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Arquivo de novembro, 2006

29/11/2006 - 23:46

Fechando o dia

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Apesar de correndo por causa do fechamento de mais uma edição da Rolling Stone (aliás, já viu a matéria de games da edição 2?), dá tempo de contar duas coisas interessantes que ouvi falar…

– Um novo programa exclusivo sobre videogames na TV brasileira em 2007? Parece que está mesmo a caminho. O responsável pela empreitada prometeu contar mais detalhes em breve, exclusivamente neste blog.

– Soube que uma das grandes escolas de samba do Rio de Janeiro escolheu o tema “jogos” como assunto de seu samba-enredo para o Carnaval 2007. E os videogames estariam incluidos nessa. A idéia, imagine, seria apresentar personagens e outros ícones do entretenimento eletrônico em carros alegóricos e até em fantasias. Será que dará certo? É esperar fevereiro para ver.

E tinha mais uma coisa bem legal que soube agora de noite… mas pessoas irão sofrer graves seqüelas se qualquer coisa for dita. Melhor deixar para outro dia. Uma dica? É sobre um game (dã!) e tem a ver com o Brasil (mais dã!).

Now… back to work.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
28/11/2006 - 14:35

Hands on ("Mãos ligadas")

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Semaninha agitada essa passada.

Joysticks de PlayStation 3 e Wii passeram pelas mesmas mãos que escrevem este blog. E pode parecer desprezo (longe disso), mas não fiquei lá muito empolgado.

É claro que não tive tanto tempo para me dedicar quanto desejava. Se joguei duas horas de PS3, foi muito. Já o Wii eu pude explorar mais, mas não muito mais. É essa maldita rotina corrida que não nos permite a plena dedicação às boas coisas da vida…

A idéia não é fazer review (este espaço virtual não serve para isso), mas faço um breve resumo opinativo do que joguei. Repito, isto não é review nem opinião definitiva – tudo pode mudar à medida em que eu tiver mais contato com as novas plataformas.
E agradeço muito aos amigos da Editora Europa e da Futuro Comunicação, por darem acesso à informação a este pobre blogueiro sem-console.

Primeiro, o PlayStation 3:

O melhor do PlayStation 3, até agora:
Os games que ainda não foram lançados. Não é brincadeira. Me diverti mais com os demos embutidos no console, como MotorStorm e F1 2007. Mas ainda assim, não foi muito – o upgrade visual engana bem, mas não foi suficiente para cegar minha primeira impressão.

O que precisa melhorar no PlayStation 3:
A sensibilidade aos movimentos do joystick SIXAXIS. Jogar MotorStorm com esta opção ligada é um exercício de paciência, uma dificuldade imensurável para iniciantes. Passei vergonha na frente da “platéia”. É sensível sim – e até demais.

A decepção do PlayStation 3:
De cara, foi Resistence: Fall of Men. Em certos momentos, tive a impressão de estar jogando um game de PS2. Feio e limitado, não passa de um jogo de tiro sem muita inspiração. Deve ficar bem melhor nas fases avançadas, mas a impressão inicial foi frustrante.

Agora, para nintendista nenhum ficar chateado… Wii:

O melhor do Wii, até agora:
O esquema de criação dos Miis. É diversão para toda a família, e a grande jogada da Nintendo com seu novo console. Personalizar usuários é um charme adicional que já se faz obrigatório em qualquer outro lançamento vindouro.

O que pode melhorar no Wii:
Os jogos, de um modo geral. Início de plataforma é assim mesmo, pouca coisa se salva. Os minigames do Wii Sports são ótimos, mas são, como acabei de dizer, “mini”: de curta duração, enjoam rápido. Trauma Center é ótimo, me disseram. E Zelda é Zelda, não tem como errar muito. E por enquanto é só.

A decepção do Wii:
As características “sensíveis” do Wiimote ainda precisam ser aprimoradas. Nada de muito grave, mas que fariam diferença. Por exemplo, em Zelda, gostaria de movimentar o joystick para a esquerda e dar uma espadada para o lado esquerdo. Movimentar para a direita e dar um golpe para o lado direito… e por aí vai. É pedir demais?

E leiam direito: relembro que estas são as opiniões de quem não jogou o bastante, e pretende jogar muito mais nas próximas semanas, meses, anos.

E que chovam pedras neste blog.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
27/11/2006 - 02:59

Entrevista da Semana: Marcel R. Goto (Diverbrás)

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Segunda-feira é o dia do rodízio do meu carro… e de uma tradição deste site: a entrevista da semana. Desta vez, dou voz a uns dos meus amigos/colegas de profissão pelo qual tenho mais respeito. Jornalista (escreve bissextamente na EGM Brasil e em seu blog, Lenda Urbana), produtor de eventos, roteirista de HQs e estudante de psicologia, o Marcel R. Goto seguiu recentemente um caminho mais ou menos natural em outros países: partiu do jornalismo de games para a criação de jogos propriamente ditos. Hoje, ele é produtor executivo da Diverbrás, principal fabricante de arcades e fliperamas do país, mas não deixou de ser um cara com opiniões contundentes e interessantes sobre a indústria dos videogames. A conversa foi longa, profunda e rendeu bastante. Leia.

Gamer.br: Existe mesmo hoje uma produção de games no Brasil, alem do tão falado mercado de games para celular?
Marcel R. Goto: A resposta curta é que sim, existe. A resposta mais completa, creio, é que esse mercado “extra-celular” consiste basicamente em advergames e jogos para a web, que não costumam interessar tanto o público geral quanto os consoles. Daí a relativa falta de informações sobre o que se cria por aqui. E inclusive confesso a minha própria ignorância, estou longe de conhecer todos os colegas desenvolvedores nacionais.

Os consoles de nova geração já chegaram ao Brasil. O que falta agora, grosso modo, para as produtoras de games nacionais criarem ou colaborarem em jogos para essas máquinas?
Andei conversando com outros desenvolvedores sobre o Xbox Live Arcade, e estou bem certo de que é uma plataforma viável. Idem para o Virtual Console do Wii e o serviço equivalente da Sony, se eles também se abrirem para os estúdios independentes como a Microsoft fez. Mas nos três casos, são jogos baixados pelo serviço online do console. Para entrarmos também no mercado retail (jogos comprados em caixinha, vendidos nas lojas), a história é bem diferente. Teríamos que encontrar um publisher, e o modelo econômico é diferente e bem mais complexo.
Mas não encaro essa limitação como algo ruim. É um começo.

Sua área de atuação é o mercado de arcades. Como ele funciona hoje no Brasil? Dá para se dizer que há uma produção efetiva de jogos nacionais? Quando jogaremos estes jogos?
Nesse mercado, algumas poucas operadoras de alto nível, como a Hotzone, importam suas próprias máquinas; outras contam com empresas, das quais a Diverbrás é a maior, para trazer os jogos de fora. É um mercado que teve uma grande baixa com as flutuações do dólar alguns anos atrás, mas agora estabilizou e apresenta boas oportunidades para a inovação.
Conta-se nos dedos os jogos nacionais, coisa bem esporádica, então não dá pra falar ainda em produção nacional. No caso da Diverbrás, criamos um estúdio especificamente para produzir jogos de fliperama. Os primeiros títulos vão ser anunciados, apresentados para beta test e exibidos em eventos já no próximo semestre.

Onde a Diverbrás pretende chegar com esses jogos? Há planos de a empresa expandir e partir para produções em outras plataformas?
Não posso entrar em muitos detalhes ainda, mas dado o histórico da empresa e a sua posição no mercado, começar a produzir seus próprios títulos foi uma decisão bastante natural. Os nossos jogos vão complementar o catálogo dos importados da SNK, Sega, Namco e outras, além de oferecer atrativos específicos ao mercado nacional. E existem planos, sim, para produzir para outras plataformas. Nenhuma está fora de cogitação, mas são planos de médio prazo. Há muita coisa a ser feita nos fliperamas nesse primeiro momento.

Quando o assunto é indústria brasileira de games, só se fala em “dificuldades”, em como “estamos longe do que acontece no exterior”. Você não acha que trabalhar com produção de games hoje não passa de uma mera utopia?
Tudo depende da sua abordagem, do modelo econômico. Se alguém estiver pensando neste exato momento em competir com a Konami, Capcom, Ubisoft, lançando jogos para o Xbox 360 e Playstation 3, bem, acho que esse alguém precisa agendar uma visita ao psiquiatra. Eu gosto muito do exemplo da Coréia. Eles criaram uma indústria de jogos bastante robusta em pouco tempo, totalmente independente das plataformas fechadas. Fizeram jogos para PC, para arcade, criaram seus próprios modelos econômicos, e explodiram com os RPGs online, e fliperamas como Pump It Up. Claro que não partiram absolutamente do zero: o governo coreano enxergou as possibilidades desta indústria e trabalhou com vigor e competência junto aos desenvolvedores, fornecendo todo tipo de incentivos, criando uma infra-estrutura favorável, o que sempre me faz pensar na atuação do nosso governo nessa área. Temos tudo para seguir o exemplo da Coréia e abrirmos nosso próprio espaço, criarmos nossa própria indústria. Não sei se o exaltar o software livre em discursos tem algo a ver com isso. Precisamos de atitudes palpáveis.

E quais seriam essas “atitudes palpáveis”?
Algumas são as que todo o espectro da economia pede ao governo: simplificar a burocracia para abrir e fechar pequenas empresas, simplificar impostos etc. Outras são específicas do mercado de games, como incentivos fiscais, voltar a diferenciar os games das máquinas de bingo e poker nas tarifas de importação, representar e promover a produção nacional (como fazem os coreanos), representar e promover a produção nacional no exterior (idem). O governo da Coréia do Sul, na verdade, tem uma política bastante abrangente para incentivar toda a produção cultural, não só de games, o que representa uma atitude progressista ao invés da vitória do lobby de uma indústria específica. Eles também apoiam ativamente a indústria de quadrinhos e desenhos animados, cobriram as grandes cidades com redes de fibra ótica para facilitar o acesso à internet. Eles enxergam a sinergia entre essas diversas indústrias, daí o crescimento espantoso que elas vêm tendo. Esse país é a grande notícia dos últimos anos.

Falando sobre o Brasil agora: e a pirataria, tem jeito? Ela é o problema ou já é a solução?
Eu tenho uma atitude meio zen a respeito da pirataria. Não é problema, não é solução. É um fato. Se estamos falando dos consoles, a questão é, novamente, o modelo econômico. É possível lançar jogos no Brasil a um preço que gere um volume de vendas suficiente para a empresa ter lucro, para investir mais, para manter e expandir seus negócios aqui? Se sim, então a pirataria já sai do primeiro plano das discussões.
Eu acho que a Microsoft está no caminho certo para, pelo menos, testar essa hipótese. Se a Nintendo realmente lançar os jogos aqui a mais de R$ 200, bem, só posso lamentar, ela vai estar repetindo o karma da geração atual. Apesar de eu entender que as publishers queiram tratar da pirataria como uma questão ideológica, moral, ela é uma estatística a ser compreendida e superada, como qualquer outra. Como o número de consoles ou discos defeituosos que saem de uma linha de produção, como a margem de lucro a cada venda.

Fechando, a sua opinião de jogador: quem ganha a guerra da nova geração?
Eu torço pela Nintendo. O GameCube foi irrelevante e equivocado, tanto na sua concepção quanto em toda a estratégia ao longo da sua existência. O Game Boy Advance foi burocrático, condescendente pela falta de um concorrente à altura. Mas o Wii e o Nintendo DS são empolgantes, eles desafiam algumas idéias fundamentais a respeito do que os jogos são, do que eles devem ser. A Nintendo fez essa virada por pura necessidade, não podia mais cometer os mesmos erros sob risco de se tornar irrelevante. Mas isso não diminui o meu respeito pela sua estratégia atual, muitas outras grandes empresas insistiram no erro, ao invés de ousar.
Em segundo lugar, torço pelo Xbox 360. É um esforço sincero por parte da Microsoft, segue uma estratégia de evolução consistente e racional.

E a Sony, então, perderá o topo como e quando?
Talvez já tenha perdido. Desde a primeira remessa, ela colocou menos PS3´s no mercado do que a Nintendo. Duvido que alcance ou ultrapasse os números do Wii, agora ou no futuro.
O como… tem a ver com o preço, com o conservadorismo no design, com a acomodação e a arrogância. Talvez eu esteja enganado, e ela consiga se sair bem apesar de tudo. Mas isso vai ser ruim para indústria.

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
24/11/2006 - 03:36

Fim de feira

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Segura essa(s):

– Conforme apurado, Electronic Game Show 2006, só mesmo em 2007. E é isso que o pessoal da organização do evento pôde dizer por enquanto. Uma declaração oficial deve ser feita muito em breve e, assim que ela acontecer, rola uma entrevista exclusiva por aqui. Logo, o assunto não está encerrado.

– E por falar em evento de games… lembra do Arena Gamer Experience, mais conhecido como AGE, evento de games que aconteceu em agosto deste ano em São Paulo? Então, havia uma promessa de “10, 15 anos de evento” que acabou de evaporar-se. Me contaram que a empresa organizadora, a Messe Frankfurt, teria cancelado o evento do próximo ano… e os dos outros também. Razões não serão divulgadas, pelo menos por enquanto.

Cá entre nós, é para se pensar: será que os dois fatos acima ocorreram:

1. Por falta de apoio do público, o qual, ao não lotar esses eventos, tornou-os pouco atraentes para as possíveis empresas anunciantes?

ou

2. Será que foram as possíveis empresas anunciantes que não deram o devido suporte para estes eventos, tornando-os pouco atraentes aos possíveis visitantes?

Boa, não? A gente discute isso mais tarde.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
22/11/2006 - 20:07

Poderia ser você

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Você está aí, chorando por um Wii, vendendo a alma por um PlayStation 3, fazendo promessa por um 360

… e esse pessoal aí embaixo não está nem aí pra isso.

Este aqui transformou o PS3 em um autêntico grill capaz de preparar deliciosos grelhados.

O pessoal do Smash My PS3 é profissional em quebrar videogames em público. E assim o fizeram. Dois dias depois, foi a vez da “equipe” do Smash My Wii trabalhar um pouco. Implacáveis.

O pessoal do IGN.com explica como fazer para não se meter em acidentes com seu Wiimote…

…porque acidentes acontecem mesmo, dizem.

O Wii deste coitado quebrou após uma hora de uso. Poderia ser você?

***

Conforme me contou o sempre bem-informado Bueno, editor da EGM PC, a disputa do FIFA Interactive World Cup no sábado foi bem interessante. Dos 4 vencedores que ganharam o direito de representar o Brasil na final (na Holanda), dois deles nem sabiam previamente do torneio: estavam estudando no cursinho (localizado no mesmo prédio do local do torneio), desceram para a pausa entre uma aula e outra, resolveram participar… e ganharam.

Poderia ser você?

***

E estava tudo certo e confirmado para um jantar da equipe organizadora do Video Games Live no Brasil e alguns convidados (eu estava nessa) com a turma do Tommy Tallarico… e o cara cancelou. Motivo: ele está em Florianópolis desde segunda-feira, relaxando após os shows. Só que ele curtiu tanto o lugar que não quis mais voltar para São Paulo de jeito nenhum. E amanhã já segue direto para os EUA.

Pensando bem, até dá para entender.

***

E por (não) falar em nova geração… já jogou Elite Beat Agents no Nintendo DS? Não? Deveria. É sensacional. E bizarro. E indescritível.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
20/11/2006 - 15:35

Entrevista da Semana: Steve Singer (Nintendo of America)

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Hoje é segunda, e apesar de ser feriado, é dia de Entrevista da Semana. A seguir, publico uma entrevista com Steve Singer, o poderoso vice-presidente de operações Nintendo na América Latina. Já havia publicado aqui alguns trechos desta conversa, e agora é hora de conferir na íntegra. Lembro que a entrevista ocorreu algumas semanas antes do lançamento do Wii, então não foram discutidos alguns assuntos tabu, como o preço do console nas lojas brasileiras. Assim mesmo, é possível compreender um pouco mais da estratégia da Nintendo para o nosso mercado. Confira, comente, como sempre.

Gamer.br: A Nintendo planejou o lançamento do Wii no mundo inteiro para 19 de Novembro. Como o Brasil está incluído nestes planos?
Steve Singer: A Nintendo anunciou 19 de Novembro como o dia de lançamento do Wii em toda o continente americano. Esta é apenas a segunda vez na história da empresa que um console é lançado primeiro fora do Japão. Assim como aconteceu com o Nintendo DS, estamos honrados e animados em poder liderar essa onda e levar o Wii às residências de todo o mundo, inclusive do Brasil.

Alguns gerentes da Microsoft me disseram que o lançamento do Xbox 360 no Brasil dependia de algumas questões não-resolvidas – politicamente falando. Eu entendo que este é o mesmo problema que a Nintendo vem tendo no Brasil. Quais são os tipos de dificuldades que vocês enfrentam hoje?
Desenvolver e distribuir um produto como o Wii no mundo todo é um processo muito complexo. Nosso objetivo na Nintendo é continuar a trabalhar para encontrar a maneira mais eficiente de trazer a experiência Wii de nossas fábricas para as suas casas. Cada país e região do mundo têm desafios únicos que precisamos superar para alcançar este objetivo. Nossa opção é trabalhar com empresas locais e órgãos oficiais para encontrar a melhor solução para cada mercado.

O lançamento do Xbox 360 no Brasil é uma questão de tempo. O que muda na estratégia da Nintendo com a chegada oficial do concorrente no Brasil?
Nos não podemos comentar as ações de outras empresas. O que podemos dizer é que a Nintendo tem sido a líder da região desde o inicio dos videogames, e a Nintendo continua a ser a única empresa a oferecer entretenimento realmente inovador aos consumidores. Quando se leva em conta a jogabilidade única proporcionada pelo Nintendo DS, em jogos como Brain Age e Nntendogs, e a experiência absolutamente nova proporcionada pelo Wii, fica claro que a Nintendo está criando experiências únicas para toda a família. Para mim, seria difícil citar outra empresa que tenha feito o mesmo.

Qual a participação da Nintendo of América em um possível movimento político pela redução dos impostos para videogames no Brasil?
Não podemos falar especificamente sobre nossos esforços no Brasil, além de dizer que continuamos a trabalhar de perto com os órgãos oficiais para encontrar uma boa solução para trazer os produtos ao consumidor brasileiro.

E o que podemos esperar dos serviços especiais oferecidos pelo Wii, como o Virtual Console, os downloads…: eles estarão todos disponíveis para o consumidor brasileiro?
Sim, o Virtual Console estará à disposição dos consumidores da América Latina.

Há alguma possibilidade, mesmo que mínima, da Nintendo reabrir um escritório no Brasil, relembrando os tempos da parceria com a Gradiente?
Acho que é importante esclarecer que a Nintendo jamais deixou o Brasil. Apesar de termos mudado de parceiros de distribuição nos últimos anos, continuamos a dar suporte ao mercado brasileiro com novos parceiros, que trabalharam duro para garantir que os produtos Nintendo estejam disponíveis ao consumidor. Nossos parceiros atuais possuem escritório e equipe baseada no Brasil, da mesma maneira que nossos antigos parceiros, então, na essência, nada mudou para a Nintendo.

Para a Nintendo, qual é o melhor cenário possível no mercado brasileiro?
O melhor cenário para a Nintendo é aquele em que o consumidor brasileiro compra o Wii ainda em novembro, leva o console para casa, o conecta à sua TV e tem uma experiência instigante e única com toda a família. Nós acreditamos que, com o Wii, a Nintendo possa oferecer uma opção de entretenimento que faça sentido a todo mundo, ao mesmo tempo que traz títulos para corresponder às expectativas de nossa base de fãs, como Zelda. O outro cenário possível é aquele em que os consumidores brasileiros continuem a curtir o Nintendo DS. O DS é o sistema mais popular do mundo. Quando você vê o que está acontecendo no Japão e em outras partes do mundo, é simplesmente maravilhoso. O videogame é realmente o passo adiante no mundo do entretenimento. O consumidor brasileiro sempre esteve na crista da onda da tecnologia. Acreditamos que os produtos Nintendo possam oferecer este nível de entretenimento que eles procuram.

Tudo parece ir muito bem no México atualmente – todos os sistemas foram lançados por lá, e as vendas são altas. Quais são as diferenças entre o mercado de games mexicano e o brasileiro?
O México e o Brasil são dois mercados muito diferentes, assim como os mercados na Europa variam bastante. O que eles têm em comum é este desejo por experiências inovadoras. Nos últimos anos, nossa habilidade em trabalhar com as empresas locais e órgãos oficiais no México resultou em uma melhora significativa na maneira com que os produtos Nintendo chegam às mãos dos consumidores. Nós só esperamos alcançar o mesmo sucesso no Brasil.

Mesmo com a Nintendo não ter presença “oficial” no Brasil, eu ouvi dizer que as vendas continuam indo muito bem. Você pode me dizer se elas estão melhores do que na época da Gradiente?
Como eu já disse anteriormente, a Nintendo jamais deixou o Brasil. À medida que nos preparamos para o lançamento do Wii, continuamos a ter como objetivo o crescimento e o sucesso no país.

Em sua opinião, quais são os gêneros e os jogos do Wii que melhor funcionariam para o mercado nacional?
Uau, esta é uma bela pergunta. Mas eu acho que ela será respondida pelos próprios consumidores brasileiros. Os jogos do Wii e do Nintendo DS são desenvolvidos para oferecer algo para cada pessoa de uma família. No DS, por exemplo: se sua mãe gosta de puzzles, nós temos Tetris, Brain Age e Sudoku. Se sua irmã quer jogar, que tal Princess Peach, Nintendogs e Animal Crossing? Tenho certeza que seu pai iria curtir Big Brain Academy, Elite Beat Agent ou Mario Kart. E eu sei que você adora New Super Mario Bros. e Metroid. Então, você vê que nós realmente não criamos um único jogo para cada tipo de jogador. Com o Wii, você verá a mesma estratégia, começando com Wii Sports, Zelda, Excitetruck e Wario Ware, só para citar alguns.

Quando vocês planejam divulgar os planos da NOA para o mercado brasileiro?
Cada vez que um consumidor adquire um novo produto Nintendo, ele se diverte e divide essa experiência com alguém – neste momento, ele está divulgando os nossos planos no Brasil. Neste momento, temos pessoas no país jogando seus games favoritos com gente de outra parte do mundo através da conexão Wi-Fi. Juntos, eles estão divulgando a marca Nintendo e as experiências incríveis que estão tendo ao jogar nessa comunidade global. Com o Wii, acreditamos que a experiência de jogo global continuará a crescer e a se desenvolver. O Brasil já é o país líder de utilização de internet na América Latina. Nós esperamos que os consumidores brasileiros irão liderar a onda do jogo online também com os consoles Nintendo.

***

Ainda de ressaca do Video Games Live. Quem viu, viu. Quem não viu, perdeu um espetáculo inesquecível e digno de lembrança. Deu tudo certo e não vi ninguém reclamando. Quem chorou, foi de emoção (isso sim, eu vi muito!). O clima era de pura festa e confraternização, casa lotada (ingressos praticamente esgotados, me contaram os organizadores). E ao final de mais de 3h de show, os maestros Tommy Tallarico e Jack Wall, além do “pianista vendado” Martin Leung, ainda tiveram pique de dar autógrafos e conversar com centenas de fãs que formaram fila. Sensacional.

Você estava por lá? Diga o que achou. E quem não foi, ainda pode torcer para rolar de novo no ano que vem. E pelo que tudo indica, deve rolar mesmo.

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
17/11/2006 - 20:00

Três longos dias

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Hoje é dia 17. O dia PlayStation 3 na América do Norte. Todos querem um, mas ninguém consegue. O relato deste brasileiro nos EUA, o Hermann (com direito a vídeo e tudo), exemplifica bem a loucura que está rolando por aquelas bandas.

Domingo é dia 19. O dia Wii na América. A loucura será grande, mas não tão grande quanto a do PS3. Filas vão rolar, mas a Nintendo se preparou um pouco melhor que a Sony nesse sentido. Faz uma diferença enorme não ter um drive de disco Blu-ray embutido no console… Estou achando que vai vender tudo rapidinho.

Enquanto isso, no Brasil…

…o fim de semana também será agitado. Seria mais ainda, se a EGS Brasil acontecesse mesmo nos dias previamente combinados… mas isso é história para outro post.

Amanhã, sábado cedo, rola em São Paulo a eliminatória local do FIFA Interactive World Cup 2006. É no Reserva Cultural, um cinema bacana da Av. Paulista (900, no prédio da Gazeta). Das 9h às 12h, entrada gratuita. É só chegar, sentar e assistir às partidas de FIFA 07 no Xbox 360, transmitidas direto na tela do cinema. O vencedor voa para Amsterdam, com tudo pago, para a final mundial. E se ganhar lá, leva US$ 20 mil e um convite para a festa dos melhores jogadores do mundo, lá na Suíça. Coisa fina.

De tarde, a Latamel, que representa os produtos Nintendo no Brasil, fará uma demonstração especial do Wii em uma lanchonete descolada de São Paulo, somente para consumidores selecionados e jornalistas. A empresa já adiantou: não haverá entrevista ou qualquer declaração para a imprensa, e este não é o “lançamento oficial do Wii no Brasil”. “É um evento fechado para alguns clientes e consumidores, só para testar o produto, e não para divulgar informação sobre a venda do produto no Brasil”, diz o convite. Se você estiver entre os felizardos convidados, apareça lá, me conte depois o que achou.

E no dia seguinte, de noite, é hora dos paulistanos conferirem o Video Games Live no Via Funchal. Muito já foi dito sobre o evento, então é hora de ver para crer. Eu estarei lá também, em uma mesinha bacana no meio da pista. E ainda tem ingresso à venda. Nos vemos por lá?

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
16/11/2006 - 21:34

Pelos velhos tempos

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É, ando meio desligado.

Enquanto meus colegas de profissão enlouquecem pelo Wii, recebem o PlayStation 3 pelo correio, e atévoam para o estrangeiro para enfrentar fila pelos consoles, eu, obscurecido pelo mundo do rock’n’roll corporativo, não consigo dar bola e me concentrar. Mas tudo bem, não me lamento.

Não me leve a mal. Eu quero um Wii. Um 360. E um PS3. E cada um de seus jogos de lançamento. Tudo o que eu disse no texto anterior continua valendo, claro. Mas aqui vale o velho esquema do “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”. Se eu fosse milionário, certamente usaria uma pequena porcentagem de minha renda para comprar as referidas máquinas. Como eu não o sou, prefiro esperar o momento ideal. Sem pressa. Comendo pelas beiradas. E matando a vontade jogando pérolas como Bully no PS2.

Esqueça toda polêmica em torno da violência, esqueça a patrulha ideológica em torno do tema: Bully é ótimo. É uma mistura daquele espírito selvagem e niilista de GTA: San Andreas, salpicado daquela inocência meio confusa da pré-adolescência (se é que existe mesmo inocência nesse período da vida). É violento, claro, e qual game hoje em dia não o é? É polêmico, como todo game da Rockstar precisa ser (senão, que graça tem?). Mas não é o tipo de jogo que estimula a violência de graça. Há uma razão por trás de tamanha revolta do protagonista, algo que só se descobre jogando, entrando na história, que lembra muito uma novelinha. É fácil gastar o tempo a toa, circulando pelos corredores da escola, batendo papo com outros estudantes, xavecando mocinhas, sacaneando moleques menores e quebrando pequenas regras de conduta – as quais, no fundo, não maltratam ninguém. Estou jogando há meia dúzia de horas, suficientes para ser mandado para a sala do diretor pelo menos três vezes. E a cada vez, a bronca é pior. Mas quem disse que estou reclamando?

E mesmo com tanto distanciamento entre a nossa realidade e aquela apresentada em Bully, é impossível não sentir uma pontinha boa (também um tanto dolorida) de nostalgia. Saudades daqueles tempos que não voltam – quando nosso único e verdadeiro compromisso era ser aprovado no final do ano letivo; quando os novos consoles de videogame não custavam tão caro (ou, ao menos, não percebíamos o quanto); e quando eu tinha tempo livre para jogar videogame tranqüilamente, todos os dias. Hoje, a vida é outra. Como aproveitar e se divertir durante o mais importante momento da história dos games se não existe tempo livre nem para dormir?

Soou como um lamento, e a idéia é esta mesma.

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
14/11/2006 - 20:07

Por que não comprar (ainda) um Wii, um PS3 e um 360

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Você deve ter visto, lido ou ouvido falar sobre o insano lançamento do PlayStation 3 no Japão. Deve ter lido também a respeito da expectativa do Wii no mundo todo (aliás, viu que o pessoal da EGM Brasil já recebeu o deles? Não? Clique aqui e fique com inveja). Meu amigo Renato Viliegas, do Play TV, está embarcando para Nova York esses dias para acompanhar a fila da compra dos dois consoles – assim como fez com o Xbox 360, no ano passado.

Então, tudo muito lindo e maravilhoso. Novos videogames sempre são assunto importante, sempre nos deixam felizes. Mas… quem precisa ter um agora?

Explico, antes de ser mal interpretado. Comprar videogame logo no lançamento é e sempre foi um mau negócio. Os motivos para tal afirmação são pessoais, mas de fácil compreensão. Até os enumero aqui.

1. O preço de lançamento é sempre mais alto.
A maioria dos consoles ganha uma bela redução de preço um ou dois anos após sua chegada ao mercado. Vale a pena economizar 100, 200 dólares? Para quem não tem nada no bolso, é claro que vale. E isso vale também para o preço “brasileiro”, no caso de videogames importados por baixo dos panos. Veja quanto está custando um PS2 em lojas de grife hoje em dia. Você lembra quanto ele custava em 2004? E em 2002?

2. Dá um trabalho…
Aconteceu no lançamento do DS, do PSP, do 360, está se repetindo agora: videogame novo é um cobiçado objeto de desejo. A conseqüência: filas, escassez de peças nas lojas, dificuldade de se importar. E quando se encontra a máquina por aqui, ela está com o preço lá em cima (manja a lei da oferta e da procura? É isso).

3. Jogar o quê?
Essa vai causar polêmica: dificilmente há algo realmente interessante para se jogar na primeira geração de um novo console. E não estou falando de um único jogo realmente bom, e sim de pelo menos meia dúzia de títulos – que é justamente o que faz um videogame valer a pena.
Não é regra, mas é quase sempre assim, pode puxar pela memória. Eu, particularmente, lembro com carinho da primeira leva de jogos do Super NES (Super Mario World, Actraiser, Pilot Wings, Sim City), mas é preciso admitir que o auge do console só aconteceu uns 4 anos depois, entre 1994 e 95. E foi assim com o PS2, com o Xbox, com o PSOne, com o Dreamcast, com o Mega Drive. Até mesmo com o pobre do GameCube. Uma nova máquina precisa de alguns anos para “maturar”. O PlayStation 2, apesar de ser o console mais antigo de sua geração, continua a ser o mais popular. Dá para dizer que seu auge começou há meros 2, 3 anos.

E não deve ser diferente na nova geração. Olhe o Xbox 360, por exemplo. Só agora ele realmente está valendo a pena. Olhe a primeira leva de games do PS3: qual você está louco para jogar? Eu não encontrei nenhum. E do Wii então? Será que há alguma coisa realmente essencial além de Zelda: Twilight Princess? Acho que não.

4. O apressado come cru.
Quem compra logo de cara pode sofrer as conseqüências de tanta pressa. Veja os compradores da primeira leva do 360, por exemplo. Não foram poucos os que sofreram com as fatídicas “três luzes vermelhas”, além de outros defeitos que resultaram em enormes dores de cabeça (recall dos consoles estragados, bate-boca com a Microsoft, falta de assistência técnica etc). E o povo que comprou o PSP com o elusivo “pixel morto”, um chatíssimo defeito de fabricação que afetou um belo pedaço da primeira leva do portátil? De chorar, não?

Em outros casos, o problema não é físico, mas estético. Ainda bem que não comprei o horroroso primeiro modelo do Nintendo DS. Senão, teria ficado puto com a chegada do DS Lite, muito mais bacana. E por falar em Game Boy, o que dizer do primeiro modelo do GBA e sua ilegível tela de cristal líquido? Quando o GBA SP (e sua tela brilhante) chegou, só faltei tacar meu modelo “antigo” pela janela. E nem vou falar do PSOne, do PS2 Slim, ou do joystick revisado do Xbox… bem, você entendeu.

***

Isso tudo é motivo mais do que o suficiente para ninguém ficar triste por não conseguir comprar um PS3, um Wii ou mesmo um 360 neste momento. Vale a pena esperar o momento certo para usar seu dinheiro com sabedoria e, assim, aproveitar melhor o que cada um desses caríssimos brinquedos tem a oferecer. Paciência ainda é virtude, como diz aquele velho ditado. E neste caso, ela é recompensada com um produto bem mais interessante e compatível com a realidade brasileira.

Mas é claro que eu não reclamaria nem um pouco se qualquer um dos consoles de nova geração caísse no meu colo…

Autor: - Categoria(s): Tudo ao mesmo tempo Tags:
13/11/2006 - 00:47

Entrevista da Semana: Jack Wall (Video Games Live)

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Dando continuidade à rotina, cá está mais uma (pequena) entrevista exclusiva. Desta vez, quem fala é Jack Wall, maestro e um dos criadores do Video Games Live, que rolou neste domingo no Rio de Janeiro. No domingo que vem tem show em São Paulo (vamos?), então nada mais justo que deixar o homem falar agora. Confira o papo rápido que tivemos antes do desembarque da turnê no Brasil. Aliás, alguém aí assistiu ao concerto no Claro Hall? Se sim, comente lá embaixo (não pude ir).

Gamer.br: Você acha que o Video Games Live pode ser apreciado também por pessoas que não jogam/conhecem videogames? Quem curte música clássica, por exemplo: você acha que eles vão curtir tanto quanto o público que gosta de games?
Jack Wall: Nossa plateria é feita de gamers, pais e pessoas que se interessam por música sinfônica. Mas são justamente esses dois últimos grupos que ficam mais surpresos com a qualidade e o poder da nossa música. A experiência que eles possuem dos videogames tem a ver com o tempo dos fliperamas, quando so haviam blips e bloops. Quando eles descobrem o quão intensa e boa a música de games é agora, eles sempre dizem o quanto ficaram impressionados e o quanto querem conferir essa qualidade nos próprios jogos.

Você acha que o videogame pode ser considerado o “novo rock’n’roll”? Explique.
Em diversas maneiras, sim. Quantas bandas já não descobriram os videogames nos últimos tempos? As pessoas estão escutando músicas primeiro nos jogos… aliás, com a quantidade de horas jogadas, dá até para dizer que os videogames são a “rádio do século 21”. Para mim, não é surpresa que as pessoas curtam versões orquestradas das músicas de um game da mesma forma do que curtam o último sucesso de uma banda pop.

Você está por dentro de algum tipo de música brasileira, como a bossa nova, o funk carioca ou até a música eletrônica de grupos como o Cansei de Ser Sexy? Você tem intenção de incorporar sons brasileiros em suas próximas composições?
Adoro incorporar novos sons às minhas composições. Para a série Myst, viajei para a Europa Oriental (na Polônia), para gravar algumas bandas de lá. Eu adoriaria saber mais sobre todos os tipos de musica para incorporar coisas novas ao som que eu componho. Há alguns anos, eu trabalhei como bartender (o melhor trabalho da minha vida!) em um bar na Filadélfia chamado Apropos. Eles tocavam musica brasileira todas as sextas e sábados. Era muito divertido, eu adorava aquele som. Fiz muitas caipirinhas quando estava lá. Também não vejo a hora de encontrar a “Garota de Ipanema” quando chegar ao Rio!

Por falar nisso… perguntei ao Tommy Tallarico, e agora pergunto a você: quais são seus planos durante esse período de quase duas semanas no Brasil? Baladas, praias, caipirinha, pesquisa músical, mulheres?
Sim, tudo isso! [risos] Venha e junte-se a nós! E traga os amigos!

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Aproveitando o espaço e o momento, algumas coisas que esqueci de falar sobre o evento do Xbox 360:

1. O serviço Xbox Live não estará disponível no Brasil, pelo menos por enquanto. Sendo pessimista, dou um prazo de um ano para estar rolando por aqui. Otimista, daqui 6 meses. Tudo depende da Microsoft arrumar a casa e a burocracia para fazer a rede funcionar.

2. Em princípio, somente a Electronic Arts (que também representa a Activion e a Ubisoft) está trazendo games para o 360, mas as outras publishers instaladas no Brasil (Vivendi e Atari, principalmente) já estão movendo seus pauzinhos e fazendo contas.

3. A revista oficial do Xbox 360 já não é mais segredo: ela está confirmada para dezembro. Será publicada pela Editora Europa, que faz a Gamemaster e a Dicas e Truques para PlayStation. A equipe da publicação está ganhando novos nomes de peso, então dá para esperar mais um produto bem legal chegando aí.

4. Por falar em imprensa, é preciso ressaltar a atenção legal que a Microsoft deu para a chamada “imprensa alternativa”. Além dos jornalistas já tradicionais desse tipo de evento, diversos sites independentes estavam presentes, entre eles o pessoal do Portal Xbox, que faz o melhor site nacional sobre a plataforma. Eles aproveitaram a festa para fazer um “podcast ao vivo” bem bacana, do qual acabei participando. Escute (ou baixe) aqui.

Autor: - Categoria(s): Entrevista da Semana, Tudo ao mesmo tempo Tags: , ,
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