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Arquivo de julho, 2007

31/07/2007 - 16:46

Entrevista da Semana: Len Wiseman (Duro de Matar 4.0)

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A Entrevista da Semana do Gamer.br chega mais cedo nesta semana que nem começou direito (para mim, é como se fosse uma extensão da semana anterior, mas deixa quieto). Conversei há uns meses com o cineasta Len Wiseman, que é o diretor responsável pelo quarto capítulo da franquia Duro de Matar nos cinemas(estrelado mais uma vez por Bruce Wiilis como o herói John McClane, e que estréia nesta sexta-feira no Brasil). Além desse filme, Wiseman tambpem dirigiu aqueles filmes Underworld, cheio de vampiros e bizarrices. Coisa boa.

Alguém aí se lembra quando comentei que nem sempre tenho a sorte de falar com pessoas que tenham algo de interessante a dizer sobre games? Então, esse foi o caso. Aproveitei a entrevista com Wiseman sobre o Duro de Matar 4.0 para falar sobre videogames, como sempre faço. Para minha decepção, o diretor de 34 anos não está muito interessado em jogos, diversões ou coisas do tipo. Pelo menos, ele tinha coisas legais pra falar sobre o filme, e aproveito para publicar algumas dessas coisas a seguir. O filé, você só confere na Rolling Stone 11, nas bancas no dia 15 de agosto.

***

Gamer.br: Sendo bem sincero, você acha que o cinema ainda tem espaço para um herói como John McClane?
Len Wiseman: Olha, eu acho que sim mesmo. Sou um grande fã desse gênero, curto Homem-Aranha, X-Men, quadrinhos de super heróis, filmes de fantasia. Mas eu também curto ver um bom e velho filme de ação estrelado por um personagem que não tem superpoderes, que não voa, que apanha de todo mundo, que sangra, reclama…

Franquias costumam terminar no terceiro filme. Você está lidando com o quarto filme Duro de Matar, uma franquia que ninguém esperava que fosse retornar. A pressão foi maior?
Honestamente, a única vez que eu tive que lidar com essa pressão do número 4 foi nessas conversas com a imprensa. Eu não ligo se é o numero 4, 2 ou 3. Para mim, se eu puder fazer um belo filme que faça jus ao nome Duro de Matar, está ótimo. Eu não consigo me importar menos sobre o número do filme. Eu penso nele mais como uma continuação do primeiro Duro de Matar.

Você lembra suas impressões quando viu o primeiro filme?
Eu fiquei chapado! Adorei. Eu vi nem sei quantas vezes. Eu gostava da energia por trás, o sarcasmo, a relação entre Bruce (Willis) e Alan Rickman, acho que foi a primeira vez que vi esse tipo de relação entre o mocinho e o bandido. Eu nunca tinha pensado como o vilão pode ser legal. Eu nunca tinha visto um filme desse tipo. Aquele tipo de ação ininterrupta… foi maravilhoso. E acho que muita gente também pensou isso.

Como foi trabalhar com Bruce Willis?
Foi ótimo, surreal. Eu o conhecia tão bem pelos filmes… quando se está dirigindo ele em uma cena… (pensa) Acho que para mim, o mais surreal foi menos conhecê-lo em pessoa, porque conhecer grandes astros é assim mesmo, sempre um pouco estranho, mas quando comecei a dirigi-lo, foi o mais surreal, quando ele começou a agir como John McClane, e conversávamos sobre como ele deveria agir ou o que ele deveria dizer naquela hora. Estar envolvido nisso, ajudar a criar o que John McClane, foi muito legal. Foi o momento mais surreal pra mim.

E videogames? Seus dois filmes Underworld me parecem muito influenciados pela estética dos games. Você joga?
Olha, na verdade, eu acho que já joguei uns cinco games em toda minha vida… é, eu gosto de alguns dos jogos e acho que o design por trás deles é muito interessante, mas eu simplesmente nunca tive o tempo necessário para joga-los. Acho que eu não tenho paciência para jogar (risos).

Você sabe se estão fazendo jogos baseados em seu filme?
Ah, com certeza eles vão fazer. Eles fizeram jogos baseados nos filmes Underworld também, logo…

Você não estaria envolvido na produção desses games também, né?
Não, não nesta parte… eles já me mantém ocupado com muitas outras coisas envolvidas no filme (risos).

E se fosse convidado para dirigir um Duro de Matar 5, você pensaria a respeito?
Bruce disse e eu concordo: nunca diga nunca. Mas eu acho que quero me jogar em alguma outra coisa. Mas, nunca se sabe. As pessoas adoram esta série, eu fiquei muito feliz. E tenho quase certeza que o Bruce tem vontade de fazer outro.Temos que esperar pra ver, como o publico vai responder e se eles vão querer ver outro filme de John McClane.

Qual seu próximo projeto?
Se chama “Férias – O filme que deveria ter acontecido há três anos” (risos).

E se você tivesse que convencer alguém que nunca viu nenhum Duro de Matar a ver seu filme, o que você diria?
Eu diria que é um filme divertido pra caramba. É um filme de ação agressivo e emocionante que te pega de jeito, que te deixa sentado na ponta da cadeira, e tem um pouco de tudo. A ação é insana. E… eu não sei se deveria dizer isso, mas sei que tem muita gente igual eu por aí – mas é um filme violentamente divertido (risos).

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
30/07/2007 - 04:23

Isto é um teste

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Fazendo testes. Os problemas técnicos logo serão resolvidos…

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
25/07/2007 - 02:32

Entrevista da Semana: Matt Groening (Os Simpsons)

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Tem semana que não tem. Mas tem semana que tem: estou falando da Entrevista da Semana do Gamer.br, tão freqüente quanto um dia de sol no inverno brasileiro. Divagações à parte, tenho que dizer que a conversa de hoje é especial – apesar de curta. Durante uma das entrevistas que fiz com Matt Groening, o criador de Os Simpsons, para a revista Rolling Stone, tive a chance de perguntar sobre diversos assuntos não necessariamente ligados ao desenho animado – e os videogames não poderiam ficar de fora.

Você confere a seguir o pequeno trecho em que falamos sobre a paixão do cara por jogos eletrônicos (talvez eu nem pudesse estar publicando isso aqui, mas enfim…). Aliás, quando a entrevista aconteceu, ainda não havia sido divulgada a notícia de que Matt é o chefe final do novo game inspirado na família amarela. Ou seja, perguntei sobre games para alguém que realmente teria algo a dizer. E olha que nem sempre eu tenho essa sorte (depois explico este comentário). De qualquer maneira, confira o diálogo:

***

Gamer.br: Sempre se fala muito que Os Simpsons ultrapassa os limites do bom gosto, mas eu acho que o South Park chuta o balde muito mais do que os Simpsons. Você não concorda?

Matt Groening: Ah, mas realmente os Simpsons são muito mais amiguinhos e certinhos que o South Park [Risos]. Sabe, eu conheci os dois caras do South Park em pessoa, o Matt Stone e o Trey Parker. Eles não são tão loucos como se pensa. São uns jovens bem divertidos. Eles se divertiram mais batendo papo com meu filho adolescente sobre videogames. [Risos] Aliás, eles adoram videogame.

Então você chegou a jogar os games baseados nos Simpsons?

Sim, eu testei todos os games baseados no Simpsons feitos até hoje. Mas eu nunca fui bom o suficiente para terminar nenhum deles. Eu não tenho a habilidade, ou o grau de atenção exigido para isso. Meus filhos [Matt tem um filho de 15 anos e outro de 18] não têm paciência comigo e sempre arrancam o controle da minha mão para eles mesmos jogarem. [Risos]

E o que seus filhos andam jogando atualmente?

Nesse momento, eles estão jogando… O que eles estão jogando?… [Pensa] Eles estão jogando a versão beta de Halo 3, que é online e ainda nem foi lançado oficialmente. Se você quer saber, eles jogam muita coisa. Eles jogam Gears of War, eles jogam várias coisas no Xbox 360.

Vocês não têm outros videogames em casa?

Nós não temos o PlayStation 3 ainda. Eles são bem difíceis de se encontrar por aqui, sabia? E… ah sim, eles também jogam Guitar Hero e o Guitar Hero 2. Sabe de uma coisa, eu acho que deveria haver uma espécie de “versão brasileira” do Guitar Hero! Seria incrível!

Olha, pra falar a verdade nós não temos uma enorme bandas de rock por aqui, mas temos ótimos músicos, uns sons parecidos com bossa nova…

Sim, seria fantástico, imagine só? Essas músicas brasileiras são todas muito difíceis. Vamos lá, desafiem essa molecada! [Risos]

***

A íntegra desta entrevista, assim como a matéria de oito páginas sobre a série, o longa-metragem e tudo o mais, você confere na edição 10 da Rolling Stone, que está nas bancas desde a sexta passada – a capa é justamente Os Simpsons. Vai lá, compre, dê uma forcinha para este jornalista cansado.

Aliás, hora de vender um peixe: você sabia que a Rolling Stone tem matérias sobre games e uma seção mensal de lançamentos escrita pelos principais jornalistas especializados do mercado? Pois é.

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
21/07/2007 - 03:46

O show da vida

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Eu não sei você, mas domingo eu não quero perder isto: Super Friend Spirits, show dos cantores japoneses no Anime Friends.

Goste ou não de desenhos japoneses, mangás e afins, é um espetáculo que vale a pena conferir pelo menos uma vez na vida. Aproveite que Hironobu Kageyama e Masaaki Endoh estarão no palco e deixe o preconceito em casa. Nos vemos por ali.

***

E por falar em show, má notícia: diferente do que publiquei aqui há uma semana, o espetáculo Video Games Live tem shows previstos apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As apresentações em Belo Horizonte e Porto Alegre ainda não estão confirmadas, segundo apurou uma fonte segura, diretamente com a organização do evento no Brasil. Se vão mesmo ser confirmadas? Vai saber.

Que fique claro que a informação que eu havia publicado me foi passada pela assessoria de imprensa do Via Funchal, local do show em São Paulo, por meio de um press release via e-mail. Peço desculpas a todos pela “barriga” – não dá para acertar todas. E garanto que assim que eu tiver mais informações sobre o VGL, você será o primeiro a saber.

***

Minha pequena e inesperada ausência desta semana foi causada por uma morte na família. Como costuma dizer o poeta, esta vida real aqui não tem continue nem vidas infinitas. Pena.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
17/07/2007 - 12:58

Grey skies

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Tá chovendo por aí na sua cidade? Aqui está. Tudo cinza (se tudo fosse azul como nos games…).
E aí, nesse tédio, a gente fica clicando, procurando alguma coisa que não se sabe o que é. E acaba encontrando.

Casal deixa de alimentar os filhos para jogar videogames. Esta poderia ser mentira. Mas não é.

E este aqui, felizmente, não é mentira: o sensacional Space Invaders humano.

E para quem achou que Second Life já é o bastante, que tal arrumar uma primeira vida, pra variar?

Ah, admita, essa piada é boa.

***

Eu estava ocupado nas semanas anteriores, e estes são os motivos.

Justificável, não?

***

Transcrição da frase que ouvi de um amigo recém-chegado da E3 2007 ontem.

– “Cara, foi muito acertada sua decisão de ficar no Brasil. Sorte a sua que você não voou para lá.

E não foi o único que me disse algo parecido. Sinal dos tempos?

***

Mas mesmo de longe, me arrisco a eleger o troféu de “Melhor da E3”: ele vai para a produtora Jade Raymond, de Assassin’s Creed. Ela, que já foi eleita a musa nerd por excelência, foi uma das profissionais que mais deu entrevistas durante o evento (inclusive esta em vídeo para o Théo Azevedo, do UOL Jogos).

Me lembro da primeira “aparição pública” da moça, durante o evento X06, em Barcelona. Naquele dia, no palco, Jade chamou muito mais a atenção do que a demonstração de seu game – muita gente ali concordou comigo. Eu só espero que ela vá longe. Este mercado tão masculino e mal vestido merece.

Ah é, e que Assassin’s Creed corresponda às expectativas. Pelo jeito, vai.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
16/07/2007 - 04:42

Herói da Guitarra

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Com atraso maior do que o necessário, estes são os três vencedores da promoção “Guitar Hero brasileiro”, veiculada na semana passada neste Gamer.br:

1ºlugar: Andre “Ryunoken”

2ºlugar: Victor Machado

3ºlugar: Jorge “Pakkii” Pollo

Os vencedores receberão um email meu com as instruções para receber os prêmios. Muito obrigado a todo mundo que participou – as respostas foram ótimas. Se eu pudesse, premiaria todo mundo que se deu ao trabalho de sugerir músicas para um possível game musical 100% nacional.

Tenha certeza de que estas sugestões chegarão brevemente nas mãos das partes interessadas. Ou você achou que eu estava perguntando essas coisas sem nenhuma segunda intenção?

E esta semana mesmo tem mais uma promoção por aqui.

***

E mais tarde, um balanço desta E3 2007 que acabou há alguns dias. O que se salvou, o que fracassou? Vejamos. Você já tem a sua conclusão?

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
12/07/2007 - 04:07

E3 lá, VGL aqui

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Vamos lá.

Coletiva de imprensa da Nintendo, depois da Sony. Tudo isso na E3 2007, lá em Santa Mônica (Califórnia).

Da Nintendo, teve Metroid Prime 3, Mario Kart online, o controle do Wii transformado em trabuco (com o Wii Zapper) e um belo Mario Galaxies com data de lançamento confirmada. Mas o grande negócio foi o Wii Fit, acessório que transforma o Wii numa academia caseira. É incrível como a Nintendo compreende a necessidade da massa e transforma este entendimento em produto comercial. Shigeru Miyamoto está também envolvido nessa. Arrisco dizer que ele ainda não chegou ao auge criativo de sua carreira. Absurdo.

Da Sony, games e mais games, e mais blá blá sobre a rede PlayStation Home. E teve vídeo de Gran Turismo 5. E um belo Killzone 2 em tempo real para calar a boca dos críticos – mas calou mesmo? Veja aqui. E teve mais uma apresentação destruidora de Metal Gear Solid 4 – mas não foi sobre isso também que só se falou no ano passado? Bem…

E esse formato novo de feira, mais discreta, sem glamour, mais burocrática? Sem festas nababescas, sem mulheres seminuas, sem clima de oba-oba generalizado? Não sou eu quem está dizendo – minhas fontes confiáveis em Los Angeles me disseram que o negócio está bem mortinho. Desorganizado. Confuso. Sem sal. E parece que nem mesmo os figuras da indústria curtiram – e já querem a velha E3 de volta.

Há quem disse (no outro post, principalmente) que estou meio desanimado ou de bode com a E3 deste ano. Certamente, se eu estivesse lá, estaria reclamando menos. Mas é preciso admitir que há um certo marasmo no ar. Aquele lance de entressafra se mostrou real – as empresas não tiveram tempo ou inspiração de trazer muitas revoluções incríveis para a mesa. Será que estou tão mal acostumado ao ponto de não me empolgar mais com as novidades de uma E3? Ou será que a indústria dos games está mesmo passando por uma mini-crise criativa e estrutural, salvo raras exceções?

Somos nós que iremos decidir essa.

Amanhã tem mais.

***

Tá todo mundo tão ocupado com E3 que ninguém se importou com esta notícia. Então, que eu seja o primeiro a dar a informação:

Video Games Live com cinco datas confirmadas no Brasil. Além de SP e RJ, irá rolar shows em Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, tudo isso em setembro. Que beleza.

O release diz mais ou menos isto:

O Vídeo Games Live (www.videogameslive.com.br), espetáculo musical que une música sinfônica com trilhas sonoras de games, estará de volta ao Brasil em setembro, na Via Funchal. O Video Games Live tem o impacto de um concerto, com direito a orquestra e coral, mas também desperta o frenesi de um show de rock, com laser e projeção sincronizada de cenas dos games mais famosos da história. A Orquestra Petrobras Sinfônica interpretará durante toda a turnê as mais famosas trilhas do universo do game music tais como “Mario”, “Zelda”, “Halo” e “Sonic”, incluindo sucessos de “Final Fantasy” como “One Winged Angel”. O Coro Sinfônico do Rio de Janeiro também estará presente em todas as apresentações.

A regência do VGL será do famoso maestro internacional Jack Wall, especializado em game music e que desenvolveu o projeto em parceria com o também reconhecido compositor de trilhas de jogos eletrônicos Tommy Tallarico. (…)

Tallarico e Wall desenvolveram um repertório exclusivo para a turnê brasileira garantindo a presença de jogos cultuados no Brasil. “Selecionamos os jogos mais populares com as trilhas sonoras memoráveis”, diz o maestro Jack Wall. Um dos primeiros pianistas a tocar trilhas sonoras de vídeo game, o chinês Martin Leung é uma das atrações do evento. Mais conhecido como Video Game Pianist, Martin ficou famoso depois de ser assistido por mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo ao aparecer no site Ebaum’s World em 2004 tocando de olhos fechados e em uma velocidade impressionante o tema do clássico jogo Mario Bros.

O evento, organizado pela produtora Conexão Cultural, será realizado em São Paulo (Via Funchal, dia 16), Belo Horizonte (19), Porto Alegre (21), Rio de Janeiro (Citibank Hall, 23/09) e Brasília (Centro de Convenções, 30/09).

Os preços do show de São Paulo são os seguintes (para preços em outras cidades, consulte o site de cada casa de shows):

PREÇOS (vendas online: www.viafunchal.com.br)
Platéia VIP: R$ 180,00
Platéia 1: R$ 150,00
Platéia 2: R$ 110,00
Platéia 3: R$ 80,00
Platéia Lateral: R$ 50,00
Mezanino Central: R$ 100,00
Mezanino Lateral: R$ 100,00
Camarote: R$ 140,00

Estudantes tem direito a 50% de desconto no valor do ingresso em qualquer setor da casa.

Eu chuto que todos os shows vão lotar, ou pelo menos encher. Parabéns pela iniciativa, e feliz de quem ainda não viu. E vale a pena ver de novo.

***

Amanhã tem resultado da promoção passada e promoção nova, com prêmio novo e tudo mais. Posso estar desanimado, mas continuo um cara generoso.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
11/07/2007 - 01:59

Here we are now, entertain us

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No momento em que escrevo estas linhas, a Microsoft finaliza sua coletiva de imprensa em Santa Mônica (Califórnia), no evento que hoje é conhecido como E3 2007. Eu imagino que esteja ótimo, mesmo que a apresentação tenha começado estranhamente muito tarde. Se não me engano, nos anos anteriores, não tinha sido tão tarde assim. Na verdade, me lembro mais das festas de 2004 e 2005 do que da coletiva em si.

A coletiva da Microsoft do ano passado, eu me lembro bem. A deste ano está rolando em uma escola. No mínimo diferente, visto que no ano passado o evento se deu dentro de uma sala de cinema (no Chinese Theater) e no retrasado, no pomposo Shrine Auditorium. As coisas mudam.

Até agora, nada que tenha me surpreendido (são 21h25 na Califórnia), além de detalhes legais sobre o Rock Band do Xbox 360 (música do Strokes? Legal). Não sei. Algo me diz, posso estar errado, que esta E3 será muito parecida com a de 2003: as empresas vão tentar de tudo para parecer que estão arrasando em inovações, mas só irão mostrar um pouco mais do mesmo do ano passado. Afinal, os consoles já estão no mercado, mas ainda não são unanimidade nas residências dos jogadores. O que fazer? Mostrar jogos. Mas como, se os potenciais das máquinas ainda não foram totalmente desbravados?

E é aí onde quero chegar. Seqüências de games já consagrados, ou jogos já revelados em eventos anteriores, serão a ordem deste ano. Novidade de cair o queixo? Acho que hoje em dia, só nos surpreendemos com revelação de um console de videogame novo. Eu acho que nesta E3 2007 não será mesmo o caso. Infelizmente, o atual público fã de games sobrevive de surpresas e hype: precisamos obrigatoriamente de algo para esperar para o futuro próximo. O atual dificilmente nos satisfaz. Só o que importa é o novíssimo, o ainda não lançado. E é por isso que um evento como a E3 atrai tanto a atenção.

GTA IV, Halo 3, Call of Duty 4, Resident Evil 5… já vi algo parecido antes, e não faz muito tempo. Você não?
Estou aqui, Microsoft! Me entretenha!

E que venham Sony e Nintendo.

***

Ainda no espírito da E3: hoje à tarde, bati um papo rápido com o Felipe Azevedo, editor da novíssima NGamer, direto de Los Angeles. Foi mais ou menos assim:

Gamer.br: E aí, já estão em Los Angeles? O que fizeram hoje?
Felipe Azevedo: Catamos nossas pulseiras pra conferencia da sony amanha. Tava sussa. Ninguém na fila.

E o calor? Forte? Tem placas da E3 pela cidade? Qual a diferenca dessa E3 para a do ano passado?
Nem passamos pelo centrão de LA, então não sei.

E da Microsoft hoje, o que esperar?
Mais tatuagens do Peter Moore. Hehehehe

E da Sony, esperar o que?
O anuncio oficial do corte no preço e Killzone de ps3 rodando em tempo real. Assim espero. Senão…

E a coletiva da Nintendo?
É amanhã cedo. Espero novidades de Super Smash Bros. Essa, não dá pra saber o que vai rolar.

E amanhã, mais da E3, direto de Los Angeles… mesmo não estando exatamente lá. A gente faz o que pode.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
10/07/2007 - 06:14

Controle Remoto

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Eu deveria estar na E3 a esta hora, mas não fui (motivos de força maior, ou escolha mesmo). Então, estou aqui, no lugar de sempre. É uma pena que a cobertura da maior feira de games do mundo não irá rolar através do Gamer.br, conforme o esperado. Pelo menos, a partir desta semana, o blog menos atualizado da internet brasileira volta à sua programação normal – ou seja, atualizações freqüentes, praticamente diárias.

Temos vários amigos-correspondentes em Los Angeles neste momento. Que façam um excelente trabalho. A gente vai acompanhar deste lado do hemisfério, torcendo para coisas legais acontecerem.

E tenho dito. Hoje, mais tarde, voltamos à vaca fria.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
02/07/2007 - 21:02

Mim quer jogar

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Da série Releases absurdos que recebo:

Soube hoje que uma equipe de 37 jogadores brasileiros está representando o país em um campeonato mundial de Poker (aquele jogo de cartas com fichas em que se perde muito dinheiro), o World Series of Poker, que rola em Las Vegas, terra da jogatina.

O que surpreendeu mais foi a presença do Thiago Carriço entre os brasileiros no tal torneio. Para quem não lembra, o Thiago foi o campeão mundial do game FIFA 2005, em dezembro de 2004. Na ocasião, ele recebeu o prêmio de melhor jogador de futebol virtual do mundo na mesma cerimônia que premiou o Ronaldinho Gaúcho, lá na Suíça. Bons tempos aqueles.

A trajetória de sucesso de Carriço (cujo irmão, Bruno, também já se cansou de ganhar torneios de FIFA pelo Brasil) é inusitada, principalmente se levarmos em conta que ele saltou das disputas profissionais de videogames para os jogos de azar. Me lembro quando o comentário geral nas eliminatórias de um recente World Cyber Games era o fato de o Thiago (conhecido entre os cyberatletas como Zé Colméia) não estar disputando o campeonato em que era franco favorito: “Ele parou de jogar FIFA. Agora só fica jogando poker online. Tá ganhando muito dinheiro”.

Custei a acreditar. Mas li uma notícia no ano passado que dizia que ele havia ganho US$ 75 mil de uma só vez, em uma disputa de poker online. Quem já o viu jogando diz que ele é um fenômeno e realmente leva muito jeito para a coisa. Loucura total. Pelo visto, a dedicação à jogatina tem funcionado e rendido frutos. Na melhor das situações, ele, que só tem 24 anos e mora em Petrópolis (RJ), pode vir a se tornar um novo milionário – tem prêmios na casa do milhão de dólar neste torneio – a partir dessa sexta-feira.

***

Carriço é “apenas” um cara com habilidade acima do comum em videogames que, sacando que poderia se dar bem, resolveu dar saltos mais altos.

E aí, poderia ser você?

***

Comecei a semana cansado, mas generoso, já pensando em uma promoção legal para compensar a ausência de grandes posts nos últimos dias. Ainda mais agora, que o IG está de portal novo com direito a uma área bem localizada de Games… vamos aproveitar a propaganda extra.

A pergunta que faço é um tanto capiciosa e cheia de segundas, terceiras, várias intenções. Mas vamos lá. Ela vale uns prêmios, três, pra ser mais exato. Três prêmios diferentes, porque uma pessoa será considerada a melhor, enquanto a segunda será a segunda melhor, e a terceira… ah, você entendeu, né?

A pergunta é… bem, primeiro é melhor contextualizar. Logo vem ai mais uma versão de Guitar Hero, cheia de clássicos do rock dos anos 80. Daí, vem o Guitar Hero III, com clássicos roqueiros de estilos mais variados, passando pelos anos 70, 80, 90 e 00. E no ano que vem deve ter outro game da série, e a fórmula dificilmente irá se esgotar tão cedo. Porque é assim que o mercado funciona, e você deve saber melhor que eu.

O que questiono é… ninguém aí sente falta de músicas brasileiras nesses jogos? E se houvesse um game parecido, semelhante, com o mesmo espírito – um simulador musical com guitarras, ou outros instrumentos musicais – porém recheado apenas por faixas de artistas nacionais de todas as épocas? Quais seriam as músicas indispensáveis para este repertório 100% brasileiro, e por que?

A pergunta não exige muita criatividade, só um mínimo de conhecimento musical e bons argumentos para convencer sobre a presença da tal música neste jogo “imaginário”. Bem, será que é imaginário mesmo? Melhor eu ficar quieto antes que me xinguem…

***

Bem, aqui estão os prêmios para as 3 sugestões escolhidas:

Melhor resposta:
* Um exemplar da revista Fullgames com o game Neverwinter Nights Platinum (Moving).
* Um exemplar da revista NGamer (Ed. Europa), edição 1.
* Um exemplar da revista EGM Brasil (Futuro), edição 65.
* Um exemplar da revista Xbox 360 (Ed. Europa), edição 9.
* Um exemplar da revista Rolling Stone (Spring), edição 9.

Segunda melhor resposta:
* Um exemplar da revista NGamer (Ed. Europa), edição 1.
* Um exemplar da revista EGM Brasil (Futuro), edição 65.
* Um exemplar da revista Xbox 360 (Ed. Europa), edição 7.
* Um exemplar da revista Rolling Stone (Spring), edição 9.

Terceira melhor resposta:
* Um exemplar da revista NGamer (Ed. Europa), edição 1.
* Um exemplar da revista EGM Brasil (Futuro), edição 65.
* Um exemplar da revista Rolling Stone (Spring), edição 9.

É leitura para a semana toda (ou mês, dependendo do seu grau de atenção). Participe, que não custa nada. O resultado sai aqui mesmo, na sexta-feira.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
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