os mais agilizados:

E309 MEDIA BRIEFING

June 1st. Monday. 10h30.

Save the Date.

Please Join Us This Spring in Los Angeles.

Evites & online registration are coming soon.

Xbox 360 Media Briefing
Los Angeles
Monday, June 1st, 10:30AM

Ok, estaremos lá. Quer dizer, vamos tentar. Esse ano está prometendo, e mal começou.

Autor: - Categoria(s): Cobertura E3 2009, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
17/02/2009 - 19:14

De volta

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O tempo passa! A semana voou.

E tudo porque só se joga Street Fighter IV por aí. E, a partir de hoje, Grand Theft Auto IV: The Lost and Damned no Xbox 360. As pessoas andam ocupadas, e, por consequência, o mercado brasileiro está morno.

E eu, do alto de minha integração com o mercado, passo a noite jogando… Lips. Juro. E cantando “Umbrella” em baixo volume. Para não assustar os vizinhos.

Mas isso, a gente supera. Se tudo der certo, estarei online, conectado e em full HD logo após o Carnaval. Ah, a tecnologia. Que saudades.

Amanhã eu volto.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
11/02/2009 - 17:15

Chove, chuva

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Uma semana agitada e de chuvas. Está chovendo por aí? Aqui sim, o dia inteiro.

A visita da comitiva do Kevin Baqai, representante da Proximo Games, ainda repercute no Brasil. Para quem está me pedindo o contato dele, aliás, acho melhor tentar o e-mail que está no site corporativo da Proximo. Todo mundo que encontrou com ele na semana passada confirmou a minha opinião: a iniciativa é ousada e ambiciosa, o que pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista. Agora, darei uma de São Tomé agora: quero ver para crer. E que venha a primeira loja.

***

E lembra que o André Forastieri estava procurando alguém para trabalhar com ele? Ele, pelo visto, encontrou. Pelo menos por enquanto, nem adianta mais mandar currículo para lá.

***

Para quem não leu ainda: está no ar minha sexta coluna no Jogatinas de um Gamer.br, no blog da editora Digerati. Eles tiveram um problema recente e o site saiu do ar durante umas semanas, então as colunas anteriores desapareceram como mágica. Mas logo elas voltam. Por enquanto, fique com esta, um ensaio sobre os games ruins que me fizeram perder tempo na vida. Uma listinha, sabe como é. Até a inspiração voltar.

***

E trazendo de volta velhos conteúdos, dou link para a resenha que fiz sobre o “show de retorno” do trio Little Quail and the Mad Birds, há algumas semanas. O que isso tem a ver com games? Bem, eles foram os primeiros brasileiros a fazer cover de um tema de game em um disco. A faixa “Stock Car” abre o primeiro disco deles, de 1995, e é uma versão do tema de Rally X, aquele arcade bem irritante da Namco (do carrinho que solta fumaça, sabe?). Adivinha com qual música eles começaram o show? Veja como foi aqui.

***

E está nas bancas a revista Rolling Stone de fevereiro. O figura da capa você deve conhecer e dispensa comentários. Chamo atenção para a matéria especial com o time Mibr, o mais famoso clã de Counter-Strike do Brasil. A reportagem foi feita durante minha passagem por Colônia, no campeonato World Cyber Games, com direito a outros encontros já em São Paulo. Acredito que tenha ficado um texto, no mínimo, diferente. Pelo menos, combate alguns estereótipos. Um trecho da matéria pode ser lido aqui. Mas compre, prestigie.

Na mesma edição tem outro texto meu – um perfil da banda Sepultura. Só para não falar que é off-topic: o guitarrista, Andreas Kisser, é fã declarado de games e já apareceu por aí jogando Guitar Hero. É claro que a matéria da RS não fala nada sobre isso, mas…

***

Ainda sobre o Mibr: durante a produção da matéria – e logo após a sessão de fotos que a ilustra -, houve uma mudança nas cadeiras do time: Bruno “Bit” Fukuda, que foi o capitão durante o WCG, saiu para dar espaço para Carlos Henrique Segal, o “Kiko” Agora, a revista chegou, e mais uma mudança rolou: Lincoln “fnx” Lau saiu, para a entrada de Guilherme Spacca. Definitivamente, não é brincadeira ser cyberatleta. Se é que você me entende.

***

Figura carimbada das revistas de games brasileiras, o repórter Henrique Sampaio vai mudar de vida: ele, que estava cuidando do portal de games do Terra, deixou o cargo para se dedicar à carreira acadêmica – será professor de faculdade. Boa sorte para ele na empreitada.

***

E depois conto como foi meu encontro/reunião ontem com o Bem Colayco, CEO e “gameboss” da Level Up! Games. Rendeu bem, vou dizendo.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , ,
05/02/2009 - 21:55

Proximo Games: os planos para o Brasil

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Hoje, almocei com a comitiva da Proximo Games. Kevin Baqai, o diretor de desenvolvimento de negócios, estava acompanhado de seus associados – entre eles, o diretor de franquias Sunil Dewan – que gastaram uma boa hora me explicando suas intenções para o mercado brasileiro de games em 2009 (e nos anos vindouros, esperamos).
Eu também gastei boa parte do almoço falando sobre minhas impressões a respeito da cabeça do consumidor brasileiro – pelo menos, o consumidor que Baqai quer atingir com suas lojas. A conversa foi bem produtiva para ambas as partes e, pelo menos no meu caso, esclareceu bastante o que a Proximo Games enxerga no Brasil (ele já havia adiantado boa parte das intenções nesta entrevista que fiz em outubro passado), e o que essa rede espera apresentar de diferente. Vou dividir em tópicos, porque as conclusões são extensas:

***

– Kevin e sua comitiva estão passando por várias cidades e conversando com diversas pessoas de áreas distintas. Representantes de redes de lojas, publishers de games, empresários, associações e a imprensa (no grupo em que eu deveria me encaixar). As reuniões servem para várias coisas: 1. marcar território; 2. compreender o funcionamento da burocracia brasileira; 3. pegar exemplos de casos funcionais e não-funcionais; 5. captar possíveis franqueados; e 5. procurar o local ideal para a abertura da primeira loja Proximo Games no Brasil.

– Aliás, é bom ressaltar: a pronúncia é “Proxímo”, com tônica no “i” – pelo menos foi assim que Kevin repetiu ao longo do almoço. Duvido que alguém aqui irá falar desse jeito… vai ficar “Próximo” mesmo – ainda que não tenha acento agudo (aliás, este blog ainda não se acostumou às novas regras de ortografia da língua portuguesa. Se encontrar alguma falha, me perdoe). 

– Perguntei a origem de Baqai, algo que me intrigava: em inglês com leve sotaque, disse que nasceu nos Estados Unidos (na Califórnia), mas os pais são naturais da Índia. A fala era mansa, e os modos, bem educados – características não tão típicas de um empreendedor com grandes ambições O projeto da Proximo é antigo em sua vida – idéia foi dele e do irmão, o CEO Bobby Baqai. Seu diretor de franquias, Sunil Dewan, um sujeito simpático e bem articulado e aparentemente bem rodado, também tem origem indiana. Os outros funcionários que nos acompanhavam, Salvador e Thaila, são brasileiros legítimos. Sim, a Proximo já tem diversos funcionários locais. O escritório da empreitada, aliás, fica em Curitiba, capital do Paraná.

– Sobre a loja: antes de começar as franquias, os homens da Proximo têm a intenção de abrir uma grande loja eles mesmos. Essa “megastore” serviria como expeirência e também como uma espécie de showroom da empresa, mostrando aos interessados em abrir franquias o “jeitinho Proximo” de operar. Ao mesmo tempo, é uma maneira de eles demonstrarem que estão investindo no mercado brasileiro, e não apenas vendendo franquias. Eles não quiseram dizer onde exatamente abrirão a tal loja, se será em shopping ou na rua, nem a data de inauguração. Mas dá pra adiantar que: algo deve acontecer nesse sentido pelo menos em 90 dias; e que não será necessariamente em São Paulo, um mercado, nas palavras de Kevin, já muito saturado e não tão apropriado para testes. A declaração oficial é “ainda não escolhemos o local”, mas eu tenho um palpite forte. Alguém adivinha?

– Sobre franquias: você deve entender como funciona. Toda loja do Starbucks no Brasil é uma franquia. Do Burger King também. E tem a Casa do Pão-de-Queijo, pra dar um exemplo nacional. O interessado na franquia paga uma grana para ter o direito de utilizar a marca e a estrutura da matriz, além de também repassar parte dos ganhos mensais. Estamos acostumados a franquias de todo tipo no Brasil, especialmente na área de restaurantes. Mas de lojas de games, não. As lojas da UZ Games são de um único dono/investidor, assim como as duas lojas Gamers existentes. O que a Proximo pretende é vender a marca e a “expertise” para pessoas interessadas em abrir uma loja de games.

– Havia a lenda de que eles pretendiam transformar lojas de games já existentes no Brasil em lojas com o “selo” Proximo Games. Kevin me adiantou que não é exatamente o caso. A intenção é abrir as lojas “from scratch”, ou seja, “do zero”. No meu entender, eles devem achar complicado modificar a cabeça de um dono de loja já acostumado aos esquemas tradicionais de grande parte das lojas brasileiras. Ao mesmo tempo, disseram que é legal o candidato a franqueado ter experiência prévia no ramo.

– Eles também repetiram que a intenção não é intimidar as lojas que aqui já existem, e sim “ampliar o mercado”. Nas palavras do diretor de franquias, “há dez anos, as pessoas comiam menos fora. Hoje, há muito mais opções, e gasta-se muito dinheiro com isso. A chegada de tantas franquias fez as pessoas aumentarem o consumo. O mercado cresceu”. Isso se aplicaria também ao mercado de games. Para a Proximo, se o mercado tiver um monte de novas lojas, as pessoas irão começar a consumir mais. Será?

– Planos e números: abrir muitas lojas nos próximos anos. “Muitas” significa… muitas mesmo. Na casa da centenas. Pelo Brasil todo, a começar pela região Sul e Sudeste (Paraná, Rio, Minas Gerais, São Paulo). Parece exagero? Os caras não parecem estar brincando. E falaram bem claro que, na América Latina, o Brasil “é a coroa”, ou seja, é o objetivo principal da empreitada. Nem dava pra ser diferente, dava?

– Sobre as lojas em si: Baqai deixou claro que é impossível competir com o “mercado cinza”, ou seja, aquelas lojas que não sofrem com a carga tributária (porque vendem produtos contrabandeados) e conseguem entregar ao consumidor um preço bem mais baixo do que o das lojas “grandes”. Mas ele promete algo moderado: em outras palavras, não tão caro quanto o que é vendido em lojas de shopping, nem tão em conta quanto o que se encontra na Santa Ifigênia. Isso se daria porque a Proximo já possui relações com as publishers e compraria os produtos direto delas, eliminando do processo, assim, intermediários (como a NC Games e a Synergex). O jogo chegaria ao consumidor final a um preço reduzido. O que não quer dizer exatamente barato – principalmente com o dólar do jeito que está, e com os impostos elevados como sempre foram. Afinal, este é o Brasil, e, pelo menos nesse sentido, está tudo como sempre foi. E a Proximo, eles garantem, pretende seguir a cartilha obrigatória das leis brasileiras.

– E tem aquela história da “experiência diferenciada” que o consumidor terá numa loja da Proximo – tecla também apertada pelo pessoal da Gamers mexicana. Será possível testar tudo em um ambiente familiar e amigável, com atendentes solícitos e bem treinados. Disse a eles que isso, na minha opinião, deveria ser pré-requisito de qualquer estabelecimento comercial que se preze. Eles concordaram, e incluiram que toda loja Proximo funcionará seguindo preceitos básicos contidos em um enorme manual. Todo franqueado terá, via de regra, que seguir os mandamentos do tal manual – maneiras de atender o cliente, de lidar com o estoque, de abrir e fechar a loja, e por aí vai.

***

O almoço acabou mais tarde que o esperado (culpa minha, cheguei atrasado), o que obrigou o grupo a correr em disparada para o compromisso seguinte: um encontro com algum representante de uma grande cadeia de lojas brasileira. E as reuniões continuam amanhã. Nos últimos sete meses, Baqai visitou o Brasil em três ocasiões. Desta vez, o objetivo era ver, falar e, principalmente, ouvir. Na próxima, provavelmente, será para anunciar alguma coisa: a inauguração da primeira loja, se tudo correr conforme os planos. É esperar para ver. Vamos acompanhar. Continue aqui.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
04/02/2009 - 18:11

(Não) há vagas

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A seguinte mensagem  está no blog do André Forastieri, diretor editorial da Tambor (editora da EGM Brasil, Nintendo World, entre outras). Reproduzo ela aqui, porque pode lhe ser útil. Quem sabe não é para você?

Quer um emprego?

Procuro jornalista louco por games e tecnologia, que escreva bem, saiba fazer uma pauta, saiba editar, tenha paciência com leitores e internautas, seja fuçador, com fome de bola, que queira conhecer toda a indústria de games, viajar pelo mundo afora etc.

Jornalista é jornalista, fã é fã, lembre.

Não precisa ser jovem nem jornalista profissional, que diploma o quê, fuck that shit. Dentistas desempregados ou seringueiros, quem se importa.

Aliás, se não for homem, estudante de jornalismo, branco e blogueiro, ganha ponto. Tem muitos por aí. O jornalismo nacional de games precisa de um mulher negra. Alguma aí fora?

Quero ver o CV, um texto seu que ficou legal, umas idéias de pauta, e por favor mande uns exemplos de sites de games / tech sensacionais na sua opinião.

Pra trabalhar muito, em São Paulo, na Tambor, e ganhar pouco. Mas se nosso novo projetinho for bem, o potencial, baby, é infinito. Você tem que querer conquistar o universo, naturalmente. 

Mande para o email: andre.forastieri@tambordigital.com.br.

Último prazo: essa sexta!***

 

E por falar nisso…

A Conrad, editora que tinha o Forasta como sócio – e que hoje é do Rogério de Campos – agora faz parte do grupo IBEP/Companhia Editora Nacional. Pelo que consta, a linha editorial e a equipe serão quase todas mantidas (mas algumas demissões rolaram por lá durante o dia de hoje). Atualmente, a editora era especializada em quadrinhos adultos, mangás e literatura política/cultural/subversiva. Até 2005, eles editavam as revistas de games que hoje são da Tambor, entre outras publicações.

A Conrad negociava desde o ano passado com a IBEP, mas também manteve conversas com a Ediouro. O Rogério de Campos continua como diretor editorial nessa nova empresa. Ele também promete voltar a bombar o mercado de mangás e retomar presença nas bancas.

O que essa mudança significa? É esperar o anúncio oficial para ver onde vai dar.

***

E por falar em revistas…

A próxima EGM Brasil (sim, ela continua) chega nas bancas na semana que vem, com duas capas e os últimos vestígios da extinta edição norte-americana – inclusive uma belíssima matéria sobre os 20 anos da publicação lá fora:

    
Halo Wars…                                           … e Street IV

Já a Gamemaster da Editora Europa, que também chega nas bancas na segunda-feira da outra semana (16/2), conseguiu uma bela exclusividade para sua capa:


Killzone 2, do PlayStation 3

E as revistas de games continuam a existir e a fazer sentido em nosso mercado. Será? Até quando? Eis a questão de um milhão.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags: , , , , , ,
03/02/2009 - 18:08

2 anos de Xbox 360 no Brasil: a Microsoft fala

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O Xbox 360 fez aniversário de 2 anos no Brasil. Já faz tempo, aliás – no início de dezembro passado. A data não passou batida pelo Gamer.br, mas havia a expectativa de que a Microsoft iria dar alguma declaração a respeito – nem que fosse uma palavrinha sobre a chegada (ou não) da rede Xbox Live por aqui. Demorou, mas chegou: Guilherme Camargo, gerente de marketing para Xbox 360 da Microsoft Brasil, respondeu às minhas perguntas sobre o tema. Se convenceu e foi o suficiente? Você me diz. Confira e comente.

***

Gamer.br: Como a Microsoft avalia esses dois anos do Xbox 360 no mercado brasileiro?
Guilherme Camargo: Avalio positivamente. Desde a entrada oficial da Microsoft, o mercado como um todo se movimentou. Tivemos muitas conquistas nesses dois anos e avanços significativos para atingir no médio prazo uma posição de destaque no mercado mundial.

Houve algo que foi planejado no final de 2007 e acabou não sendo realizado em 2008, em relação ao console no Brasil?
Havia a expectativa da diminuição das cargas tributárias, facilitando o acesso do consumidor brasileiro aos produtos relacionados ao mercado de videogame e acelerando a economia do país com um dos segmentos que mais cresce no mundo.

A Microsoft acostumou-se a apresentar reduções no preço dos consoles, mas recentemente, o valor acabou subindo. O plano de continuar reduzindo os preços gradativamente continua, mesmo com a (ameaça de) crise financeira no exterior?
O mercado econômico ainda está muito instável, e por tratar-se de um produto importado, qualquer variação cambial pode impactar o preço final. Desde o lançamento já tivemos quatro reduções nos preços do kit nacional e o intuito é esse.

Quais os progressos alcançados até agora para o lançamento da rede Xbox Live no país? Quais os empecilhos enfrentados?
Ainda não temos uma definição do lançamento da LIVE no Brasil. Há questões de infra-estrutura, suporte, direitos autorais, parcerias entre outras coisas que devem ser fechadas antes de qualquer anúncio, pois o serviço oferecido é bastante abrangente.

Quais os planos (divulgáveis) para a plataforma em 2009 no Brasil? É possível esperar alguma mudança?
Temos muitos games para lançar este ano e devemos aumentar o número de acessórios também. Há muita coisa boa para acontecer e por mais que o mercado como um todo esteja instável, eu acredito que o impacto no segmento de videogame será menor.

***

Acho que não há mais muito a acrescentar, não? Ao que parece, muito pouco mudou em relação aos planos da Live no Brasil, mas dessa vez, eles citam as razões para a situação. Quanto aos outros temas, o discurso da Microsoft continua praticamente o mesmo do final de 2007. Não que se esperasse diferente – afinal, houve pouca evolução no
mercado nacional em 2008, mercadologicamente falando. Nós aqui, na condição de observadores
privilegiados, continuaremos patrulhando.

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