Publicidade

Publicidade

Arquivo de maio, 2007

31/05/2007 - 20:33

Precisamos?

Compartilhe: Twitter

Amigos, a promoção desta semana surge antes mesmo de eu publicar o resultado da anterior – ou melhor, a íntegra da entrevista com o Milton Beck, da Microsoft. Eu sei, prometi, não cumpri. Essas coisas acontecem com mais freqüência que se pensa nesse universo editorial. Por exemplo, meu fechamento estava marcado para hoje. Fechou? Claro que não.

Mas mesmo assim, mando uma promoção para distribuir uns prêmios. Assim a vida fica mais divertida, diz aí?

Na semana passada, foi apresentada a mais nova revista de games do mercado, a NGamer, que vai bater de frente com a Nintendo World pelos nintendistas de plantão. Minha pergunta é das mais sacanas. Escreva nos comentários a sua opinião sobre a seguinte frase:

Será que o mercado brasileiro ainda precisa de revistas de games? Se sim, por que? Se não, por que?

As duas respostas mais criativas, originais e interessantes vão ganhar:

*1 exemplar da revista GameMaster, edição 28 (Editora Europa)

*1 exemplar da revista Second Life Brasil, edição 1 (Futuro)

*1 exemplar do mangá Warcraft: Trilogia da Fonte do Sol (Conrad Editora)

*1 exemplar da revista M3: Massive Multiplayer Magazine, edição 1 (Futuro)

*1 exemplar da revista Dicas e Truques para PlayStation, edição 100 (Editora Europa)

Sim, parece irônico que eu questione o papel das revistas de games e dê alguns exemplares como prêmios. Mas a idéia é essa mesma!

O resultado sai na segunda que vem. Não deixe de escrever seu e-mail correto, senão o prêmio não tem como chegar.

Participe!

***

O PlayTV avisou:

*Play TV dá instrumentos musicais autografados pela Banda Angra

A Play TV em parceria com a Banda Angra promove um Concurso Cultural “Ao som do Angra” que dará instrumentos musicais autografados pelos integrantes da Banda. Para participar, basta ligar para o 03131 8831 0101 e responder “Que desculpa você dará a seus vizinhos para tocar em peso os instrumentos do Angra?”
A resposta mais criativa será premiada com os instrumentos da Banda Angra e o vencedor irá recebê-los diretamente do vocalista Edu Falaschi, dos guitarristas Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt, do baixista Felipe Andreoli e do baterista Aquilies Priester.
O concurso vai até 29 de junho. O regulamento completo e mais informações podem ser obtidas no site www.playtv.com.br

E por falar em PlayTV, tudo indica que amanhã é a vez da Renata Honorato dar as caras no Combo: Fala+Joga, às 21h30. Se não for, desculpe aí. Se for, assista e me conte depois.

UPDATE: Conforme avisou a Renata nos comentários, a aparição dela no Combo será na segunda, 21h30.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
29/05/2007 - 02:50

Entrevista da Semana: Felipe Azevedo (NGamer)

Compartilhe: Twitter

A Entrevista da Semana (lembra dela?) voltou ao Gamer,br. Desta vez, mais atual do que nunca: o entrevistado é o Felipe Azevedo, responsável pela ainda inédita revista NGamer, nova publicação da Editora Europa focada nos consoles Nintendo. O Felipe não é nenhum novato nesta área, e já exerceu funções de piloto, redator e editor em publicações lançadas pelas principais editoras do país (Ação Games, EGM Brasil, SuperDicas PlayStation, PSWorld e GameMaster, só para citar algumas). Em meio ao fechamento da primeira edição de sua nova empreitada, ele tirou um tempo para responder a algumas perguntas, cujas respostas você lê a seguir. E você já sabe: não deixe de comentar no final.

***

Gamer.Br: Você trabalha há muitos anos no mercado editorial de games. Passou por todas as editoras de destaque nesse mercado (Abril, Conrad/Futuro, Digerati e Europa) e participou de todas as revistas que tem relevância. Resuma o que aconteceu de lá para cá nesse sentido. Se evoluímos, quanto foi?
Felipe Azevedo: Comecei em 2000, depois de ganhar uma promoção na antiga Ação Games e mendigar para conseguir enviar meu currículo para a redação. Por alguma razão bizarra, o Edson Rossi, então redator-chefe da revista, me chamou para fazer um teste. Fiz e, por outra razão bizarra, na semana seguinte já estava na redação, trabalhando junto com caras como Ronny Marinoto, Humberto Martinez e Ronaldo Testa.
Com o término da revista, fiquei um tempo parado até tentar a sorte na Conrad. Fiz um detonado e o editor na época (você sabe quem) gostou do meu trampo. Passei a fazer uns frilas e, depois de alguns meses, fui chamado pra cuidar do recém criado site Gameworld.
Fui dispensado um mês depois por causa de corte de custos e entrei na Digerati, onde trombei com o Testa de novo. Fiquei por lá uns 6 meses, mas resolvi sair por vontade própria. Fui chamado de novo na Conrad e passei a fazer parte da redação de games, cuidando da SPD junto com o Fabio Santana por um bom tempo.
Foi então que o Humberto, que estava na Editora Europa, me convidou para entrar para a equipe de lá, que havia acabado de lançar a GameMaster. Aceitei o convite e continuo aqui até hoje. E digo com todo certeza: é o melhor lugar em que eu já trabalhei. Quanto à evolução do mercado, a chegada de revistas gringas como EGM, XBOX 360 e agora a NGamer, é a melhor amostra de que a indústria de games tem crescido no nosso país, apesar de ainda ter de melhorar muito.

Como o mercado editorial “de papel” pode superar a concorrência quase desleal com a internet? Dá para dizer que as revistas como conhecemos vão acabar logo?
Penso nisso todo dia. Tento imaginar matérias e seções que chamem a atenção daquele tipo de leitor que acha que revista não vale nada. Mas confesso que às vezes é frustrante, especialmente se a revista é 100% feita aqui no Brasil. Com revistas licenciadas, por mais que as pessoas reclamem que muitas matérias são feitas lá fora, a gente sempre consegue mostrar algo inédito, em primeira mão. Por enquanto, acho que essa é a única maneira de competir com a internet. Quando o mercado nacional crescer ainda mais, e produtoras gringas começaram a montar escritórios e estúdios aqui, aí sim a gente vai conseguir fazer uma cobertura própria comparável à dos caras de fora. A EA, por exemplo, já libera informações com antecedência para a gente, e isso é que faz a diferença.

Mas o que dizer aos críticos que acham que as revistas de games estão com os dias contados?
Simples: não compre. Tem muita gente que gosta, e é para esse tipo de gente que as revistas devem se focar. Se um cara realmente acha que não vale a pena gastar dinheiro com revista, quem sou eu para tentar fazer ele pensar o contrário?
Visite todos os sites que quiser, mas também não fale mal do trabalho que a gente faz só porque você não tem o costume de ler revista ou se acha esperto demais para fazer isso.

Agora, você trabalha em uma revista exclusiva de uma marca. Já dá para saber quais são as diferenças entre esse tipo de publicação e uma multiplataforma?
Acho que a principal diferença é que, no caso da NGamer, o público alvo, os fãs ferrenhos da Nintendo, não admitem nenhum tipo de deslize. Por exemplo, mesmo deixando claro que a capa que liberamos é provisória, muita gente chamou a nossa atenção (alguns de uma maneira não muito amigável até) para o suposto número errado de Pokémons.
Sabemos que são 107 criaturas novas, mas duas delas são impossíveis de serem capturadas oficialmente, por isso colocamos o número 105. De qualquer forma, vamos mudar a chamada para tentar agradar a todo mundo.

Você vai entrar em um mercado que já é preenchido por uma revista que está há quase 9 anos no mercado e possui seguidores fiéis – no caso, a Nintendo World. Como se preparar para atacar este público? Ou vocês planejam atingir outros leitores que já não consomem a revista concorrente?
A nossa idéia é atingir a todos os tipos de jogadores do país, tendo uma revista para cada plataforma, para atender às necessidades de todos. Com a NGamer, não tem segredo: nosso objetivo é dar aos fãs da Nintendo uma nova opção. Quem vai escolher se uma revista é melhor do que outra são os leitores.
Além disso, concorrência é sempre bom, pois cada equipe tenta se superar a cada edição nova. Mas a concorrência existe só entre as revistas mesmo. Muitos dos caras que trabalham na Nintendo World são amigos meus, e não pretendo deixar essa concorrência estragar essa relação.

A imprensa de games nacional é “chapa-branca” ou pode, em sua maioria, ser celebrada por sua seriedade e integridade?
Acho que não, pelo menos os profissionais que eu conheço. Óbvio que, em alguns casos, o interesse dos chefões impede que você seja totalmente parcial. Afinal, queira ou não, revista é um produto. Não se faz revista só por fazer; o lucro também é importante. Enfim, no geral, acho que quase nenhum jornalista de games hoje em dia faz “média”. Os chefes podem até fazer, mas quem produz as revistas mesmo, não.

Pelo que você acompanha do mercado nacional, estamos indo bem, estamos lentos ou estamos aquém do que poderíamos?
Estamos indo bem. Como eu disse, a chegada de revista gringas no Brasil é um reflexo disso. Se o governo resolver abaixar um pouco os impostos e as pessoas perceberem que vale mais a pena comprar produtos originais, o país pode crescer absurdamente nesse ramo.
Quanto à revistas, acho que a situação poderia ser melhor. Muita gente lê uma revista uma vez, não gosta e passa cinco anos achando que ela é uma porcaria, sem nunca ter comprado novamente para ver se as coisas mudaram ou não.
E tem também o estigma que se cria quando uma revista não agrada o cara, que passa a achar que todas as demais publicações de uma mesma editora são ruins. Isso me deixa muito frustrado às vezes, pois sempre trabalhei do mesmo jeito em todas as editoras que passei, mas muitas vezes os leitores não reconhecem isso. Compram mais pelo nome que uma determinada publicação tem do que pela qualidade do trabalho feito.

Diga algo que você ainda não viu acontecer no Brasil e gostaria de ver.
Essa é fácil: produtoras gringas abrindo estúdios aqui no Brasil. Além de ajudar o mercado crescer, isso facilitaria muito o nosso trabalho (dos jornalistas) em relação à cobertura das novidades.

Você acha que as empresas de games – seja as locais, seja as só localizadas lá fora – ajudam os jornalistas o suficiente?
Sim, mas poderia ser melhor. Afinal, é interesse delas promover seus jogos. Normalmente, liberam conteúdo muito cima, quando um jogo está prestes a ser lançado, o que dificulta a nossa vida, já que o corre o risco de a revista chegar com um preview de um título depois que ele foi lançado.

A pergunta polêmica de sempre: a pirataria é o problema ou a solução?
Solução pra uns, problema para outros. Não conheço ninguém que tenha dito que não compraria um jogo original se ele custasse o mesmo ou um pouco mais que um DVD de filme original. Sei que isso é meio impossível de acontecer agora, mas acho que é isso que empresas como EA, Microsoft e Nintendo querem.

E quem ganha essa guerra da nova geração?
A briga vai ser entre Wii e X360. Duvido que o PS3 seja tão popular quanto o PS2 foi. É um console caro que além de não se diferenciar muito do console da Microsoft em termos visuais, não conta com jogos muito chamativos. Apesar da promessa de serem ótimos títulos, não creio que MGS4 e FFXIII segurem a bronca da Sony. Quero jogar pelo menos o Metal Gear, mas não vou desembolsar uma fortuna para fazer isso.

Você entrou nesse mercado sem indicação nenhuma, por seus próprios méritos. Que conselho daria para alguém que quer chegar lá, visto que hoje o mercado esta bem diferente?
Duas coisas: seja humilde e sempre esteja disposto a ralar. Conheço gente que se acha pelo simples fato de fazer parte da equipe de uma revista de renome. Outras, que mesmo estando em uma situação desfavorável, se recusam a sacrificar seu tempo para fazer uma matéria. O esquema é aceitar os conselhos de quem gosta de fazer as coisas direito e tentar aprender com isso.
E mais uma coisa: por mais genial que seja seu texto, sempre pense que é possível melhorar e se adaptar a outras situações. De uma hora para outra, as coisas podem mudar e o seu texto pode deixar de ser aceito como ele é.

Onde você se enxerga no mercado de games nacional daqui uns cinco anos?
Provavelmente fazendo a mesma coisa: editando revistas. É o que eu mais gosto de fazer, apesar de dar um trabalho danado.

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
25/05/2007 - 18:10

Para quem não sabe ainda

Compartilhe: Twitter

Acabou o mistério. Está é a nova revista de games a chegar às bancas brasileiras:

O release diz o seguinte:

Editora Europa lança nova revista especializada em Nintendo no Brasil

A Editora Europa, em parceria com a Future Publishing, da Inglaterra, consolida sua liderança no segmento de videogames e apresenta seu mais novo lançamento: a NGamer Brasil. A nova revista é a versão brasileira da publicação especializada em Nintendo mais antiga e renomada do continente europeu. A primeira edição tem data de lançamento prevista para o próximo dia 18 de junho.

Além de trazer o conteúdo exclusivo da edição inglesa, a NGamer Brasil conta com uma equipe brasileira altamente especializada em Nintendo. Assim, o exigente público interessado pelos consoles DS e Wii terá as últimas novidades internacionais e reportagens dedicadas exclusivamente aos jogadores brasileiros.

Com estrutura de 100 páginas, a NGamer Brasil, terá circulação nacional e periodicidade mensal, com distribuição em bancas todo dia 25 de cada mês. A Editora Europa já publica as revistas mensais Dicas & Truques para PlayStation, líder absoluta do setor desde a primeira edição; GameMaster e XBOX 360 – A Revista Oficial do XBOX no Brasil, além da bimestral Dicas & Truques para Games. Com a chegada da NGamer Brasil, a Editora Europa passa a somar uma tiragem mensal de mais de 155.000 exemplares mensais só no segmento de videogames.

Na semana que vem, publico uma conversa com o editor da publicação, o Felipe Azevedo. Da equipe da NGamer também faz parte o Eduardo Trivella, não por coincidência, um dos principais colaboradores da primeira fase da hoje concorrente Nintendo World, até hoje publicada pela Futuro Comunicação.

E aí, a briga será boa ou não?

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
25/05/2007 - 00:16

Que E3?

Compartilhe: Twitter

Se este fosse um ano normal, a essa hora, a Electronic Entertainment Expo 2007 já teria acabado. Nós, jornalistas, estaríamos de ressaca de tanto game, enquanto os leitores estariam aguardando as edições de suas revistas favoritas ou revendo pela trigésima vez aquele vídeo novo do próximo Metal Gear Solid.

Coisas que só a E3 faz pela gente.

Só que este ano é atípico. A E3 não rolou em maio, como acontece desde sempre. Será em julho. E nem será no imponente Los Angeles Convention Center, como já rola desde 1999 ininterruptamente. Desta vez, será em Santa Monica, logo ali ao lado de Los Angeles.
E a previsão da edição deste ano é de muito menos pessoas que nos anos anteriores. Ao que parece, os convites, que antes eram praticamente ilimitados, desta vez estão mais restritos. Dizem que 5 mil pessoas comparecerão este ano, número distante dos 75 mil visitantes da edição 2006. Estou chutando a maioria desses números, uma vez que é quase impossível saber quanta gente circulava por aqueles pavilhões. Mas é muita gente. E ao que tudo indica, este ano será MUITO menos gente.

Diziam que seria difícil, quase impossível, receber o famoso convite da organização do evento. Conversa. Soube de pelo menos mais de uma dezena de brasileiros que receberam a cartinha prateada pelo correio. Ela contém um código que deve ser inserido em um certo site, que dá acesso a uma página de confirmação e cadastro. Recebi a minha, fiz o que era previsto, mas algo deu errado e não consolidou meu registro. Reclamei com a organização, e, após alguns e-mails cheios de má vontade, recebi outro código. Ainda não fiz o novo cadastro, mesmo porque, ainda não sei se comparecerei este ano. Tudo depende de alguns fatores além de meu controle. Vejamos.

Até agora, nas minhas contas, são exatamente uma dezena de profissionais brasileiros com viagem confirmada, entre revistas, portais de internet e canais de tv. Por enquanto, é pouco (em 2005, se não me engano, havia uns 25). Há marinheiros de primeira viagem que fazem suas contas, e outros já experientes que tentam viabilizar a cara empreitada. Em uns papos que tive, pude constatar que nem todo mundo está levando o negócio tão a sério este ano. Nem é apenas desculpa por falta de verba – há quem realmente acredite que a E3 deste ano será apenas sombra do que o evento foi nos anos passados.

Eu não sei ainda se faço parte do grupo dos descrentes, apesar de ter motivos para isso: achei tudo muito bagunçado. Essa história de convites e restrições me pareceu fogo de palha, uma vez que todo mundo que compareceu no ano passado (e alguns nomes a mais) foi convidado normalmente e sem muita dificuldade. Não vou me espantar se o local estiver lotado como sempre, apesar das tão faladas restrições. E será que as produtoras de jogos terão novidades para mostrar em julho, sendo que a maioria delas já organizou seus próprios eventos particulares? E não dá para esquecer da proximidade com a Games Convention alemã e a Tokyo Game Show japonesa, ambas abertas ao público consumidor. Será que não vale mais a pena para a softhouse fazer grandes revelações direto para quem realmente irá comprar seus produtos?
São muitas questões.

De qualquer modo, hoje as coisas começaram a melhorar. Foram divulgados os horários das coletivas de imprensa das principais produtoras que terão estandes na E3. É uma resposta a uma das principais dúvidas que nos perturbava, porque até então, pouco se sabia do formato do evento – Só exibições fechadas de jogos? Exibições fechadas e feira semi-aberta? Coletivas e feira? Coletivas só das fabricantes de consoles?

-Terça, 10 de julho
20h30 – Microsoft

-Quarta, 11 de julho
9h30 – Nintendo
11h30 – Sony Computer Entertainment
14h – Electronic Arts
15h15 – Activision
16h30 – Midway
17h45 – Konami

-Quinta, 12 de julho
8h30 – Take Two Interactive
9h15 – THQ
10h30 – Ubisoft
13h30 – Namco Bandai
15h30 – Disney Interactive

Veja só, está andando. Assim mesmo, não sinto o espírito E3 no ar. Talvez porque, final de maio que é, esse espírito já teria que ter ido embora. Mas se as coisas mudaram, vamos conviver com elas.

E para você que acompanha E3 remotamente todos os anos, o fato de ser em julho muda alguma coisa? Ou tanto faz? Diga ali embaixo.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
22/05/2007 - 22:57

Multimídia

Compartilhe: Twitter

Quem joga game online tem tempo de ler quadrinhos? Óbvio que sim. Se o quadrinho tiver a ver com o game, dizem, é melhor ainda (nem sempre, mas falo sobre isso outro dia).

Isso é só uma desculpa para falar que a Conrad divulgou hoje o lançamento de Warcraft – Trilogia da Fonte do Sol, uma série em três volumes (um por mês) vendidos em banca de jornal, no formatinho mangá (13,5 cm por 20,5 cm).

A primeira edição terá 160 páginas a R$ 9,90 (comprando por aqui tem desconto). Folguei em saber que a tradução é do Eric Araki, com quem trabalhei durante muitos anos na Conrad e é um verdadeiro especialista em RPGs online e offline (e mestre Pokémon nas horas vagas). O roteiro é do norte-americano Richard Knaak e os desenhos são do coreano Jae-Hwan Kim.

O enredo é mais ou menos o seguinte, segundo o release que recebi:

Warcraft – Trilogia da Fonte do Sol conta a história do dragão azul Kalec, que foi mandado pelo seu clã para descobrir e proteger a Fonte do Sol – uma construção que oferece um suprimento ilimitado de energia mágica. Perseguido por um grupo de anões, Kalec chega perto da morte e é salvo por Anveena, transformando-se em humano e escondendo-se na casa da garota.

Porém, ambos são capturados pelo Flagelo dos Mortos-Vivos, que estão sob o comando do maligno feiticeiro élfico Dar´Khan. Kalec e Anveena são submetidos a um interrogatório, onde Dar´Khan utiliza colares mágicos especiais para tentar descobrir onde está a Fonte do Sol. A dupla de heróis é salva por Tyri, outro dragão azul, que na verdade é a noiva de Kalec. Preso à sua forma humana graças ao colar mágico, Kalec agora tem uma jornada dupla: livrar-se do artefato em seu pescoço e impedir que os Mortos-Vivos cheguem à Fonte do Sol.

Confesso que não me senti atraído nem pelo enredo, nem a marca Warcraft, muito menos pelo formato mangá. Mas deve ser porque sou um velho chato que não tempo para ler e se divertir. Mas isso sou eu, vai que você gosta?

Quem quiser ler, veja aqui.

***

Hoje foi dia de ver Piratas do Caribe 3: No Fim do Mundo, que estréia nesta sexta-feira no Brasil. Se alguém me perguntasse “E aí, é legal?”, a resposta seria um tanto esquizofrênica. Primeiro, diria que os efeitos especiais são absurdos, que o Johnny Depp continua engraçado como Jack Sparrow, que a Keira Knightley está linda de doer. Ou seja, tudo conforme o previsto.

Em seguida, eu diria que boiei em mais da metade do filme, que é confuso, longo demais e sofre de excesso de informação.

Resumindo: “É legal?”. É. E não é.

Quem achou o filme anterior confuso (O Baú da Morte), vai achar engraçado saber que o novo consegue ser ainda pior nesse sentido. É difícil entender quem está de cada lado, quais as motivações de cada personagem, quem matou quem e o porquê de certas coisas acontecerem (é de se questionar que o filme seja divulgado como um produto infantil. Nem parece). Achei bizarro não rolar um flashback no início, uma vez que o público é praticamente obrigado a assistir ao 2 para sequer entender a primeira cena do 3. Para se ter uma idéia, fui sacar que um certo personagem não era quem eu pensava só nos dez minutos finais. Isso porque assisti a O Baú da Morte ontem (em DVD), e a No Fim do Mundo menos de oito horas mais tarde. Imagine se nunca estivesse visto?

Assim mesmo, é um filmão imperdível. Dá para entender? É, eu também saí da sala de cinema sem saber o que sentir…

Já o game de Piratas do Caribe, pelo que me garantiram, é ótimo. Na medida que um game baseado em filme pode ser, claro. Alguém aí jogou qualquer versão de Spider-Man 3? Dizem que é uma piada sem graça, de tão ruim.

Cinema e games, apesar de andarem lado a lado, em paralelo, falam idiomas cada vez mais diferentes.

***

Informação inútil e interessante: na platéia que assistiu a Piratas 3, três pessoas jogavam Nintendo DS antes da exibição começar.

Dois jogavam Pokémon. O outro, Elite Beat Agents.

E juro que eu não era um deles.

***

Para quem perdeu, ouvi dizer que aquele Combo Fala + Joga de sexta-feira passada logo vai cair no YouTube. Qualquer hora o link surge por aqui.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
18/05/2007 - 19:47

Ultra Combo

Compartilhe: Twitter

Estamos lá no PlayTV hoje, 18 de maio, 21h30, eu e o Luciano Amaral batendo papo no Combo: Fala + Joga. Não é ao vivo (foi gravado na semana passada), então eu estarei em casa tentando assistir também.

Nos vemos lá?

P.S.: O sistema de comentários deste blog falhou e pifou miseravelmente hoje, justo hoje. Guarde seus comentários para os próximos dias, quando o problema deverá ser resolvido… ou escreva um e-mail para pmiyazawa[arroba]ig.com.br.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
18/05/2007 - 00:34

Leia o game

Compartilhe: Twitter

Vamos lá, que eu já me atrasei:

Conforme o (não) prometido e com atraso, divulgo aqui o nome e a cara de uma das revistas de games que anunciei há umas semanas (esta, especificamente, eu citei na semana passada):

Ela se chama M³: Massive Multiplayer Magazine, é editada pela Futuro e foca no universo dos games online massivos como World of Warcraft, Ragnarök Online e vários outros. Como dá para ver pela capa, o objetivo da publicação é mesmo capturar o gamer hardcore, o qual, diga-se de passagem, é historicamente um não comprador de revistas.

Custa R$ 7,90, tem 68 páginas e é editada pelo Ricardo “Shaaman” Farah. Deve chegar nas bancas no dia 5 de junho. Eu ainda não vi a revista pronta (está na gráfica, pelo que sei), mas toda informação que você precisa por enquanto está aqui.

Torço muito para vingar. O mercado precisa.

***

Acabei de passar os olhos na edição 6 da Revista Oficial do Xbox 360, da editora Europa. Passei os olhos, mas uma matéria tive que ler inteira, por curiosidade pura, e também porque está muito atraente e interessante: os mistérios de Grand Theft Auto IV desvendados.

Recomendo e parabenizo a revista e sua equipe, que alcançou um belo padrão de qualidade em pouco tempo de mercado. Me faz lembrar do tempo em que trabalhei em revistas oficiais. A teoria diz que revistas multiplataforma são mais “jornalísticas” e sérias, mas isso é apenas teoria. É possível demonstrar isenção e força de reportagem em uma publicação atrelada a uma marca.

***

Enquanto isso, continuo proibido de falar sobre aquela nova revista que citei há uns meses… o editor garantiu que abre a boca assim que a primeira edição for para a gráfica.

Já demorou demais, não?

***

E esse Halo 3 com dublagem em português? Conforme me contou o Nelson Alves Jr., que testou a versão beta, o jogo de tiro mais aguardado do ano terá gente falando o nosso idioma, sem sotaque de Portugal. Tudo indica que o processo de localização de Halo 3 foi feito nos famosos estúdios especializados da Irlanda, provavelmente coordenada por profissionais nascidos no Brasil.

É uma notícia relevante, que não consegui arrancar do Milton Beck na entrevista que fiz anteontem… vida de jornalista nem sempre é fácil.

***

Por falar nisso, estes são os três vencedores da promoção Gamer.br desta semana, que tiveram o privilégio de fazer perguntas para o executivo da Microsoft responder (a entrevista será publicada na próxima semana, aqui):

Edson Cesar Cavalcanti

Gleidson

menino.Guaiaqui

Cada um deles receberá em casa:

* 1 exemplar da edição 6 da Revista Oficial do Xbox 360

* 1 exemplar da edição 64 da EGM Brasil

* 1 exemplar da edição 8 da Rolling Stone

* Uma resposta dada pelo Milton Beck

Os vencedores serão avisados por e-mail. Muito obrigado a todos os participantes – se houvesse tempo, teria feito todas as perguntas. Não deixe de entrar nas próximas promoções.

E boa sexta para todo mundo.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
16/05/2007 - 20:56

Tem para todo mundo

Compartilhe: Twitter

Para você ver como a gente pensa que sabe de tudo, mas não sabe de nada… veja este release que recebi (o Gustavo Petró quem deu a dica):

Quinta-feira encerram as inscrições para primeiro encontro de games para cegos

Os interessados em participar do primeiro Encontro Nacional de Áudio-Game, dirigido a pessoas com e sem deficiência visual, tem só até essa quinta-feira (17/5) para fazer a inscrição. O evento será realizado na Uni Sant’Anna, nos dias 19 e 20/5, das 9h às 17h.

A iniciativa é da Uni Sant’Anna, em parceria com o Centro de Emancipação Social e Esportiva de Cegos – Cesec e o Blind Games Brazil. A programação do evento inclui oficinas de jogos e campeonatos entre pessoas com e sem deficiência visual; debates sobre as novas tecnologias e projetos desenvolvidos para a inclusão do cego em diversas atividades; e palestras (…).

Entre os games que serão usados pelos participantes estão xadrez, jogo da memória, simuladores de vôos, rpg, entre outros. As pessoas cegas ou com baixa visão jogarão com o áudio-game — teclado do computador, um sintetizador de voz e fones de ouvido -, alta tecnologia de som, com recursos em terceira dimensão.

Os interessados poderão se inscrever até o dia 17/5, das 9h às 17h, pelo site www.audiogames.rg.com.br, ou pelo telefone (11) 69141911, ou no Cesec (rua do Orfanato, nº 384 – Vila Prudente/São Paulo). O valor da inscrição é R$ 30,00. Os participantes receberão um kit com fone de ouvido e um cd com jogos. O evento tem 400 vagas.

Local do Evento: Uni Sant’Anna
Rua Voluntários da Pátria, nº 275 – próximo ao metrô Tietê.
Dias: 19 e 20/5 (sábado e domingo) a partir das 9h00.
Informações: 2175 8000 – www.unisantanna.br

Que tal? Ou sou só eu que acho a iniciativa incrível?

***

E por falar em releases e eventos que se encerram esta semana, e para quem mora em São Caetano do Sul/SP:


Universidade IMES recebe alguns dos mais antigos computadores do mundo

Vindas do acervo do Museu do Computador, de São Paulo, peças que compõem a Exposição “Do Passado ao Presente num Piscar de Olhos”, estão até dia 18 de maio, no Campus II da Universidade IMES.

Os visitantes poderão conferir alguns dos mais antigos e obsoletos computadores do mundo, além de conhecer um pouco mais sobre a história da informática.
Estarão expostas peças que marcaram a trajetória dos computadores, dispostos em um Túnel do Tempo, com inúmeras raridades ainda bem conservadas, do Ábaco ao mouse de madeira.

Entre os destaques, o primeiro computador portátil, pesando 10 quilos; O primeiro game do Brasil; A memória de ferrite, usada nos Main frames da década de 60; O disco rígido da década de 60, pesando 20 quilos e com 25 kb de memória; O Primeiro MAC da Apple e muito mais…

A exposição tem entrada franca e é aberta à toda a comunidade, das 9h às 22h. Mais informações pelo telefone 4239-3259.

Quando: até 18 de maio, das 9h às 22h
Universidade IMES – Campus II – 1º andar
Rua Santo Antônio, 50 – Centro de São Caetano do Sul – SP
Entrada Franca

Quem for, me conte depois.

***

O papo com o Milton Beck fluiu que foi uma beleza hoje à tarde, no trigésimo-terceiro andar do prédio onde se localiza a Microsoft. A entrevista rendeu tanto, que devo reproduzi-la aqui quase na íntegra – o único problema é que o Milton já foi o personagem da “Entrevista da Semana” há alguns meses… alguém se incomoda com a repetição? Eu não.

Aproveitei e fiz algumas das perguntas criadas pelos leitores (no fim das contas acabei escolhendo três muito boas, que mereceram respostas enormes e detalhadas). Entre outras coisas, Beck comentou que o preço do 360 no Brasil não vai cair tão cedo, mesmo com a redução do valor do dólar frente ao Real; explicou o porquê de a Microsoft Brasil não dar assistência técnica a consoles comprados em outros países; deu pistas de quais publishers planejam montar escritório no Brasil; e falou das versões especiais de Halo 3 que devem chegar ao nosso mercado quase que simultaneamente aos Estados Unidos. E deixa eu parar de contar, senão não sobra nada para a transcrição da entrevista, que devo colocar na semana que vem no ar (quase uma hora de conversa, demora um tempinho para transcrever).

E amanhã, aqui, os nomes dos vencedores que tiveram suas perguntas respondidas na entrevista. E os prêmios, claro.

E deixa eu correr, que o A Era dos Videogames já começou.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
15/05/2007 - 22:21

Quem te viu, quem TV

Compartilhe: Twitter

Sua TV, acredite, não serve só para se instalar o videogame. De vez em quando, os canais não-especializados transmitem coisas realmente interessantes. Que tal um sensacional documentário em cinco partes sobre a origem do mercado do entretenimento digital?

Pois é. A Era dos Videogames passará em cinco quartas-feiras, sempre às 21 horas, no Discovery Channel. Começa amanhã e vai até o dia 13 de junho. Eu não vi, mas ao que tudo indica, deve ser muito bem feito e apurado (o Théo, pelo jeito, assistiu e gostou). Cada um dos capítulos é nomeado conforme uma parte do corpo usada no ato de jogar (o polegar, o rosto, as pernas, a mente, o coração) e traz entrevistas com diversas personalidades variadas que fizeram essa história acontecer dos anos 60/70 para cá.

O site do Discovery tenta capitalizar em cima e traz uns teasers, spots e promoções relacionadas ao documentário. Nem precisava, porque o negócio parece ser bem feito. Vamos assistir, e torcer para eles não demorarem a reprisar (sabe como é, algum capítulo com certeza eu vou esquecer de ver).

***

E por falar em TV, desta vez especializada, relembro para sintonizar o PlayTV na sexta, 18 de maio, 21h30. O Gamer.br em pessoa estará lá, no Combo: Fala + Joga. Veja lá.

***

E é hora de promoção no Gamer.br. O prêmio eu digo depois (é surpresa), mas a pergunta eu faço antes, para aquecer. Se pudesse, o que você perguntaria para o Milton Beck, o homem-forte da Microsoft (e do Xbox 360) no Brasil?

Escreva nos comentários abaixo as suas sugestões. As duas perguntas mais interessantes (e inéditas, por favor) ganham os prêmios misteriosos pelo correio, e recebem a honra de ganharem respostas objetivas do próprio Milton Beck em pessoa. Mas agilize sua pergunta, que esta promoção só vale até amanhã, às 14h. O resultado (e o teor dos prêmios) será publicado aqui, na quinta de manhã.

E vamos nessa, que a semana é longa.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
14/05/2007 - 19:04

Aconteceu, e já passou

Compartilhe: Twitter

Como assim, Nintendo em Santa Catarina?

Todo mundo já falou sobre o assunto nos últimos três dias, mas vou fazer meu mea culpa por ter demorado em comentar o assunto. Precisava esperar certos fatos virem à tona.

Vamos lá, acompanhe comigo: uma fábrica da Nintendo no Brasil? E em Florianópolis? E por que no Sul do país, e não no Norte ou Nordeste, como seria de se esperar? E de onde veio essa informação? Tantas perguntas, poucas respostas, tudo mal contado demais.

A informação foi publicada no jornal Diário Catarinense na semana passada, e tal qual um vírus letal, espalhou-se por blogs e em seus comentários (você leu primeiro aqui, através dos próprios leitores do Gamer.br), em sites especializados, em fóruns e em comunidades do Orkut.

Começou assim, conforme publicado na coluna do jornalista Moacir Pereira, em 5 de maio:

[Em discurso, o Governador de Santa Catarina, Luiz Henrique,] aproveitou para anunciar a instalação de uma fábrica da Nintendo, multinacional especializada em videogames, que produzirá jogos eletrônicos visando a um ambicioso programa de exportação.

No mesmo dia, a outra notícia, agora na seção “Informe Econômico”:

Pólo de games
Santa Catarina terá um pólo de desenvolvimento de games dentro de 60 dias. A unidade será instalada pelo governo do Estado em prédio da Epagri, próximo ao Hospital Infantil Joana de Gusmão, e vai abrigar, inicialmente, oito empresas. A informação é de Vinícius Lummertz, secretário de Relações Internacionais.

Passei o final de semana pensando no assunto (soube que jornalistas de outros veículos perderam o descanso sagrado e o dia das mães tentando apurar a informação). Sabe quando alguma coisa simplesmente “não bate”? Por que saberíamos de algo tão importante através de uma notinha de jornal, assim, sem pompa ou circunstância nenhuma? Faltava algo aí.

E conforme apuraram jornalistas dedicados, como o Gustavo Petró e o Luiz Siqueira (Gamemaster), a Renata Honorato (GameGirl), e o Théo Azevedo, do UOL Jogos que conversaram com algumas das partes envolvidas, tudo não passou de um enorme mal entendido.

Lembra como era nos anos 90, quando videogame era um bicho de sete cabeças que pouca gente compreendia o que significava e para que servia? Era a época da generalização: falava-se “Nintendo” quando queria se dizer “videogame” de um modo geral (neste século, o sinônimo de videogame virou PlayStation, mas isso é outra história). De uma hora para outra, sabe-se lá como, a notícia de um “pólo de empresas de games em Santa Catarina” acabou se transformando em “a Nintendo instala fábrica no Brasil”. Não se sabe se começou no discurso do Governador Luiz Henrique, ou nos textos do Diário Catarinense, ou nos dois. Não se sabe quem comeu bola, exagerou ou generalizou. Ao que parece, uma das empresas participantes já havia colaborado com a Nintendo, daí toda a confusão. Mas é melhor não apontar culpados, para não cometer injustiças. Esses mal entendidos acontecem o tempo todo, principalmente em um mercado carente de boas notícias como o nosso.

A notícia, em todo caso, é importante: Santa Catarina, um dos Estados mais ricos do país, prepara a criação de um pólo de desenvolvimento de games, tal qual já existe em outros Estados brasileiros. Ao que parece, levará menos de dois meses para o projeto começar a caminhar. Não foram reveladas quais empresas (por volta de oito) irão participar, mas já se sabe que uma delas é a norte-americana Cinemaware, que algumas pessoas irão identificar como a empresa que se associou à Ignis Games (de Niterói, aquela do Erinia, primeiro MMORPG 100% nacional a ganhar aclamação), meses antes da softhouse brasileira declarar encerradas as suas atividades.

A Nintendo, e disso não há dúvida alguma, não está entre estas oito empresas do pólo de Florianópolis.

***

Neste final de semana, para descargo de consciência, entrei em contato com o escritório da Nintendo of America, em Redmond, para ver se eles dariam alguma declaração a respeito do assunto. Como é de praxe, a empresa não se pronunciou. Normal: eles dificilmente se metem em assuntos aos quais não são chamados. A Nintendo, pelo menos neste sentido, continua tão longe do Brasil como tem estado desde o final da parceria com a Gradiente, em 2002.

E foi assim que, pelo menos por um longo fim de semana, a Nintendo teve uma fábrica instalada em território brasileiro. Está certo que os nossos sonhos de grandeza às vezes são meio loucos em excesso, mas bem que eles poderiam durar um pouquinho mais…

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
Voltar ao topo